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ZH na disputa do Prêmio ESSO 2014

A Redação de Zero Hora está comemorando o destaque no...

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Vídeo: Pretinho Básico homenageia ZH pela indicação ao Prêmio Caboré

Saiba mais sobre a indicação

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Nesta terça: o jornalismo na vida de Moacyr Scliar

Colegas e parceiros de jornalismo do médico e escritor Moacyr Scliar...

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Humor no jornalismo

Na última semana, dois vídeos feitos com os candidatos a...

Nesta terça: o jornalismo na vida de Moacyr Scliar

20 de outubro de 2014 0

Diego Vara

Colegas e parceiros de jornalismo do médico e escritor Moacyr Scliar (1937 _ 2011) se reúnem nesta terça-feira (21) às 19h30min, na Sala Multiuso do Santander Cultural (Rua Sete de Setembro, 1.028) para uma atividade na programação paralela da mostra O Centauro no Bom Fim. Para falar da atuação de Scliar na área participam os jornalistas Cláudia Laitano, Nilson Souza e Rosane de Oliveira, de Zero Hora, jornal no qual o escritor trabalhou como cronista entre 1974 e 2011, e a professora Tânia Rösing, organizadora da Jornada de Literatura de Passo Fundo. A mediação será de Nelson Sirotsky, amigo pessoal do escritor e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo RBS.

A entrada, para a mostra e a mesa-redonda, é gratuita.

A exposição Moacyr Scliar, o Centauro no Bom Fim pode ser visitada até 16 de novembro no Santander. A curadoria é de Carlos Gerbase, com consultoria de Regina Zilberman.

Humor no jornalismo

18 de outubro de 2014 0

marta gleich

Na última semana, dois vídeos feitos com os candidatos a governador José Ivo Sartori e Tarso Genro alcançaram 678.657 visualizações – número apurado até sexta-feira, que segue aumentando. Um fenômeno. Os vídeos são um “aperto” nos dois políticos sobre questões sérias, misturadas com perguntas inesperadas – e até constrangedoras – e uma edição com muitas pitadas engraçadas.
Criado para a cobertura de eleições, o La Urna é uma experiência ousada. Como colocar humor em um assunto árduo e muitas vezes enfadonho como a política? Como fazer piada com candidatos sem passar do tom? O público, pela audiência importante que esses vídeos têm conquistado (os 25 episódios do La Urna somam 1.276.262 visualizações), nos diz que estamos mais acertando do que errando.
Coordenado por Paulo Germano, apresentado também por Gustavo Foster, Marcos Piangers, Arthur Gubert e Marina Ciconet, dirigido por Anderson Fetter e editado por Marcelo Carôllo e Luan Ott, o La Urna comprova algo que se discute em congressos de comunicação mundo afora: o humor no jornalismo é uma tendência, herdada de redes sociais e outros meios digitais. A internet tem humor. A comunicação digital das pessoas tem humor. E o espírito transbordou para o jornalismo.
Os mais conservadores dirão que não é jornalismo. Há controvérsias. Tornar mais agradável e palatável um assunto árduo não é levar informação ao público? Ao questionar de forma mais aguda, irreverente e até desconfortável um candidato, não se acaba extraindo dele aspectos relevantes que ajudam a revelar quem ele realmente é, qual a sua personalidade, ou, até, como reage à pressão, no improviso?
Além dos postulantes ao governo gaúcho, o La Urna sabatinou em vídeo candidatos a deputado. A entrevista com Jardel, uma das campeãs de audiência, foi assistida mais de 500 mil vezes. Em alguns casos, tanto nas entrevistas quanto nas reportagens bem-humoradas, o eleitor pôde conhecer melhor seu candidato. Em outros, pelo menos deu algumas risadas. O que também é necessário. Mas muitas vezes, o La Urna, de forma absolutamente inesperada, fez aquela pergunta que o público quer fazer – e que nenhum jornalista até então teve coragem de questionar. O jornalismo é muito previsível? Os formatos são muito previsíveis?
Internet e redes sociais são um termômetro ótimo para medir a reação do público. Tem gente que adora, tem gente que detesta, tem gente que diz que não deveríamos fazer isso (especialmente quando se trata do seu querido candidato), tem quem diga que devemos fazer mais. Sabemos que o desafio da irreverência é achar o tom adequado, o que significa muitas vezes ir no limite, sem cruzar a linha que separa o respeito do desrespeito. Seja com os candidatos, seja com o público.
Não nos pautamos somente pelo volume de audiência.
Como costumamos dizer na Redação, se esse fosse o único critério de decisão, vídeos engraçados de gatinhos estariam
todo dia na capa do site de Zero Hora. Mas acreditamos que, sim, experimentação de formatos diferentes e uso de humor até em coisas sérias, especialmente nos produtos digitais, passaram a fazer parte da rotina de jornalistas e do público.

Donna tem edição dedicada ao Outubro Rosa

17 de outubro de 2014 0

capadonnaO câncer de mama é destaque da revista Donna deste domingo (19). Considerada uma das doenças mais devastadoras para a mulher, por atacar uma das regiões que simbolizam a sexualidade feminina, o tema ganhou espaço especial na revista além de ações como a criação de blog e campanha nas redes sociais que integram o movimento mundial Outubro Rosa pela detecção precoce do câncer.

— A revista faz questão de se relacionar com intimidade com sua leitora, por isso tratamos o tema com a seriedade necessária, mas sem perder a leveza e a ternura com as palavras — diz a editora Mariana Kalil.

A edição começa com entrevista da médica Maira Caleffi, presidente da Federação Nacional da Mama e do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul. Além de atualizar as leitoras, a revista apresenta a história de três amigas que lutam com coragem e alegria contra a doença.

 

 

ZH na disputa do Prêmio ESSO 2014

16 de outubro de 2014 0

A Redação de Zero Hora está comemorando o destaque no Prêmio ESSO de Jornalismo 2014 com cinco indicações: duas na categoria Educação e três em Reportagem. A lista dos finalistas foi revelada nesta quarta-feira (15) e aponta na primeira categoria os trabalhos A luz de ler, de Juliano Rodrigues e Mauro Vieira, e Lições da Turma 11F, de Letícia Duarte e Félix Zucco. Este último também concorre na categoria Regional Sul.

luz1reprodução

Também foram indicadas as reportagens Bandido Tipo Exportação: O Homem Que Enganou Todo Mundo, de José Luís Costa e Itamar Melo e o caderno especial Kiss – Um ano. A narrativa sobre a tragédia na Boate Kiss foi publicada em 24 páginas e teve como eixo as histórias de sete amigos que foram à boate na noite da tragédia. Os textos são um diferencial do projeto que se assemelha a um livro e está dividido em sete capítulos, intercalados por outros seis, que abordam o ano por pontos de vista distintos e ambientados em diferentes momentos. A versão online inclui fotos e vídeos.

Clique nas páginas abaixo para ler a reportagem Bandido Tipo Exportação

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O especial Kiss – Um ano, concorre também ao prêmio Libero Badaró 2014

capakissA reportagem que abordou a tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria, foi produzida por equipe formada por Nilson Vargas, Adriana Irion, Humberto Trezzi, José Luís Costa, Juliana Bublitz, Larissa Roso, Letícia Duarte, Nilson Mariano, Paulo Germano, Itamar Melo, Carlos Etchichury, Diego Araújo, Leandro Fontoura, Diego Borges, Laura Rinaldi, Carlos Macedo e Lauro Alves.

Ao todo, o ESSO de Jornalismo 2014 recebeu este ano 1.047 trabalhos: 519 reportagens e séries de reportagens impressas, 175 trabalhos fotográficos, 291 trabalhos de criação gráfica (Jornal, Revista e Primeira Página) e 62 trabalhos de telejornalismo.

O Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina, do Grupo RBS, também estão indicados. Confira aqui a lista completa dos finalistas.

 

ZH venceu o prêmio ESSO de Jornalismo em 2013.

Confira o trabalho vencedor.

Estação ZH: encontro de pets, política e shows no fim de semana

16 de outubro de 2014 0

estacao

Duas colunistas de ZH estarão este fim de semana com os leitores na Estação ZH. A programação do espaço itinerante que comemora os 50 anos do jornal instalado no Parcão inclui na sexta-feira um bate-papo com a colunista Rosane de Oliveira e um encontro de pets com a participação de Mariana Kalil e Bento no sábado.

Confira  todas as atividades atividade será transferida em caso de chuva.
Sexta: 17/out

10h às 10h40min – Alongamento com IPA
10h40min às 11h20min – Ginástica localizada com IPA
11h20min às 12h – Alongamento com IPA
10h às 18h – Ação Pense Empregos
10h às 18h – Campanha Voluntárias pela Vida
10h às 12h – Atividades esportivas e recreativas com IPA
* 15h às 18h – Rosane de Oliveira na Estação ZH

Sábado: 18/out

10h às 10h40min – Aula de Dança com IPA
10h40min às 11h20min – Alongamento com IPA
11h20min às 12h – Aula de Dança com IPA
10h às 12h – Atividades esportivas e recreativas com IPA
10h às 18h – Campanha Voluntárias pela Vida
10h às 18h – Ação Pense Empregos
*15h às 16h – Encontro de pets com Mariana Kalil
17h às 18h – Show de Binho Ribeiro e Banda

* atividade será transferida em caso de chuva.
Domingo: 19/out

10h às 12h – Pilates com Espaço Simétrico
10h às 18h – Campanha Voluntárias pela Vida
10h às 18h – Ação Pense Empregos
15h às 16h – Show Banda Stone

A Estação ZH apoia a campanha da Voluntárias pela Vida em prol da construção de leito pediátrico do Hospital Santo Antônio. Para arrecadar fundos, o local vende cofrinhos de papelão a R$20.

Amrigs premia reportagens de ZH

14 de outubro de 2014 0

Bruno AlencastroFoto: Bruno Alencastro

O repórter Humberto Trezzi recebeu na noite de segunda-feira (13) destaque especial do IV Prêmio AMRIGS de Jornalismo pela reportagem A rotina de luta contra a morte na emergência do Hospital Cristo Redentor. ZH acompanhou dois plantões em uma das principais instituições da rede hospitalar de Porto Alegre.

A iniciativa premia os melhores trabalhos jornalísticos da área da saúde. Em 2014, o primeiro lugar na categoria jornal impresso ficou com a reportagem de Kamila Almeida, publicada em 9 de julho sobre Quanto custa ao SUS parar de fumar

O segundo lugar também ficou com ZH, com a reportagem sobre a relação da desinformação e o índice de cesáreas, da repórter Jaqueline Sordi, publicada em junho no caderno Vida.

Confira a lista completa dos vencedores no site da Amrigs.

 

Alunos de Osório visitam a Redação de ZH

14 de outubro de 2014 0

Com agendas, bloquinhos, celulares, cartazes e muita curiosidade, um grupo de alunos do Instituto de Educação Cenecista Marquês de Herval, de Osório, desembarcou esta manhã no prédio do Grupo RBS para visitar a Redação de ZH. Por cerca de uma hora, as crianças descobriram como funciona a produção do jornal e conheceram editores e instalações.

No estúdio da TVCOM instalado em ZH, o grupo recebeu informações e anotou tudo para depois trabalhar em sala de aula.

Lúcia Pires

Lúcia Pires

A turminha também exibiu trabalhos feitos sobre sustentabilidade e destacou a reportagem de ZH dominical em que crianças aceitaram o desafio de ficar um final de semana sem aparelhos eletrônicos.

— Eu achei muito desafiador. Eu só conseguiria um dia — disse Gabriela Bernardes Bertoletti Raccic, 9 anos.

Lúcia Pires

Fotos e selfies, além de um papo com a editora de Esportes digital, encerraram a visita.

Lúcia PiresLúcia Pires

— Agora vamos fazer um piquenique no Iberê Camargo (a Fundação) e vamos até fazer arte por lá — contou Carolina Corrales.

Lucia Pires

 

ZH é o Veículo Impresso do Ano do Prêmio Colunistas RS 2014

13 de outubro de 2014 0

O projeto de reformulação de Zero Hora, iniciado em maio deste ano, segue colhendo os frutos que a nova proposta editorial, comercial e visual tem apresentado aos seus leitores. O jornal foi reconhecido com o Prêmio Colunistas RS na categoria Veículo Impresso do Ano. Isso ocorre no momento em que ZH também é um dos indicados na categoria Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo do Caboré 2014, um dos prêmios de comunicação mais importantes do país.logozhnovo

A reformulação do jornal incluiu a logomarca

Na 47ª edição, o prêmio conta com um júri formado por jornalistas especializados em comunicação de marketing e por profissionais de capacidade reconhecida dos setores cobertos pelas premiações. Trabalhos nas categorias jornal, revista, rádio, mídia exterior, mídia alternativa, mídia digital, cinema, televisão e internet serão agraciados na festa de premiação, em data a ser anunciada em breve.

Para o presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, este novo reconhecimento é uma prova dos bons resultados do trabalho que vem sendo realizado, focado no atendimento das novas necessidades do público e no impacto das novas tecnologias sobre o consumo de informação.

– Estamos muito felizes com mais este reconhecimento do mercado para o trabalho coletivo que estamos fazendo em Zero Hora. Nosso compromisso é com o público e tudo o que fazemos é para sermos cada dia mais úteis e mais relevantes para a vida das pessoas – destaca Eduardo.

O Prêmio Colunistas é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda (Abracomp), que tem o objetivo de destacar os trabalhos mais relevantes das áreas de comunicação e de marketing de empresas e profissionais atuantes no Brasil.

 

Dia 13 para o candidato 13

13 de outubro de 2014 0

O governador Tarso Genro dedicou o dia 13 de outubro para falar aos veículos da RBS. No centro da Redação de Zero Hora ele responde aos jornalistas questões sobre diferentes temas, depois de passar pelo programa Atualidade, da Rádio Gaúcha. A agenda do Dia do Candidato na RBS passará ainda pelo programa Sala de Redação, da Gaúcha, e termina à noite, na RBSTV.

No dia  15 de outubro será a vez do candidato Ivo Sartori. O conteúdo é transmitido ao vivo por ZH.com.br e TVCOM.

Lúcia Pires

Bela vida

11 de outubro de 2014 0

marta gleich

Como será o seu funeral? O tema parece pesado para um fim de semana, mas vou tentar convencê-lo de que não é.

Na segunda-feira passada, a Redação de Zero Hora compareceu à despedida da editora e colunista Maria Isabel Hammes, a Bela, no Crematório Metropolitano. Os leitores acompanharam a coluna da Bela por anos – este lado todos conhecem. O que vou contar aqui não tem a ver com assuntos de economia: trata-se da pessoa por trás da página do jornal.

O funeral da Bela, vencida por um câncer, foi uma lição para as centenas de pessoas que passaram por lá. Uma cerimônia de despedida sempre sintetiza o que a gente foi. E esta mostrou-se particularmente significativa. Bela não estava mais viva em seu corpo. Mas podia-se ver a vida da Bela, sua marca, em cada um dos que lá estiveram. A certa altura, o frei franciscano Luis Fernando Tavares disse:

– Maria Isabel semeava vida por onde passava.

É verdade. O impressionante foi cada um de nós perceber, na despedida, o tamanho da colheita que Bela semeou durante seus 55 anos. Estavam lá empresários, colegas da RBS, ex-colegas, amigos, parentes. Uma massa de gente absolutamente heterogênea e improvável. Paulo Sant’Ana, num pronunciamento ao pé do ataúde, destacou isso.

– Olha isso, Bela! Gente de toda parte!

O grande aprendizado daquele dia foi ver o resultado da obra “Vida de Bela”. Uma bela vida. Cada um tinha uma história em especial para contar. “Bela fez meu chá de fralda.” “Bela foi uma jornalista correta e leal quando tivemos o episódio tal na nossa empresa.” “Bela me encaminhou para um emprego.” “Bela era como uma mãe para mim.” “Bela me alegrava todo dia.” Cuidava tanto de todos, se importava tanto com todos, que se esquecia até de cuidar dela mesma.

Bela surpreendia – e até chocava – pela descontração e simplicidade. Quando o presidente de uma multinacional vinha visitar a RBS, sua assessoria ligava antes e perguntava:

– Mas a Bela vai estar junto na reunião, não é?

Faziam questão. Os mais importantes empresários do país adoravam o jeitão dela. No primeiro minuto, quebrava o gelo e os tratava como se fossem o Zé da Esquina, o compadre de anos. Chamava a todos por tu, puxava um papinho pessoal, dava gargalhada, era simples, era humana. Para quem vive a formalidade das corporações, chegava a ser desconcertante. Era assim do Seu Gerdau à pessoa mais humilde.

Aliás, com Jorge Gerdau Johannpeter havia uma história engraçada. Na Redação, chamávamos um dos mais reconhecidos empresários do país de “Gerdau”. Mas Bela o chamava de “Jorge”. Pronto: virou “Jorge” para a Redação (acho que nem o Jorge sabe disso). Maria Elena Johannpeter, esposa dele e presidente da Parceiros Voluntários, foi uma das primeiras a ligar e oferecer ajuda quando soube que Bela estava doente. Uma das primeiras – de centenas. A casa da Bela e, depois, o quarto do hospital viraram um entra e sai. Ela não podia adoecer. Muito menos morrer.

Ainda tenho, na minha caixa de e-mails, uma mensagem dela do dia 28 de junho, em agradecimento às manifestações de carinho da Redação. Destaco alguns trechos, do jeito que ela escreveu: “Tu acreditas que ainda tô respondendo mensagens de ontem? Elas não param… mas o que eu quero dizer é que daqui um tempo tu já imaginaste o orgulho q ainda mais vamos ter qdo a gente olhar todo esse amor que a gente ajudou a criar, marta? Tu já te deste conta desta redação maravilhosa, cada vez mais, maravilhosa q temos? não só jornalisticamente, mas amor mesmo????????????? acho q. sim, fizemos e estamos fazendo nossa parte”.

Sim, Bela, fizeste mais do que tua parte. Com os leitores, com as fontes, com os colegas. Nos ensinaste simplicidade, humanismo, doação ao outro, amizade, lealdade, profissionalismo, solidariedade, paixão pelo jornalismo. Tua cerimônia de adeus foi uma das coisas mais tristes que já presenciei. Mas foi, também, como era típico teu, uma reflexão, para cada um, do rastro que a gente deixa todos os dias na vida dos outros.