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Posts de junho 2015

Futuro da mobilidade em grandes cidades é destaque na ZH desta quarta

30 de junho de 2015 0
Divulgação

Divulgação

O número de megacidades deve aumentar de 28 para 41 até 2030.

Até 2050, 70% da humanidade viverá em cidades, segundo previsão da ONU.

O desafio é garantir que tanta gente consiga se locomover.

Confira no caderno Rumo desta quarta (1º/7) uma discussão sobre o futuro da mobilidade.

Veja os demais destaques de ZH no vídeo abaixo.

Comitiva divulga 27ª Feira Estadual de Comércio da Batata-doce

30 de junho de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

O prefeito de São Vicente do Sul, Fernando Pahim, a rainha Valeska Paola Silveira Porche e as princesas Camila Oliveira da Fonseca e Ingrid Balk Richardt visitaram a Redação de ZH na manhã desta terça (30/6). A comitiva divulgou a 27ª Fecobat, que ocorre de 9 a 12 de julho nos Pavilhões de Eventos da Prefeitura Municipal.

A Feira Estadual de Comércio da Batata-Doce oferecerá ao público, nos 4 mil m² de área construída, 210 expositores de empresas e instituições públicas, privadas e filantrópicas de diversos segmentos. A visitação aos estandes é gratuita.

Os quatro dias de evento também contarão com shows. Entre as atrações, Vera Loca, Banda Indústria Musical e Pedro Ortaça.

A estimativa de público da festa é de 60 mil pessoas. Confira outras informações na página do evento.

FestiQueijo 2015 traz o melhor da gastronomia italiana

30 de junho de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

A comitiva de Carlos Barbosa, município da serra gaúcha, visitou a Redação de ZH na manhã desta terça (30/6) para divulgar o FestiQueijo 2015. A 26ª edição do evento ocorre de 2 a 26 de julho, nas sextas, sábados e domingos, no Salão Paroquial (R. Pref. José Chies, 193).

Além do queijo, que é a atração principal, e seus derivados, diversos expositores irão disponibilizar o melhor da gastronomia italiana:

— Não é pela quantidade, e sim pela qualidade. Teremos os melhores vinhos, espumantes — ressaltou o presidente do evento, Marcos Schneider.

A senhorita Festiqueijo, Tamara Emer, e a dama de companhia Guimara Bulegon destacaram as apresentações musicais, que contemplam todos os gostos — do rock da banda Melody ao gauchesco do Grupo Alma do Pampa.

Os ingressos custam R$ 88 (sextas), R$ 98 (sábados) e R$ 88 (domingos). Crianças até sete anos não pagam e de oito a 12 anos, R$ 45.

Confira outras informações no site festiqueijo.com.br.

Crise na Grécia é destaque na ZH desta terça

29 de junho de 2015 0
Louisa Gouliamaki / AFP

Louisa Gouliamaki / AFP

A Grécia não vai pagar a parcela de 1,6 bilhão de euros devida ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que tem prazo até esta terça, disse uma autoridade do governo grego à agência de notícias Reuters.

Apesar da pressão feita pela oposição e pelas associações empresariais, que temem que o país saia da zona do euro, o governo mantém também o planejamento do plebiscito do próximo domingo sobre as condições dos credores para a liberação de verbas.

Saiba como a situação econômica grega afeta o resto do mundo e, em especial, o Brasil na ZH desta terça (30/6).

Confira os demais destaques da edição no vídeo abaixo.

Menos tabu, menos agressões, mais debate

27 de junho de 2015 5

carta_nilson

 

Os repórteres Itamar Melo e Marcelo Gonzatto estiveram mergulhados, nas últimas duas semanas, num questionamento que, em meio a reforma política e ajuste fiscal, vai ganhando força no Congresso Nacional: que definição de família deve ser aprovada e abraçada pela sociedade e pelas leis brasileiras?

Com suporte dos editores Claudia Laitano e Ticiano Osório, Itamar e Gonzatto contaram com uma ajuda que veio do Hemisfério Norte para tornar mais relevante ainda a reportagem. Na sexta-feira, a Corte Suprema dos Estados Unidos reconheceu a legalidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo na mais influente e rica das nações ocidentais. A novidade, que entre outras repercussões pintou com as cores do arco-íris a identidade de milhões de pessoas e instituições nas redes sociais, deu mais uma pista da urgência da discussão sobre o tema no Brasil. Não é mais possível tratar como tabu, postergar por razões religiosas ou impor qualquer tipo de restrição ao debate em torno das questões de gênero, determinantes para deliberações sobre família, adoção, direitos civis, entre tantas outras.

A reportagem desta edição é uma das contribuições que Zero Hora dá para esse debate. Já na primeira página, vale refletir sobre a opinião do professor do curso de Relações Internacionais da ESPM-RJ Valdemar Figueiredo Filho, pesquisador das relações entre política, religião e mídia, a respeito do estágio atual do debate (ou não debate): “Não enxergo debate, enxergo agressões”. As páginas 28 e 29 comparam as visões do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), da bancada evangélica, para quem só é família a entidade formada a partir da união de um homem e de uma mulher, e da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), defensora do reconhecimento legal da união entre pessoas do mesmo sexo. Pelos projetos destes dois políticos passa a discussão sobre o tema. E você? Qual a sua opinião?

ZH dominical destaca discussão sobre a composição da família brasileira

26 de junho de 2015 0
Jefferson Botega

Jefferson Botega

Em 1977, tramitava no Congresso Nacional um projeto de lei para autorizar o divórcio. Na visão de setores religiosos e conservadores, permitir a dissolução do casamento era quase como decretar a dissolução da própria sociedade.

Como se sabe, apesar dos discursos inflamados dos parlamentares católicos, o divórcio foi aprovado — e a família brasileira não acabou.

Passados quase 40 anos, ela está de novo no centro de uma discussão no Congresso. De um lado, tramita no Senado o projeto de um Estatuto das Famílias, que com mais de 300 artigos amplia a definição legal de família e considera o casamento uma união de pessoas de qualquer sexo.

De outro lado, corre na Câmara o Estatuto da Família, projeto de lei que trilha o caminho da restrição. No artigo 2º, determina que família é “o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

Leia a reportagem completa na ZH deste domingo (28/6).

Confira os demais destaques da edição no vídeo abaixo.

Editora de Zero Hora participa de bate-papo com alunos de Jornalismo da Unisc

26 de junho de 2015 1

Por Taísa de Franceshi, Giovana Brasil, Madhiele Scopel, Lucas Batista, Lurian Schultz e Juliana de Brito, alunos da Unisc.

A editora da Central de Páginas de ZH, Janaína Kalsing, participou, na última terça-feira (23), de um bate-papo com os alunos da disciplina de Fundamentos do Jornalismo Impresso, do curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). No encontro, a jornalista de 32 anos contou um pouco de sua experiência, falando sobre o que é jornalismo nos dias de hoje em seu ponto de vista.

Cristiane Lindemann

Cristiane Lindemann

Janaína ressalta que é adepta à teoria, porém, no cotidiano, com o tempo apertado, essa prática não se torna viável:

— Não recorro, no dia a dia, a um livro de teoria.

Comentou, também, que a principal ferramenta do jornalista é o cérebro.

— O jornalismo é um exercício diário de inquietação — aponta.

Em meio à conversa, surgiram questões sobre diferentes áreas do jornalismo, que foram respondidas baseadas em sua experiência. Em relação a Zero Hora, ela contou como funciona a Redação, em suas diferentes plataformas, ressaltando que todo trabalho é voltado para o leitor:

— Faço a edição pensando no leitor.

Além de contar sua história de vida, Janaína deu dicas do que o mercado exige dos novos profissionais:

— É preciso pensar nas diferentes plataformas. Não basta saber escrever um bom texto, é necessário pensar de que forma diferentes conteúdos podem ser trabalhados nas inúmeras plataformas.

Opiniões de alunos sobre o bate-papo

“Achei a palestra muito boa, interessante e de grande conhecimento. Realmente, o jornalismo é a melhor profissão do mundo. É mais do que um trabalho, é um olhar da sociedade.”
Monica Ferreira dos Passos, aluna do 6º semestre

“O contato com uma profissional que já atua na área há um bom tempo é muito enriquecedor, pois ela mostra uma realidade que ainda não conhecemos.”
Vagner Flores Cerentini, aluno do 4º semestre

“Me impressionei com a bagagem profissional da entrevistada. Me impressionou a diferença entre a prática profissional e a vida acadêmica.”
Stephanie Freitas, aluna do 7º semestre

“Gostei bastante. Acho muito bacana quando alguém profissional vem para a universidade e faz com que a gente perceba nossa formação por um lado mais experiente e contundente. Sem falar que a palestrante foi bastante informal.
Adrien Carlos Duarte, aluno do 6º semestre

“É muito importante ver e ouvir profissionais da nossa área e que trabalhem em meios de comunicação que fazem parte dos sonhos do estudante. As experiências profissionais e o dia de uma redação renovam o pensamento e a expectativa de ingressar no mercado de trabalho.”
Márcio Bohrer, aluno do 3º semestre

Editor Entrevista: Marta Sfredo

26 de junho de 2015 0
Douglas Roehrs

Douglas Roehrs

A jornalista Marta Sfredo tornou-se titular, no dia 16 de junho, da coluna de Economia de ZH, cargo que já ocupava interinamente há oito meses.

Formada em Jornalismo pela Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1984, Marta trabalha no jornal desde 1992.

Abaixo, a colunista fala sobre as mudanças no jornalismo e os desafios da nossa função.

Para você, a coluna, assim como o jornal, está sempre em fase Beta. Ou seja, busca-se constantemente aperfeiçoamento. Nesses oito meses de interina, você já mudou seu estilo?

Acho que mudei algumas coisas. A gente procurou fazer um processo bem de transição, não de ter uma mudança drástica, mas que conversasse melhor com este momento. Um momento de mais análise, pois a economia está passando por um processo difícil. Um momento de incluirmos um pouco mais este mundo de tecnologia, economia criativa, coisas novas que vão aparecendo.

Você se formou em 1984 na Fabico e entrou em ZH em 1992. Como avalia a mudança na forma de fazer jornalismo de lá para cá?

Quando a gente começou a fazer jornalismo não tinha Google. E a gente brinca ‘como é que a gente conseguia fazer jornalismo sem Google?’. Checar era algo muito complexo, pois tínhamos pastas gigantes que a gente mandava descer do arquivo para checar dados. Deste ponto de vista, da facilidade da checagem, melhorou muito, mas em compensação, algumas coisas se tornaram mais complexas. A economia se tornou mais complexa. A diversidade de assuntos aumentou muito. O jornalismo também, nesses anos, passou a ser mais democrático, ou seja, a gente está conversando mais com as fontes, até para definir o que é pauta e não é pauta. Nós éramos mais fechados e hoje estamos mais abertos, e eu acho isso muito legal. Um jornalista só não é capaz de ver tudo o que está acontecendo, e quando há mais parcerias para definir o que vale e não vale fica mais rico o trabalho.

Hoje, há ferramentas tecnológicas que fazem o nosso trabalho. Isso fortalece ou enfraquece o jornalismo?

Bem usado, pode fortalecer. Google não pode ser fonte, ele tem de ser checagem. Todo o universo das redes tem de ser o instrumento do jornalista, não a fonte. Quando a gente fala em usar bem as ferramentas que temos, é usar para tornar o trabalho mais qualificado, mais rico, mais aprofundado. Não é só para tornar o trabalho mais fácil. É super difícil para gente concorrer neste universo onde todo mundo é gerador de informação, e isso aumenta a responsabilidade do jornalista. A informação que o jornalista dá deve ser mega hiper ultra-checada, com selo de qualidade para se diferenciar dos produtores de informação que não têm esse compromisso. De um lado torna mais complexo e do outro facilita. Só saber usar bem.

Qual o maior desafio como colunista de ZH?

O maior desafio, neste momento, é tentar traduzir a complexidade que a gente vive. Estamos vivendo um momento de crise econômica muito intensa e, ao mesmo tempo, tem gente fazendo coisas muito bacanas e tendo bons resultados. Nosso compromisso é pintar este quadro com a complexidade que ele tem.

Como tem sido sua interação com o leitor?

Super bacana. Eu amo quando os leitores entram em contato. Hoje, por exemplo, eu recebi um email cumprimentando pelo fim da interinidade, que a pessoa passou por algo semelhante. É muito engraçado que as pessoas sentem muita familiaridade. São pessoas que a gente não conhece, mas como elas leem todos os dias, desenvolvem certa familiaridade e eu acho isso muito bacana. Quando o leitor dá retorno, é o meu maior prêmio.

Adeus a Nico Fagundes é destaque na ZH desta sexta

25 de junho de 2015 0
Emílio Pedroso

Emílio Pedroso

As homenagens de familiares, amigos e fãs a Nico Fagundes, que faleceu na noite de quarta (24/6), são destaque em ZH.

O enterro do corpo do cantor, compositor e apresentador foi realizado no Cemitério João XXIII.

Saiba mais na edição impressa desta sexta (26/6).

Confira os demais destaques no vídeo abaixo.

Festa junina reunirá leitores da coluna Rede Social no Pátio Ivo Rizzo

25 de junho de 2015 2

arraiail

O primeiro arraial Rede Social ZH está marcado para sábado (27), às 15h, na sede da Tea Shop – loja conceito da marca espanhola de chás, em Porto Alegre. O prédio que abriga a marca de chás gourmet, infusões e acessórios fica na esquina das ruas Padre Chagas e Félix da Cunha, no Pátio Ivo Rizzo. O local será transformado em uma típica festa junina por Angélica Martins, do Atelier das Flores, Ageu Santos, com adereços da Big Center Festa, GetPremium e muito bom gosto.

Bruno Alencastro

Os convidados serão recebidos pela colunista Fernanda Pandolfi e com delícias da Gourmet pop corn, Da Colônia, Maria Bolaria, doces caseiros da Detalhes, maçãs do amor e amendoins preparados pelo Chef do Sheraton e sorvetes típicos da Arte Freddo. A bebida será oferecida pela Tea Shop, em preparos especiais com e sem álcool.

A coluna Rede Social também vai recolher agasalhos para doação durante a festa.

Logobanda

A diversão ficará por conta da banda Dona Flô e DJ Rogério Correa. E os participantes também poderão caprichar na maquiagem temática no camarim de Andrea Garcia. O baile começa às 16h.