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Posts de setembro 2016

Primeira Pauta: direito e ética dão o tom do último dia de treinamento

30 de setembro de 2016 0

A advogada Débora Dalcin, que há 15 anos atua com o jornalismo do Grupo RBS, realizou o último encontro do treinamento do Primeira Pauta 2016. A turma esteve com a profissional por uma hora, discutiu questões que envolvem a Lei e a atuação jornalística e aproveitou para esclarecer questões que envolvem a reportagem que estão produzindo sobre Imigrantes em Porto Alegre. Ao final, o grupo formado por Caroline da Silva (Unisc), Larissa Burchard (Unipampa), Felipe Goldengerg (UFRGS), Gabriela Vaz Garcia (UFRGS) e Eduardo Uhlmann (UFPel) posou para a foto.

Lúcia PIres

 

Soberanas da Südoktoberfest visitam Redação da Zero Hora

29 de setembro de 2016 0

Uma comitiva formada por corte adulta, infantil e organizadores da Südoktoberfest de São Lourenço do Sul visitou a Redação de ZH para divulgar a 29ª edição da tradicional festa alemã. O evento ocorre de 7 a 9 de outubro com atrações como desfiles, apresentações artísticas, bailes, comida típica alemã e encontro de corais.

Tadeu Vilani
— É o forte da nossa região. O pomerano canta muito — afirma o presidente da 29ª edição da Südoktoberfest, em referência à colonização da região pelo povoado do norte da Alemanha.

Cerca de 12 mil turistas participam em cada edição da festividade em São Lourenço do Sul. A Südoktoberfest é realizada todos os anos no município desde 1988.

Oficina de apuração inspira estudantes do Primeira Pauta

29 de setembro de 2016 0

Lúcia PIres

A jornalista Adriana Irion recebeu nesta quarta-feira (28) os estudantes do Primeira Pauta 2016 para uma conversa sobre a apuração jornalística. Integrante do grupo de investigação de ZH, a repórter contou bastidores de reportagens e como conquistar e manter as fontes. Adriana também esclareceu dúvidas dos estudantes sobre o limite possível da busca de informação sem ferir a ética jornalística.

— Adriana nos surpreendeu mostrando como é possível fazer jornalismo a partir de coisas comuns do cotidiano e que podem desencadear uma bomba, uma matéria maior, uma outra história — contou Felipe Goldenberg, aluno da UFRGS.

Felipe, Caroline da Silva (Unisc), Gabriela Garcia (UFRGS), Larissa Burchard (Unipampa) e Eduardo Uhlmann (UFPel) estão em imersão na Redação de ZH até a próxima sexta-feira, quando devem apresentar uma reportagem que estão produzindo com o apoio dos jornalistas. As aulas práticas e conversas reservadas com profissionais fazem parte das 40 horas de treinamento que a turma ganhou como prêmio por terem apresentado os melhores trabalhos na seleção 2016.

IMG_1256Eduardo, Gabriela, Carolina e Felipe, na Redação

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Alunos de Jornalismo da UPF visitam a Redação

28 de setembro de 2016 1

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Estudantes e professores do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo (UPF) circularam esta tarde pela Redação de Zero Hora. A turma de 56 alunos conheceu também a equipe da Revista Donna, as áreas de comercial e marketing do jornal e os estúdios da Rádio Gaúcha.

Lúcia Pires

ZH recebe prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental

28 de setembro de 2016 0

Zero Hora recebeu duas distinções na 3ª edição do Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental.  Na categoria Webjornalismo, o trabalho Parques avessos ao turismo, de Humberto Trezzi, ficou com o 2º lugar. Em Fotojornalismo, a imagem abaixo, Dizimados na própria casa, de Bruno Alencastro, foi a terceira colocada.

Ao todo, o Grupo RBS recebeu onze prêmios e marcou presença em todas as categorias.  A cerimônia de entrega reuniu cerca de 200 jornalistas na terça-feira (27), na Casa de Cultura Mário Quintana.

Bruno Alencastro

O Prêmio José Lutzenberger valoriza reportagens que estimulam a atividade preservacionista e destacam as boas práticas de conservação ambiental no Estado. Os vencedores são selecionados por uma comissão formada por profissionais de jornalismo e engenheiros ambientais.

 

Alunos de Chuvisca visitam Redação e viram capa de ZH

27 de setembro de 2016 0

capaChuvisca

Primeira Pauta: entrevista coletiva marca primeiro dia do treinamento

27 de setembro de 2016 0

A semana começou mais cedo para a turma Primeira Pauta 2016. Nesta segunda-feira (26), os estudantes anteciparam a chegada à Redação para acompanhar a reunião de pauta do jornal, às 9h30min. Ao participar da primeira reunião de editores do dia, na semana pré-eleições, entraram no ritmo acelerado do jornalismo de ZH. Até sexta, o grupo deverá produzir uma reportagem e assistir a aulas.

Assim que a pauta do jornal foi fechada, as discussões para definir a pauta para a semana de trabalho começou, com a supervisão do editor Ticiano Osório. O dia ainda teve aula de apuração com a jornalista Adriana Irion, técnica de entrevista com Juliana Bublitz e uma prática que desafiou os futuros jornalistas: entrevista coletiva com o presidente do Grupo RBS Eduardo Melzer. Veja como foi a entrevista:

Omar Freitas

“Nosso compromisso não é com o papel, é com a notícia”, diz Duda Melzer

O presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, participou do primeiro dia de treinamento dos estudantes de Jornalismo vencedores do concurso Primeira Pauta ZH, concedendo uma entrevista coletiva. O encontro ocorreu na redação do jornal Zero Hora e durou 40 minutos. O futuro do jornalismo na era digital foi um dos principais temas da conversa. Para Duda, sempre haverá espaço para o jornalismo de qualidade, independentemente da plataforma. Leia abaixo os principais pontos da entrevista.

[LARISSA] Na sua visão como empresário de jornalismo, o que nós, estudantes, devemos dar mais importância na nossa formação profissional?

Primeiro, nunca nada vai substituir o jornalismo de boa qualidade, nunca, porque o que nós vemos agora é que o consumo de jornalismo só aumentou. Antes líamos o jornal de manhã, hoje a gente passa lendo a Zero Hora o dia inteiro em diversas plataformas. Então, aumentou o ponto de contato, cada vez se consome mais aquilo que o jornalista produz, então a qualidade do que fazemos tem que ser maior e melhor. Segundo, eu preciso ser um profissional que entende de forma clara a minha função social, tenho que ter uma conexão com o meu público. Aquilo que produzo tem que impactar, tem que dar um tipo de conteúdo que vai melhorar a vida daquela pessoa que lê o jornal. Eu tenho que estar conectado com o que se passa na minha comunidade. Outro aspecto, que é muito importante, é que nós temos o privilégio de trabalhar numa profissão que tem uma função social que nos fascina. É o que a gente sempre diz, por trás de uma notícia tem um ser humano apaixonado pelo o que faz, escrevendo alguma coisa, produzindo um conteúdo, e esse conteúdo vai transformar a vida de uma outra pessoa. Isso tudo são coisas que quem está nesse atividade tem que ter consciência, ter a responsabilidade de saber que a sua produção, seu trabalho do dia a dia, gera esse tipo impacto.

[FELIPE] O Jornalismo está sofrendo uma grande crise: muitas empresas fizeram uma série de cortes de funcionários nos últimos anos, incluindo o Grupo RBS. Enquanto isso, as grandes reportagens vêm ganhando força, e um único repórter acaba produzindo conteúdo para várias plataformas ao mesmo tempo. Como o senhor enxerga isso e até que ponto isso afeta a qualidade do conteúdo?

Nunca se consumiu tanto jornalismo como hoje. O problema é que o modelo de negócios se transformou, e precisamos nos adaptar a isso. Se a gente abrir mão da qualidade, abrimos mão do nosso negócio porque hoje, com as redes sociais, a notícia é absolutamente commoditizada, e o nosso leitor também quer instantaneidade. O que nos diferencia é a qualidade e a credibilidade. O que a gente entende por qualidade é, sem dúvida, um jornalismo profundo, de análise, que respeita as especificidades de cada plataforma. Se quisermos ter uma empresa jornalística de qualidade, precisamos encontrar maneiras de nos financiarmos para manter ótimos jornalistas. A redação tem que ter o tamanho certo, o tamanho que ela pode aguentar. Nós estamos em um momento de desafio, de repensar o negócio, e precisamos ter muita agilidade para fazer, testar, ver o que deu certo, ter a humildade de dizer o que deu errado e mudar.

[FELIPE] O senhor acha que esses possíveis erros da empresa podem ter desencadeado a chamada mídia alternativa? Como o Grupo RBS enxerga esses grupos que estão crescendo cada vez mais?

Eu enxergo com bons olhos toda iniciativa séria na área de comunicação. Eu acredito no empreendedorismo e valorizo ações com credibilidade, seriedade, ética, responsabilidade. Quanto mais novidades e iniciativas bacanas surgirem, melhor para o jornalismo.

[EDUARDO] Na sua opinião, quais são as projeções para o rumo da empresa?

A projeção para a nossa empresa é muito positiva, mas nós temos que saber separar duas coisas. Temos duas crises: uma conjuntural e uma estrutural.
Na conjuntural, temos o Brasil vivendo um processo de recessão absoluta, um dos piores da história. Isso impacta qualquer atividade, até quem faz comunicação. O que nós temos que fazer é apertar o cinto e focar naquilo que realmente é relevante para passar por essa turbulência toda. Não sabemos quando, mas uma hora isso passa. Nenhuma crise no mundo veio para ficar, as empresas que são sólidas sofrem, mas elas se reinventam e vêm com mais força ainda, como é o nosso caso. Eu estou seguro disso.
Também temos a questão estrutural. Essa é estimulante, porque diz respeito a como vamos pensar o nosso negócio para não só manter nossa relevância, mas sim aumentá-la. O que devemos fazer é não abrir mão do jornalismo de qualidade. Nós somos uma empresa de comunicação que tem a consciência do seu impacto social. Nós vamos investir em qualidade, fazendo as apostas certas para nos conectarmos com o mercado. Para isso precisamos nos reinventar, ouvir as pessoas de dentro da redação. Eu também tenho o maior interesse em saber o que o pessoal do Primeira Pauta pensa, porque são estudantes de Jornalismo que hoje são potenciais colaboradores. Essa troca é uma das fortalezas do Grupo RBS.
Nós temos que ter muita humildade pra receber críticas, mas também muita tranquilidade para saber que estamos trilhando um caminho não convencional. Nós queremos trilhar o caminho da liderança, e líder só tem um. A RBS tem postura de líder e tem vocação para ser líder. Então nós estamos preparados para romper paradigmas, quebrar barreiras históricas e fazer coisas que ninguém está fazendo.

[GABRIELA] A conversão digital é uma realidade e promete dominar o cenário do jornalismo. Nessa perspectiva, qual o futuro do jornalismo impresso?
Ninguém sabe o futuro do jornalismo impresso. Há muitos anos se fala que o jornalismo impresso vai morrer. Eu acho que vão morrer as empresas que não se reinventarem. O que importa é que, enquanto o nosso público buscar conteúdo no impresso, enquanto o impresso for importante e a operação desse negócio for sustentável, nós vamos estar lá. Não é que nós vamos abandonar o impresso na hora em que ele não for mais sustentável, é que o nosso público vai ter abandonado o impresso. O nosso compromisso não é com o papel, a gente não faz papel aqui, o nosso compromisso é com a notícia. Essa conexão com o público é muito importante e eu tenho convicção de que o jornalismo, cada vez mais, aumenta sua importância e sua relevância no mundo de hoje.

[FELIPE] O senhor fez MBA nos Estados Unidos, então deve ter uma visão abrangente sobre a mídia estrangeira. Existe algum modelo de negócios de outro país que poderia valer a pena trazer para o Rio Grande do Sul?
A gente tem uma grande atividade de benchmark, de visitar outras empresas, de ter a curiosidade como um valor que nos mantêm vivos e ativos. Este ano, eu visitei os principais jornais do mundo, me reuni com o presidente do The New York Times e com vários outros líderes da indústria para entender o que eles estão fazendo para se adaptarem às mudanças do jornalismo, e o que acontece lá fora é muito parecido com o que acontece aqui. Nós ficamos muito orgulhosos quando algumas delas vêm nos visitar para ver o que estamos fazendo aqui também. Isso mostra que a gente está conectado e participa do mercado de maneira muito ativa. Precisamos ter e mostrar postura de líder, e isso só acontece quando tu tem curiosidade e humildade para entender que não sabe tudo e precisa pesquisar, descobrir e aprender mais.

[CAROLINE] Em 2014, o Grupo RBS foi reconhecido como uma das empresas de mídia e internet do Brasil que mais geraram valor para seus públicos e uma das mais inovadoras do país. Como manter esse reconhecimento?
Não trabalhamos para ganhar prêmios, isso acontece por consequência. Tudo se resume a duas coisas: gente e visão. Precisamos ter uma visão muito clara para onde vamos e pessoas muito boas para executar, pensar junto, sonhar para poder levar a empresa para onde ela deve ir. Temos compromisso com o público do Rio Grande do Sul e com o mercado publicitário brasileiro para um jornalismo de qualidade.

 

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Texto produzido por Eduardo Uhlmann (UFPel), Felipe Goldenberg (UFRGS), Gabriela Garcia (UFRGS), Joice Caroline (Unisc) e Larissa Burchard (Unipampa).

 

 

 

 

 

 

 

 

A capa do Verissimo

24 de setembro de 2016 0

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Como principal capa da semana, a primeira página da superedição é um processo artesanal que, às vezes, demora uma semana para ser concluído. Foi o caso da capa que você recebeu hoje. Como se tratava de uma edição em que tínhamos um conteúdo muito especial, os 80 anos do nosso querido colunista Luis Fernando Verissimo, a equipe rascunhou e preparou, desde segunda-feira, algumas opções, até chegar à versão final.

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Muitos e-mails e conversas depois, entre Rosane Tremea, editora de capa, Rafael Ocaña, editor da Diagramação, Leandro Maciel, editor da Arte, Jefferson Botega, editor de Fotografia, Cláudia Laitano, editora interina do DOC, Nilson Vargas, editor-chefe, e eu, chegamos à capa definitiva. Descartamos a primeira, com texto e ilustração (achamos bem boa, mas será que iria comunicar de imediato do que se tratava?). Também colocamos de lado a segunda, que não dava espaço para as chamadas para outros assuntos. E outras duas, em que as fotos mostravam nosso homenageado mais sério, foram desconsideradas, já que é dia de comemorar. E não fomos com a opção de foto com muitos livros ao fundo: achamos que os detalhes das imagens poderiam ser perdidos na impressão em papel-jornal. Escolhemos a última das seis opções, em que LFV, um dos escritores mais festejados do Brasil, aparece sorrindo, com seu perfil inconfundível. Será que acertamos? Você teria escolhido a mesma?

Aguarde a edição de segunda
Os repórteres Carlos Rollsing, de Zero Hora, e Jonas Campos, da RBS TV, mergulharam em documentos do Badesul e, nesta segunda, revelam em reportagem exclusiva por que o banco de fomento do Estado chegou à situação atual de inviabilidade financeira.
No fim, leitor, a história é a mesma: a conta acaba caindo no colo do contribuinte. Não perca.

ZH homenageia 80 anos de L. V. Verissimo

23 de setembro de 2016 0

14368770_1782867808656281_4093658959446324151_nO caderno DOC vai celebrar os 80 anos de Luis Fernando Verissimo na superedição deste fim de semana (24 e 25). O especial “Fala, Verissimo” visita a casa do escritor e conta um pouco da sua rotina com a família em uma época de tantas homenagens.

É a primeira vez, desde o seu lançamento, que o caderno é completamente dedicado a um único tema. Na seção Com a Palavra, Verissimo responde a perguntas elaboradas por seus maiores amigos e fãs, como a atriz Patricia Pillar, o cineasta Fernando Meirelles, o cartunista Paulo Caruso e o jornalista Zuenir Ventura. Além disso, os colunistas de ZH foram convidados a escrever sobre o aniversariante no caderno, que será todo ilustrado por frases e sacadas do seu próximo livro, Veríssimas, com lançamento no dia 30 de setembro.

No site, os fãs poderão assistir a um vídeo sobre a participação de Verissimo no Sarau Elétrico e navegar por charges e fotos de família. A primeira crônica em ZH, sobre a inauguração do Estádio Beira-Rio, também estará disponível no site do jornal.

Luis Fernando Verissimo é criador de personagens célebres como Analista de Bagé e Ed Mort, Verissimo é um dos mais queridos e populares cronistas do Brasil. Somente em sua atual editora, são 39 livros em catálogo, entre eles best-sellers como Comédias da Vida Privada. Escreve para Zero Hora desde 1967.

Redação recebe turma 2016 do concurso Primeira Pauta

23 de setembro de 2016 0

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Começa nesta segunda-feira (26) a semana de treinamento da turma 2016. Os cinco vencedores chegam à Redação de Zero Hora para colocar em prática a profissão que escolheram, depois de passarem por duas etapas de seleção. Até a sexta-feira (30), os estudantes de Jornalismo terão aulas, farão entrevistas, produzirão textos e vídeos em uma experiência única ao lado de profissionais de Zero Hora. Boa sorte aos estudantes Caroline Silva (Unisc), Eduardo Uhlmann (UFPel), Gabriela Garcia (UFRGS), Felipe Goldenberg (UFRGS) e Larissa Burchard (Unipampa).

Entrevista coletiva marca primeiro dia de treinamento