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Posts na categoria "Carta do Editor"

Nossa marca, nossa alma

23 de julho de 2016 0

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Para você, que está neste momento lendo o jornal, o que é a Zero Hora?

Nos últimos meses, o pessoal aqui da ZH questionou de verdade: o que é a Zero Hora e o que ela quer ser? Os que trabalham com marketing chamam isso de “posicionamento”. Mas também pode-se dizer que é a alma.
Pense nas motos Harley Davidson: aventura, liberdade, rebeldia. É o cerne da marca. Pense nos celulares ou computadores da Apple: o que vem à cabeça? Design, inovação, tecnologia. Posicionamento é isso. É o que a marca representa, a expressão do seu propósito. Então, voltando para a ZH. Qual a nossa alma?
Nossa vida é entender os gaúchos. E estamos ao lado desse povo para construir um Estado melhor. Acreditamos que contribuímos para isso fazendo jornalismo profissional. Nosso posicionamento se resume numa frase linda e forte. Veja se você gosta tanto quanto eu gostei:

Zero Hora. Perto para entender. Junto para transformar.

Na última segunda-feira, foi mostrado na Redação e em todas as áreas da empresa o vídeo que retrata o propósito da marca: a essência do que nós somos e o nosso compromisso com a sociedade. Dias antes dessa apresentação, o Marcelo Leite, nosso diretor de Marketing e Produto, me chamou na sala dele para mostrar o vídeo. Assisti em silêncio e, de repente, muitas lágrimas brotaram sem que eu conseguisse segurar. O Leite teve de buscar uma porção de lenços de papel. Sabe quando você faz a vida inteira, todo dia, uma coisa, e alguém resume isso num filme de dois minutos e pega na veia? Você, que está lendo esta carta, imagine alguém sintetizar num curto filme o que você faz, por que acorda todo dia, qual o seu propósito, qual a sua marca, a sua razão de existir. Não tem como não gastar todos os lenços do Marcelo Leite!

Quer assistir ao vídeo de que estou falando? Clique aqui.

Esse filme abre a primeira fase da campanha de posicionamento da marca Zero Hora. Depois, virão anúncios na TV, no jornal, no rádio e nas plataformas digitais. Nas redes sociais, nossos comunicadores já estão compartilhando o link.
Mas como isso vai impactar os leitores? É a renovação do nosso compromisso com o público. Se trabalharmos direitinho, reposicionar a marca vai resultar num jornal que esteja mais a seu lado, que entenda melhor o que você quer e do que precisa, que vibre com suas emoções e que construa, junto, uma vida e um Rio Grande do Sul melhores. Com jornalismo forte, independente, plural, responsável e comprometido com a sociedade.

Atenção, alunos e professores

16 de julho de 2016 1

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Todos os anos, durante cinco dias, a Redação de Zero Hora recebe um grupo de cinco estudantes de Jornalismo de universidades gaúchas. São os vitoriosos do Primeira Pauta, um projeto que garimpa talentos e ajuda a qualificá-los para o mercado ao concluírem a faculdade. O processo começa em maio, quando jornalistas de ZH visitam os cursos, trocam ideias sobre desafios da profissão e lançam o projeto. Os estudantes – dezenas deles – se inscrevem, produzem um conteúdo proposto pelo jornal e 15 são selecionados para a penúltima etapa, de onde saem os cinco vitoriosos.

Na Redação, eles mergulham em pautas, apuração, texto, edição, captação de imagem e outras tarefas. Participam de reuniões, acompanham equipes que saem a campo e ganham a missão de produzir um conteúdo jornalístico multiplataforma, sob supervisão de editores. Não há um grande campeão. Todos são vencedores, incluindo nós, jornalistas, que crescemos com a convivência e experimentamos o novo e entusiasmado oxigênio dos primeiras-pautas.
O programa se repete desde 2009. Muitos dos que pisaram na Redação como estudantes selecionados hoje são contratados de Zero Hora ou de outros veículos do Grupo RBS. Então, vale o alerta do título deste texto: atenção, alunos e professores, inscrições ao Primeira Pauta 2016 vão até 18 de agosto.

 

Jornalismo e parceria – As redações de Zero Hora, Rádio Gaúcha e Diário Gaúcho ficam no prédio da esquina das avenidas Ipiranga e Erico Verissimo. Mais do que o endereço, as centenas de jornalistas destes veículos são unidos por paixão, profissionalismo e ideais. Queremos fazer bem feito e ajudar a sociedade a avançar, mesmo ao tratarmos de assuntos espinhosos e desagradáveis de ler, ver e ouvir. Uma prova disso foi dada na manhã da última segunda-feira, quando zh.com.br e Rádio Gaúcha veicularam a reportagem “Dinheiro pelo bueiro”. Resultado de cinco meses de investigação da jornalista Adriana Irion, de ZH, o trabalho escancarou o superfaturamento na cobrança dos serviços feitos pela empresa JD Construções ao Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), ligado à prefeitura da Capital.

A divulgação teve efeito imediato em duas direções: de um lado, leitores e ouvintes enviando uma avalanche de queixas dos maus serviços do DEP e dando novos indícios de irregularidades; de outro, um corre-corre na prefeitura para apurar responsabilidades, afastar envolvidos e tentar colocar em ordem o que há tanto tempo não está.
O jornalismo faz (ou força) as coisas melhorarem.

 

Que sexta-feira! – Para aspirantes ao Primeira Pauta e veteranos como Adriana Irion, a sexta-feira foi um dia cheio de ensinamentos na Redação de Zero Hora. Começamos repercutindo os atentados na França com seus impactos no Brasil olímpico e terminamos com o golpe na Turquia, que nos desafia a colocar um enviado especial na tensa Istambul nas próximas horas para continuarmos informando os leitores durante o fim de semana. Monotonia zero!

 

Receba notícias pelo e-mail

09 de julho de 2016 0

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Você já assinou as newsletters de Zero Hora? Não? Vou te contar: são o maior sucesso. Funciona assim: você acessa a página e marca quais as newsletters quer receber. Tem 14 diferentes. Eu marquei para receber todas! Tem os destaques da manhã, com tudo o que você precisa saber para sair de casa bem informado, tem os destaques do editor (essa é a minha, mando para você ao meio-dia tudo o que está acontecendo de mais importante), tem do caderno Viagem, que eu adoro, tem de Grêmio e Inter… Vá lá e escolha, e depois me diga o que achou. Hoje estamos publicando na página 18 uma explicação bem detalhada desse novo serviço de ZH para seus leitores.

Troca de figurinhas
Em busca de sempre elevar a qualidade do jornalismo, ZH criou no ano passado um evento chamado “Em Pauta ZH – Debates sobre Jornalismo” e um outro momento interno da redação de compartilhamento de experiências e novidades, inspirados no TED, o famoso evento de inovação que não dura mais de 20 minutos. Já recebemos no “Em Pauta ZH” jornalistas renomados como Caco Barcellos ou Eliane Brum, repórteres combativos e megapremiados como Adriana Carranca e Mauri König, ou dirigentes de grandes redações, como Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha de S. Paulo.

ascaniopaulaNa quarta-feira, recebemos, com casa cheia e fila de espera para conseguir uma vaga, Ascânio Seleme, diretor de Redação de O Globo, um dos mais relevantes jornais do país. E, na quinta-feira, tivemos momento tipo TED na Redação para ouvir Paula Minozzo, nossa repórter que foi passar dois meses nos EUA aprendendo mil coisas sobre comunicação digital.

Paula voltou muito empolgada, depois de visitar gigantes como Huffington Post, Washington Post, Facebook, The Atlantic, NPR, USA Today, entre outras. Essa troca de figurinhas e aprimoramento constante faz parte da cultura de ZH. Com jornalistas melhor preparados, queremos entregar um jornalismo de maior qualidade para você.

Troca de cadeiras

juliaA partir desta segunda-feira, a coluna Rede Social, no Segundo Caderno e na Revista Donna, passa a ser assinada pela jornalista Júlia Alves, que integra a equipe desde a criação dessa seção, em 2013. Júlia assume o lugar de Fernanda Pandolfi, que deixa o Grupo RBS para empreender, iniciando em breve um projeto pessoal. Em mais de dois anos, Júlia foi o braço direito de Fernanda, estando envolvida nos principais projetos da coluna. O time da coluna segue contando ainda com a fotógrafa Andrea Graiz e a assistente Jéssica Nakamura.

Leitor, eleitor

02 de julho de 2016 0

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Você está ligado nas eleições municipais deste ano? Antes que torça (ou feche) o nariz para o assunto, deixe eu contar algumas coisas.
Há horas, a gente vem discutindo aqui no jornal, nas reuniões do Comitê Editorial ou nos encontros de editores, o que fazer nesta eleição em termos de cobertura. O assunto, embora já estejamos em julho, ainda não contagiou as rodas de conversa ou a mídia: a descrença na política nunca foi tão forte. Há dois anos afundado na Lava-Jato, com uma presidente afastada correndo risco de impeachment, o Brasil todo está farto de políticos. Para complicar ainda mais, a campanha será muito mais curta e o dinheiro para o financiamento, escasso. Tudo poderia levar o cidadão a querer se afastar ainda mais do assunto.
Só que tem um problema: as eleições municipais têm tudo a ver com a sua vida. Estamos falando, entre outras coisas, do posto de saúde, da rua onde fica sua casa, do IPTU, de mobilidade urbana, de trânsito, de uma cidade que vai se desenvolver ou estagnar, dependendo de quem for escolhido. Neste mês, ocorrem as convenções que vão definir quem está no jogo – e é triste, mas tem muita gente boa que não quer nem saber de concorrer, pelas dificuldades econômicas dos municípios ou pela aversão que o tema provoca.
Mais do que nunca, o jornal precisa fazer uma cobertura próxima de você, que o ajude a tomar a melhor decisão, que mostre as prioridades dos eleitores. Não é hora de se omitir, é hora de participar. Queremos que, pelas páginas do jornal e nos meios digitais, sejam discutidas propostas concretas e soluções claras para os grandes problemas dos municípios.

Nesta edição, estamos dando a largada oficial de nossa grande cobertura das eleições de 2016.

A reportagem “À espera de um milagre””, no caderno DOC, de Juliana Bublitz e Marcelo Gonzatto, com fotos de Carlos Macedo, traz uma profunda análise da situação econômica dos 497 municípios gaúchos, a partir do cruzamento deleicoese mais de 5 mil registros contábeis. No site de ZH, um banco de dados elaborado com a ajuda do programador e designer Michel Fontes – chamado de ZH Dados-Eleições 2016 – mapeia os principais indicadores financeiros de cada localidade, permitindo ao usuário saber como estão as contas da sua cidade.
É possível, por exemplo, verificar quanto foi investido em obras e outras melhorias e quanto foi gasto com servidores, saúde e educação. Durante todo o período de cobertura eleitoral, vamos abastecer esse grande manancial de informações, para que o eleitor tenha um panorama claro do local onde mora. As notícias, infelizmente, não são boas.
Os municípios estão com as contas arruinadas, com a crise atingindo de forma mais crítica os pequenos. Esse é o diagnóstico. Agora, começam as discussões sobre como solucionar a difícil realidade. Vamos cobrar dos candidatos propostas claras para enfrentar os problemas. E convidamos você, leitor e eleitor, a participar deste grande debate.

Sensibilidade

25 de junho de 2016 0

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Se você quiser ler só uma reportagem desta edição, vá para o caderno DOC e mergulhe em “Inversão de papéis”, da repórter Larissa Roso e do fotógrafo Júlio Cordeiro. Larissa e Júlio já são conhecidos de vocês, pela premiada reportagem “Últimos desejos”, resultado de um ano de trabalho nos quartos e corredores do Núcleo de Cuidados Paliativos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, acompanhando pacientes sem chance de cura e seus derradeiros sonhos.

Capaz de se mimetizar no ambiente, com delicadeza, a dupla se torna tão próxima de seus entrevistados, que a vida flui como se a reportagem não estivesse lá. E isso traz para o leitor o que realmente acontece, na intimidade de um quarto de hospital ou dentro da casa de uma família. Desta vez, Larissa e Júlio acompanharam um tema que diz respeito a todos nós: o momento de vida em que filhos invertem papéis e passam a cuidar de seus pais, por velhice, doença ou ambos.

O coração da repórter Larissa é auscultado por Larissa, de 35 anos,  que tem síndrome de Down, sonha em ser médica e ajuda a cuidar  do pai, Donato, 71 anos, que sofre com Alzheimer. Foto: Julio Cordeiro

O coração da repórter Larissa é auscultado por Larissa, de 35 anos, que tem síndrome de Down, sonha em ser médica e ajuda a cuidar do pai, Donato, 71 anos, que sofre com Alzheimer. Foto: Julio Cordeiro

Perguntei à repórter e ao fotógrafo como eles trabalham.
- Meu primeiro contato com os entrevistados significa o mesmo que dizer: “Olá, sou uma pessoa completamente estranha e quero muito conhecer a história de vocês. É fundamental que confiem em mim, tenham paciência e conversem comigo por muitas horas sobre a vida íntima da família”. Um desafio e tanto! Quando a proposta é aceita e a conexão se estabelece, é maravilhoso. O trabalho fica muito rico – diz Larissa.

- Quando chego ao local a ser fotografado, tento mostrar a intenção do registro das imagens, conhecer a rotina, a intimidade. Então, quando não sou mais visto como um estranho, fotografo – conta Júlio.

Reportagens como esta são a matéria-prima do editor Ticiano Osório, responsável pelo caderno DOC:

- Publicamos reportagens desse tipo porque elas são universais e atemporais. Os personagens encontrados pela Larissa e retratados pelo Júlio são singulares e fascinantes, mas também são gente como a gente. Acredito que muitos leitores vão se identificar com suas rotinas, seus dramas, suas reflexões, seus desejos.

Mas não fique só nesse assunto, não. A edição tem muita coisa para ler. Um dos nossos principais conteúdos é traduzir o Brexit, assunto forte da semana que trará repercussões para o mundo todo por muito tempo.

Em Notícias, o repórter José Luís Costa desvenda a trágica morte de cinco pessoas de uma mesma família, ocorrida semanas atrás na zona leste de Porto Alegre. No Donna, um novo olhar das mulheres sobre o mercado da pornografia.
E, no caderno Vida, não perca o guia do frio: como as baixas temperaturas afetam a saúde, a disposição, o humor e até o bolso. Boa leitura e bom fim de semana!

Barbada ZH

18 de junho de 2016 0

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Na quinta-feira à tarde, passei uma hora conversando com a turma do Call Center de Zero Hora. Eu adoro falar com eles. Sabem por quê? Porque esse pessoal ouve todo dia nossos assinantes. Se você ligar para ZH para falar de assinaturas, é com a equipe do Call Center que conversará. Nesses bate-papos, o leitor nos dá muitos retornos. O que está bom no jornal, o que está ruim, se determinada reportagem agradou, se um colunista pisou na bola. O time do Call Center nos manda relatórios diários sobre o que o leitor está dizendo de ZH.

Sabe o que eles me contaram, entre muitas outras coisas? Que o assinante, devido à crise, tem valorizado demais as reportagens e notícias que o ajudam a economizar. ZH já tem, às segundas, o “Encare a Crise”, sempre com um serviço que fala direto com o seu bolso. Mas o assunto, me disse o pessoal do Call Center, tem que estar todo dia no jornal! Não por acaso, nesta semana eu tinha mandado um e-mail para alguns colegas a respeito de um dos relatórios do Call Center dizendo o seguinte:

De: Marta Gleich

Enviado: terça-feira, 14 de junho de 2016 12:52:25

Assunto: Do relatório do call center. Não sei se viram. Algumas observações

Percebam como os leitores falam de coisas que têm a ver com a sua vida real, e não de política, economia ou mundo no sentido macro. Não que não tenhamos de dar assuntos macro, mas o relatório enfatiza como devemos prestar atenção para o jornal útil, que faça sentido para a vida do leitor, em que ele perceba valor. Um jornal que melhora a vida do leitor, que ensina alguma coisa. Estamos recebendo sempre feedbacks de que carreira e grana são assuntos prioritários para nossos assinantes.

Saí da palestra com o Call Center e chamei o Nilson Vargas, nosso editor-chefe. “Precisamos espalhar pelo jornal dicas de como o leitor pode economizar. Vamos criar uma marca para identificar esse material”. No dia seguinte, Nilson providenciou o “selo”, como chamamos a identificação gráfica de um conteúdo. Nesta edição, estreamos a seção abaixo:

barbada

Todo dia, em algum ponto do jornal, haverá pelo menos uma dica. Nesta edição, por exemplo, temos:

-No caderno Fíndi, página 2, três programas gratuitos bem legais para este sábado e domingo.
-No caderno Vida, página 9, uma blitz de testes respiratórios gratuitos no Parque da Redenção.
-Na editoria de Notícias, página 14, dentro da reportagem sobre o mutirão de emprego, vamos mostrar opções de cursos gratuitos para qualificação profissional.
-Na editoria Sua Vida, páginas 28 e 29, dicas para economizar com seus pets.
Além da versão impressa, o conteúdo estará no site zhora.co/barbadazh. No Facebook e no Twitter, as “Barbadas” sempre estarão presentes. E, se você tem uma dica ou sugestão de reportagem, por favor envie pelo e-mail leitor@zerohora.com.br. Você pode ajudar outros leitores a economizar. ZH tem que ser útil. Precisa estar conectada com seu assinante e com este momento de crise econômica. Queremos estar a seu lado para, juntos, sairmos dessa complexa fase do Estado e do país.

Receba nossas newsletters

11 de junho de 2016 6
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Tem novidade em ZH! No dia 9, lançamos o serviço de newsletters. É uma maneira de você receber em seu e-mail os melhores conteúdos produzidos pela Redação de Zero Hora, selecionados por nossos editores. Basta você se cadastrar e escolher quais assuntos quer ter em sua caixa de e-mail, de acordo com suas preferências. Veja só a lista de newsletters que preparamos. Tem até uma que eu mando logo depois do meio-dia, que se chama Destaques do Editor.

COLORADO ZH OU GREMISTA ZH
Esportes – Saiba o que vai acontecer na rodada, com infográficos, escalações, serviços dos jogos e a opinião dos nossos colunistas.
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Opinião – As principais colunas da semana e opiniões sobre temas diversos, como economia, política e cotidiano.
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Notícias – Logo cedo, receba as principais notícias da manhã para começar o dia bem informado.
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DESTAQUES DO EDITOR
Notícias – No início da tarde, receba as notícias mais importantes do dia selecionadas pela diretora de Redação.
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DESTEMPERADOS
Gastronomia – Receitas variadas e dicas de restaurantes e bares no Brasil e no Exterior.
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ENCARE A CRISE
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A reportagem no foco – Grandes reportagens do Caderno DOC de ZH, com conteúdo exclusivo, temas em debate e nossos colunistas.
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Programação cultural – O que assistir na TV + programação cultural adulta e infantil na Capital, além de nossos colunistas do Caderno ZH Fíndi.
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Turismo e viagens – Reportagens, dicas de nossos colunistas e relatos de viagens inesquecíveis para inspirar o seu próximo roteiro de final de semana ou de férias.
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Saúde e bem-estar – Temas relacionados a qualidade de vida, saúde, atividade física, família e alimentação, além, é claro, dos colunistas do Caderno Vida.
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Descontos e benefícios – Dicas do Clube com os principais descontos da semana.
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A escolha da foto

04 de junho de 2016 6

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Na terça-feira, Zero Hora publicou como foto principal de capa uma imagem da Capela do Pão dos Pobres, restaurada após um incêndio. Omar Freitas, nosso fotógrafo especialista em imagens 360 ou 180 graus, em drones e outros que tais tecnológicos, captou o novo ambiente. Estou até agora me perguntando: ZH errou na escolha da principal imagem do dia?

capa

Observe novamente a capa: há uma imagem secundária, no alto, à direita, de funcionários do ministro da Transparência higienizando com vassouras a porta do gabinete. No final da tarde de segunda-feira, o ministro da Transparência caiu, e o assunto virou manchete de ZH e de muitos outros jornais.
Alguns jornais brasileiros deram fotos das vassouras como principal imagem em suas capas. E ZH a colocou como foto secundária, privilegiando uma imagem menos quente jornalisticamente, a da Capela do Pão dos Pobres. Que, convenhamos, é uma imagem linda, diferente por ser 180 graus, estranha, que pode ter levado um “bom-dia” mais ameno a muitos leitores.
Em uma palestra na UFRGS na manhã de terça, o professor de Jornalismo Mário Rocha me questionou se havia uma posição política por trás da escolha. Também recebi um e-mail de um leitor com a crítica: “Senhora Editora: É estranho, no mínimo, publicar a foto de uma capela de bairro abaixo da manchete principal que trata da queda de um ministro. Se o ministro fosse de Dilma Rousseff, o jornal também publicaria a foto da igrejinha?”.
A editora de capa de ZH, Rosane Tremea, havia chamado a atenção sobre a foto das vassouras na tarde de segunda. Em um e-mail, ela me avisou: “Estávamos com uma bela foto de capa feita em 180 graus na Capela do Pão dos Pobres restaurada, mas agora pintou a foto das vassouras!”. Ao que respondi a ela que optava pela foto do Pão dos Pobres como foto principal, e a das vassouras como foto secundária, por vários motivos:
– Alguns leitores andam reclamando de um excesso de capas e notícias sobre a crise política. Há manifestações sugerindo que publiquemos também outros temas, inclusive boas notícias.
– O tema da queda do ministro estava bem contemplado na manchete, e não deixamos de dar a boa foto das vassouras, embora de forma secundária.
– Gostamos de valorizar boas notícias – e o restauro da capela era uma boa notícia local.
Mas o questionamento é válido e, sim, talvez tenha errado na escolha. Respondendo ao professor e ao leitor: não, não houve nenhum viés político ao colocar a foto das vassouras em posição secundária na capa, muito menos uma tentativa de esconder o assunto porque se tratava de um ministro de Temer e não de Dilma. Foi simplesmente uma escolha editorial, como as centenas que fazemos por dia ao preparar uma edição. Alguém pode interpretar de forma diferente? Pode. E o debate é saudável.

Uma conversa no Whats App que diz tudo

27 de maio de 2016 0

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Aguarde o fim de semana que vem. Minha troca de mensagens por Whats App com o repórter Rodrigo Lopes explica tudo.

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Rodrigo Lopes completa em dezembro 20 anos de ZH. Hoje, coordena toda a produção do jornal, mas segue viajando algumas vezes por ano para grandes reportagens internacionais. É um experiente correspondente. Já cobriu a guerra entre Israel e Líbano, o conflito que derrubou Muamar Khadafi na Líbia, terremotos no Haiti e no Peru, o furacão Katrina, em New Orleans, as eleições de Obama nos EUA, e, no ano passado, os atentados terroristas em Paris.

No fim de semana que vem, você lerá o resultado de mais uma viagem do Rodrigo. Um caderno DOC especial mostrará a situação no Iraque. Além da incursão a Ramadi, cidade que ficou oito meses em poder do Estado Islâmico e foi libertada pelo exército pagando como preço sua destruição, a reportagem multimídia vai mostrar como é a vida em Bagdá, a metrópole mais perigosa do mundo, que enfrentou sucessivas guerras e agora convive com o horror diário dos ataques com carros-bomba. Não perca!

Uma marca importante

21 de maio de 2016 1

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No dia 13 de maio, alcançamos 2.000.000 de fãs no Facebook.
Dois milhões!
Minha vontade era abraçar cada um desses 2 milhões de leitores para agradecer. Aqui na Redação, curtimos também cada um dos nossos leitores. E são muitos! Somente nos meios digitais (nossos sites e aplicativos), somos acessados por cerca de 12 milhões de usuários a cada mês. Nem consigo imaginar quanta gente é isso. A população do RS é de 11 milhões, aproximadamente. Então, ZH alcança por mês mais do que a população do Estado? Mais ou menos. Você sabe como são calculados os usuários que acessam um site ou um aplicativo? É uma matemática doida. Uma pessoa pode ser três. E três podem ser uma. Hein? Que complicado!

Vou tentar explicar.
Situação 1 – digamos que você tenha um computador em casa e ele seja acessado por você e por mais duas outras pessoas da casa. E que vocês três acessem ZH. Aqui na ZH, vamos contar vocês três como um só, porque contamos o número do computador. Não temos como saber quantas pessoas estão por trás de uma máquina. Nessa situação, três pessoas são contadas como uma.

Situação 2 – digamos que você tenha um celular com acesso à internet, mais um tablet em casa e mais um computador no trabalho. Em todos eles, você acessa ZH. Neste caso, você é uma pessoa só, mas conta aqui na ZH como três, porque nos acessou por três números de máquinas diferentes.
Maluco, não é? Mas é assim que se conta audiência nos meios digitais.

Então, voltando à audiência de ZH. Temos mais de 12 milhões de usuários (máquinas diferentes, sejam computadores, tablets ou celulares) nos acessando por mês. Chega a dar um frio na barriga pelo tamanho da nossa responsabilidade! E esse número só cresce, assim como é sempre crescente o número de fãs no Facebook. Estamos muito felizes por ter alcançado a marca de 2 milhões de fãs. Cada um dos mais de 200 jornalistas e mais de 90 colunistas desta Redação curtiu demais esse momento.
Sabemos que curtir não significa sempre concordar. Um jornal provoca diferentes reações no leitor. Você pode concordar, discordar, amar, odiar, se emocionar, ficar indiferente… depende do dia, da notícia, da opinião do colunista, do enfoque da matéria, das suas convicções e paixões. E o jornal, muitas vezes, como reflete também esse momento de desemprego, inflação, corrupção, violência, acaba, mesmo sem querer, sendo o mensageiro de notícias ruins, como infelizmente tem ocorrido nos últimos tempos. Por outro lado, há notícias boas, inspiradoras, lições de vida, uma crônica que inspira, outra que nos faz chorar. Os números crescentes de audiência mostram que você tem aprovado. Mesmo assim, não baixamos a guarda. Estamos aqui, firmes, dando o nosso melhor para atender às suas expectativas. Com mais essa marca, a Redação só tem uma coisa a dizer para você: obrigado.