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Os sorrisos de Maria Eduarda e Ana Helena

15 de junho de 2013 0


Sentada em um pufe vermelho, Maria Eduarda Telles de Lacerda, sete anos, aguardava ansiosíssima, na terça-feira, a chegada do Bicho-Papão ao estúdio do Jornal do Almoço, onde seria lançada a segunda fase da campanha A Educação Precisa de Respostas. A avó, que a acompanhava, já conhecia os monstros, da campanha do Grupo RBS de 10 anos atrás, e sabia que eles só dão calafrios em quem não quer o bem de crianças e adolescentes. Mas a menina ainda não sabia. “Será que eu vou ter medo?”, dizia ela, deixando apreensiva sua acompanhante. E se Maria Eduarda, ao vivo, reagisse mal ao monstro? Quando o Bicho-Papão, o estereótipo dos pesadelos infantis, entrou no estúdio em toda a sua maciez de pelúcia e se aproximou das crianças, a menina abriu um sorrisão, para tranquilidade da avó. Ufa.

Maria Eduarda, no lançamento da campanha, e Ana Helena,
vendo o comercial em casa: sem medo dos Monstrinhos

Poucos dias depois, Carla Franskowiak, mãe de Ana Helena, dois anos, colocava no Facebook a foto da filha curtindo o filme dos Monstrinhos na TV.

– Até os DVDs infantis perdem espaço para o comercial dos Monstrinhos, que é visto dezenas de vezes no YouTube – conta Carla. – Quando a campanha foi lançada no Jornal do Almoço, ela ficou encantada querendo saber quem eram. Expliquei que os monstrinhos eram nossos amigos e que eles educavam seus filhinhos assim como “a Mami e o Papi’’ ensinam as cores e os números para ela. Agora, Ana Helena brinca de escolinha com as bonecas e
faz de conta que é uma monstrinha. Para tudo que está fazendo, só pra assistir ao comercial e já criou até uma dancinha quando aparece a Mula Sem Cabeça!

Os mascotes ganharam a gurizada.

– Os cinco monstrinhos e seus filhotes voltaram para ajudar nessa mobilização, um convite à sociedade para colocar a educação em pauta. Os monstros vão apadrinhar diferentes temas relacionados à educação. Entre eles, o
papel do professor, o espaço da escola, a importância de ter todas as crianças e jovens de quatro a 17 anos frequentando a escola – comenta Ângela Ravazzolo, editora de Educação do Grupo RBS.

 

Ângela Ravazzolo, editora de Educação
do Grupo RBS, convida a sociedade a
colocar a educação em pauta


Há 21 anos em Zero Hora, Ângela, formada em Jornalismo e com licenciatura e doutorado em História pela UFRGS, foi alçada a editora de Educação em janeiro de 2011 justamente para garantir a qualidade das reportagens
sobre o tema neste importante momento da campanha. É dela o papel de orientar a linha editorial dos conteúdos e de fazer análises que auxiliem o público a entender os enormes desafios da educação brasileira.

Somente na primeira fase da campanha, foram 1,1 mil reportagens veiculadas em três meses: 454 páginas em jornais, 138 reportagens em rádios e, nas TVs, 90 notícias estaduais e 486, locais, sem falar nos eventos em escolas que
mobilizaram mais de 6,6 mil alunos e professores e 350 voluntários.

A campanha, nesta segunda fase, provoca o debate e mobiliza a sociedade para a qualificação da Educação Básica no Brasil, especialmente no RS e em SC. Além de todo o conteúdo editorial e dos espaços publicitários, promove o
Prêmio RBS de Educação, que tem como tema a mediação de leitura e vai premiar professores e projetos comunitários  que desenvolvam práticas criativas e interessantes de apoio à leitura.

Como principal jornal do Grupo RBS, Zero Hora está especialmente empenhada no assunto. A missão do jornal também está em multiplicar os bons exemplos e motivar o debate sobre o assunto, para que Maria Eduarda,
Ana Helena e todas as crianças e adolescentes tenham a educação de qualidade que merecem.
















www.monstrinhosrbs.com.br

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