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Financiamento de campanhas eleitorais é destaque na ZH dominical

27 de março de 2015 1
Júlio Cordeiro

Júlio Cordeiro

O escândalo de corrupção na Petrobras reacendeu a discussão sobre mudanças no sistema de financiamento de campanhas no Brasil.

Procuradores e policiais federais envolvidos na investigação não têm dúvidas de que empreiteiras distribuíram propina na forma de contribuição eleitoral, em troca de favorecimento em licitações da estatal.

A engrenagem desenhada para financiar a democracia no país dá margem a irregularidades e a distorções. Ao permitir depósitos privados sem fixar um teto nominal, o sistema estimula a competição desmedida por recursos.

O problema é que se há consenso de que o atual modelo não serve mais, sobram dúvidas sobre qual seria a melhor opção.

 As pessoas querem coisas contraditórias: cortar o financiamento empresarial e, ao mesmo tempo, não colocar verba pública na história. É um diálogo de surdos. Sem contar que, no fundo, não dá para mudar isso sem mexer o sistema eleitoral  diagnostica o cientista político Wagner Mancuso, da USP.

O fato é que diferentes projetos e ideias estão em debate. Há quem defenda a adoção do financiamento exclusivamente público, quem admita a participação de pessoas físicas e quem assuma manter o formato atual, mas com a imposição de limites capazes de dissipar a interferência empresarial.

Leia a reportagem completa na ZH deste domingo (29/3).

Confira os demais destaques da edição no vídeo abaixo.

Comentários (1)

  • José Silva diz: 28 de março de 2015

    PELO FINANCIAMENTO PÚBLICO EXCLUSIVAMENTE!

    Somente o financiameno público pode solucionar o problema. O principal é garantir igualdade aos partidos nas disputas eleitorais. E o momento em que vivemos exige uma reforma eleitoral que proíba a continuidade desta excrecência que é o financiamento privado.

    Financiamento privado significa compra de mandatos. Um candidato que só é conhecido por um círculo pequeno de pessoas consegue, através do dinheiro, uma votação expressiva. Um escândalo! Isto é democracia? Não!

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