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Posts de fevereiro 2011

Copa reúne editores

28 de fevereiro de 2011 0

Na tarde desta segunda-feira, o Grupo de Jornalistas de Copa dos jornais da RBS fez a sua primeira reunião, em Porto Alegre.

A ideia do grupo, que tem um integrante de cada jornal da rede, é fazer uma cobertura integrada do evento e aproveitar o alcance dos veículos da RBS para mostrar o impacto da Copa no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

— Na reunião, discutimos possíveis pautas para os próximos meses, ouvimos a experiência de Damian Steppemacher, que foi voluntário na África do Sul, e combinamos processos para aumentar o diálogo e o trabalho conjunto entre as redações. A ideia é cobrir, desde agora, o mundial de forma criativa e surpreendente, sem deixar escapar nada — contou Rodrigo Muzell, editor de Copa de ZH.

Os integrantes do grupo, além de Rodrigo, são: Diego Figueira (Diário Gaúcho), Marcos Castiel (Diário Catarinense), Rodrigo Braga (Jornal de Santa Catarina), Márcio Serafini (Pioneiro), Thaise Moreira (Diário de Santa Maria), Edenilson Leandro (A Notícia) e Janaína Kalsing (Hora de Santa Catarina).

Só para lembrar…

Abaixo, a turma que cobriu a Copa 2010 para o Grupo RBS.

Vidas Ausentes no Iguatemi

28 de fevereiro de 2011 0

Ser jornalista nesta hora é bem difícil. Que o diga a dupla de Zero Hora Ricardo Chaves e Kamila Almeida, autores da reportagem Vidas Ausentes, que retrata quartos vazios deixados por jovens mortos no trânsito.

Juntos, fotógrafo e repórter foram recebidos por sete famílias que abriram seus lares para contar a dor de perder um filho. O conteúdo foi publicado em oito páginas de ZH, em novembro do ano passado.

Nesta segunda-feira, às vésperas do Carnaval, eles estiveram juntos novamente na inauguração da Exposição Vidas Ausentes, no Shopping Iguatemi.

O material ganhou novo formato para continuar a cumprir o papel de conscientizar.

— Até hoje eu mantenho contato com as famílias. Gosto de pensar que contribuímos com a redução de acidentes — disse Kamila.

A mostra tem o apoio da Fundação Thiago Gonzaga e do Shopping Iguatemi e atraiu a atenção do público antes mesmo de sua abertura. O trabalho pode ser visto até o dia 11 de março, na entrada principal do shopping.

Visita internacional em ZH

28 de fevereiro de 2011 0

Interessada em saber mais sobre Zero Hora e suas iniciativas voltadas para atração do público jovem,  a jornalista freelancer norueguesa Christina Skreiberg esteve na Redação nesta segunda-feira.

No início da manhã, o editor-chefe de notícias online Pedro Dias Lopes apresentou um panorama geral sobre o modelo de trabalho, as inovações, a audiência do site e a circulação de ZH. Depois, Christina foi apresentada em detalhes aos projetos destinados a jovens leitores.

A editora de educação Angela Ravazzolo mostrou exemplos como o concurso Voltar de Férias É…, a seção Para seu Filho Ler, o Simulão ZH, o Redação ZH, entre outros temas. Marina Ciconet e Vivian Jung, do Kzuka, explicaram como funciona a empresa especializada no segmento jovem e as estratégias para lidar com este público. Christina, que trabalha com frequência para o principal jornal da Noruega, o Aftenposten, comentou que não é comum observar tanta preocupação com o público jovem nos jornais europeus.

— Como vocês conseguem fazer tanta coisa? — perguntou Christina, entusiasmada com o que viu.

ZH agradece a visita, Christina!

Conheça o oitavo vencedor da promoção “Voltar de férias é…”

28 de fevereiro de 2011 0

Sofia Pacheco Estima Correia, 10 anos, de Porto Alegre, é a autora do oitavo texto da série de 10 vencedores, que teve a participação de mais de 150 estudantes de todo o Estado. Veja o que pensa a aluna da 5ª série do Ensino Fundamental do Colégio Farroupilha sobre os medos e as ansiedades de retornar à escola:

Voltar de Férias é…Tudo diferente

Por Sofia Pacheco Estima Correia

Voltar de férias é muito bom, pois, como vou para a 5ª série, vou rever meus amigos, conhecer pessoas diferentes (pois são novos professores e novos colegas) e ter aulas sobre matérias novas para mim (como geografia e história).

Mas tem também coisas ruins, porque na 4ª série, por exemplo, os professores nos buscavam nas filas, na 5ª série teremos que subir para as salas sozinhos e teremos um professor para cada matéria. Antes, a maioria das matérias era com uma professora só. Não poderemos mais pegar o material no meio da aula, e haverá bem mais lição de casa. Tudo isso me deixa ansiosa e amedrontada.

Apesar de tudo isso, acho que esta volta de férias será maravilhosa!

Conheça a sétima vencedora da promoção “Voltar de férias é…”

28 de fevereiro de 2011 0

Camila Ré Maccari, 18 anos, é a autora do sétimo texto da série, que teve a participação de mais de 150 estudantes de todo o Estado. No segundo semestre do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a universitária, natural de Sarandi, conta sobre a expectativa de, na faculdade, começar a escrever seu próprio caminho:

Voltar de Férias é…Pressa de voltar

Por Camila Ré Maccari

Eu tenho pressa. E voltar de férias é isso, ter pressa. Tenho pressa de reencontrar a minha escolha, de ver dar certo e de fazer dar certo. Estou ingressando no 2º semestre de Jornalismo da UFRGS e tenho pressa do meu reencontro com as palavras.

Semestre passado, eu aprendi que a faculdade muda o conceito que qualquer um tem de férias – o primeiro semestre, ao menos, faz isso. Ainda se está maravilhado em poder estudar somente o que se gosta e por não ficar trancafiado em uma sala de aula. Tortura quando, no meu caso, fórmulas matemáticas tentavam, sem sucesso, se fixar em minha mente.

Voltar de férias, quando se passa para o segundo semestre na faculdade, é, enfim, abandonar aquele status de bixo e passar a ser chamado pelo nome. E – que luxo! – ser veterano. É conhecer uma turma de gente nova que partilha, em muitos casos, os mesmos gostos e vontades que você.

Estar na faculdade é começar, de fato, a escrever o próprio caminho. E a pressa de voltar de férias tem a ver com essa pressa quando encaramos coisas novas. Tenho pressa de me moldar, aperfeiçoar, crescer. Tenho pressa de descobrir, decidir ou, que seja, confundir, afinal são tantos campos de trabalho, tantas possibilidades.

Voltar de férias é lidar com uma ansiedade que pulsa, é idealizar o trote, de se surpreender com um trabalho, de conseguir um estágio, de aprender saber, querer, escrever, ser. É pressa assim mesmo, se corre, se afoba e, enfim, se volta. Na minha pressa toda, quase esqueço que voltar é um recomeço.

E começos são mágicos.

Na fronteira com a história

26 de fevereiro de 2011 0

Por Altair Nobre – Editor-chefe

Ao desembarcar no norte da África, na quinta-feira, o repórter Rodrigo Lopes foi para a praça central da capital tunisiana, caixa de ressonância da revolta árabe.

– Foi ali que tudo começou – resumiu o enviado especial.

Depois de entrevistar refugiados líbios, voltou ao hotel, atualizou blog, twitter e facebook, escreveu para Zero Hora e entrou ao vivo na rádio e na TV. Foi tentar dormir à meia-noite e pulou da cama às 4h30min para rumar à fronteira com a Líbia.

Após ouvir histórias desesperadas de quem foge da guerra, foi premiado com a imagem de um beduíno e seus camelos.

– Eu nunca tinha visto um de verdade… Parecia cena das Mil e uma Noites – contou, em um e-mail em que compartilhava cenas ainda mais impressionantes, vivenciadas na sexta-feira:

– Por falar em Mil e uma Noites, estou num hotel onde neste momento um anão e um ator com uma jiboia se exibem para a criançada de férias. Muitos turistas franceses vêm para cá. Mas a imagem não deixa de ser bizarra: eu tentando me concentrar, no lobby do hotel, pensando nas cenas de desespero que vi pela manhã, em como falar sobre uma guerra que ocorre a uma hora daqui, e as pessoas se divertindo e dançando macarena…

Em seu non sense, essas imagens oferecem uma pausa no cotidiano de correspondente de guerra, ocupado pelo contato com atrocidades e pelo desafio de tomar decisões corretas a cada 12 segundos – por qual cidade será mais fácil entrar na Líbia conflagrada? –, de dar conta de todas as tarefas multimídias e de lidar com as incógnitas – o ditador vai resistir por quanto tempo?

Nesta carta dominical, expresso a minha admiração pelo Rodrigo, aos 32 anos um jovem veterano de coberturas pelas Américas, do Chile ao Canadá, e por outros continentes, em nações como Alemanha, Indonésia, Israel, Itália, Jordânia, Líbano, Tailândia, Turquia e Vietnã.

Os carimbos no passaporte dele têm se diversificado porque a presença de ZH em momentos históricos em outros pontos do planeta se consolida como uma tradição. Assim foi, só para exemplificar, no resgate dos mineiros chilenos, na eleição de Obama e no terremoto no Haiti. O envio do repórter ao front é combinado com uma mobilização na Redação. As preciosas informações colhidas pelo enviado especial são complementadas por conteúdo de agências internacionais e valorizadas por um bom trabalho de “cozinha”, lembra Luciano Peres, 45 anos – há 11 no comando da editoria de Mundo. Essa meticulosa operação reserva papel de destaque à equipe de Arte.

– Gráficos facilitam a compreensão dos assuntos, como os preparativos finais para a batalha em Trípoli, o resgate dos brasileiros ou, no caso deste domingo, um panorama completo da revolução que sacode os países árabes – acrescentou o editor.

Para entender a observação de Luciano, vá até a página central (págs. 24 e 25). Ali está uma bela mostra de talento e esmero do time de artistas gráficos de ZH. Ao passear os olhos por essa parte do jornal que pode ser destacada como pôster, o leitor desavisado pensará estar diante de um exercício espontâneo. Afinal, as informações estão mastigadas e expostas de uma maneira fácil de compreender o assunto. A revolução no mundo árabe até parece nada complexa. Pois o editor de Arte Gilmar Fraga revela como é trabalhoso chegar ao ponto de ser simples.

Ainda na reunião de pauta da segunda-feira, surgiu a ideia de uma grande infografia para traduzir a rebelião. Ao esboço, seguiu-se uma divisão de tarefas: Zarif se encarregaria de gerar em 3D as peças para aplicar as fotos dos ditadores, Fernando Gonda de elaborar o mapa da região, Edu Oliveira de pesquisar bandeiras e ícones, Diogo Fatturi de organizar os elementos.

– Mudamos o desenho muitas vezes em função da obsessão pela busca da melhor forma de comunicar e facilitar o entendimento do leitor – comentou Fraga.

Esse grupo teve o reforço do editor Luiz Antônio Araujo. Ele ajudou a reconstituir o cenário com a autoridade de quem foi testemunha desse conflito histórico, como enviado especial ao Egito, de 2 a 5 de fevereiro.

A união de profissionais valiosos, guiados pelos conceitos de um jornalismo de qualidade, faz do leitor de ZH um privilegiado.

Conheça o sexto vencedor da promoção "Voltar de férias é..."

26 de fevereiro de 2011 0

Lara Michel da Silva, 10 anos, é a autora do sexto texto da série de 10 vencedores do concurso cultural “Voltar de férias é…”, que teve a participação de mais de 150 estudantes de todo o Estado.

A estudante da 5ª série do Ensino Fundamental do Colégio Sagrado Coração de Jesus revela as mudanças de hábito que se dão com o fim do recesso escolar:

Voltar de férias é… colocar o relógio de pulso

Lara Michel da Silva

Voltar de férias é… colocar os cadernos em baixo do braço no lugar da pesada prancha de surf.

É acordar com o irritante despertador, ao invés de acordar com o latido doce da minha cadelinha “Lassie”.

É colocar todos os uniformes da escola na prateleira principal do guarda-roupas, bem na minha frente, retirando biquínis e roupas de praia.

É guardar tempo para fazer os temas, ao invés de inventar brincadeiras.

É ouvir minha mãe mandar tomar banho na hora em que ela acha melhor, ao invés de eu perceber que estou suja e de que é hora de tirar o barro.

É dormir muito cedo e não poder participar da melhor hora do dia: quando meus pais sentam para conversar.

Voltar de férias é escrever textos e redações, ao invés de escrever, no meu querido diário, com honestidade e dedicação, todos os detalhes.

É comer brócolis com feijão, ao invés de batata frita.

Mas voltar de férias tem seu lado bom. Vou rever minhas amigas, conhecer novos colegas, reiniciar a patinação e, quem sabe, o vôlei.

Assim, tiro minha pulseira de conchinhas que eu mesma fiz e coloco meu relógio de pulso: as férias acabaram.

Editora recebe corte de sua cidade natal

25 de fevereiro de 2011 0

Quando se fala em Rio Grande na Redação, logo todos lembram da editora de Interior, Caroline Torma.

Natural do município do sul do Estado, Caroline trabalhou durante quatro anos como correspondente de Zero Hora por lá, antes de ser transferida para Porto Alegre, e vive exaltanto as qualidades da cidade. Sobretudo quando se encontra com a editora dos Cadernos de Bairros de ZH Thais Sardá, outra rio-grandina.

Pois a “papareia” Carol foi justamente a escolhida esta semana para ciceronar a comitiva da 13ª Festa do Mar, principal evento da cidade, em visita pelas redações de ZH e do Diário Gaúcho, e à Rádio Gaúcha.

E ficou feliz ao ser requisitada para posar ao lado da corte da Femar. Olha ela aí.

— Não sou mais repórter de Rio Grande, mas editora de TODO o Interior. Mas guardo, sim, um carinho especial pela minha terra  — confessa.

Mostra para lembrar Vidas Ausentes

25 de fevereiro de 2011 0

Uma reportagem que marcou Zero Hora em 2010 chega ao público nesta segunda-feira em um novo formato.  Com fotos de Ricardo Chaves e texto de Kamila Almeida,  Vidas Ausentes,  que retrata a violência no trânsito por meio de imagens de quartos vazios deixados por jovens vítimas da violência nas ruas, foi transformado em uma Exposição Fotográfica, que será inaugurada às 14h, na entrada principal do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre.

Na semana que antecede o Carnaval, a ação de ZH e Grupo RBS, com o apoio da Fundação Thiago Gonzaga, busca a conscientização. No ano passado, a cada cinco horas uma família gaúcha recebeu a notícia de morte brutal no trânsito.

A Exposição Vidas Ausentes conta a história de sete famílias que abriram suas casas e expuseram o drama de perder familiares nas estradas com o intuito de colaborar para reduzir a violência nas estradas. O público poderá visitar o espaço até o dia 11 de março. A reportagem foi publicada em novembro passado em ZH e a mostra deverá percorrer o Estado em 2011. Veja o site especial:

Prepare-se para o Oscar

25 de fevereiro de 2011 0

Será mesmo que vai dar O Discurso do Rei? O longa britânico atropelou o outrora grande favorito A Rede Social e lidera os prognósticos _ mas Cisne Negro, A Origem e até a animação Toy Story 3 também têm chances.

Na véspera da entrega do Oscar, Zero Hora esquece os prognósticos e apresenta os filmes que deveriam vencer porque  são os melhores na opinião da equipe de críticos do jornal.

A cerimônia no Kodak Theatre, em Los Angeles, começa às 22h de domingo. Mas o sábado já é dia de começar a fazer as apostas para acompanhar a transmissão pela RBS TV.

Confira a prancheta dos jornalistas Ticiano Osório, Roger Lerina, Daniel Feix e Marcelo Perrone (nas fotos da direita para a esquerda), na edição do Segundo Caderno deste sábado.