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Posts na categoria "Carta do Editor"

Tradicional relógio de ZH recebe a nova logomarca do jornal

30 de julho de 2014 0

O fotógrafo Jefferson Botega registrou ontem o momento da atualização do relógio que marca a esquina entre as Avenidas Ipiranga e Erico Verissimo, em Porto Alegre. O tradicional artefato recebeu o novo logo de ZH.

Jefferson Botega

 

Carta da Editora: Igreja e Estado

26 de julho de 2014 0

marta
Quando entra na faculdade de Jornalismo, uma das primeiras máximas que um estudante ouve é “separe Igreja e Estado” ao exercer a profissão. O significado é: conteúdo jornalístico é uma coisa, publicidade é outra. Na última semana, a equipe que produz o site de ZH recebeu questionamentos de leitores. Uma reportagem sobre um condomínio sustentável na zona sul do Estado, publicada somente no online, era “matéria paga”, propaganda do lançamento disfarçada de notícia ou conteúdo feito pela Redação? Os editores explicaram ao público que, devido ao ineditismo do empreendimento – deve receber uma certificação internacional em sustentabilidade –, o assunto virou pauta. E publicaram uma nota adicional para explicar isso.

O assunto volta e meia surge: existe matéria editorial paga em ZH? A resposta é não. Toda vez que uma publicidade pode confundir o leitor, no sentido de ele não saber se aquilo foi produzido ou não pela Redação, colocamos junto ao anúncio “INFORME PUBLICITÁRIO”, “INFORME COMERCIAL” ou, ainda, “CONTEÚDO PUBLICITÁRIO PRODUZIDO PELO ANUNCIANTE TAL”. O princípio é: não enganar o público.

– Em editoriais de moda – explica Mariana Kalil, editora do Donna – acontece muito de lojistas acharem que as grifes participantes pagam para estar nas fotos. Sempre explicamos que é uma decisão editorial. Donna faz uma curadoria, seleciona as peças que representam a tendência retratada na reportagem.

Leia outras Cartas da Editora

Já Fernanda Pandolfi, da coluna Rede Social, diz que é comum leitores ligarem querendo pagar para colocar as fotos de casamentos, formaturas ou outros tipos de evento. Ela explica que não há cobrança para conteúdo editorial.

– Avaliamos cada caso e, se julgarmos que o evento é de interesse dos leitores, enviamos nosso próprio fotógrafo ou, em algumas exceções, o anfitrião nos manda as imagens. Mas é sempre delicado quando temos de explicar às pessoas que o seu evento não será publicado – diz a colunista.

No Vida, profissionais às vezes ligam para perguntar “quanto custa uma reportagem” para apresentar seus serviços. Neste caderno, como em toda a Zero Hora, as fontes, os entrevistados, são uma escolha do editor ou do repórter. Se um médico aparece numa reportagem do Vida, ou um arquiteto no Casa&Cia, ou um restaurante no Gastrô, pode ter certeza de que não pagaram para isso.

ZH tenta deixar muito claro ao leitor o que é Igreja e o que é Estado. A credibilidade do jornal também se baseia nesta segurança dada a quem está lendo o site ou a edição impressa.

Aposta no futuro do jornalismo

19 de julho de 2014 6

marta

Duas iniciativas em julho e agosto reafirmam a crença de Zero Hora no jornalismo de qualidade e nos futuros talentos dessa área: a 6ª edição do programa Primeira Pauta e o ciclo de palestras de profissionais de ZH em todas as faculdades de Comunicação do Rio Grande do Sul.

Iniciado em 2009, o Primeira Pauta é um concurso para estudantes de Jornalismo. Neste ano, o programa cresceu e selecionará cinco, em vez de um acadêmico. Outra novidade é que podem concorrer estudantes de Cinema e Design, além de Jornalismo. Eles formarão um time que trabalhará um dia por semana, durante cinco semanas, na Redação de ZH, convivendo com profissionais e desenvolvendo uma reportagem multimídia. Todos os detalhes do projeto podem ser conferidos aqui.

Disputadíssimo todos os anos, o Primeira Pauta destaca estudantes nota 10 que, normalmente, depois dessa peneira, acabam trabalhando no Grupo RBS. Hoje, dos cinco que já passaram pelo programa, quatro trabalham no Grupo – Álvaro Andrade (Ulbra), Fabiane Paza (UFSM), Camila Faraco (UFPel) e Jéssica Rebeca Weber (Feevale) –, a quinta, nossa querida Mariana Müller (UFRGS), depois de importantes realizações em ZH, saiu para fazer um doutorado – é uma turma realmente qualificada.

A segunda iniciativa está em sua 6ª edição. Todo ano, ZH promove um ciclo de palestras em todas as faculdades de Jornalismo do Estado. Profissionais da Redação vão ao encontro dos estudantes para compartilhar experiências, ouvir os alunos, contar do mercado de trabalho. Neste ano, estaremos presentes nos 24 cursos de Jornalismo em 15 cidades gaúchas, de 18 a 22 de agosto. Estão envolvidos 21 editores, repórteres e colunistas.

Para incrementar a atividade, Zero Hora propõe aos professores que não ocorra apenas uma palestra: os alunos são convidados a realizar uma cobertura diferenciada do evento. Em 2013, por exemplo, além de vídeos e coberturas ao vivo pela internet, que muitos fizeram, os estudantes da Unipampa realizaram uma cobertura especial por meio de uma página no Facebook para a conversa com o repórter Humberto Trezzi. O Núcleo Experimental de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo produziu um infográfico multimídia para cobrir a palestra do colunista Diogo Olivier. E a aluna Gabriela Bortolon, da Faculdade de Comunicação da PUCRS, criou um time-lapse (sequência de fotos formando um vídeo), mostrando a chegada dos alunos ao evento à universidade. Agora, o professor Edelberto Behs, coordenador do curso na Unisinos, ao receber a proposta de ZH, já começou a bolar uma coisa diferente. Quer usar a presença do colunista Tulio Milman para uma transmissão ao vivo na TV Unisinos e para formatar um programa que depois será utilizado em sala de aula.

Para os profissionais de ZH, essas duas atividades de aproximação com os estudantes de Comunicação, além de permitirem uma saudável troca com os universitários, significam a confirmação da aposta no jornalismo e nos futuros profissionais que, um dia, terão como missão levar conteúdo de qualidade a seus públicos.

Os brasileiros e o Neymar

12 de julho de 2014 4

marta

 No dia do catastrófico jogo do Brasil contra a Alemanha, as repórteres Bruna Scirea e Isadora Neumann foram escaladas para cobrir a fan fest em Porto Alegre. Ambas do time digital de ZH, saíram acompanhadas dos fotógrafos Adriana Franciosi, Mauro Vieira e Mateus Bruxel para postar, em tempo real, textos e fotos no site e nos aplicativos de Zero Hora e informações nas redes sociais. A pauta de vídeo era “registrar as reações das pessoas, ganhando ou perdendo”. Ninguém imaginava “perdendo da pior maneira possível em todos os tempos”.

– Quando a coisa começou a ficar muito feia, antes dos 30 minutos de jogo, eu e Isadora combinamos não fazer um vídeo que afundasse ainda mais as pessoas, porque já estava todo mundo muito arrasado. E começamos a perguntar aos torcedores: “Apesar de o jogo ter sido toda essa tristeza, a Copa valeu a pena?” – conta Bruna.

O resultado é um vídeo inspirador, editado com sensibilidade por Luan Ott. Se você não viu e quer um bálsamo no fim de semana, veja.

Em síntese, o que disseram os participantes da fan fest: a Copa valeu pela festa, pela alegria dos brasileiros. O Brasil se uniu para ser uma pessoa só, focado em um só assunto. Vieram muitos estrangeiros e tivemos a oportunidade de conhecer gente diferente. Reforçamos a sensação de ser o povo mais hospitaleiro que existe. Só recebemos elogios pela organização. Mostramos para o mundo como se faz uma Copa. Boas obras ficaram em Porto Alegre. Foi legal ter folga no trabalho e na escola. Infelizmente, não deu, mas vamos ver se dá em 2018. Capaz que vamos deixar de torcer! Valeu a pena, sim, e vale a pena ser brasileiro.

Dá para acreditar? Excesso de Pollyannismo? Ou é o outro lado do ranço, do mau humor, do caranguejismo? Corte e foque no segundo momento: na quinta-feira, Neymar reapareceu na Granja Comary e deu a melhor entrevista da Copa. A lucidez e o bom senso desse guri de 22 anos o qualificam para, em 2018, ser o capitão do time, pela precoce maturidade. Não viu? Também vale a pena. Aqui a íntegra, se quiser ler

Neymar tem orgulho dos jogadores, sem deixar de estar envergonhado pelo resultado. Reconhece o tamanho da tragédia do 7 a 1 e de como isso vai marcar a Seleção para sempre, mas diz que é hora de dar a volta por cima e voltar a sorrir. Não tem ódio nem rancor de Zúñiga e deseja “tudo o de melhor” para o jogador que o arrancou dolorosamente de seu maior momento na Copa. Nas palavras dele, que combinam muito bem com os entrevistados por Zero Hora na fan fest:

– Se eu treino bem hoje, amanhã quero treinar melhor. Vou ter que me dedicar ainda mais e fazer tudo a mais para que, daqui a quatro anos, eu esteja apto para jogar na Seleção. Meu próximo sonho é ser feliz novamente, é voltar a dar alegria ao povo brasileiro e aos meus companheiros. Voltar a dar alegrias às crianças e para vocês, repórteres brasileiros. Meu sonho não acabou, ele continua. O meu sonho é encantar a todos com o meu futebol. Por isso, sempre joguei sorrindo e vim para a coletiva sorrindo, não é por causa de uma Copa que vou deixar meu sorriso ir embora. Meu sorriso pode desaparecer por um dia, mas eu já volto a sorrir logo em seguida.

E para você, leitor, a Copa valeu a pena? Opine

>>Leia mais: todas as Cartas da Editora

 

Nosso voto vai para o leitor

05 de julho de 2014 3

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Por Marta Gleich

Nas redações de jornais de todo o país, o ano de 2014 foi planejado com dois grandes momentos: Copa do Mundo e Eleições. Duas grandes coberturas, dois assuntos de altíssimo interesse dos leitores.

Neste domingo, a emoção da Copa abre espaço para o início oficial da campanha eleitoral, um tema menos envolvente, mas fundamental para a vida do país. A partir do dia seis, a propaganda poderá tomar conta das ruas, candidatos começam a apertar a mão de potenciais eleitores, comícios estão liberados. ZH foca na campanha, trazendo reportagens voltadas para o cidadão, mostrando os problemas que esperam os eleitos.

Há mais de 20 anos, ZH tem pautado a cobertura de eleições pelo interesse do público. Não fazemos, aqui, reportagens para candidatos ou partidos. Nosso enfoque é a vida do leitor/eleitor, o que interessa a ele, o que pode mudar na sua vida em termos de saúde, educação, segurança, transporte, emprego, infraestrutura, economia e assim por diante.

É um período de muita pressão sobre as redações. Os candidatos e seus militantes leem o jornal com lupa e, se não gostam de uma frase, ligam para reclamar. Sem problema, faz parte. Estamos calejados e preparados para isso, e costumamos explicar a todos nossos critérios técnicos e o enfoque no leitor/eleitor. Não somos infalíveis: se erramos, admitimos e corrigimos nossos erros.

Mas costumamos dizer na redação que cada candidato, se pudesse optar, gostaria de ver sua foto (com Photoshop!) gigante na capa, com uma manchete positiva e, ainda, algo como “vote em mim”. Isso a gente já vê na propaganda política, não? Jornalismo é outra coisa.

Junto com a campanha, aparecem enxurradas de promessas. Cabe aos profissionais de ZH destrinchar essas propostas, mostrando se são viáveis ou não. Outro ponto importante é questionar os políticos para que falem de assuntos polêmicos ou de difícil solução, mas de alto interesse do cidadão comum. O eleitor precisa saber o que pensam os candidatos e cabe a nós, jornalistas, apresentar isso de forma didática.

Em detalhes. Não somente “melhorar a educação”, coisa que todos prometem, mas “como resolver”, por exemplo, a queda na qualidade do ensino, a falta de infraestrutura nas escolas públicas e a evasão escolar.

O período é de cuidados redobrados, porque não estamos aqui para favorecer este ou aquele, ou cair em denuncismos e bate-bocas inócuos, tão típicos dos meses que antecedem as eleições. Somente um time de profissionais isentos saberá avaliar o que é notícia e o que agrega ao leitor.

E, por fim, não custa repetir. Não temos partido nem torcemos para A ou B. Nosso candidato é o leitor, nossa torcida e nosso trabalho são para ele.

A trincheira da Arte

01 de julho de 2014 0

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Havia algo de diferente naquele canto da Editoria de Arte. Enquanto boa parte da equipe só pensava em Copa do Mundo, o Edu Oliveira e o Fernando Gonda entravam e saíam com arame, galhos, argila…Só se ouvia falar de Felipão, Fan Fest, Fifa, mas a ocupação dos dois eram trincheiras, tanques, o Kirk Douglas e o Príncipe Francisco Ferdinando.

O enigma se desfaz neste vídeo:

Edu e Gonda passaram semanas empenhados em reconstituir numa maquete de dois metros de extensão (lá estão o arame, os galhos…) aspectos da I Guerra Mundial, conflito cujo início se deu há cem anos. Explicações do Gonda: a maquete que ambientou o vídeo foi inspirada no filme Glória Feita de Sangue, com Kirk Douglas. E a opção pela maquete e não por uma reconstituição em 3D foi para dar um ar “mais orgânico” às imagens.

Os cem anos da I Guerra também são destaque no caderno PrOA, encartado na edição dominical, e em especial online. Ok, mas e o pessoal que só falava de Copa ali na Arte? Bem, além de dar palpites no bolão da firma, colegas como o editor Leandro Maciel e o ilustrador Gilmar Fraga produziram 55 páginas de Infocopas, gráficos repletos de informações sobre o Mundial, apresentando jogos, craques, chuteiras, camisetas,estádios e tantos outros detalhes.

Esta foi a missão da turma da arte que opera no papel. Logo ao lado, onde está o time da arte online, a Copa gerou trabalhos como a reprodução do golaço do holandês Van Persie ou os especiais sobre esquemas táticos das principais seleções na série Desenho Tático. Claro que, em todos os trabalhos, nossos artistas tiveram a parceria de editores e repórteres de texto. Mas, desta vez, o destaque fica para os inspirados colegas que, entrincheirados na “Arte ZH”, tornam sua leitura mais rica, leve, didática e divertida.

A intimidade de Brizola

21 de junho de 2014 1

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Dione Kuhn é uma das jornalistas mais completas de ZH. Não por acaso, assumiu recentemente a editoria de Notícias, a maior do jornal, com 26 profissionais, que engloba assuntos internacionais, do país, do Estado, de Porto Alegre, da economia à política, de temas urbanos a policiais. No seu invejável currículo, Dione acumula, ainda, uma especialidade: Leonel Brizola. É a única jornalista que teve acesso ao vasto acervo de documentos que o líder trabalhista deixou. É autora de reportagem premiada sobre os 40 anos da Legalidade, do livro “Brizola, da Legalidade ao Exílio, lançado em 2004, e da série de reportagens intitulada “O Baú de Brizola”, de 2005.

O acesso ao manancial de documentos de Brizola se deu, na época, por meio do filho João Otávio, um arquiteto discreto, avesso aos holofotes, muito diferente dos irmãos José Vicente e Neuzinha. Dione vinha mantendo contato regularmente com João Otávio, hoje o único filho vivo, em busca de uma entrevista sobre o lado privado da vida do ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.

No início deste mês, João Otávio topou revelar aos leitores os altos e baixos da sua relação com Brizola, as brigas familiares, as contradições do pai e da mãe, os estragos de 15 anos de exílio no destino dos filhos, os anos em que Brizola conspirou para retornar ao Brasil. É uma das entrevistas do ano de ZH.

Em outra reportagem, o fotógrafo e colunista Ricardo Chaves, o Kadão, mostra fotos inéditas de Brizola em seu exílio no Uruguai, feitas em 1974, nos 10 anos de cassação dos direitos políticos de Brizola. As fotos ficaram guardadas por 40 anos para o livro “A Força do Tempo”, que Kadão está concluindo.

Uma Copa inesquecível
Há pouca unanimidade quando se trata de Copa, mas uma delas parece ser reconhecida por todos: Porto Alegre nunca viveu uma semana com a efervescência da que passou. Dos franceses no Chalé da Praça XV ao mar de holandeses na Borges de Medeiros, passando pelos australianos nas festas da Cidade Baixa, a Capital sentiu na pele o clima de Copa. O Jornal da Copa, encartado na edição de domingo, lembra a semana que agitou Porto Alegre e mostra os preparativos para uma bagunça – esperamos que no bom sentido – ainda maior: a chegada dos hinchas argentinos, que verão sua seleção enfrentar a Nigéria na quarta-feira.

Feminismo contemporâneo
Da Marcha das Vadias você já ouviu falar. E da festa Xereca Satânik, na Universidade Federal Fluminense, em que uma vagina foi costurada? Com a missão de trazer reportagens, ensaios e artigos sobre grandes temas em discussão na sociedade, o PrOA traz esta semana uma provocação e uma reflexão sobre este novo momento na luta feminista, no qual militantes mais jovens põem em discussão não apenas direitos cívicos e trabalhistas, mas a própria política do corpo. “As novas feministas são jovens, versadas na linguagem e nos recursos da internet e das redes sociais e adeptas de uma estratégia de confronto e choque que provoca reações extremadas, contra e a favor”, diz Letícia Duarte, autora da reportagem..

Sacadas da Copa

16 de junho de 2014 0

marta

Ao planejar uma cobertura gigante como a de uma Copa do Mundo, a provocação entre os colegas aqui da Redação é: o que fazer de diferente para surpreender o leitor? Como inovar e experimentar? Um evento desses, ainda mais no Brasil, é uma oportunidade imperdível para jornais, rádios, TVs, portais apresentarem a seus públicos novos conteúdos e novos formatos.
Talvez você não tenha acompanhado tudo o que andamos inventando, por isso recomendo algumas novidades desta Copa em ZH. Depois você me diz se ficou legal, se gostou, se não gostou. Também pode me mandar uma ideia! Quem sabe sua sacada vai parar nas páginas de ZH, no site ou nos nossos aplicativos?

ZH em inglês e espanhol – Todos os dias, dois cadernos com oito páginas cada são publicados em inglês e espanhol
e distribuídos em hotéis, bares, restaurantes e pontos turísticos. Se você não é turista, acesse o conteúdo online em inglês e em espanhol.

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Infocopas – Quais são as chuteiras mais leves e bonitas? Qual o tecido da camiseta da Seleção Brasileira? Quais foram os camisas 10 que mais brilharam em Copas? As páginas de Infocopa que estão sendo publicadas no Jornal da Copa respondem a essas perguntas misturando ousadia gráfica e informação.

Novo layout de jogo ao vivo – As narrações em tempo real dos jogos ganharam uma nova cara no site de ZH. Acesse e acompanhe, minuto a minuto, todas as partidas da Copa.

Mano a Mano_ZH_Liga dos FanáticosNewsgame Mano a Mano – Mostre que você conhece os astros do futebol mundial e suas qualidades.

Além do Campo – Para iOS e Android, aplicativo no qual o torcedor pode ver a tabela, jogos e seguir uma seleção da Copa.

Trippoa – Aplicativo mostra o que Porto Alegre oferece a quem quer comer, beber, passear ou curtir uma festa.

Desenho Tático – Vídeo com grafismos para conferir a análise tática da Seleção e como Felipão pode vencer seus adversários. Disponível nos dias de jogos da Seleção em ZH Esportes.

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Na Beira da Copa – A velha e boa reportagem, neste caso de histórias de uma viagem pelo interiorzão do Brasil, publicada primeiro no Facebook, depois numa página feita em tumblr e no jornal impresso.

 

 

LaCopa – Potter, Duda Garbi e Marina Ciconet ligados para mostrar o lado divertido do Mundial. No Jornal da Copa.

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Sant’Ana e Sant’Aninha – Em vídeo, Paulo Sant’Ana e Duda Garbi se encontram e comentam jogos da Seleção.

ZH ouviu seus leitores

12 de junho de 2014 0

marta

Aqui na Redação, a mobilização é quase tão intensa quanto na Granja Comary: nosso time está pronto para fazer a maior cobertura da história dos 50 anos de Zero Hora.

capacadernoA partir de hoje, a Copa está concentrada em um caderno, e não mais nas primeiras páginas do jornal, como vínhamos fazendo desde o dia 1º de junho. Depois de receber algumas observações de leitores, realizamos uma pesquisa com nossos assinantes e o resultado foi:57% preferem a cobertura de Copa em um caderno separado, 30% gostariam de vê-la na editoria de Esportes ao final do jornal e apenas 4% aprovaram o formato usado até agora (nas páginas iniciais).

Nosso mantra aqui na Redação é produzir o jornal que você lê todo dia a partir das suas necessidades.Costumamos repetir que não estamos aqui para fazer o jornal para os jornalistas, mas para o público. Ao vero resultado da pesquisa, não hesitamos.O grande evento da Copa se inicia hoje,e prometemos uma grande cobertura – concentrada num caderno, como você pediu.

Uma hora e meia na Pasc

08 de junho de 2014 0

marta

Uma das coisas que se aprendem como jornalista é que a obstinação de um repórter sempre dá resultado. Durante dois meses, a repórter especial de ZH Adriana Irion fez pedidos quase diários de entrevista com o médico Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo, de 11 anos, assassinado em Três Passos. Na última quarta-feira, obteve autorização da Justiça para entrar na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) e entrevistar o acusado de ser o mentor do crime.

Durante uma hora e meia, na quinta-feira, Adriana colheu uma das mais aguardadas entrevistas do ano, que ZH traz com exclusividade nesta edição. Foi possível reconstituir com ele todo o roteiro do sumiço e da morte do menino, até então só contado por meio das investigações. Adriana também pôde mergulhar no cotidiano familiar, no qual o médico se definiu como um moderador da conflituosa relação entre a mulher, Graciele Ugulini, e o filho.

Clique nas páginas abaixo ou confira aqui o que disse Boldrini, agora 10 quilos mais magro do que quando foi preso, em 14 de abril.

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