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Posts de outubro 2010

Capa sob medida

31 de outubro de 2010 0

No dia de conhecer o futuro presidente do Brasil, os leitores de Zero Hora saíram na frente.  Com edição caprichada, a capa de ZH surpreendeu os eleitores com bilhetes escritos de próprio punho dos candidatos com mensagens diretas aos gaúchos.

A editora de política, Dione Kuhn, conta que a capa começou a ser pensada no dia 18 de outubro, dias antes das entrevistas coletivas que os candidatos concederam ao grupo RBS.

— Aproveitamos a oportunidade para pedir os bilhetes aos candidatos. Eles receberam um caderninho do mesmo tamanho. Neste caso, só a ideia não adianta, é preciso planejamento — lembrou Dione.

O que escreveu José Serra

Minha mensagem é de otimismo sobre o
Brasil e o Rio Grande. Um precisa muito do
outro. Eu, em Brasília, serei um presidente
amigo dos gaúchos, a cuja pátria tanto
queria pertencer, como membro honorário.
O Brasil tem uma dívida com o Rio
Grande do Sul. De 1930 para cá, gaúchos
governaram o Brasil durante mais de 40%
do tempo. Mas o Estado não foi tratado
à altura da sua importância econômica e
política. Isso, comigo, vai mudar.
José Serra

O que escreveu Dilma

Eu agradeço ao Rio Grande
tudo que eu aprendi com a
dignidade e o espírito de
luta do povo dos pampas.
Aqui, tive minha filha; aqui,
nasceu meu neto. Mineira
por nascimento, gaúcha
por adoção.
Obrigada povo deste
Estado guerreiro.
Dilma Rousseff

Cardápio para um dia histórico

30 de outubro de 2010 0

Por Ricardo Stefanelli – Diretor de Redação

Neste domingo em que os brasileiros escolhem um novo presidente, aproveito para confessar uma mania eleitoral: sempre que avisto Dilma Rousseff e José Serra pelos telejornais ou em fotos das coberturas diárias, procuro eventuais marcas de cansaço na face ou sinais de estresse nos candidatos. Enquanto o tucano ou a petista estão a repetir frases, sufocados por microfones, me perco do conteúdo para me ater às linhas dos olhos dos presidenciáveis, tentando encontrar na fadiga alheia conforto e estímulo de quem vive uma eleição com intensidade e sensação de missão cumprida.

Assim como os candidatos – e guardadas as devidas proporções –, a imprensa esteve sob avaliação e tiroteio durante a maratona eleitoral 2010. Tanto quanto a opinião de Dilma sobre o aborto ou a de Serra sobre as privatizações, ficou mais uma vez visível a tentativa generalizada de carimbar toda e qualquer reportagem sob um selo ideológico.

Trazido ao debate pelo presidente Lula de forma obsessiva, o papel da imprensa costuma estar sub judice de dois em dois anos. Descontados a patrulha partidária ou o queixume habitual de candidatos ou cabos eleitorais, o questionamento se mostra saudável, pois amadurece o jornalismo, o leitor e o eleitor.

É cedo ainda para afirmar se há vitoriosos na contenda de 2010, ano em que práticas sombrias da política tradicional sobressaíram, mas recebo com satisfação uma certa incoerência no ar. Parte dos leitores não tem dúvida de que Zero Hora defende Dilma desde que ela foi alçada à condição de presidenciável. A outra parte tem certeza de que Zero Hora é “Serrista com convicção”.

Ambos os lados embasam o arsenal em manchetes, textos, fotos ou mesmo legendas para justificar a ira. Quando os leio, parecem plausíveis, se recortados de contexto. Só desmoronam quando confrontados com o dia anterior – ou com o seguinte. Ao concluir a minha 15ª cobertura eleitoral jornalística, confirmo que, de dois em dois anos, é comum e compreensivo o leitor abandonar sua condição primordial para se converter em militante.

Lidar com essa diversidade de perspectivas e aspirações é extenuante e estimulante ao mesmo tempo, em mais uma das contradições do período. E por isso me permito, sem a mínima isenção, dizer que poucos jornais do país trarão, neste domingo histórico, um cardápio tão interessante e relevante de temas eleitorais como o que Zero Hora entrega hoje. Pinço três deles:

– Em um texto memorável e por isso deslocado para a página 4, a colunista Rosane de Oliveira traz uma análise lúcida e única do embate eleitoral;

– A quem acredita que nada mais há a escrever sobre a vida de Dilma e a de Serra, sugiro começar a ler os perfis escritos a oito mãos por Alexandre Elmi, Marta Sfredo, Moisés Mendes e Nilson Mariano. Duvido que você consiga parar;

– E, para quem não gosta de intermediação, ZH traz, na página 23, artigos dos próprios presidenciáveis e, na página 6, mensagens redigidas por eles para os brasileiros em geral, os gaúchos em particular.

Boa escolha.

Domingo em ZH: uma entrevista exclusiva com Mary McCartney

29 de outubro de 2010 2

A coluna Estilo Próprio deste domingo está pronta. E vai surpreender os leitores do caderno Donna com uma entrevista exclusiva com Mary, a filha mais velha de Paul McCartney, concedida em uma galeria de arte de Londres a Fernanda Zaffari.

Os bastidores

Às vésperas do show do ex-beatle em Porto Alegre, a jornalista de Zero Hora estava em férias em Paris acompanhada do marido. Mas não resistiu à sugestão da Redação de prolongar a permanência na Europa indo até Londres, cidade de Sir Paul McCartney.

Dois dias depois, Fernanda já se despedia do marido na França e embarcava para a Inglaterra. Toda logística de hospedagem e troca de passagens aéreas foi feita em Porto Alegre. Fernanda providenciou um celular para trabalhar em Londres, em pleno sábado.

— Andei muito pelo bairro de Paul. Então comprei os sete jornais dominicais que circulam em Londres e fui dissecar as páginas no hotel. Em um deles encontrei um rumo — contou.

A pequena matéria dava conta de que Mary McCartney estava lançando um livro e montando exposição de suas fotos. Fernanda fez contato com a editora, mas não esperou o retorno. Em dois dias voltaria ao Brasil. Buscou então o endereço e o dono da galeria e conseguiu a entrevista.

– Foi marcada para as 16h. Sempre gosto de chegar antes, mas em Londres é a mesma falta de educação do que chegar atrasada. Ela é uma pessoa legal e foi muito gentil, apesar do pouco tempo que tinha disponível para a entrevista. Quando cheguei, ela disse que precisava ir a uma rua bem próxima dali – contou Fernanda.

A última aposta

Antes de sentar com a londrina, Fernanda se preparou para a entrevista folheando todo o livro de Mary. Por isso, o papo fluiu naturalmente. Ao sair da galeria, a jornalista fez a sua última aposta:

— Na rua onde ela disse que iria havia uma livraria. Entrei, comprei o livro e esperei. Depois de 20 minutos, estava indo embora. Afinal, havia conseguido a entrevista. Mas antes de colocar o pé na rua ela entrou. O encontro foi entusiasmado. Mary ficou tocada de ver que eu havia comprado o livro e acabei pedindo o autógrafo.

No aeroporto rumo ao Brasil, Fernanda recebeu o retorno da editora: não seria possível a entrevista.

E a assinatura da moça, mais do que um momento especial, transformou-se na prova cabal da entrevista, o que facilitou muito a liberação das imagens que os leitores verão na edição de Zero Hora deste domingo.

Um símbolo do Rio Grande

29 de outubro de 2010 0

Em clima de Feira do Livro, o caderno Cultura da ZH deste sábado traz como personagem principal Paixão Côrtes, patrono do evento. Além de mostrar como ele ajudou a traçar a identidade do Rio Grande do Sul, a reportagem revela que o fundador do tradicionalismo gaúcho não vive do passado. Seu compromisso, diz Côrtes, é com a busca a busca de informações novas.

Enquanto o caderno não chega às suas mãos, veja clicando aqui um vídeo em que Paixão Côrtes emocionou o público presente no primeiro encontro da Feira do Livro, na manhã desta sexta-feira, ao surpreender cantando o Hino ao Rio Grande, de Simão Goldman.

Opine sobre o Editorial da RBS que defende cobrança de promessas

28 de outubro de 2010 Comentários desativados

O Blog do Editor adianta o editorial que os jornais da RBS publicarão no próximo domingo para que os leitores possam manifestar concordância ou discordância em relação aos argumentos apresentados. Comentários enviados até as 18h de sexta-feira serão selecionados para publicação na edição impressa. Clique aqui para participar!

PROMESSAS E COBRANÇAS

Encerra-se neste domingo uma campanha eleitoral inédita na história republicana do país, com a disputa entre dois candidatos comprometidos com a democracia, com a estabilidade econômica, com o desenvolvimento e com os avanços sociais, mas enredados em promessas de difícil — senão impossível — execução. Na tentativa de conquistar a simpatia e o apoio de setores específicos do eleitorado, Dilma Rousseff e José Serra exageraram na dose. Prometeram mais do que o novo presidente, seja qual for, poderá realizar em quatro anos de administração. Basta uma conferida séria na lista de obras e benefícios alinhados pelos dois candidatos para se constatar que o país não terá recursos e condições para executá-los integralmente.

Em vista disso, surge a primeira grande questão para o eleitor que neste domingo exercerá o seu direito de escolher o próximo presidente da República: promessa é dívida a ser cobrada, ou os excessos devem ser relevados por conta do emocionalismo da disputa? Entendemos que as promessas indevidas não devem ser cobradas, até mesmo porque a tentativa de cumpri-las poderia causar mais danos do que ganhos à população. Mas devem ser criticadas. E seus autores devem, no mínimo, dar explicações convincentes aos eleitores que possam ter sido enganados pela criação de uma expectativa impossível.

Porém, as promessas factíveis precisam, sim, ser cobradas pelos cidadãos ao eleito, sempre por meio dos mecanismos de pressão que fazem parte do arsenal democrático. O voto é o instrumento mais visível, mas não é o único. Depois da eleição, os cidadãos podem utilizar os meios de comunicação e os novos caminhos tecnológicos de acesso aos governantes para exigir que obras, serviços e benefícios sejam efetivamente concretizados. Mais: podem e devem apelar a seus representantes parlamentares para que intercedam pelas causas em andamento, pela proposição de emendas e projetos que complementem ou substituam as iniciativas do Executivo.

Compete também aos cidadãos participar de organizações com poder de pressão junto a governantes e representantes parlamentares, sejam elas sindicatos, ONGs ou associações setoriais. Cabe-lhes, ainda, acionar as instituições criadas exatamente para defender os direitos dos cidadãos, como os tribunais fiscalizadores, o Ministério Público e o próprio Poder Judiciário, quando for o caso. São muitos os mecanismos de acionamento da democracia — e os brasileiros precisam aprender a utilizá-los plenamente.

A informação é um deles. É importante que as pessoas acompanhem os noticiários, com atenção e critério, para saber como seus representantes estão se comportando no exercício de seus cargos e mandatos. Todo cidadão deve fazer o máximo de esforço para entender o funcionamento da administração pública a fim de que possa avaliar melhor o resultado de seu voto, até para decidir no futuro se os políticos escolhidos continuarão a merecê-lo.

O eleitor consciente votará neste domingo com um olho na urna e outro no promessômetro — que é o neologismo bem-humorado criado pela mídia para listar tanto os projetos viáveis quanto os absurdos cometidos no calor da disputa eleitoral.

Participe!

O Mapa das Letras

28 de outubro de 2010 0

A 56ª Feira do Livro de Porto Alegre se espalha pela Praça da Alfândega e pelo Cais do Porto a partir desta sexta-feira. A alteração mais significativa para os visitantes é a passarela que ligará as ruas dos Andradas e Sete de Setembro. Mas a feira é sempre motivo de expectativa e alvoroço na cidade.

A edição especial do Segundo Caderno para o primeiro dia da feira vai mostrar detalhes da praça dos livros em 2010, que vão da localização das editoras aos 10 temas que prometem ganhar os centros das conversas literárias até meados de novembro.

ZH na praça de autógrafos

28 de outubro de 2010 0

Não é só para noticiar fatos que  Zero Hora estará na Feira do Livro de Porto Alegre que começa nesta sexta-feira. Um rol de jornalistas e colunistas fincará pé na Praça de Autógrafos. Como escritores, claro.

A RBS Publicações também estará na feira, no estande 68, com seus lançamentos. A editora comandará as sessões de de autógrafos da obra Eis o Homem, de Paulo Sant’Ana, e dos quadrinhos de Ziraldo Colorado – o Campeão de Tudo e O Imortal Tricolor.

Confira quem estará por lá e agende-se:

 

 

30 de outubro, sábado
Mariana Bertolucci
, responsável pela coluna RSVip, autografará Bailarina Sem Bre (Libretos), lançado em julho. Ao lado, o imortal da ABL e colunista de ZH Moacyr Scliar autografará Eu Vos Abraço, Milhões (Cia das Letras). As duas sessões são as 19h30min.

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2 de novembro, terça

Concorrentes ao prêmio Embratel, Carlos Etchichury, Carlos Wagner, Nilson Mariano e Humberto Trezzi autografam Os Infiltrados: Eles Eram os Olhos e os Ouvidos da Ditadura (AGE). O livro resulta da série de reportagens publicadas em ZH neste ano. A obra, no entanto, traz bastidores que não apareceram no jornal. Às 19h30min.
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3 de novembro, quarta

Os irreverentes David Coimbra e Gilmar Fraga lançam Jô na Estrada (L&PM). O livro surgiu de folhetins publicados no blog do David e quadrinhos de Fraga. Será às 18h30min. E quem pensa que conhece a história, engana-se: ela tem um novo final.

Às 19h30min, é o músico e colunista Thedy Corrêa quem toma a Praça para autografar o Livro de Astro-Ajuda (L&PM).
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4 de novembro, quinta
Uma sessão de dar água na boca. José Antônio Pinheiro Machado, o Anonymus Gourmet, autografa Cem Segredos de Liquificador (L&PM). A sessão será às 18h30min.
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5 de novembro, sexta

Às 16h30min, Paulo Sant’Ana roubará as atenções da Praça de Autógrafos com   sessão para o livro Eis o Homem, lançado pela RBS Publicações. A obra é uma coletânea com 55 crônicas escritas em 20 anos, entre 1990 e 2010. No mesmo dia, às 18h30min, a colunista Cláudia Tajes autografa A vida sexual da mulher feia (L&PM).
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6 de novembro, sábado

Martha Medeiros autografa o recém-lançado Fora de Mim (Objetiva). A sessão é as 18h30min. Uma hora depois, é o poeta Fabrício Carpinejar quem ocupa seu espaço na Praça, posicionado para autografar Mulher Perdigueira (Bertrand). Às 20h30min, ainda tem o professor Cláudio Moreno com o quarto volume do seu Guia Prático do Português Correto (L&PM).
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10 de novembro, quarta
Com Mário Corso, a colunista Diana Corso autografa a obra A psicanálise na Terra do Nunca: Ensaios Sobre Fantasias (Artmed Editora). Às 19h30min.

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11 de novembro, quinta
Leticia Wierzchowski, autora da Casa das Sete Mulheres, autografa o romance Os Getka (Record) a partir das 19h30min.
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12 de novembro, sexta
Dois colunistas e tanto passam juntos pela Praça de Autógrafos. A partir das 16h30min, Luís Augusto Fischer será alvo de torcedores do Inter atrás de seu Dicionário Colorado, lançado em abril pela Editoria Belas-Letras. À noite, a sessão das 20h30min terá Luis Fernando Verissimo autografando As Cobras (Objetiva)


14 de novembro, domingo

A RBS Publicações leva Ziraldo à Praça de Autógrafos para lançar os quadrinhos Colorado – O Campeão de Tudo e o Imortal Tricolor. A sessão será às 16h30min.

ZH na estrada

28 de outubro de 2010 0

Uma coincidência no meio do caminho alegrou jornalistas de ZH na manhã desta quinta-feira.

O repórter José Luis Costa, rumo a  Sarandi para uma reportagem especial, cruzou num restaurante de Soledade com os editores Pedro Dias Lopes e Rosane Tremea, que voltavam do lançamento do clicRBS Santo Ângelo.

A foto registrou os minutos de boa conversa e risadas.

A notícia como o leitor quer

28 de outubro de 2010 0

“Vira e mexe, a falta de água inferniza a vida de habitantes de Porto Alegre devido a trabalhos de atualização da rede de água. As notícias, quando são dadas, muitas vezes desaparecem aos olhos do leitor (…)”

Com esse apelo, a leitora Laura Lacchini enviou e-mail chamando a atenção de Zero Hora, sugerindo mais visibilidade a informações como falta de água e luz. Foi justamente o que fizemos:

— A partir da cobrança da leitora, criamos selos específicos para esse tipo de serviço — explica o repórter Maicon Bock, editor da página de notícias da Região Metropolitana.

Os novos selos estrearam na edição desta quinta-feira. Por enquanto, os ícones alertarão para notícias sobre cinco temas: água, luz, transporte público, bloqueios de trânsito e prazos.

— Mas eles tendem a aumentar de acordo com as necessidades — antecipa Maicon.

Clube da Bolinha na TV

27 de outubro de 2010 0

As meninas do Blog Clube da Bolinha contaram nesta quarta-feira, em plena Redação de Zero Hora, os segredos do sucesso das mulheres no jornalismo esportivo para a apresentadora Karine Alves, da RBS TV.

Para quem ficou curioso, elas avisam que o programa vai ao ar no RBS Esporte no próximo sábado, dia 06/11. As gurias do Clube da Bolinha são (na ordem da foto, a partir de direita) Aline Trindade, Tatiana Lopes, Jessica Mello, Débora Pradella e Christiane Matos. Elas estão desde 2006 no  www.clicrbs.com.br/clubedabolinha