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Posts na categoria "Imprensa"

Nova plataforma será apresentada em evento aberto ao público

10 de fevereiro de 2015 0

O projeto do Grupo RBS que investiga o futuro da comunicação e o comportamento dos consumidores será apresentado em evento aberto ao público, em Porto Alegre. O encontro está marcado para o dia 24 de fevereiro, no Instituto Ling (Rua João Caetano, 440, Bairro Três Figueiras), das 9h30 ao meio-dia. A entrada é gratuita e por ordem de chegada.

divulgação

Na oportunidade, também será lançada a nova plataforma online do estudo. No site The Communication (R)Evolution, o usuário encontra entrevistas feitas no Brasil e no Exterior com personalidades de diferentes áreas e organizadas em 11 premissas.

O conteúdo do TC(R) foi lançado pela RBS em dezembro, durante a primeira edição do evento VOX. Desde então, a plataforma segue sendo abastecida com o material coletado pela cineasta e diretora da RBS, Flavia Moraes, com alguns dos mais respeitados profissionais de comunicação do mundo.Logo_TC(R)

A investigação já reuniu mais de 150 entrevistas com profissionais de diferentes áreas e perfis, realizadas entre 2013 e 2014. A lista de personalidades ouvidas inclui nomes como Nick Bilton, colunista e repórter do New York Times; James Canton, futurista que colabora com a Casa Branca e com a Apple e é CEO do Institute of Global Futures; Roy Sekoff, fundador e editor do The Huffington Post; e Ben Moskowitz, coordenador de novos programas do Mozilla e professor na Universidade de New York.

Os depoimentos compõem um levantamento sobre os impactos da revolução digital na indústria da comunicação e levam a uma reflexão sobre as atuais formas de produzir, distribuir e consumir informação. Ainda como resultado do trabalho, o Grupo RBS definiu 11 premissas que organizam todo o conteúdo adquirido em 300 horas de gravação (SAIBA MAIS AQUI).

 

ZH é o Veículo Impresso do Ano do Prêmio Colunistas RS 2014

13 de outubro de 2014 0

O projeto de reformulação de Zero Hora, iniciado em maio deste ano, segue colhendo os frutos que a nova proposta editorial, comercial e visual tem apresentado aos seus leitores. O jornal foi reconhecido com o Prêmio Colunistas RS na categoria Veículo Impresso do Ano. Isso ocorre no momento em que ZH também é um dos indicados na categoria Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo do Caboré 2014, um dos prêmios de comunicação mais importantes do país.logozhnovo

A reformulação do jornal incluiu a logomarca

Na 47ª edição, o prêmio conta com um júri formado por jornalistas especializados em comunicação de marketing e por profissionais de capacidade reconhecida dos setores cobertos pelas premiações. Trabalhos nas categorias jornal, revista, rádio, mídia exterior, mídia alternativa, mídia digital, cinema, televisão e internet serão agraciados na festa de premiação, em data a ser anunciada em breve.

Para o presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, este novo reconhecimento é uma prova dos bons resultados do trabalho que vem sendo realizado, focado no atendimento das novas necessidades do público e no impacto das novas tecnologias sobre o consumo de informação.

– Estamos muito felizes com mais este reconhecimento do mercado para o trabalho coletivo que estamos fazendo em Zero Hora. Nosso compromisso é com o público e tudo o que fazemos é para sermos cada dia mais úteis e mais relevantes para a vida das pessoas – destaca Eduardo.

O Prêmio Colunistas é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda (Abracomp), que tem o objetivo de destacar os trabalhos mais relevantes das áreas de comunicação e de marketing de empresas e profissionais atuantes no Brasil.

 

Homenagem pelos 50 anos de ZH

06 de junho de 2014 0

FotodiplomaRBS

 

Em nome da Câmara Municipal de Porto Alegre, os vereadores Nereu D´Ávila (PDT), Márcio Bins Ely (PDT) e João Carlos Nedel (PP) entregaram hoje à direção do Grupo RBS um diploma em homenagem aos 50 anos do jornal Zero Hora. A distinção havia sido proposta pelo vereador Nereu D´Ávila e aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal.

Humberto Trezzi participa de Semana do Jornalismo na ESPM-Sul

04 de abril de 2014 0

“Como uma reportagem pode fazer história” é o tema do jornalista de ZH Humberto Trezzi no ciclo de palestras promovido pela ESPM-Sul na semana do Jornalismo, de 7 a 11 de abril. O encontro, aberto ao público, será na terça-feira, às 9h, na sede da instituição, na Capital (Rua Guilherme Schell, 268, 6º andar, bairro Santo Antônio).

Júlio Cordeiro

O ciclo de palestras inclui “Jornalismo de Resistência”, com Carlos Kolecza e Rafael Guimarães,“Futebol na Gaúcha no ano da sua melhor Copa”, com José Alberto Andrade e Luciano Périco, e “Desafios de um novo jornalismo”, com Alexandre Santi e Moreno Osório.

Na quinta-feira (10), às 19h, no auditório C, a programação será o painel  “Cenários da Comunicação Corporativa no RS”, com nomes como Renato Gasparetto, do Grupo Gerdau, Daniela Cidade, da Concepa, e Stefan Ligocki, da CEITEC S.A, com mediação do jornalista da Revista Amanhã, Eugênio Esber.

Jorge Furtado filma documentário sobre Jornalismo

02 de abril de 2014 0

A Casa de Cinema de Porto Alegre divulgou o trailer de Mercado de Notícias, um documentário sobre jornalismo. Assista:

A estreia será entre os dias 3 e 13 de abril, durante o É Tudo Verdade 2014 - 19º Festival Internacional de Documentários.

Die Welt: por dentro de um dos "jornalões" alemães

25 de março de 2014 3

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Por Bruna Scirea*

Em um momento de plena discussão sobre qual o melhor formato para uma redação — que deve estar cada vez mais atenta diante da velocidade e da imensa capacidade multimídia proporcionada pelo meio digital, é interessante conhecer o caminho que alguns jornais do mundo vêm trilhando.

Durante minha primeira semana em Berlim, portanto, visitei a redação do Die Welt, um dos “jornalões” alemães, como diríamos no jargão jornalístico brasileiro. A tiragem diária da publicação é de 264 mil exemplares e, assim como a famosa Bild e o Berliner Morgenpost, o veículo também faz parte dos produtos da Axel Springer, uma das maiores editoras europeias.

Desde dezembro, a redação do Die Welt foi unificada em uma ampla sala em que as mesas estão dispostas em forma de estrela. Como eles mesmos contam, a redação está organizada em três velocidades: no centro, está a produção online dedicada aos produtos digitais (site, mobile, apps) sete dias por semana, 24 horas por dia. Na segunda “velocidade”, está a produção diária do impresso, bem como sua versão compacta. Em ritmo mais lento, as revistas semanais que acompanham a edição dominical do Die Welt. O novo lema da equipe é “online first” (o online em primeiro lugar).

Claramente, é um dos jornais alemães que possuem um dos sites mais modernos, com produção de vídeos, infográficos e páginas especiais, conforme a necessidade de destacar determinada reportagem. Um bom exemplo, ainda para quem não entende nada de alemão, é esta matéria online sobre os diferentes bairros de Jerusalém. De acordo com a reportagem, a cidade sagrada tem vida própria, costumes diferentes e regras distintas — o que faz com que sua população, embora esteja muitas vezes separada por apenas uma estação de trem, viva a anos-luz de distância entre seus pequenos grupos.

Seguindo outra tendência mundial, desde 2012, o Die Welt cobra pelo acesso de suas matérias na internet (paywall). O leitor tem direito a 20 cliques gratuitos. Após isso, deve pagar cerca de 7,98 euros (em torno de R$ 28) para continuar lendo. Durante a visita, perguntei qual era o percentual de lucro obtido com os produtos digitais. Eles responderam: 30% da renda do jornal vem do online.

Como se vê na foto abaixo, o espaço é enorme. A equipe conta com mais de 120 pessoas. Aqui, neste link, tem um vídeo de apresentação da nova redação deles. É em alemão, mas dá para conhecer um pouco do ambiente a partir das imagens.

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A jornalista Bruna Scirea está em Berlim e conta semanalmente, aqui no Blog do Editor, a experiência profissional como repórter no Exterior. Ela é bolsista do Internationale Journalisten-Programme (IJP) e trabalha por dois meses no Berliner Zeitung.

Um primeiro olhar sobre o Berliner Zeitung

18 de março de 2014 0

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Por Bruna Scirea*

Fiquei feliz da vida quando soube que trabalharia no Berliner Zeitung (BZ) durante o meu período de estágio em Berlim. Os porquês são muitos.

O BZ é um jornal diário fundado em 1945, em Berlim. A tiragem é de 126 mil exemplares e o número de leitores diários chega a 400 mil. É o maior jornal da região Berlim-Brandenburg (Capital e Região Metropolitana). Até aí, nada de tão revelador.

O que torna o Berliner Zeitung um jornal especial e a experiência aqui ainda mais enriquecedora, no entanto, é o fato de ele ter sido o primeiro jornal diário fundado após a Segunda Guerra Mundial. E, por isso, tem uma história que começa assim: desde sua primeira edição, a publicação funcionava como um órgão do comando do Exército Vermelho e a equipe editorial era formada por oficiais soviéticos e membros do Partido Comunista Alemão, o Kommunistische Partei Deutschlands (KPD).

Entre 1945 e 1990 ele circulava apenas na Berlim Oriental. Após a reunificação da capital alemã, as fronteiras concretas caíram. No entanto, e ainda que a intenção do jornal seja conquistar leitores de todos os cantos da cidade, apenas cerca de 15% dos assinantes do BZ moram em bairros que antes faziam parte da Berlim Ocidental. Com maior influência no lado Oeste, há outros dois grandes jornais regionais, o Tagesspiegel e o Berliner Morgenpost (que está entre os produtos da grandiosa editora Axel Springer). Curioso, né?

Pois bem, de volta ao presente. Para um jornalista brasileiro, acostumado com o murmurinho incessante das grandes redações do país, a adaptação aqui pode ser complicada. O BZ é um dos jornais alemães, entre eles também o Die Zeit, que não possui redação integrada – aquela área grande, sem divisórias, enlouquecedora para os iniciantes e indispensável para os veteranos. Aqui os repórteres trabalham sozinhos, em duplas ou em pequenos grupos em salas separadas conforme a editoria ou de acordo com assuntos que cobrem dentro de uma mesma seção do jornal. Até tem uma sala que se parece com uma redação, mas é usada praticamente apenas no fechamento do jornal, por alguns editores e diagramadores.

Aí, além da troca frenética de e-mails, o que une todo mundo é esse corredor enooooooorme aqui:

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Tenho medo de corredores. Por sorte, trabalho na redação online, que ainda que bastante silenciosa, está reunida em uma sala sem divisórias. UFA! Assim, ó:

berliner zeitung
Enquanto o jornal conta com cerca de 130 jornalistas, a equipe online que trabalha na central de Berlim é formada por pouco mais de dez pessoas – e a metade é freelancer (grande parte do conteúdo vem da sede do online, que fica em Colônia). Embora a equipe na Capital seja reduzida, o site é uma grande aposta da empresa e todos os jornalistas publicam seus textos também na versão online. Muito mais do que o impresso, o site do Berliner Zeitung tem como objetivo ser a fonte de informação do berlinense. Isso explica por que, entre os assuntos destacados na homepage, 70% são sobre a Capital. E é também por isso que minha principal missão aqui, sugerida por eles mesmos, é falar das minhas impressões sobre a cidade.

Como na maioria dos jornais brasileiros, todos os dias um representante da equipe online participa da reunião da editoria Lokales (Geral) e depois da grande reunião – que reúne editores de todas as editorias do jornal. Além disso, temos encontros internos semanais para discutir pautas, assuntos ligados a mídias sociais e projetos. Bem na verdade, o trabalho acaba sendo bastante parecido. Afinal, é jornalismo. O que é mesmo diferente e estranho é a capacidade de manter o silêncio. Também parece não existir a velocidade imposta pelo digital, a ânsia de dar uma notícia primeiro.

Mas acredito que seja apenas uma primeira impressão. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa. Volto aqui para contar (esse é o objetivo do “120 dias na Alemanha“), se essa percepção mudar.

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Bastidores: 120 dias como repórter na Alemanha


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A jornalista Bruna Scirea está em Berlim e conta semanalmente, aqui no Blog do Editor, a experiência profissional como repórter no Exterior. Ela é bolsista do Internationale Journalisten-Programme (IJP) e trabalha por dois meses no Berliner Zeitung.

Newsweek impressa volta às bancas

01 de março de 2014 0

reproduçãoUma das principais marcas globais de jornalismo, a revista Newsweek retorna às bancas no dia 7 de março. A revista semanal editou o seu último exemplar há uma ano e dois meses nos Estados Unidos – algumas edições internacionais mantiveram a impressão.

Conforme o site Meio&Mensagem, a circulação vai diminuir para cerca de 200 mil revistas, incluindo edições estrangeiras – costumava ser de 1,5 milhão de exemplares.

O novo projeto gráfico foi concebido por Robert Priest e Grace Lee, designers que assinaram o redesenho de revistas como Oprah Magazine, Forbes e Runner’s World.

 

 

 

"Um jornalista em terreno minado"

22 de janeiro de 2014 0

O blog do front, de Adriana Carranca destacou hoje o livro do jornalista Humberto Trezzi de Zero Hora. A jornalista e repórter especial do jornal Estado de S.Paulo é especializada na área.

reprodução

Muitos estudantes de jornalismo me falam sobre o sonho de se tornar correspondentes de guerra. Pedem sugestões de como driblar os perigos do Afeganistão dos talebans, entrar na Síria assolada pela guerra, circular pelos atalhos de terra apinhados de rebeldes no leste da República Democrática do Congo, viabilizar uma viagem ao Irã dos aiatolás. Torturam-se com a falta de oportunidades e preveem as dificuldades da carreira dado o orçamento apertado das redações. A todos eles eu digo a mesma coisa: comece com a esquina da sua casa.

Humberto Trezzi, gaúcho, 50 anos, mais de 40 prêmios de jornalismo, cobriu conflitos em Angola, Colômbia, Haiti, Líbia, Timor Leste. Nunca deixou de olhar para a esquina de sua casa. “É provável que a maioria dos brasileiros desconheça essa faceta de Porto Alegre, mas a capital dos gaúchos convive com uma epidemia de homicídios que há quase uma década cresce um pouco a cada ano”, ele escreve no livro Em Terreno Minado (editora Geração), em que nos revela sua descoberta sobre o sangrento fenômeno das gangues do tráfico em disputa pelo território da cidade – 171 grupos, Trezzi listou, com a ajuda da psiquiatra Montserrat Vasconcelas. “O Iraque é aqui e os americanos somos nós, os habitantes que não moram na periferia”, disse Montserrat ao repórter.

Leia mais no Blog do Front

Jornalista da RBS debate tendências da mídia em Bogotá

30 de outubro de 2013 0

reprodução

 

Adriana Franciosi

O diretor-executivo de Jornalismo do Grupo RBS, Marcelo Rech, é um dos painelistas da conferência Digital Media Latin America 2013, organizada pela Associação Mundial de Jornais (WAN-IFra) em Bogotá. Presidente do board da WAN-Ifra na América Latina, Rech analisa nesta quinta-feira as mudanças no jornalismo e aponta as iniciativas que o Grupo RBS está implementando na transformação de seu conteúdo.

Rech debate o painel “Transformando a Mídia Tradicional: uma Estratégia em Duas Partes para Mudança” ao lado de Ken Doctor, autor do livro “Newsonomics: Twelve New Trends That Will Shape the News You Get”, considerado um dos principais pensadores sobre o futuro da mídia da atualidade, e Gastón Roitberg, editor-chefe de redação multimídia do La Nación (Argentina), e Clark Gilbert, CEO do Deseret News (EUA). O debate ocorre das 9h às 10h30.

Voltada para os mais inovadores gestores de mídia da América Latina, a conferência, que começou nesta quarta-feira (30), aborda assuntos como a transformação do jornalismo, conteúdo pago, tendências em publicidade digital, ferramentas para manter o engajamento e propriedade intelectual.  Na foto acima,  Ana Busch, da ANJ, apresenta lições de jornais, entre eles ZH, sobre paywalls.