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Planeta Ciência em caderno, site e redes sociais

13 de julho de 2013 0



A partir desta segunda-feira, os leitores de Zero Hora ganham um novo conteúdo: o caderno mensal Planeta Ciência. Um espaço dedicado à ciência e tecnologia, da pesquisa mais pura às novidades curiosas e inusitadas. Com circulação sempre na segunda semana de cada mês e patrocínio da PUCRS, o caderno é complementado com um site (www.zerohora.com/planetaciencia), podendo, também, ser acompanhado pelo facebook.com/p.ciencia e pelo
Twitter @p_ciencia.
Editado pelo jornalista Fernando Corrêa, 27 anos, o Planeta Ciência é um canal de divulgação científica com linguagem acessível e muitos gráficos e ilustrações que favorecem a informação e a experiência imersiva do leitor. Um exemplo disso é o infográfico de lançamento do site, em que se apresenta, utilizando recursos inovadores de webdesign, mundos habitáveis dentro e fora do nosso sistema solar. Confira em zhora.co/exoinfo.


Fernando Corrêa edita o Planeta Ciência


No papel também lança-se mão de gráficos e imagens para revelar o mundo fascinante da ciência. A reportagem de capa desta segunda-feira destaca duas fontes de gás natural que vêm sacudindo o cenário energético: o gás de
folhelho e o hidrato de metano. As oito páginas do caderno trazem, ainda, uma pesquisa americana que associa o aprendizado da fala em humanos e o canto dos pássaros além de reportagens sobre o uso de simuladores para a diversão e para a medicina. A essa mistura, somam-se textos mais curtos que revelam aspectos pitorescos do nosso cotidiano pelo viés da ciência.


O assunto agora é saúde

Em 11 edições, Zero Hora dedicou 12 páginas ao transporte público, especialmente na série Repórter no Ônibus, que testou a segurança, a lotação e a infraestrutura de linhas da Região Metropolitana. O trabalho culmina na reportagem “Marcha a ré no ônibus”, que aborda as razões da deficiência do transporte público. Confira nas páginas 28 e 29 da Zero Hora deste domingo.
A partir da edição de amanhã, nas páginas 4, 5 e 6,  o foco será centrado em outra das reivindicações que brotam das manifestações de rua que sacodem o Brasil: a saúde, investigada por vários ângulos. Com o avanço da renda do brasileiro na última década, quase 16 milhões de pessoas deixaram de depender do Sistema Único de Saúde e passaram a contar com um plano de saúde. Mas isso não é garantia de atendimento rápido e de qualidade, como constatam os repórteres Cleidi Pereira, Humberto Trezzi e Caio Cigana, que assinam a série de reportagens. O número de clientes das operadoras aumentou quase 45%, mas a estrutura e a oferta de médicos não cresceram na mesma medida. Outro ponto das reportagens será a polêmica da importação de profissionais de países como Cuba, a obrigação de jovens médicos concursados de trabalharem no Interior e o valor dos salários. Neste extenso raio X da saúde, nossos repórteres também contarão como é o dia a dia nas emergências dos principais hospitais públicos e privados do Rio Grande do Sul. Acompanharão o calvário a que são submetidos pacientes do Interior que buscam atendimento na Capital – a velha ambulancioterapia, hoje convertida em “onibusterapia” por algumas prefeituras. Retratarão, ainda, a demora entre a marcação e a realização de exames pelo SUS.
Ao abordar transporte público e saúde, Zero Hora abre espaço para temas relevantes para seu público, não só aprofundando o debate, mas, principalmente, buscando soluções.

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