Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Por que falamos sobre pessoas

26 de dezembro de 2015 0

carta_nilson

Ok, este foi o ano dos atentados, do debate sobre o impeachment e a cassação, da lama de Mariana, do… um estoque de notícias fortes, pesadas, densas a ponto de muita gente achar que 2015 é o ano que não terminou – ou de repetir a frase “acaba, 2015”.
Para ZH, este também foi o ano do menino pobre que virou músico, das pessoas que superaram doenças tidas como incuráveis, do casal que adotou uma filha após esperar cinco anos e de tantas histórias humanas que passaram por nossas páginas digitais e em papel.
Por que contar estas histórias? Vejo duas razões: porque uma única história representa várias. E porque histórias, nas suas singularidades, inspiram, emocionam, fazem pensar e provocam tantas outras reações que estão na raiz do fazer jornalismo.
– Histórias humanas, com rosto, permitem ao leitor se conectar emocionalmente. Diante de uma reportagem sobre mães que perderam os filhos, por exemplo, outras mães se sentiram amparadas e vieram a público compartilhar as suas dores. Perceberam que não estão sozinhas. Assim como não estão sozinhas as famílias que enfrentam uma doença ou encaram o preconceito: ao encontrarem em ZH histórias semelhantes, essas famílias ganham inspiração e força – diz o jornalista
Ticiano Osório, editor de Sua Vida, uma editoria que tem vida até no nome e que publicou muitas histórias em 2015.
Relembre algumas nesta página e receba, da equipe que forma a Redação de Zero Hora, o desejo de um ano novo cheio de boas histórias para contar.

ZH 23.08.2015 - Nasce uma mãeZH 12.06.2015 - Amor sem limites

ZH 26.04.2015 - Pela honra do paiZH 15.12.2015 - Uma festa para Lulu

Envie seu Comentário