Confira os destaques da edição desta quinta-feira, 24 de maio de 2012
Confira os destaques da edição desta quinta-feira, 24 de maio de 2012
O projeto Jornalista Por Um Dia, do jornal co-irmão de ZH Pioneiro, de Caxias do Sul, recebeu uma comenda do júri da Associação Mundial de Jornais (World Association of Newspapers and News Publishers– WAN-IFRA).
O Foca – apelido do projeto em referência ao jargão que identifica jornalistas iniciantes – foi inscrito na categoria Projetos de Excelência Contínua do prêmio destinado a ações que estimulem a leitura entre os jovens.
O projeto existe desde 1997, e mais de 1,6 mil estudantes já foram Jornalista por um Dia. Os alunos da Serra são incentivados a produzir notícias, artigos, fotos, charges, crônicas ou ilustrações tratando de todas as editorias do Pioneiro. Os melhores trabalhos, anualmente, são publicados em uma edição especial encartada no jornal. De 1997 a 2011, o Pioneiro já recebeu mais de 60 mil trabalhos.
— Este é um programa extremamente completo que incentiva os alunos a aprender fazendo, não apenas relatando, mas empregando todas as etapas de produção de uma notícia – disse a diretora executiva da Associação Mundial dos Jornais, Aralynn Abare McMane, ao anunciar a conquista da comenda ao editor-chefe do Pioneiro, Roberto Nielsen.
O Conselho de Blogueiros dos cadernos ZH Bela Vista e ZH Moinhos se reuniram terça-feira para degustar filé mignon ao molho de cerveja, saladas e uma deliciosa sobremesa feita com sorvete de creme, brigadeiro e Bolacha Maria. Tudo preparado por Cláudio Ely, blogueiro do ZH Bela Vista, e Verena, sua mulher, que abriram o apartamento para o encontro.
No sofá, Cláudio Ely, Patrícia Specht, Rossani Thomas, Miréia Borges e Luiz Felipe Irigaray. Atrás, Lu Kolesny e Mariana Müller.
Foi a segunda reunião-jantar do grupo _ a primeira foi no ano passado. O grupo conversou sobre notícias dos bairros, os blogueiros deram sugestões para aprimorar os blogs dos caderno e as repórteres e editoras os atualizaram a respeito de mudanças nos cadernos, como as que serão promovidas no conteúdo online, nos blogs e redes sociais.
Leia um post da blogueira Miréia Borges contando os bastidores do jantar, clicando aqui
O próximo Café ZH do ZH Moinhos está marcado para o dia 31 na Praça de Alimentação do Moinhos Shopping, das 13h às 19h. Na ocasião, os leitores podem sugerir entrevistados para as seções Conheça Seu Vizinho e O Nome, reportagens sobre problemas de trânsito, buracos que não são consertados, festas da comunidades, projetos sociais, eventos escolares ou fatos históricos. Podem, inclusive, levar ao evento fotos para as seções O Bairro da Minha Janela, Mascotes, Novos Moradores e Minha Turma.
Confira os destaques da edição desta quarta-feira, 23 de maio.
Zero Hora conversou com os dois protagonistas de O Pagador de Promessas. Leonardo Villar, 87 anos, falou por telefone, do Rio, onde mora. Glória Menezes, 77, encontrou a reportagem em sua passagem por Gramado, no fim de semana. Ambos eram estreantes em cinema quando estrelaram o filme que ostenta o mais importe prêmio já conquistado por uma produção brasileira, a Palma de Ouro do Festival de Cannes.
O conteúdo histórico está na edição do Segundo Caderno desta quarta-feira.
Confira os destaques da edição do dia 22 de maio de 2012:
A próxima edição do projeto Cineclube ZH está marcada para o próximo sábado, com o filme Flores do Oriente.
Para garantir o ingresso, basta enviar um e-mail, com nome e CPF, para cineclubezh@ zerohora.com.br. As cem primeiras mensagens podem reservar dois lugares. A sessão começa às 10h30min, no Arteplex.
Para o debate, após a sessão, o convidado especial é Diego Pautasso, professor de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que será mediado pelo jornalista de ZH Marcelo Perrone.
Indicado ao Globo de Ouro e apontado pela China para disputar uma vaga no Oscar de filme estrangeiro, Flores do Oriente é o vigésimo longa de Zhang Yimou, diretor de Lanternas Vermelhas (1991) e O Clã das Adagas Voadoras (2004).
O Cineclube ZH é realizado por Zero Hora em parceria com o Unibanco Arteplex. Acompanhe informações sobre o projeto em zerohora.com/segundocaderno e no Twitter @CineclubeZH.
Rodrigo Lopes - Editor de Capa de ZH

Na última quinta-feira, a 50 quilômetros da costa do Líbano, a bordo da fragata Liberal, da Marinha brasileira, estávamos na Praça D’Armas, a sala de recreação dos oficiais da força de paz da ONU no Oriente Médio. Como enviado de ZH, encerrava três dias a bordo, minha primeira experiência confinado em um navio no mar – e que mar lindo o Mediterâneo... Foi quando o imediato da embarcação gritou:
– O João Ricardo é gaúcho.
– O que, senhor? – surpreendeu-se o segundo tenente de 30 anos, nascido e criado no bairro Hípica, na Capital.
– O Rodrigo é jornalista do Zero Hora (é assim, no masculino, que as pessoas de fora do Rio Grande chamam ZH).
João Ricardo de Souza Santos da Silva tirou sarro dos colegas ao responder se torcia para Grêmio ou Inter:
– Sou 60% colorado...
– Então não é gaúcho! – brincaram os amigos.
Na nossa terra de chimangos e maragatos, de esquerda e direita, não existe 60% colorado. Ou é gremista ou é colorado. Chamei João Ricardo para uma conversa entrevista no convés-exterior:
– Há outros cinco gaúchos a bordo! – disse. Em seguida, alto-falantes do navio ecoavam:
– Tripulantes nascidos no Rio Grande do Sul devem se apresentar na popa da embarcação.
Não deixava de ser engraçado o sisudo áudio dos alto-falantes de um navio de guerra ser usado para localizar gaúchos a bordo. Menos de cinco minutos depois, estavam na minha frente os seis militares com suas bandeiras do Rio Grande, cuias, bombas de chimarrão e sorrisos por encontrar um repórter de ZH.
Tem sido assim ao longo de 16 anos de coberturas internacionais. Entre guerras, terremotos e furacões, lembro o momento exato em que encontrei cada gaúcho nos grotões do planeta: Harlei Noro, na morte de João Paulo II, no Vaticano; Cláudia Zimmer em Jefferson Parish, arredores da New Orleans submersa pelo furacão Katrina; Ricardo em Tel-Aviv, na guerra entre Israel e Hezbollah, em 2006; Sylas Silveira, em 2010, no terremoto do Haiti.
Aliás, no Haiti, vivi uma situação especial: em 2007, na base brasileira em Porto Príncipe, todo o contingente era de militares de quartéis no Rio Grande do Sul. Tínhamos churrasco, chimarrão e gente por todo lado com camisetas de Grêmio e Inter. Nunca me senti tão em casa.
Costumo brincar, entre amigos, que a mais difícil missão é ser editor de Mundo em um Estado que se acha “o mundo”. Fora o bairrismo natural, há todo um desafio diário de estar onde os fatos mais importantes ocorrem. ZH, embora do Sul, tem a exata noção de que uma grande história pode estar do outro lado do mundo – ou da rua. E, quando é preciso, enfrenta tsunamis e bombardeios para retratar o mundo pelos olhos dos gaúchos. Cruzamos oceanos para encontrar o terceiro sargento Aiórton, o segundo-sargento Prado, o segundo-tenente João Ricardo, o suboficial Borba, o fuzileiro naval Menezes e o suboficial Lopes.
Pode parecer exagero, mas poucas coisas são melhores do que ouvir um “Bah, tchê” do outro lado do planeta. E retratar isso no jornal. Melhor ainda é receber e-mails de parentes comovidos por verem seus heróis nas páginas de ZH.
– Obrigado por ter tornado essa sexta-feira especial para os Gaúchos da Liberal! Minha família e meus amigos estão muito orgulhosos!
Assim como devem estar os gaúchos que leram a reportagem, onde quer que estejam – disse-me João Ricardo, na sexta-feira, por e-mail. Quando isso acontece, tenho certeza, Zero Hora está onde deve estar: onde os gaúchos estão.
Confira os destaques da edição do dia 20 de maio de 2012:
A Turma de Comunicação da Escola de Educação Especial Nazareth (APAE-POA), que havia visitado a Redação em abril, conheceu esta semana o Parque Gráfico de ZH. Depois da primeira visita, contaram as professoras, os jovens ficaram ainda mais curiosos com o processo de impressão do jornal.
— Eles imaginavam uma gráfica, igual a muitas outras, e foram surpreendidos pela estrutura e organização do local — relata Luciana Sant'Ana, coordenadora de Marketing da APAE POA.
A turma é formada por 12 alunos. Eles produzem um informativo quinzenal na escola, mantêm um blog e gerenciam o e-mail da turma. O informativo é distribuído para os cerca de 300 alunos da escola, que levam as informações para suas famílias.

O grupo discute as pautas, avalia o que é de interesse do público-alvo, planeja e executa entrevistas e elabora o jornal, com o auxilio da professora titular da turma. Visite o blog da turminha!