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O seu jornal dos próximos 50 anos

26 de abril de 2014 3

martha gleisch

Daqui a quatro edições, na quinta-feira, sua Zero Hora mudará totalmente. O marco de cinco décadas do jornal é um argumento não só para uma celebração, mas, mais do que isso, para uma grande transformação. Prepare-se: vamos mudar mesmo, para atendê-lo ainda melhor.

Ao longo da sua história, ZH tem sido reconhecida, inclusive em fóruns internacionais da indústria da comunicação, por sua inovação constante. Ficar parado não é conosco! E por isso estamos, há meses, preparando essa grande mudança.

Vamos mudar a marca, o logotipo, o projeto gráfico do jornal, o layout do site e dos aplicativos. A ideia é que os produtos, em todas as plataformas, fiquem muito mais fáceis de ler, mais organizados e visualmente mais bonitos. Faremos melhorias, também, no conteúdo, tanto no jornal de segunda a sábado quanto nas edições dominicais. Alteraremos algumas colunas e cadernos.

Para fazer todas essas transformações, ouvimos o público, em várias pesquisas, e, depois, testamos os pilotos, à medida em que iam ficando prontos. Nesses estudos, ficamos felizes, porque houve uma aceitação muito grande daquilo que transformamos. Mas, tenho certeza, haverá algum estranhamento inicial. O jornal é um hábito muito forte e muito íntimo de cada um. Mudar a cor, a letra, a localização dos conteúdos, qualquer coisa, é motivo para algum desconforto. É como mexer de lugar os móveis da casa.

Não vou contar mais. Combinamos de só revelar tudo no dia 1º de maio, data da transformação do jornal. Algumas novidades você já pode conferir. Mas, de qualquer forma, deixo o convite para você me escrever – meu e-mail está ali em cima – me contando, a partir de quinta-feira, o que você achou e o que podemos melhorar.

Comentários (3)

  • Igor Freiberger diz: 26 de abril de 2014

    Espero que as inovações contemplem sobretudo a qualidade e profundidade dos textos.

    Hoje mesmo, na página 2, há mais um exemplo de falta de cuidado: um disco da Elis será remasterizado para melhorar o áudio. Como nenhuma remasterização é feita para piorar o áudio, imagino que o autor da chamada escreva coisas como entrar para dentro e subir para cima sem maior problema.

    Não é um fato isolado. Erros recentes se acumulam nos textos e na diagramação, além de haver péssimos critérios sobre o que merece ser destacado. Para não ficar nas palavras, reuni mais de 80 pequenos exemplos disso tudo. Está em https://www.dropbox.com/s/ee5nzw9q3hypif6/zh.zip

    Resta torcer que a mudança anunciada realmente mude esse cenário.

  • Antonio Santos diz: 27 de abril de 2014

    Grande Clara, belo artigo, pegada de editor. Sou filho orgulhoso de um dos primeiros pilotos da RBS, o Hoje, de Armando, Gaguinho, Divino, Macedo, Madureira… Talvez você conheça a todos, talvez não, sua foto parece ser de alguém uma ou duas gerações abaixo. E concordo com seu jeito carinhoso de pentear o “monstro”. Gostaria apenas de lembrar que o leitor de fato fica muito irritado com mudanças gráficas, mas só desiste do jornal se houver mudança de conceito no conteúdo. Por isso um jornal não tem direito de mentir. Por isso a Zero é grande.
    Parabéns a um por um dos que fazem o jornal hoje, do povo da Redação, da Oficina, do Comercial, da Circulação, aos jornaleiros e, claro, os leitores nossos de cada dia.
    Veja, por favor, este blog –a primeira nota de hoje, 27, é sobre a Zero, com direito à capa:
    http://as.jornal.blog.uol.com.br/

  • CLOVIS BARBOSA diz: 30 de abril de 2014

    MARTA, mas tu ta bonita hem, oh lá em casa.

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