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Posts de janeiro 2011

Voltar de férias é...

31 de janeiro de 2011 0

Voltar das férias escolares contempla uma lista de sentimentos. Zero Hora propõe que alunos de todas as idades contem, nesta volta às aulas, o que mais os motiva ou os deixa chateados neste retorno.

O concurso cultural Voltar de Férias É… escolherá as 10 melhores redações. A partir de 21 de fevereiro, serão publicadas no jornal, acompanhadas de uma ilustração produzida pela Editoria de Arte. Os ganhadores também recebem como prêmio um exemplar do DVD Escritores Gaúchos, produto da RBS Publicações.

Podem participar estudantes dos ensinos Fundamental, Médio ou Universitário. As inscrições devem ser feitas das 7h desta terça-feira às 23h59min de 16 de fevereiro de 2011, pela internet ou por carta.

COMO PARTICIPAR
— Interessados devem se cadastrar no site www.zerohora.com/promocoes e enviar seu texto em formato Word de acordo com a pergunta Voltar de Férias É…
— Outra possibilidade é enviar por carta escrita à mão para Zero Hora (Concurso Cultural Voltar de férias é…, Avenida Ipiranga, 1.075, Azenha, Porto Alegre-RS, CEP 90169-900), com nome completo, e-mail, telefone, RG e data de nascimento.

REQUISITOS DO TEXTO
— Deverá ter no máximo 30 linhas, digitado em corpo 12, com fonte Times New Roman. Textos enviados por carta deverão respeitar, também, o limite máximo de 30 linhas de extensão.

Um novo olhar na praia

31 de janeiro de 2011 0

A cobertura de verão de ZH terá nova coluna a partir da próxima terça-feira. A série Sob o Guarda-Sol, de David Coimbra, dá lugar ao olhar apurado, e também bem-humorado, do repórter Paulo Germano.

Versátil, a nova página será uma espécie de Informe Especial da praia, reunindo notícias do Litoral Norte e boas histórias sob a ótica do jornalista, que já está torcendo para trocar a gravata (das coberturas de política) pelo chinelo de dedos à beira-mar.

— O tom será leve. Vou, por exemplo, entrevistar personagens pouco conhecidos, mas que fazem o nosso verão. Poderia ser desde o vendedor de picolé até o pescador de siri, passando pela Miss Magistério e o salva-vidas que mede 1m55cm — prevê Paulo.

A cobertura especial de fevereiro, além de mostrar situações na areia, nas mesas de bar e nos passeios dos veranistas, trará informações relevantes, como ações da Brigada Militar nos municípios litorâneos.

Repórter de Zero Hora desde 2006, Paulo Germano começou na editora de Geral. Depois, passou pela zerohora.com até chegar ao Segundo Caderno, onde foi titular da coluna Remix, sobre música e cultura alternativa. Há pouco mais de um ano, migrou para a Política.

Capa do clicRBS é personalizada mais de 100 mil vezes em 10 dias

31 de janeiro de 2011 1

De 19 a 28 de janeiro, os internautas personalizaram a capa do clicRBS exatamente 106.399 vezes, utilizando os 10 diferentes tipos de fundos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

No Gre-Nal temático, o Grêmio está na frente, tendo sido escolhido 24.032 vezes, enquanto o Inter foi aplicado 17.373. Ainda no G4 da preferência dos internautas, estão o Floral Dark, com 14.577, e o Psicodélico, com 11.705.

Na competição catarinense, o Figueirense foi opção 4.570 vezes e o Avaí, 3.883. Os amantes do clássico escolheram o estilo 7.611 vezes e os do light preferiram aplicá-lo 11.169.

Veja como ficou o ranking total dos fundos:
Grêmio — 24.032
Inter — 17.373
Floral Dark — 14.577
Ppsicodélico — 11.705
Light — 11.169
Clássico — 7.611
Figueirense — 4.570
Avaí — 3.883
Floral Light — 3.382
Rabiscos Dark — 3.107
Rabiscos Light — 3.092
Retrô Lilás — 1.898
Total: 106.399

Para personalizar o portal, basta clicar em um dos fundos que estão no topo direito da capa do clicRBS.

Seja um conselheiro de Zero Hora

31 de janeiro de 2011 2

Zero Hora ganha um novo Conselho do Leitor, agora direcionado para o Interior. O novo grupo de leitores voluntários de Zero Hora começa a atuar em fevereiro, por meio de um fórum online. No centro das discussões, estarão as reportagens sobre municípios das diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Para integrar o novo conselho, ZH convidou 14 moradores das regiões do Estado. A 15ª vaga ainda será ocupada por morador da Região Metropolitana, identificado com o Interior, que participar e vencer a promoção no site de Zero Hora, a partir desta segunda-feira.

Assim como os membros do conselho do jornal, dos cadernos de ZH e do Conselho Mirim, os participantes do Interior passarão a fazer uma leitura ainda mais crítica do jornal. Entre os critérios de escolha dos conselheiros convidados está o número de envio de mensagens a ZH nos últimos meses.

Como será a seleção

Até o dia  10 de fevereiro, cinco respostas enviadas serão selecionadas com critérios de criatividade, originalidade, crítica e adequação ao tema proposto.

As respostas escolhidas serão veiculadas no Blog do Editor, do jornal Zero Hora, no dia 11 de fevereiro, para que a audiência vote na melhor resposta. A votação popular será das 9h do dia 12, às 23h59minutos do dia 16.


Quem pode participar: moradores da Região Metropolitana, com ligações ou apreço especial pelo Interior.
Como: Clique aqui e responda a pergunta “Como você acha que pode ajudar Zero Hora a  aperfeiçoar a cobertura no Interior do Estado?”

Confira aqui o regulamento.

A velocidade da Leitura

29 de janeiro de 2011 1

Por RICARDO STEFANELLI, Diretor de Redação de Zero Hora

Em meio às correspondências enviadas à Redação, faço uma marcação mental em comentários como “não consegui parar de ler a Zero de hoje”. O elogio é revigorante em todas as atividades, mas em especial energiza um trabalho submetido todas as manhãs à avaliação de 2 milhões de pessoas no caso do produto impresso – e 24 horas por dia a 2,3 milhões de usuários pela internet.
Recebemos nesta semana o jornalista franco-argentino Jean-Pierre Tailleur. Especialista em jornalismo comparado, nascido em Buenos Aires e radicado desde a infância em Montpellier. Ele veio conhecer o processo de produção de Zero Hora. Teve sua atenção chamada, segundo ele, para um aspecto específico: a forma meticulosa de edição do jornal, “típica dos espanhóis”, comparou. Edição é a maneira como uma página é arquitetada de modo a facilitar a vida dos leitores, tenha ele 20 minutos para ler o jornal, 60 ou 120 minutos.
O editor, com o apoio da criatividade do designer, define quanto texto vai por página, que foto (ou fotos) devem ilustrar o espaço, qual a necessidade de infográficos e quais os dados a compor este quadro em destaque (números, tabelas, informações extras etc). Estabelece ainda a quantidade de matérias ou notas menores que serão usadas. O editor põe títulos nas reportagens e redige o resumo logo abaixo, no jargão jornalístico conhecido como Linha de Apoio ou Olho.


O editor também encaixa intertítulos em meio aos textos de modo que a leitura apenas destes elementos (título, linha de apoio, intertítulos e legendas) permita uma compreensão rápida do assunto abordado e de seu enfoque. É nessa passagem de olhos pelos elementos em destaque que o leitor decide se fará pit stop na página ou seguirá adiante. As duas decisões são fundamentais para o jornal: a de se debruçar numa página ou a da leitura dinâmica, em alta velocidade, sentindo-se o leitor mesmo assim apto a comentar tal assunto.
Pesquisas de institutos específicos já descobriram que os leitores abrem um jornal procurando os temas e páginas de sua preferência, mas nossa intenção é sempre surpreendê-los, cativando-os com assuntos com os quais não contavam. Se ele não tiver muito tempo, encontrará o que buscava e precisa. Se tiver mais tempo, levará conhecimento adicional. Em razão de sua identidade, de tempo, da experiência e de interesses diferenciados, cada leitor segue uma trilha única em uma mesma edição do jornal.
Há muitos anos os jornais deixaram de ser apenas um resumo dos fatos ocorridos na véspera, pois quem permanece nessa toada perde leitores para a internet, para o rádio e para a TV. O jornal, porém, não deve desdenhar dos fatos ocorridos no dia anterior – mas precisa muito mais para não parecer um clipping de notícias de ontem. Um jornal necessita interpretar, analisar e contextualizar, deve buscar informações exclusivas e precisa ter uma equipe antenada para antecipar o que vai ocorrer hoje, amanhã, na semana que vem ou nas próximas.
Com tudo isso e bem editado, justifica a assinatura e o carinho dos leitores, que podem consumi-lo de acordo com suas preferências e disponibilidade de tempo.

O drible do Chico Buarque

28 de janeiro de 2011 1

A coluna assinada por Moisés Mendes nesta quinta-feira em Zero Hora citou o colunista David Coimbra, em um epsódio de 2007, quando comprou tênis novos para entrar em campo ao lado de Chico Buarque.

A história, contada na página 2 de ZH, lembra que a partida terminou sem que David realizasse o sonho de ser driblado pelo compositor. E fez Lauro Quadros, da Rádio Gaúcha, reviver momentos inesquecíveis narrados abaixo.

“…Chico Buarque, além de tudo, é um fominha. Onde ele vai, até hoje, pede que arrumem um joguinho, de campo ou de salão. Se o Chico é bom de bola? Pra ele, como pra mim, irrelevante.

Ele gastou todo o talento na música. O meu talvez ainda esteja escondido. Esse futsal inesquecível das fotos aconteceu há uns 35 anos lá no Grêmio Esportivo Israelita da Protásio Alves. Além do Chico, enfrentamos o MPB-4.” Lauro Quadros

A vida feita em um só dia

28 de janeiro de 2011 0

A revolução digital tornou possível fazer em algumas horas o que, no passado, exigiria séculos: uma obra de arte, por exemplo, pode ser construída a partir da colaboração de múltiplos autores.

O recém-lançado (no YouTube) documentário “Life in a Day”, dirigido pelos consagrados diretores Ridley Scott e Kevin MacDonald, é um marco daquilo que já é uma tendência mundial: a chamada cultura colaborativa. Esse é o tema do caderno Cultura deste sábado.

Além de exemplos de colaboração artística pela internet, o Cultura traz uma explicação do fenômeno por um dos participantes da equipe que criou “Life in a Day”: o alemão Johannes Schaff, mestre em cinema. Ele garante: “Agora, a porta da inundação está aberta”.

No blog zerohora.com/culturazh, saiba mais sobre a estreia de “Life in a Day”, ocorrida na última quinta-feira na rede mundial de computadores.

Editorial da RBS defende a democracia representativa

27 de janeiro de 2011 0

Zerohora.com adianta o editorial que os jornais da RBS publicarão no próximo domingo para que os leitores possam manifestar concordância ou discordância em relação aos argumentos apresentados. Comentários enviados até as 18h de sexta-feira serão selecionados para publicação na edição impressa. Clique aqui e participe!


A REPRESENTATIVIDADE QUESTIONADA

A criação pelo governo federal e por alguns governos estaduais de conselhos formados por representantes da sociedade para dar-lhes assessoramento vem sendo encarada por setores parlamentares como uma ameaça à democracia representativa. Políticos refratários aos chamados Conselhões argumentam que a pressão sobre os parlamentos pode se tornar um obstáculo a que deputados e senadores votem de acordo com suas consciências e, supostamente, em sintonia com os interesses maiores da sociedade. De acordo com esse entendimento, ficaria muito mais difícil para as assembleias estaduais e para o Congresso rejeitar projetos encaminhados pelos Executivos com a chancela de conselheiros que representam diversos segmentos sociais. E se configuraria aí mais uma tentativa de imposição da democracia direta sobre a democracia representativa, consagrada e garantida pela Constituição brasileira.

Não compartilhamos deste temor. Acreditamos que os conselhos de desenvolvimento econômico e social, com esta ou com outra denominação, podem funcionar como importante órgão de apoio e aconselhamento aos governantes, como já ficou provado com a experiência recente do governo Lula. Suas proposições não são deliberativas e, portanto, não interferem na autonomia dos parlamentos. Além disso, tendem a ser bem fundamentadas, pois resultam de um debate prévio entre indivíduos de diferentes visões e vivências sociais. Servem, portanto, como um subsídio valioso para os parlamentares examinarem com independência os projetos que lhes são submetidos.

Não podem estes conselhos, portanto, ser relacionados com as falaciosas experiências de democracia direta, de inspiração comunista, que invariavelmente derivam para o autoritarismo. Tais tentativas, tão ao gosto de governantes populistas do continente, não apenas vêm se mostrando ineficazes para a formulação de políticas públicas que efetivamente atendam os interesses de todos os setores da sociedade como também geram indesejáveis conflitos de classes.

A democracia representativa é uma escolha soberana do povo brasileiro. Baseia-se na liberdade, no pluralismo e no compromisso entre os eleitos e seus representados. Só se fragiliza quando perde a confiança dos cidadãos, normalmente em decorrência de abusos praticados pelos detentores de mandatos. Fortalece-se, no entanto, quando as ações dos representantes do povo são pautadas pela probidade e pela transparência.

Um bom antídoto para eventuais ameaças que os parlamentares possam estar sentindo fica expresso neste conselho que sequer saiu de qualquer Conselhão: sejam transparentes, prestem contas de seus atos, deem visibilidade às suas decisões, aos seus ganhos e às suas vidas públicas _ e ninguém mais se sentirá tentado a experimentar fórmulas mágicas de inspiração suspeita.

Treinamento para jornalismo investigativo

27 de janeiro de 2011 0

O blog Jornalismo nas Américas, do Centro Knight, está divulgando as inscrições para treinamento de jornalismo investigativo nos EUA para estrangeiros.

O Centro New England para o Jornalismo Investigativo (NECIR, na sigla em inglês), da Universidade de Boston, oferece dois programas de treinamento de duas semanas para jornalistas estrangeiros. A primeira das duas turmas, com no máximo seis jornalistas cada, se reunirá de 6 a 17 de junho, e a segunda, de 20 de junho a 1° de julho.

O custo do programa é de US$ 2.675 por pessoa, incluindo taxas, acomodação e 14 refeições por semana —  transporte à parte. Os jornalistas receberão um treinamento aprofundado e prático e trabalharão com repórteres do NECIR para produzir uma reportagem que poderá ser veiculada nos meios de comunicação para o qual trabalham.

Os participantes também aprenderão técnicas de reportagem com auxílio do computador (RAC), entrevista, redação, edição e apuração de matérias para os mais variados meios. Os interessados devem ter alguma experiência em reportagem investigativa e enviar exemplos de seu trabalho, além de uma carta do editor, assegurando que o profissional será encorajado a fazer reportagens investigativas no futuro.

Para se inscrever, acesse este link. A carta de referência e o currículo devem ser enviados para Joe Bergantino, diretor do NECIR, pelo e-mail jbergant@bu.edu.  Mais informações sobre os instrutores você encontra neste link.

Especial: Os desafios do setor fumageiro

27 de janeiro de 2011 2


Com estimativa de safra recorde, as lavouras gaúchas de fumo devem garantir melhor rentabilidade neste ano. Mas os desafios do setor no Brasil, o segundo maior produtor mundial de tabaco e o maior exportador do produto, são grandes. Para enfrentar a valorização do real, que afeta a competitividade do tabaco brasileiro, as indústrias buscam alternativas.

O cenário atual, com o olhar no futuro da atividade, está retratado na edição do Campo & Lavoura Especial, que circula nesta sexta-feira encartado em Zero Hora. Saiba também como os fumicultores como Hedio Bohrz (na foto acima), de Sinimu, estão investindo para garantir o equilíbrio da renda na propriedade e reduzir os riscos de perdas.