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Posts na categoria "Carta do Editor"

As novidades de março em sua ZH

30 de janeiro de 2016 3

marta gleich

Há seis meses, estamos preparando, com a ajuda dos leitores, duas importantes mudanças em Zero Hora: a superedição de fim
de semana e uma edição digital dominical. As novidades ainda vão demorar mais de um mês para serem lançadas, mas desde já quero detalhá-las a vocês e contar por que ZH está fazendo essas transformações.

SUPEREDIÇÃO DE FIM DE SEMANA

A partir de março (o dia exato ainda será definido), ZH vai unir as edições impressas de sábado e domingo em uma só. Essa edição turbinada, com cerca de 170 páginas, será entregue no sábado pela manhã ao assinante (mesmo horário em que hoje você recebe a edição de sábado). E por que uma superedição? Porque o leitor nos disse que adora o jornal de sábado, cheio de notícias e colunistas, mais o caderno Vida (um dos campeões de audiência entre nosso público), os Classificados e o 2º Caderno, com a programação completa para o fim de semana. Mas o jornal de sábado dura pouco! Em seguida já chega a dominical, lotada de reportagens especiais (que receberam nota máxima de mais de 90% dos leitores!), o caderno Donna, o TV Show, o PrOA, os Classificados. Por que não fazer, então, uma edição única, com o melhor das duas edições e todo o fim de semana para ler? E se, além disso, tivéssemos coisas novas a oferecer? Voltamos com essa proposta aos leitores e eles adoraram. Olha só o que esse produto terá:

— Um primeiro caderno ainda mais robusto, com mais páginas, trazendo as editorias de Notícias e de Esportes. Para quem não vive sem novidades de Grêmio e Inter, uma novidade: mais conteúdo! Deverão ser umas 16 páginas de Esportes.
— A revista Donna, com todos os conteúdos que já tem hoje.
— O caderno Vida, ampliado, porque passa de oito para 12 páginas.
— O caderno Classificados.
— Um novo suplemento, o Fíndi, de 16 páginas, com toda a programação para o fim de semana, notícias de televisão, cinema, toda a programação de cultura e entretenimento, e uma novidade pedida pelos leitores: páginas para as crianças!
— Uma revista nova, chamada DOC, de 28 páginas, com megarreportagens especiais, novos colunistas (Fernanda Zaffari escreverá de Londres, e Fernando Eichenberg, de Paris), mais Paulo Germano, Cláudia Laitano, Luis Fernando Verissimo, colunistas e articulistas do caderno PrOA e a entrevista semanal que chamamos de Com a Palavra.

Você recebe tudo isso no sábado de manhãzinha e tem o fim de semana todo para ler. Mas aí tem outra novidade. Os leitores sempre reclamaram que o jornal de domingo circula no sábado, e que no domingo eles não recebem as atualizações de sábado.

Vamos resolver isso com a seguinte novidade:

A NOVA EDIÇÃO DIGITAL DOMINICAL

Todo domingo, pelas 11h, será publicada uma edição de ZH parecida com ZH Noite. Digo isso para quem já conhece e já está
acostumado com essa novidade que recém lançamos. Para quem não está, explico. É uma edição digital, para folhear, com páginas que trazem as novidades do sábado e muitas interatividades (vídeos, galerias de fotos, links para conteúdos complementares). Você poderá ler esta edição fresquinha do domingo de manhã no seu tablet, no smartphone ou no desktop. Não será uma edição impressa em papel, mas algo para ler na tela. Para quem adora o layout do papel, ela reproduz a sensação de virar as páginas, com a vantagem de poder clicar e assistir a vídeos, ver mais fotos etc. Estamos preparando essas novidades com muito carinho para os leitores, e testando com grupos de assinantes os produtos a cada passo, para tentar atender ainda melhor o nosso público. 2016 terá outras inovações, como novo site de ZH, novos aplicativos, novo mobile site, uma nova central de vídeos. Mas isso eu conto com calma à medida que formos aprontando cada uma delas.

Segurança, o problema mais urgente

23 de janeiro de 2016 16

marta gleich

A reunião de planejamento da Olimpíada dos jornalistas e comunicadores do Grupo RBS estava para começar. Sala cheia, dezenas de colegas se cumprimentando, quando chega o Luciano Potter, colunista de ZH e comunicador da Atlântida e do Pretinho Básico, agitado:

- Acabei de ser assaltado no Centro. O cara me botou uma faca no pescoço. Levou meu celular.

Potter contou a história para dois ou três colegas. Começou a reunião. Todos sentaram e começaram a trabalhar. No dia seguinte, alguém comenta comigo no corredor da Redação: sabia que levaram o carro da Célia Ribeiro (colunista do Donna)?

Entro na minha sala e uma pessoa da família me manda um link de uma matéria da própria Zero Hora: fizeram um arrastão em uma pizzaria conhecida do nosso bairro.

E segue a vida. Ninguém se surpreende mais com um colega ameaçado com uma faca no pescoço, com uma senhora de 86 anos vítima de roubo à mão armada, com arrastão no restaurante da esquina. Nossos leitores estão nos dizendo todo dia: a criminalidade virou epidemia.

Você aí deve estar lendo isto e lembrando de vários casos em que um colega, um parente, um conhecido, um amigo ou você mesmo foi vítima. Pense em qualquer familiar. Tem alguém na sua família que ainda não passou por isso?

Já vínhamos intensificando o número e a profundidade das reportagens sobre segurança nos últimos tempos, refletindo a realidade das ruas e a demanda de nossos públicos. Mas agora vamos fazer mais. Na reunião de editores de quinta-feira, decidimos que Zero Hora não pode se anestesiar para esse assunto. Não é aceitável. Não podemos nos conformar. E não vamos nos conformar.

Resolvemos criar a série de reportagens Crise na Segurança, acompanhada de editoriais com a opinião do Grupo RBS, que estreia nesta segunda-feira. Convidamos as redações do Diário Gaúcho, da Rádio Gaúcha e da RBS TV para se unirem à causa.

Queremos dar as mãos ao público que nos lê, nos ouve, nos assiste, na busca de soluções, na prevenção e na cobrança do Estado. Queremos que você participe. Conte sua história, ou a de um familiar ou conhecido. Ela poderá inspirar alguma pauta do jornal, do rádio ou da televisão. Envie seu relato pelo e-mail seguranca@zerohora.com.br ou pelo Facebook de ZH: facebook.com/zerohora. As reportagens especiais sobre o assunto, que serão publicadas duas ou três vezes por semana, serão sempre identificadas com este antetítulo e esta programação gráfica:

Barras

Em qualquer pesquisa com a população, segurança grita como o problema mais urgente, o mais grave, o mais preocupante. É nosso papel, como porta-vozes do que acontece com os nossos leitores, ampliar ainda mais essa cobertura.

Prestação de contas

16 de janeiro de 2016 3

marta gleich

Pouco mais de um mês após o lançamento de alguns produtos digitais por ZH, compartilho com você a avaliação que os assinantes estão fazendo dessas novidades, e aproveito para contar o que vem por aí. Para lembrar:

ZH Tablet é a nova modalidade de assinatura, lançada em 1º de dezembro, em que você recebe a sua Zero Hora digital com um tablet de última geração, em uma embalagem exclusiva. Muito fácil de usar: basta ligar o aparelho e conectar-se à internet para ler o seu jornal. Os aplicativos de ZH já estão instalados.

Jornal Digital é o aplicativo lançado no dia 30 de novembro, com a nova versão para folhear a Zero Hora. É a mesma Zero Hora que você já está acostumado a ler no papel, em uma versão digital. Tem as mesmas seções (Notícias, Sua Vida, Esportes), os mesmos cadernos e colunistas. As páginas são iguais às da versão impressa, mas elas ganham interatividades (vídeos, galerias de foto e áudios), para clicar e ver na hora. Pode ser lida em tablets ou smartphones (basta baixar o aplicativo ZH Jornal Digital nas lojas da Apple ou do Google) ou no seu computador (no site zerohora.com/jornaldigital). O Jornal Digital tem duas edições por dia: uma liberada às 4h da manhã, que reproduz o jornal diário. E outra, a ZH Noite, liberada às 19h. Agora, de segunda a sexta-feira, o assinante tem duas, e não uma Zero Hora!

ZH Noite é uma segunda edição digital diária de Zero Hora, publicada às 19h de segunda a sexta-feira, com tudo o que aconteceu durante o dia, textos exclusivos de nossos colunistas e uma preparação para a noite que se inicia e para o dia seguinte, sempre com muitas interatividades.

Desde uma semana antes de seu lançamento, no período de pré-venda, a modalidade de assinatura ZH Tablet foi um enorme sucesso de vendas. As intenções de compra passaram muito de nossas previsões, o que acabou acarretando uma fila de espera. Atualmente, já normalizado, o prazo para entrega do tablet nessa modalidade é de cerca de 10 dias úteis. Para aqueles que receberam seu produto com atraso, peço desculpas, mas tenho certeza de que, com seu novo tablet em mãos, já estão aproveitando sua ZH.

Em versão beta, melhorada toda semana, o Jornal Digital é um novo aplicativo exclusivo. Lembro que, mesmo quem já tem o aplicativo de Zero Hora, precisa baixar este segundo aplicativo, “ZH Jornal Digital”, nas lojas do Google e da Apple. Temos leitores encantados com o novo produto, como Maria Tereza, que nos escreveu no dia 4 de janeiro, dizendo: “O acesso à ZH pelo tablet simplificou minha vida. Ótimo”. Ou Timóteo, no dia 30 de dezembro, que disse: “Sou assinante há muitos anos. É um dos aplicativos mais fáceis de usar”. Ou, ainda, João Carlos, no dia 2 de janeiro, que mandou: “Excelente experiência para a leitura da sua ZH”. Mas recebemos, também, críticas, como a de Téo, no dia 5 de dezembro, que disse: “Para baixar, ficou muito pesado e lento. O anterior era melhor, e a qualidade das imagens continua ruim”. Ou Leandro, no dia 14 de dezembro, que enviou: “Ainda dá para melhorar a navegação no jornal”.

Agradeço muito a todos os leitores que estão enviando suas opiniões. Para facilitar a sua avaliação, desde quarta-feira, colocamos, no topo do aplicativo, um convite para você responder a uma pesquisa, nos contando de sua experiência com o novo produto. A partir das suas sugestões, queremos melhorar ainda mais o Jornal Digital. Já estamos prevendo melhorias no tempo de download das edições, na experiência de navegação, na resolução das imagens, no zoom e no funcionamento dos passatempos, palavras cruzadas e sudoku. Se você utiliza o Jornal Digital e ainda não respondeu à pesquisa, dê sua opinião em zhora.co/PesquisaJornalDigital e nos ajude a tornar este produto ainda melhor. E, se ficou com alguma dúvida sobre as novidades digitais, acesse zhora.co/FAQZH.

A opinião na RBS

09 de janeiro de 2016 1

Mercelo Rech

Parece contraditório, mas, numa era em que todos têm vozes que podem ser ouvidas pelo resto do mundo ao toque de uma tecla, nunca foram tão essenciais as opiniões emanadas a partir de empreendimentos jornalísticos profissionais. Sejam opiniões que espelham a posição da empresa, as de seus colunistas próprios ou colaboradores externos, a pluralidade, a densidade e a especialização serão cada vez mais portos seguros nos quais os leitores, ouvintes e telespectadores se reabastecerão de diferentes pontos de vista para moldarem suas próprias reflexões. Opiniões diversas e sólidas são pilares nos quais se erguem as pontes para um convívio democrático no qual, ao contrário dos círculos do inferno em que todos reproduzem um mesmo mantra, a sociedade avança rumo a um mínimo denominador comum baseado no respeito mútuo.

No universo opinativo do jornalismo, um aspecto que merece ser sempre ressaltado é que a RBS só expressa suas posições por meio de editoriais claramente identificados como tais. Todas as demais opiniões divulgadas em seus veículos representam o livre pensamento de colunistas e articulistas externos, além de comentários vindos diretamente do público. Este momento em que a RBS cria uma inédita Vice-Presidência Editorial, inspirada e delegada pelos acionistas do grupo, é, portanto, particularmente apropriado para reafirmar como se processa a opinião da empresa, devidamente regrada pelo Guia de Ética e Autorregulamentação Jornalística.

Algumas das características dos editoriais:

- São divulgados apenas em espaços próprios em jornais, TVs, rádios e meios digitais nitidamente caracterizados como tal ou como “Opinião RBS”. Em razão da crescente importância da opinião profissional, se veem textos com essa caracterização em diferentes meios e espaços, às vezes pouco depois de um acontecimento, a fim de se atender também ao ritmo da era digital.

- As opiniões contidas nos editoriais da RBS são construídas a partir de valores sedimentados ao longo da história da empresa, tais como a defesa da liberdade, da democracia, do Estado de direito, da livre-iniciativa e do empreendedorismo, o respeito às leis e a primazia da ética em todas as interações individuais e públicas. Novas abordagens, sempre com base nos valores, são regularmente avaliadas e atualizadas pelo Comitê Editorial da RBS.

Por fim, nunca é demasiado sublinhar que a RBS respeita e estimula que os colaboradores internos e externos manifestem suas opiniões com ampla liberdade, demarcada apenas pelos valores éticos e pela responsabilidade individual. A defesa intransigente da liberdade de expressão inclui as colunas que assino em ZH às quintas-feiras e a cada dois domingos, nas quais apresento minha visão pessoal e, como ocorre com todos os demais colunistas, não necessariamente a da empresa.

É por isso que, diferentemente deste espaço, seguirei assinando as colunas como “Jornalista do Grupo RBS”. E modestamente procurando, como todos os que atuam na empresa, a, conforme o propósito da RBS, contribuir com a pluralidade e a construção de uma sociedade melhor.

Confira a página de Opinião da Zero Hora

Por que falamos sobre pessoas

26 de dezembro de 2015 0

carta_nilson

Ok, este foi o ano dos atentados, do debate sobre o impeachment e a cassação, da lama de Mariana, do… um estoque de notícias fortes, pesadas, densas a ponto de muita gente achar que 2015 é o ano que não terminou – ou de repetir a frase “acaba, 2015”.
Para ZH, este também foi o ano do menino pobre que virou músico, das pessoas que superaram doenças tidas como incuráveis, do casal que adotou uma filha após esperar cinco anos e de tantas histórias humanas que passaram por nossas páginas digitais e em papel.
Por que contar estas histórias? Vejo duas razões: porque uma única história representa várias. E porque histórias, nas suas singularidades, inspiram, emocionam, fazem pensar e provocam tantas outras reações que estão na raiz do fazer jornalismo.
– Histórias humanas, com rosto, permitem ao leitor se conectar emocionalmente. Diante de uma reportagem sobre mães que perderam os filhos, por exemplo, outras mães se sentiram amparadas e vieram a público compartilhar as suas dores. Perceberam que não estão sozinhas. Assim como não estão sozinhas as famílias que enfrentam uma doença ou encaram o preconceito: ao encontrarem em ZH histórias semelhantes, essas famílias ganham inspiração e força – diz o jornalista
Ticiano Osório, editor de Sua Vida, uma editoria que tem vida até no nome e que publicou muitas histórias em 2015.
Relembre algumas nesta página e receba, da equipe que forma a Redação de Zero Hora, o desejo de um ano novo cheio de boas histórias para contar.

ZH 23.08.2015 - Nasce uma mãeZH 12.06.2015 - Amor sem limites

ZH 26.04.2015 - Pela honra do paiZH 15.12.2015 - Uma festa para Lulu

Compromisso com a qualidade

19 de dezembro de 2015 1

marta gleich

Todo ano, tiramos uma foto oficial da Redação, como a que está no topo deste blog, captada pelo editor de Imagem Jefferson Botega. A imagem foi feita na sexta-feira, um dia de muita comemoração para o time de mais de 200 jornalistas de ZH. Estávamos celebrando as 21 distinções recebidas na 57ª edição do Prêmio ARI, o mais relevante concurso jornalístico do Estado.

Entre os 30 prêmios concedidos a jornalismo impresso, webjornalismo e contribuições especiais à imprensa, ZH foi agraciada com 21 primeiros lugares, segundos lugares ou menções honrosas. Foi bem mais do que as premiações neste mesmo concurso em toda a década passada, em que nosso máximo de reconhecimento havia sido 15.

É muito importante ressaltar: Zero Hora não faz reportagens com o objetivo de ganhar prêmios. Aliás, está previsto no Guia de Ética e Autorregulamentação Jornalística do Grupo RBS:

GUIA

Como prevê o Guia, não participamos de premiações criadas por entidades cujo objetivo é fazer com que os jornalistas falem bem daquele setor, ou seja, criem pautas que interessem mais a um grupo do que ao conjunto dos nossos leitores.
Mas o que significa tanto prêmio no concurso da Associação Riograndense de Imprensa (ARI)? Se os jurados não enlouqueceram, a expressiva premiação de Zero Hora resulta de uma entrega de conteúdo de melhor qualidade ao nosso leitor. Talvez. Isso você, que lê ZH, pode julgar todo dia.

O fato é que, em 2015, dobramos o número de reportagens especiais. Dobramos o número de reportagens investigativas. Realizamos 50% a mais de coberturas internacionais. Lançamos novos produtos, como o caderno Rumo ou a seção Pelas Ruas. Relançamos o conteúdo de colunistas, como o de Marta Sfredo. Incrementamos a edição dominical.

Criamos o ZH Tablet, uma nova modalidade de assinatura, em que você recebe um tablet com os aplicativos de Zero Hora já instalados. Renovamos o Jornal Digital, e agora produzimos duas edições para você baixar: a Edição do Dia, a partir das 4h, e a ZH Noite, a partir das 19h. Isso, somente para citar algumas realizações.

O reconhecimento da ARI foi um grande presente de Natal para a equipe de ZH. Mas, ao mesmo tempo, aumenta nossa responsabilidade. Elevamos a régua da qualidade do jornalismo que entregamos a você. Em 2016, nosso compromisso é erguê-la ainda mais.

Confira a lista dos nossos premiados

 

 

Novos produtos para assinantes

12 de dezembro de 2015 0

marta gleich

Hoje tenho uma mensagem importante para você, assinante de Zero Hora. Estamos com dois produtos novos que talvez você ainda não tenha acessado. Quem conheceu está adorando, e por isso queria contar as novidades para quem ainda não viu.

O primeiro é o Jornal Digital. Sabe a edição impressa (Zero Hora para folhear, reproduzindo a mesma experiência que você tem no papel) que publicamos para ser lida no computador, no tablet ou no celular? Agora ela foi incrementada com dezenas de vídeos, galerias de fotos, links para conteúdos extras e áudios. É uma edição totalmente interativa.>Ou seja: você vai folheando o jornal e, a cada página, há algo a mais para clicar e explorar. Quer conhecer? Faça assim:

- Se você tem um celular ou tablet da Apple, um iPhone ou iPad, baixe o aplicativo “ZH Jornal Digital” na App Store. Se você tem um celular ou tablet com sistema Android, baixe o aplicativo “ZH Jornal Digital” na Google Play. Todo dia, a partir das 4h, a edição matinal de Zero Hora estará disponível para download.

- Se você quer ler no computador, acesse zerohora.com e, no canto superior direito, clique em “Edição Impressa”. Se nesse momento você não estiver logado com seu usuário de assinante e senha, precisará se logar, ou criar um cadastro, caso seja assinante e nunca tenha feito esse processo.

O segundo produto é ZH Noite. De segunda a sexta-feira, sempre às 19h, uma segunda edição de ZH é publicada pela redação para ser lida no tablet, no smartphone ou no computador. Ou seja: os assinantes recebem duas edições, e não uma, de ZH por dia. São 20 edições a mais por mês! Essa edição traz um resumo de tudo o que aconteceu de importante no dia, dicas para o que fazer à noite, um texto exclusivo de um de nossos colunistas, cruzadinhas extras e, novamente, muitos vídeos, galerias de fotos e links para conteúdos extras.

Para acessar, o caminho é o mesmo do Jornal Digital que descrevi acima.

Quem tem acesso a esses dois novos produtos?
1) Assinantes do papel de segunda a domingo.
2) Assinantes digitais.
3) Assinantes que compraram modalidades mistas (alguns dias papel, mais digital).

Acesse. Tenho certeza de que você vai gostar dos novos produtos.

Um guia para os pais

05 de dezembro de 2015 0

marta gleich

Algum leitor achará curioso dedicarmos, nesta edição, quatro páginas para um guia de cuidados que pais e mães devem ter com seus filhos em relação às redes sociais. Pode parecer descabido tanto espaço para um assunto ligado a família, educação e comportamento numa semana trepidante de preocupantes notícias. Para relembrar: tivemos o ápice da crise em Brasília, com a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma. Aqui no Estado, as acusações de desvio de verbas da Assembleia Legislativa contra o deputado Jardel, mais cinco ônibus e um lotação queimados em Porto Alegre por uma suposta ordem de presidiários, sem contar o anúncio de que o 13º salário do funcionalismo virá via empréstimo bancário ou parcelado. E quase me esqueço de mencionar o indiciamento do presidente da CBF! Na editoria de Notícias, comandada pela editora Dione Kuhn, uma força-tarefa foi montada, para dar conta de tantos assuntos.
– A semana começou com uma operação contra o deputado Jardel. ZH acompanhou a ação do Ministério Público desde cedo da manhã de segunda-feira, trazendo conteúdos exclusivos e informações instantâneas para o site. Um dia depois, com a equipe ainda focada no caso Jardel, surgiu a informação de que cinco ônibus e um lotação haviam sido incendiados na Capital. Já era começo da noite e tivemos de alterar os planos da edição do dia seguinte. Na quarta-feira, estávamos com uma cobertura toda planejada para explicar os efeitos da ação criminosa da noite anterior, com análises, entrevistas e investigação, quando veio o anúncio do presidente da
Câmara, Eduardo Cunha, de que deflagraria o processo de impeachment de Dilma. ZH escalou sua equipe de repórteres e editores para, em um curto espaço de tempo, entregar ao leitor do site e do impresso reportagens e entrevistas que dessem a dimensão da crise política. Foram três dias intensos e que exigiram agilidade, cautela, investigação e análise, requisitos fundamentais do jornalismo – relata Dione.
Não estamos ignorando os episódios da semana, pelo contrário. Nesta edição, temos reportagens que mostram como age nos bastidores o vice-presidente Michel Temer e como o PT irá enfrentar a guerra do impeachment, além de uma análise sobre os efeitos da crise na economia do país. Em outra reportagem, explicamos como Jardel chegou à política. Mas o jornal que você tem em mãos – ou lê na internet – traz, também, o tal guia para pais preocupados com uma possível exposição excessiva de seus filhos nas redes sociais.
– Todos os pais, mais cedo ou mais tarde, terão de lidar com a pergunta do filho: posso ter um perfil no Facebook (ou em outra rede social)? Uma pesquisa do ano passado mostrou que, na faixa etária dos nove aos 17 anos, 79% das crianças e adolescentes brasileiros possuem perfil nas redes sociais. O guia que fizemos pretende ajudar a tirar dúvidas e a proteger as crianças de ameaças como pedofilia e cyberbullying – diz Ticiano Osório, editor de Sua Vida, editoria responsável pelo conteúdo.
Todo dia, em pesquisa que fazemos com nossos assinantes, um recado fica claro: os leitores dão muito valor a reportagens que os ajudem a lidar com os problemas reais ligados a suas vidas, seja na área de educação, saúde, família, comportamento, segurança ou carreira. Mesmo nos momentos mais intensos em relação a notícias obrigatórias, Zero Hora tenta oferecer aos leitores um cardápio de reportagens que contemple não só tudo aquilo sobre o que você precisa se informar, mas também os assuntos “não obrigatórios”, mas que têm tudo a ver com a vida real.

ZH no Snapchat

28 de novembro de 2015 0

marta gleich

 

Há uma semana, ZH passou a publicar conteúdos diários no Snapchat. Não sabe o que é isso? O Snapchat é uma rede social (como Facebook, Twitter, YouTube, Instagram) cujos conteúdos têm até 15 segundos e estão disponíveis por apenas 24 horas a partir do minuto de cada publicação. Tudo o que os usuários colocam lá desaparece depois desse prazo.

Popular entre pessoas de 15 a 24 anos, com mais de 11 milhões de usuários ativos no Brasil, o aplicativo funciona na velocidade desta era: tudo é rápido, tudo é rapidamente superado. Liderado por nossa coordenadora de Mídias Sociais, Alana Pereira, o Snapchat de Zero Hora se propõe a trazer informações de uma maneira ágil e leve.

Por exemplo: na semana de estreia, o Snap de ZH trouxe conteúdos como relatos de torcedores a caminho do Gre-Nal, a votação do projeto do Uber na Câmara de Vereadores, bastidores da Redação (inclusive um vídeo 360 graus), dicas da Black Friday ou a revelação das bandas que tocarão no Planeta Atlântida.

– Criado para aproximar os amigos, o Snapchat também é uma ótima maneira de se informar. ZH, com mais esse canal de distribuição, trará aos leitores pílulas dos principais assuntos do dia – explica Alana.

Se você ainda não tem o aplicativo cujo símbolo é um fantasminha, baixe “Snapchat” na loja de aplicativos do seu celular.

Se já tem, basta seguir “zerohorarbs”, ou abra o Snapchat e siga o primeiro código abaixo. Você também pode seguir os conteúdos nos perfis de Zero Hora sobre a dupla Gre-Nal: “gremistazh” e “coloradozh” (ambos abaixo).

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Um novo jornal digital

A partir desta segunda-feira, assinantes de Zero Hora terão acesso a um produto totalmente novo. O jornal digital (aquele para folhear no desktop ou no tablet) terá duas edições por dia. A edição da manhã, que é igual à sua ZH de todos os dias, só que cheia de interatividades: vídeos, galerias de fotos, links para conteúdos na internet. E, a grande novidade, ZH Noite: uma edição a mais de segunda a sexta-feira, liberada sempre às 19h, com atualizações do que aconteceu no dia, colunas exclusivas, sugestões para a noite. Um presente para os assinantes do jornal! Mas atenção: se você já é assinante e tem o aplicativo da ZH no seu tablet, continue utilizando este para ler as notícias online e baixe o novo “ZH Jornal Digital” para ter acesso às edições de folhear.

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As duas novas edições do jornal digital (manhã e noite) estão sendo lançadas junto com uma nova modalidade de assinatura:
ZH Tablet, que começa a ser vendida nesta terça-feira. Ao assinar esta opção, o leitor receberá um tablet Samsung de última geração com os aplicativos de ZH já instalados na tela.

O primeiro dá acesso às notícias que estão acontecendo a todo momento. E o segundo, ao jornal digital (para folhear), com as duas edições diárias. Começamos a falar informalmente dessa novidade e até sexta-feira mais de mil interessados haviam se cadastrado para adquirir a novidade em primeira mão.

Você deve estar se perguntando: e se já sou assinante, vou ter acesso? E se eu assino só no fim de semana, como faço? E se eu quiser o tablet? Para todas essas perguntas e outras tantas, criamos um site especial que responderá a todas as dúvidas. É só clicar aqui!

clicStudio

21 de novembro de 2015 0

marta gleich

Na última semana, a área comercial de Zero Hora apresentou uma novidade a seus anunciantes: o clicStudio. No mundo todo, jornais e revistas estão criando seus estúdios de produção de conteúdo para marcas. The New York Times criou o “T Brand”. Estadão, o Estadão Projetos Especiais. The Wall Street Journal, o Custom Studios. A rede americana de televisão CNN, o Courageous. A Editora Abril, o Estúdio ABC. A lista poderia ter dezenas de exemplos. Por que grandes jornais, revistas e redes de televisão fazem este movimento?
A publicidade mudou. E a forma de os anunciantes se comunicarem com seus públicos, também. Cada vez mais, as marcas querem vender seus produtos associando-os a conteúdo e contexto, para atraírem mais a atenção. Jornais, revistas, emissoras de TV e rádio, que são especialistas em produzir conteúdo, passaram a prestar esse serviço. Cercada de alguma polêmica, a iniciativa de veículos de comunicação produzirem e publicarem conteúdos para anunciantes pode gerar dúvidas nas redações e nos leitores. Historicamente, há uma nítida linha que separa publicidade de espaço editorial, e o branded content, como é chamado o conteúdo produzido para um anunciante, poderia borrar esse limite. Para preservar a credibilidade do veículo e garantir transparência ao público, há duas boas práticas seguidas por ZH e por outras empresas jornalísticas sérias que criam esse tipo de estúdio:
1) o conteúdo é produzido por uma equipe de jornalistas ligada à área comercial, e não à redação. Ou seja: um jornalista da redação não fará este tipo de conteúdo;
2) esses conteúdos estarão devidamente identificados para o leitor. No caso de ZH, com este selo:

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The New York Times, por exemplo, identifica o material com um selo do “T Brands” e uma frase que diz algo como “A equipe de notícias e editorial não faz parte da preparação deste conteúdo”. Igualmente em ZH, os conteúdos serão sempre acompanhados de um esclarecimento, como fizemos na última semana: “O clicStudio é uma área criada por ZH para a produção de conteúdo patrocinado por anunciantes. O material publicado com esse selo não é produzido pela Redação”.

PUXÕES DE ORELHAS – Todo dia, os jornalistas de ZH recebem muitas manifestações de leitores. Desde os comentários nos posts de redes sociais a manifestações que chegam no call center, telefonemas, e-mails e até – acredite! – cartas escritas à mão. Nem sempre (oh, céus,você também sente que não dá conta de todas as coisas que tem de fazer no dia?) respondemos a cada uma. Mas todas as críticas e sugestões são lidas e consideradas nas nossas decisões. Quando eclodiram os ataques em Paris, acionamos o correspondente Fernando Eichenberg e enviamos o jornalista Rodrigo Lopes para a Europa. Nas redes sociais e por e-mails, muitos leitores criticaram: e Mariana? Não vão mandar ninguém? Confesso que estávamos nos enrolando um pouco para enviar um correspondente a Minas Gerais. A clara manifestação dos leitores fez com que organizássemos a ida da dupla Marcelo Gonzatto e Bruno Alencastro para o centro da tragédia da lama. Em seguida, enviamos o repórter Caetanno Freitas e o fotógrafo Anderson Fetter para o Espírito Santo, onde a lama chegou na quinta-feira. O quarteto está produzindo uma série de reportagens especiais que se iniciou na quarta-feira. Se perdeu algum capítulo, confira todo o material em bit.ly/rotadalama. Obrigada pelo puxão de orelhas!