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Leia na Zero desta quarta

08 de fevereiro de 2012 0

Confira os destaques de Zero Hora desta quarta-feira (07/02/2012):



Noite de autógrafos, com samba

07 de fevereiro de 2012 0

O jornalista de ZH Jones Lopes da Silva vai receber amigos e leitores na quadra da Escola Imperadores do Samba nesta quarta-feira para uma noite de autógrafos do livro No Último Minuto — A História de Escurinho: Futebol, Violão e Fantasia.

O evento faz parte de uma homenagem da escola a Escurinho, que foi um dos fundadores da Imperadores desde os nove anos.

— Na casa dele, a mãe e a tia costuraram as primeiras fantasias  — conta o escritor.



O desafio da série Europa sob Mau Tempo

07 de fevereiro de 2012 0

O noticiário econômico internacional é farto em dados e declarações sobre governantes e instituições financeiras. Mas, quando se trata do cidadão comum e dos efeitos das mudanças da economia na sua rotina, as informações são bem mais escassas.

O desafio da série de reportagens Europa Sob Mau Tempo, que Zero Hora publica desde o último domingo e se encerra nesta quinta-feira, é justamente esse: transpor para a realidade das pessoas as transformações pelas quais a Europa passa hoje.

Para atingir esse objetivo, a editoria de Economia em parceria com a Agência RBS, procurou montar um rede de correspondentes brasileiros nos principais países afetados pela crise econômica: Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. Foram contatados profissionais que já colaboraram com veículos da RBS anteriormente e outros que pela primeira vez escreveram para um jornal do Rio Grande do Sul.

A maior dificuldade, conta o produtor Jaime Silva,  foi encontrar uma jornalista brasileira na Grécia, país que além de ser pouco presente no noticiário, com exceção dos recentes episódios da crise econômica, ainda conta com a barreira da língua:

— Foi fundamental a colaboração da embaixada brasileira em Atenas, que nos indicou a jornalista fluminense Claudia Machado.

O resultado desse esforço jornalístico multinacional está em Zero Hora. Clique nas páginas para ler a série que mostra o que mudou no cotidiano de quem vive na Europa.



Leia na Zero desta terça

07 de fevereiro de 2012 0

Confira os destaques de Zero Hora desta terça-feira (06/02/2012):



Três ensinamentos de Ruy Arteche

06 de fevereiro de 2012 2

Por Ricardo Stefanelli*


Ruy, à direita na foto, em 1989, durante o processo de informatização do jornal


Devo ao Ruy Arteche três fatos importantíssimos de minha carreira profissional: o de trabalhar em Zero Hora, a minha paixão pelo campo e o gosto pela edição.

Um convite de Ruy Arteche, em 1989, me tirou da revista Veja e me trouxe de volta a Zero Hora, onde ele editava o Campo&Lavoura. Ali, reiniciei minha carreira na RBS, há portanto mais de 22 anos.

Naquele julho de 89, também, comecei a me encantar pelo mundo da agricultura e da pecuária, graças ao sorridente Ruy – e assim fui aumentando meu amor pelas coisas gaúchas, pelo campo, pelo pampa.

E também graças ao Ruy percebi o valor de uma reportagem bem editada. Vi – enquanto o acompanhava lapidando as páginas - que um bom editor pode valorizar uma apuração mediana. Mas vi, especialmente, que uma péssima edição pode sepultar uma grande apuração. Assim, agreguei ao meu currículo de repórter o de editor também, e fui me tornando assim um jornalista um pouquinho mais completo.

Recebi no final da tarde de domingo a notícia da morte do meu amigo Ruy com uma forte pontada de melancolia, escura como as nuvens que naquele momento se avizinhavam de Porto Alegre.

Depoimento do diretor de Redação de ZH, Ricardo Stefanelli, publicado nesta segunda-feira no jornal A Plateia, de Santana do Livramento, cidade onde o jornalista Carlos Ruy Arteche nasceu e morreu, no ultimo fim de semana.

Como lembrança do Planeta Atlântida, a palheta de Dado Villa-Lobos

05 de fevereiro de 2012 0

Os fotógrafos de Zero Hora Lauro Alves e Jean Schwarz passaram o sábado percorrendo todos os cantos da Saba, em Atlântida, atrás dos melhores cliques do Planeta. A cobertura dos shows também ficou por conta da dupla, que teve uma surpresa: Lauro levará uma lembrança especial do festival. Veja o relato:

"Estava fotografando o show de Jota Quest com a participação de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes do Legião Urbana. Estava com o olho no visor da câmera quando vi a palheta do Dado Villa-Lobos vindo na minha direção, tirei a câmera do olho e peguei ela no ar. O colega Jean Schwarz registrou o momento.

Carta do Editor: as dores da reportagem

04 de fevereiro de 2012 0

Ricardo Stefanelli, Diretor de Redação de Zero Hora.

Não acredito em repórter que não se envolva com a pauta e mesmo assim estou espantado com a editora Daniela Santarosa, autora da reportagem de capa da revista Donna deste domingo. Ela não é apenas a autora das seis páginas sobre corrida – hoje, mais do que um esporte, um estilo de vida. Daniela simplesmente correu os 82 quilômetros da travessia Torres-Tramandaí no domingo passado, o que torna ainda mais real a reportagem que retrata uma mania em crescimento no país.

Do tempo em que minha única preocupação na vida era produzir reportagens, trago as lembranças das dores de estômago. É no estômago onde ruminamos as apurações que ainda não foram para o computador. Da Veja, onde trabalhei no início de minha carreira, trouxe um ensinamento tatuado em seu Manual de Redação: “nenhuma matéria escrita sem sofrimento é lida com prazer...”

Na semana passada, contei aqui a história de Adriana Irion, gestante por mais de oito anos da reportagem "Meninos Condenados” que, publicada a partir do domingo retrasado, sacudiu o Estado, mas trouxe à sua autora um grande alívio, depois de noites maldormidas, crises de enxaqueca e de rinite.

– Estou me sentindo com cem quilos a menos – brincou a magrela Adriana.

Como Adriana ressaltou, a pauta não é um ente que fica na Redação depois de cumprido o horário de trabalho:

– É assim sempre, pois os assuntos – e as fontes – são dinâmicos e não param para descansar. Esse permanente estado de alerta dá prazer!

Uma outra repórter, Letícia Duarte, está neste momento em meio a uma situação parecida – ou pior. Ela monitora há dois anos uma pessoa que, pode ou não, ir a se tornar matéria, um dia quem sabe. Sem adiantar o tema da reportagem, deixo escapar essa dor no estômago de Letícia por eu estar, em alguns momentos, vivenciando a mesma cólica que ela:desde que me tornei editor, sinto também as dores alheias.

Daniela foi ao extremo disso. Desafiada a escrever a reportagem do Donna, ela conta ter sentido uma dupla motivação:a primeira, de falar sobre um assunto pelo qual é apaixonada; a segunda, de contar para os leitores – em especial para aqueles que não correm – o que passa na cabeça de um corredor e o quanto este esporte impacta em suas vidas.

Ao final de 82 quilômetros, a emoção de Daniela

A travessia de 82 quilômetros, cumprida com as unhas cuidadosamente pintadas de amarelo, como mostra a foto, foi planejada com meio ano de antecedência, aumentando a quilometragem e mudando a rotina de treinamentos, priorizando mais resistência do que velocidade. É como, ensina ela, produzir uma reportagem: para correr é preciso foco e paciência. É, praticamente, uma metáfora:

–Vencer é apenas uma consequência natural. Ao cruzar a linha de chegada eu não sei se sorri ou se chorei. Sei, no entanto, o que representou cumprir o objetivo.

Imaginar uma pauta, proceder a apuração, publicar a matéria, acompanhar suas consequências até pode ter data para acabar, mas tira o sono, gera desconforto físico e altera hábitos arraigados. Desde que foi nomeado editor de Copa de ZH, Rodrigo Müzell trocou livros de interesse geral e biografias históricas, suas preferências, por obras sobre futebol, estudos acadêmicos, pareceres técnicos e a "agradável” leitura de editais de obras. Tudo isso tem servido para ele enxergar Porto Alegre de outra forma nesse período profissional que considera o mais rico de seus 13 anos de jornalismo. Assuntos menores da cidade passaram a interessá-lo mais do que nunca:

–Ao esperar um ônibus, me imagino na pele de um turista que se vê sem qualquer tipo de informação. Ao pedalar na orla, imagino como o local será daqui a um ano, com a duplicação prometida da Avenida Beira-Rio e, ao cair num dos mil buracos da“ciclovia”próximo ao estádio, penso: é pauta.

Tudo é pauta, o tempo todo.

Leia em Zero Hora deste domingo (05.02)

04 de fevereiro de 2012 0

Confira os destaques da edição dominical, dia 05 de fevereiro de 2012:


Um presente para Teló

04 de fevereiro de 2012 1

Poucos minutos antes de entrar no palco do Planeta Atlântida, na madrugada deste sábado, Michel Teló recebeu a equipe de Zero Hora em seu camarim. Coube à editora Anna Martha Silveira presentear o cantor com uma camiseta e um quadro estampados com a capa do caderno TV Show do dia 22 de janeiro, edição dedicada às raízes gaúchas do cantor sertanejo.

– Quem fez o desenho? – perguntou o cantor a respeito da caricatura produzida pelo designer Gonza Rodriguez especialmente para ilustrar a reportagem.

– Nossa, que bacana. Esta reportagem eu quero ler, hein? – afirmou o artista.

Veja abaixo a capa do TV SHow que Teló recebeu de presente:

Série de ZH mostra o impacto da crise econômica na vida dos europeus

04 de fevereiro de 2012 0


Neste domingo Zero Hora estreia uma série de cinco reportagens sobre a crise econômica na zona do euro. Europa sob mau tempo, vai mostrar como a crise mudou o cotidiano da população de Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda, os países mais atingidos. A série segue até quinta-feira.

Na estreia, será publicada a reportagem Calote na Acrópole, que retrata a Grécia, primeira nação a mostrar que a turbulência que se iniciou em 2008 nos Estados Unidos estava começando a chegar à Europa. O primeiro texto estará nas páginas centrais do caderno ZH Dinheiro. O restante será publicado nas páginas da editoria de Economia.