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Encare a crise com Erik

05 de setembro de 2015 2

marta gleich

Foi numa reunião de editores que a pergunta surgiu: como a gente pode se tornar mais relevante e útil na vida do leitor?

Todo dia, o jornal fala em crise. O país está em recessão. A inflação sobe. O dólar subiu para a estratosfera. O desemprego assusta. A crise não deve dar trégua em 2016. Desse jeito, o jornal só deixa o leitor ainda mais deprimido!

–Precisamos ajudar o leitor a passar por essa crise – disse a editora FêCris Vasconcellos.

E as ideias se sucederam:

“Vamos fazer várias matérias sobre isso, um mês inteiro de reportagens”.

“Que tal aproveitar a crise para aprender boas práticas de saúde financeira?”

“O papel do jornal é ajudar o leitor não só a passar bem pela crise, mas a sair fortalecido desta crise, com novas ferramentas para lidar com o seu dinheiro”.

Surgiu a série Encare a Crise, que, de 1º a 30 de setembro, abordará soluções práticas para o leitor enfrentar a recessão: como cortar gastos desnecessários, comparar opções de investimentos, saber se é hora de comprar à vista ou a prazo, ensinar aos filhos o real valor do dinheiro, aproveitar as oportunidades no mercado de trabalho e atravessar a tormenta da crise financeira do país em segurança, entre outros conteúdos.

Erik Farina, 34 anos, desde 2011 em Zero Hora, foi imediatamente identificado como o jornalista certo para a missão. Repórter de economia especializado em finanças pessoais, investimentos, organização financeira e empreendedorismo, abraçou a missão não só como jornalista, mas como personagem.

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– O Erik torna o assunto mais fácil, conversa com o leitor – diz FêCris. – Ele pega as pessoas pela mão e as ajuda a enfrentar a crise.

O artista Gabriel Renner criou a caricatura que todo dia mostra o personagem Erik junto à reportagem: no posto de combustível, pagando o aluguel, viajando nas férias. Não perca na edição de hoje as dicas de como falar da crise com seus filhos: e se o pai ou a mãe perderem o emprego? Como abordar esse momento difícil com as crianças? E se a viagem de férias, tão esperada, tiver de ser adiada?

– Quando a população passa a falar de economia – diz Erik –, é sinal de que algo muito errado está acontecendo.

O retorno dos leitores foi imediato:

– Recebo muitos e-mails comentando as reportagens, sugerindo pautas, e muitos compartilhamentos nas redes sociais. O que me leva a concluir que estamos, com muito orgulho, cumprindo nossa missão de fazer a diferença na vida das pessoas – complementa o jornalista.

Se você perdeu alguma das reportagens, pode achar tudo o que publicamos em zhora.co/encareacrise. Se quiser mandar sugestões de temas, envie para o WhatsApp (51) 9667-4125, ou comunique-se direto com o Erik pelo e-mail erik.farina@zerohora.com.br ou @farina_erik.

Comentários (2)

  • nelsonpoa diz: 6 de setembro de 2015

    Olha, eu acho isso tudo muito bacana e providencial. Isso nos leva a crer o quanto a questão da prevenção é fundamental. No entanto tem uma fatia dos endividados que estão sem saída e estão se afundando cada vez mais porque não tem saída nenhuma, a não ser se ganharem na mega sena, porque os juros tornam a dívida impagável. As pessoas ficam doentes e não dormem, se deprimem, não encontram as respostas, enfim, vão tudo parar no spc que também pressionam para o pagamento, tudo um filme de horror. A saída seria uma reportagem com pressão em nível governamental, que mostrasse o quanto prejudicial é para as pessoas esse tipo de política de juros adotada pelos bancos, de criar uma fórmula aos endividados, uma lei que recuperasse todo esses juros abusivos aplicados pelas operadoras de cartão de crédito e as financeiras. Elas têm que devolver o dinheiro pago indevidamente para que recuperassem o poder de crédito e a auto-estima como pessoas.

  • Carlos Montagna diz: 10 de setembro de 2015

    O sr. Nelson – único a postar um comentário – até que eu aqui chegasse, deve ser um caloteiro de primeira linha! O infeliz endividado ñ deve conhecer o ditado que reza: Quem ñ pode com mandinga, não carrega patuá. Isto é, quem apanha dinheiro emprestado, ou compra algo a prestações, deve antes assegurar-se de poder quitar a dívida, até como prova de vergonha na cara! Nada de depois meter o governo no meio! O brasileiro, um povo muito escapista e acomodado, espera sempre que o maná caia do céu, por isto a maioria da população é formado por fracassados, ou endividados, ou de gente que conta com o governo para educar seus filhos, cuidar da sua saúde e até para enterrá-lo, quando o parasita da nação morre. Eu critico esta atitude de pedinte porque venho de uma família próspera e culta, que nunca precisou de governo (de qualquer nível) para prosperar e crescer, que nunca foi corrupta ou corruptora e, devido a isto, nunca passou por situações vexatórias como esta – a de dever e não poder pagar!

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