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Jornalistas comemoram os 50 anos do jornal

30 de abril de 2014 1

Jefferson Botega

Depois de muito trabalho, a Redação começou a comemorar esta noite o lançamento da nova ZH. Uma profunda reformulação editorial, gráfica e de marca será entregue aos leitores de Zero Hora a partir da manhã desta quinta-feira (1º/5). Tanto no papel quanto no online, em tablets e nos celulares o público perceberá as mudanças, que fazem parte das celebrações dos 50 anos do jornal e dão início a um ciclo de reposicionamento e transformação. Na noite desta quarta-feira (30), o reposicionamento foi apresentado para convidados em uma cerimônia na Redação do jornal, em Porto Alegre.

Lúcia Pires

– Vivemos em um momento de grandes transformações a partir de dois grandes fatores. Um é o público, que está mudando seu jeito de se relacionar e de consumir informação, e outro é a tecnologia, que está provocando impactos gigantescos no nosso modo de viver. A transformação de ZH está fundamentada nessas duas premissas porque entendemos que, como veículo de comunicação, temos de ir à frente para atender as demandas do nosso público e, assim, nos mantermos relevantes e participantes desse momento de grande oportunidade que estamos vivendo – avalia Eduardo Sirotsky Melzer, presidente do Grupo RBS.

Jefferson BotegaJefferson Botega

Uma das mexidas de maior impacto é na forma de se ler o jornal. Até hoje, as notícias estavam organizadas por “Política”, “Economia”, “Mundo”, “Geral”, “Polícia”, “Esportes” e “Segundo Caderno”. A partir de amanhã, ao invés de sete editorias serão quatro: “Notícias”, “Sua Vida”, “Esporte” e “Segundo Caderno”.

– Estamos nos organizando a partir da vida, da rotina e das necessidades dos nossos leitores e não mais pelo que era tradicional no jornalismo. Queremos que nossos leitores se vejam e se sintam cada dia mais representados e atendidos pelo nosso trabalho – explicou Marta Gleich, Diretora de Redação de Zero Hora.

Lúcia Pires

Lúcia Pires

A festa do cinquentenário teve jazz, champanhe e clima de animação com os novos tempos. Nos computadores da Redação, a mudança começa pela marca. O que era um apelido conhecido e carinhoso de Zero Hora vira a estrela da capa: apenas “ZH”, com Zero Hora escrito por extenso na lateral da sigla.

A nova marca e o novo projeto gráfico, concebidos pelo designer Newton Bento,  ganha também um ícone: o triângulo amarelo, inspirado nos feixes de luz, nos pins localizadores dos GPS, nas dobras de página ou nos marcadores de livros. As três pontas do triângulo também lembram as três plataformas onde está presente ZH: papel, online e mobile.

 

Estação ZH nos parques de Porto Alegre para comemorar com os leitores

A Estação ZH será um espaço cultural itinerante, que estará montado nos principais parques de Porto Alegre até dezembro deste ano. O espaço terá shows, espetáculos infantis, pedalada e piquenique, inicialmente no Parque da Redenção, de 1º de maio até 15 de julho. Trata-se de um local de atrações e atividades gratuitas para o público, que vai funcionar dentro de um ambiente diferenciado em uma estrutura de 162 metros quadrados formada por seis módulos que lembram contêineres. A programação está em anexo.

Fernando Gomes

 

Novo site + mobile

 A partir do dia 1º de maio, os leitores também encontrarão uma zerohora.com mais leve, clean e moderna, com uma melhor organização da informação e da navegação, permitindo que tanto os conteúdos mais importantes como os espaços publicitários ganhem mais destaque. Além do lançamento do novo site para web, o endereço também será agora adaptável para navegação em celulares. A nova ZH também contará com novos aplicativos nativos para os smartphones Android e iOS.

 

Comentários (1)

  • Paulo Serpa Antunes diz: 1 de maio de 2014

    Parabéns Marta Gleich e colegas jornalistas da ZH pelo belo trabalho. Dá pra ver que cada detalhe do jornal e do site não está ali por acasao: é fruto de muito estudo.
    E pra mim, em especial, o novo projeto gráfico é um bálsamo: acabou com aqueles dois primeiros parágrafos em negrito enxertados no projeto gráfico de ZH desde o fim dos anos 90 – eu achava aquilo tenebroso!

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