Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de maio 2015

Seis cadernos para pensar o futuro

30 de maio de 2015 1

marta gleich

 

Por um instante, tente imaginar 2050.
Como estarão os países, os conflitos, as imigrações? Como estará o Brasil? E as cidades? As pessoas ainda irão de ônibus e de carro para o trabalho? O que elas colocarão no prato do almoço todo dia? A cura do câncer já terá sido descoberta? Água estará sendo racionada? As famílias terão as mesmas estruturas que as de hoje?
Com o desafio não de tentar responder, mas de debater tudo isso, Zero Hora lança, na próxima quarta-feira, com o patrocínio da Unisinos, o caderno e o site Rumo.

Capa_Rumo

Em seis edições, de junho a novembro, sempre na primeira quarta-feira de cada mês, um dos seguintes temas será debatido em profundidade:
1) Comida – O que vamos comer? Como vamos comer? Quais as estratégias para garantir a produção e a distribuição de alimentos em 2050, quando seremos 10 bilhões de pessoas?
2) Mobilidade – Como vamos nos locomover em 2050? Quais serão os grandes desafios para as cidades e seus habitantes? No que a tecnologia pode ajudar? No que uma mudança de comportamento pode ajudar? Vamos precisar ir ao trabalho ou à escola, ou faremos as atividades em casa?
3) Saúde – Encontraremos a cura para doenças como câncer e aids? Que pesquisas inovadoras já apontam novos caminhos para combater velhas doenças?
4) Água – A água vai acabar? Quais são as previsões de especialistas em recursos naturais em relação à distribuição e ao consumo em 2050? Como deverão estar os rios gaúchos? Que estratégias devem ser traçadas e seguidas para evitar o colapso do abastecimento?
5) O amor – De que forma vamos nos relacionar? Como serão as famílias? Até 2050, que transformações as redes sociais vão operar nos relacionamentos, nas amizades?
6) O mundo – Em que mundo viveremos? É possível prever conflitos que mudem cenários e até fronteiras? A questão dos imigrantes: que Europa vem aí? Quais serão as potências econômicas? Que papel terá o Brasil? Continuaremos apenas neste planeta?
– Escolhemos esses temas porque são perenes e essenciais para a vida humana, e algumas dessas discussões já são urgentes – explica Ticiano Osório, editor responsável pela iniciativa, junto com Fernando Corrêa e Henrique Tramontina. –

Miramos em 2050 porque, além de ser um ano “redondo”,  é suficientemente longe para ser chamado de futuro e, ao mesmo tempo, razoavelmente perto para que os especialistas ouvidos por ZH sintam-se confortáveis para projetar.

ZH desta sexta destaca o impacto dos ajustes fiscais para o trabalhador

28 de maio de 2015 0
Geraldo Magela / Agência Senado

Geraldo Magela / Agência Senado

Rigorosas em temas como seguro-desemprego, abono salarial e fator previdenciário, as medidas de ajuste fiscal aprovadas pelo Congresso foram flexibilizadas pelos parlamentares.

Ao enviar as várias propostas, no fim do ano passado, o governo estimava economizar R$ 18 bilhões este ano. A economia prevista agora é de R$ 5 bilhões.

Leia a reportagem completa na ZH desta sexta (29/5) e saiba como os trabalhadores serão afetados pelas mudanças.

Confira os demais destaques da edição no vídeo abaixo.

Jornalistas de ZH são finalistas do prêmio AGEs: Livro do Ano

28 de maio de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

Os jornalistas Léo Gerchmann e Marcelo Monteiro, ambos da editoria Notícias de Zero Hora, são finalistas do prêmio AGEs: Livro do Ano, da Associação Gaúcha de Escritores, na categoria Não ficção.

Os livros Coligay: Tricolor e de Todas as Cores, de Gerchmann, e U-93: A Entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial, de Monteiro, disputam o prêmio com Humor é Coisa Séria, de Abrão Slavutzky, e Pão e Circo: Textos, Roteiros e Argumentos para o Picadeiro, de Dilmar Messias.

A cerimônia de revelação dos vencedores e entrega dos troféus será no dia 11 de julho, às 19h, no auditório Barbosa Lessa, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo.

Audiência do Caso Bernardo é destaque na ZH desta quinta

27 de maio de 2015 0
Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Nesta quarta (27/5), a Justiça ouviu, pela primeira vez, os quatro suspeitos pela morte de Bernardo Ugilini Boldrini, ocorrida em abril de 2014 quando ele tinha 11 anos.

Apenas Leandro Boldrini e Evandro Wirganovicz responderam ao interrogatório. Graciele Ugulini e Edelvânia Wirganovicz fizeram uso do direito de permanecer em silêncio.

Saiba mais detalhes na ZH desta quinta (28/5).

Confira os outros destaques da edição no vídeo abaixo.

ZH recebe as soberanas da Festa do Peixe

27 de maio de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

Muita tainha assada, demais peixes e frutos do mar poderão ser apreciados pelos visitantes durante a 26ª Festa Nacional do Peixe, que ocorre a partir de 26 de junho em Tramandaí.

A comitiva do evento visitou a Redação de ZH na tarde desta quarta (27/5) para divulgar a edição comemorativa aos cinquentenário do município.

— A roupa desta edição será toda dourada para comemorar os 50 anos da cidade — salientou a rainha Andressa Silva, que estava acompanhada das princesas Luiza Kronbauer e Érica Becker.

O vice-prefeito de Tramandaí, Clayton Pioner Ramos, e o secretário de Turismo e Desporto, Rojoel Amaral, deram destaque às atrações. Na parte musical, shows de Gusttavo Lima, Vitor e Leo e Armandinho, entre outros. No dia 27 de junho, as escolas do município irão desfilar em homenagem à cidade e à festa.

Estima-se um público de 300 mil pessoas. Serão 28 expositores de pescado, 68 de comércio e serviços, 22 associações de artesões e 12 estandes da 11ª Fest Doce. Os pavilhões estarão abertos de quinta a domingo, das 10h às 22h (quinta) e das 10h à 0h (sexta a domingo).

ZH desta quarta destaca o avanço das drogas sintéticas no Estado

26 de maio de 2015 0
Carlos Ismael

Carlos Ismael

Venda para consumidores de alto poder aquisitivo e facilidade no transporte de grandes quantidades estão entre os principais atrativos para traficantes de drogas sintéticas.

Números do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) mostram que as apreensões de LSD de janeiro a abril deste ano já somam quase o dobro do que foi encontrado em todo o ano passado.

No mesmo período, a localização de ecstasy já alcançou 40% do total recolhido em 2014.

Leia a reportagem completa na ZH desta quarta (27/5).

Confira os demais destaques da edição no vídeo abaixo.

Comitiva da Festa do Sapato visita ZH

26 de maio de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

A comitiva da Festa do Sapato, de Campo Bom, visitou a Redação de ZH na manhã desta terça (26/5). A presidente do evento, Débora Trierweiler, a musa Patrícia Heck e as madrinhas Julia Pereira e Victória Munhóz divulgaram a programação da sexta edição, que ocorre de 4 a 14 de junho, no Largo Irmãos Vetter.

Os seis mil metros de lona que serão instalados no centro do município vão abrigar 33 expositores de sapatos e artefatos coureiros, 33 de artesanato e 28 da multifeira.

O destaque vai para o esforço conjunto da comunidade de 60 mil habitantes, como conta Débora:

— É uma festa voluntária e temos cerca de 400 voluntários diretos e dois mil indiretos.

Na parte cultural, shows das orquestras da Unisinos, de Teutônia e de Picada Café. As atividades da festa são gratuitas e o horário de visitação é das 10h às 21h. Saiba mais em festadosapato.com.br.

ZH desta terça destaca os incentivos para melhorar a qualidade do leite

25 de maio de 2015 0
Caco Konzen

Caco Konzen

Depois da descoberta de sucessivas fraudes no leite, a remuneração por qualidade, e não só por volume, cresceu em importância ao garantir segurança e preço maior.

A valorização pelo padrão do leite entregue à indústria é uma tendência que deve ficar cada vez mais perceptível no mercado.

Sabia mais detalhes no caderno Campo e Lavoura desta terça (26/5).

Confira os demais destaques de ZH no vídeo abaixo.

A repórter dos assuntos inexplicáveis

23 de maio de 2015 0

marta gleich

Apaixonada por missões jornalísticas intrincadas, Juliana Bublitz apresenta nesta edição mais uma de suas façanhas: explicar de forma profunda e clara a remuneração e a carreira do magistério estadual.

Você deve ouvir há horas as tais discussões sobre o piso do magistério e o plano de carreira dessa categoria. Mas quem consegue desvendar esses temas incompreensíveis? Juliana, esta santa-cruzense de 35 anos, há 12 em Zero Hora, encarou o desafio:

— Descobri que gosto de traduzir temas difíceis. Destrinchar assuntos que outros repórteres hesitam em fazer, pelas dificuldades que isso implica. É uma forma de estar em constante aprendizado e, ao mesmo tempo, de contribuir para debates importantes e dos quais o jornalismo qualificado, aprofundado, não pode prescindir.

Na lista de assuntos complexos da repórter, estão reportagens como a da história da dívida pública do Estado com a União, em 2013, que passou a ser referência inclusive em faculdades. Ou a explicação sobre finanças públicas estaduais, outro tema árduo. Ou, ainda, a reportagem sobre os depósitos judiciais, publicada neste ano. Sempre em dupla com o editor Leandro Fontoura, corresponsável por tornar a numeralha compreensível.

Há anos, ZH deve aos leitores uma reportagem aprofundada sobre a remuneração e a carreira dos professores da rede pública estadual. Desde que a lei do piso nacional do magistério foi sancionada, em 2008, entra governo, sai governo, e o valor continua não sendo pago. E a justificativa é quase sempre a mesma: sem alterar o plano de carreira, seria impossível cumprir a lei. Juliana decidiu, então, mergulhar no assunto e entender por quê.

Durante um mês, debruçou-se sobre o tema, no Portal da Transparência e na Secretaria Estadual da Fazenda, via Lei de Acesso à Informação. Conversou com ex-secretários de Educação, entre eles o coronel Mauro Costa Rodrigues, que comandou a pasta durante o governo de Euclides Triches, na década de 1970.

O grande desafio era traduzir o significado do plano de carreira, datado de 1974. É o mais antigo em vigência entre os Estados brasileiros, o único remanescente da ditadura militar. Esse plano divide a carreira dos professores estaduais em uma série de classes e níveis, alguns deles relacionados a habilitações que já nem existem mais.

O governo estima que, para pagar o piso, teria de aplicar R$ 3,3 bilhões a mais por ano na folha de pagamento. Diante da atual situação financeira do Estado, a cifra é classificada como “impagável”. O Piratini se limita a dizer que não tem dinheiro, enquanto o Cpers não abre mão de benefícios e teme negociar. A alteração do plano, por ser complexa e por não haver fórmula pronta, é tratada como tabu. O resultado disso é que, desde 2011, o Estado já acumula um passivo de mais de R$ 10 bilhões por não pagar o piso, e a dívida com os professores gaúchos só tende a aumentar.

Em um detalhamento inédito, a reportagem apresenta números exclusivos, a partir dos quais os gaúchos finalmente vão entender como se compõe a remuneração dos professores e quanto, afinal, eles ganham. Além disso, em ZH.com, Juliana mostra, em vídeo, por que o governo não paga o piso nacional.

ZH dominical destaca as dificuldades enfrentadas pelos refugiados

22 de maio de 2015 0
Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Neste domingo (24/5), ZH traz uma reportagem especial sobre as dificuldades enfrentadas por refugiados que estão longe da terra natal.

A edição também conta com uma matéria sobre o plano de carreira do magistério gaúcho, algo de polêmicas nos últimos anos.

Confira os demais destaques no vídeo abaixo.