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Os 50 anos do 2º Caderno

12 de setembro de 2015 0

marta-gleich Este é um final de semana especial para o 2º Caderno: o início das comemorações do seu cinquentenário. Criado em 1º de novembro de 1965 com o nome Caderno 2, o suplemento escolheu para o primeiro evento Nei Lisboa, tema de dezenas de capas desde 1979. Na figura do Nei, convidado do bate-papo musical Ao Pé da Letra, para cantar e comentar alguns de seus grandes sucessos, homenageamos os muitos artistas cuja trajetória o 2º Caderno tem narrado, capítulo a capítulo, nessas últimas cinco décadas, e também os leitores que buscam nas nossas páginas informações, reflexões e boas dicas do cenário cultural.

Mas não se preocupe se você perdeu essa oportunidade. Até novembro, prometemos muitas surpresas. A próxima será no dia 28, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Country, com a primeira edição do Clube de Leitura ZH. Todos estão convidados a debater o livro A Morte do Pai, primeiro volume da série autobiográfica do norueguês Karl Ove Knausgaard, fenômeno literário lançado em mais de 20 idiomas. No 2º Caderno de terça-feira, saiba como participar.

Tem novidade também para os fãs de David Gilmour: realização da Hits Entretenimento, o show do guitarrista no dia 16 de dezembro, na Arena do Grêmio, integra as comemorações. Sócios do Clube do Assinante podem comprar ingressos com preços de primeiro lote até este domingo, na loja Multisom do BarraShoppingSul, em Porto Alegre. E não para por aí. Além de ter um lounge no evento com presença de colunistas e distribuição de brindes, o 2º Caderno vai levar leitores para assistir ao espetáculo. Para descobrir como, basta ficar atento nas próximas edições e em ZH.com.br.

Investigação no Esporte – A reportagem Paixão que mata, que se inicia neste domingo e se completa na segunda-feira, revela que a violência em torno do futebol deixou 14 vítimas nos últimos 15 anos no Rio Grande do Sul e um gaúcho morto em Santa Catarina. São pessoas envolvidas em desavenças entre torcedores, brigas de grupos organizados e rixas incendiadas pelo ódio da rivalidade. Mais do que isso: em metade dos episódios, familiares não só choram as mortes, como também a impunidade dos seus autores. Há um caso em que o acusado segue em liberdade mesmo oito anos após o crime. Muitas vezes, divide a mesma rua, a mesma calçada com a família da vítima.

Nos últimos cem dias, os repórteres André Baibich e Jones Lopes da Silva, com o apoio fundamental de Letícia Coimbra, do Centro de Documentação e Informação de ZH, vasculharam jornais, boletins de ocorrência, inquéritos e processos para detalhar cada caso. A editoria de Esporte segue na trilha de outras reportagens (Álcool nos estádios, Desemprego no futebol, Financiamento das torcidas organizadas, Briga entre líderes de torcidas, Drible na Justiça) que mostram que o futebol brasileiro precisa avançar bastante também fora das quatro linhas.

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