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Posts na categoria "Palestras ZH"

#ZHnaFaculdade: Tulio Milman conversa com alunos da UniRitter

07 de junho de 2016 0

O jornalista Tulio Milman conversou com os estudantes da UniRitter no dia 30 de maio, na 8ª edição do evento que leva profissionais de Zero Hora para as faculdades de Jornalismo do Estado. Com o tema “Multimídia e os novos parâmetros da comunicação” Tulio foi recebido no campus Zona Sul da instituição em Porto Alegre. A cobertura é feita pelos estudantes. Confira:

por Maurício Paulini, aluno de jornalismo da UniRitter

A preocupação com o futuro é uma questão que inquieta. Desde o passado. E ainda no presente tem sido assim. Logo na infância precisamos responder sobre o que queremos ser quando crescer. Na vida escolar temos que debater qual curso superior e qual profissão seria nossa melhor opção. Já na universidade, as dúvidas persistem: é isso mesmo que eu quero fazer? Isto vai me trazer realização pessoal? E profissional? Dá dinheiro?
Essas dúvidas se resumem em uma única questão quando se é estudante ou profissional do Jornalismo. Ela está presente em cada aula, é referida ao menos uma vez por dia, é motivo de seminários, debates e está sempre povoando o imaginário de estudantes da área. A pergunta de um milhão de dólares é: qual o futuro do Jornalismo?

divulgaçãoProfessor Leandro Olegário mediou o debate no auditório da faculdade. Foto: Jennyfer Siqueira

Por certo é necessário consultar quem está nessa caminhada há mais tempo. Professores, repórteres, editores, colunistas, todos têm muito a contribuir para a resolução desse questionamento. Mais uma tentativa de responder esta questão está sendo proposta pelo jornal Zero Hora. Em comemoração aos seus 52 anos, o periódico do Grupo RBS promove o evento intitulado ZH na Faculdade, que reúne profissionais e estudantes de Jornalismo para debater os rumos que a profissão está tomando.

Quando se fala que o jornalista contemporâneo precisa saber transitar pelas diversas nuances da profissão, Tulio é a personificação dessa máxima. Profissional multimídia, costuma dizer que já fez praticamente tudo no jornalismo. Do caderno de gastronomia até coberturas de guerras, passou por duas edições de Jogos Olímpicos e algumas campanhas presidenciais. Além da coluna em ZH, tem participação diária no Jornal do Almoço e Rádio Itapema. Como enviado especial e comentarista do Grupo RBS, já fez cobertura em mais de 15 países, entre eles Jordânia, Estados Unidos e China.

Veja a cobertura dos alunos nos outros 24 eventos

Por toda essa trajetória, Tulio fala com propriedade quando o assunto é a convivência entre as “novas” e as “velhas” mídias.  “As novas mídias não vão matar as tradicionais. O jornal impresso, por exemplo, está cada vez mais se reinventando. No curto prazo podemos afirmar que será uma mídia premium, onde o leitor estará disposto a pagar por um conteúdo exclusivo, analítico e com informações aprofundadas, destaca.
Tulio considera despir-se dos preconceitos um aspecto fundamental para que o trabalho como jornalista seja bem feito. “Na minha época escolar, um professor me pediu pra fazer um trabalho sobre Teixerinha. Eu gostava de rock, e fazer um trabalho sobre Teixerinha beirava a piada. Mas quanto mais eu pesquisei a respeito fui enxergando a importância desse personagem e o tamanho da sua obra. O papel do jornalista é compreender um fato e explicá-lo para o grande público”, afirma.
Do bate-papo com os alunos, além da certeza de que o jornalismo foi, continua sendo e ainda será muito importante para a sociedade, ficou ainda uma mensagem para os futuros profissionais: “Tem muito emprego para jornalista no mundo de hoje”, garantiu o jornalista do Grupo RBS.

 

Ulbra recebe Marta Sfredo em evento #ZHnaFaculdade

03 de junho de 2016 1

Por Emanuel Tanski e Darwin Nascimento, estudantes de Jornalismo

Fotos: Emanuel Tanski

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) recebeu na noite da última quinta-feira (2), a jornalista Marta Sfredo, da Zero Hora, para compartilhar sua experiência como jornalista e colunista na editoria de economia. O evento foi realizado no campus de Canoas, no auditório 130 do prédio 6. A conversa fez parte da #ZHnaFaculdade, evento alusivo ao aniversário de 52 anos do jornal Zero Hora, com o objetivo de abordar diferentes temas sobre a profissão e o futuro do jornalismo, além de promover a integração entre jornalistas experientes e alunos do curso.

Emanuel Tanski
Marta Sfredo tem longa experiência no ramo e contou sobre seu início na profissão, cobrindo esporte amador (vôlei, basquete e futebol), sua passagem para a cobertura política e o caminho até chegar na economia, área em que já atuou como repórter, editora e na sua função atual: colunista. Com uma conversa leve e descontraída, buscou interagir com os alunos, gerando uma série de perguntas e respostas sobre a editoria econômica.

Emanuel Tanski
A colunista destacou que procura sempre deixar mais leve e mais flexível sua coluna, a fim de não tornar algo chato, já que a coluna envolve “números”. Questionada se possui alguma referência no jornalismo, garantiu que não possui alguma referência exata. “Gosto quando conseguem conectar assuntos variados. Para mim, essas são as pessoas mais interessantes”, explicou.
Um dos principais focos da conversa foi o desafio de tornar a editoria de economia mais leve e compreensível para o público geral. “Sempre que tentamos tornar algo mais compreensível para o leitor, estamos cumprindo nosso papel como jornalistas”, respondeu Marta em uma das perguntas sobre o assunto.

Emanuel Tanski

Sobre a transição da editoria de política para a de economia, Marta destacou que faz parte da profissão: “Temos que estar preparados para falar de tudo. Tive que fazer muitos cursos, desde a bolsa de valores até a energia. Não entendia o que as pessoas falavam. Tive que procurar me especializar para entender e transmitir algo concreto aos meus leitores”, comentou.
Sobre a influência da faculdade em sua vida, disse que “dentro de uma redação a gente dá valor pelo que foi aprendido lá atrás. Precisa de muito conhecimento acadêmico. Tive professores que foram cruciais. Professores de texto, por exemplo, que me auxiliaram muito a escrever uma notícia, a pensar em como contar uma história”.
O evento terminou por volta das 21h30min, após muitas perguntas feitas pelos estudantes. Marta encerrou enfatizando a dedicação que o jornalista deve ter para buscar a especialização em sua área de atuação: “A melhor formação sempre é a formação complementar.”

Emanuel Tanski

Jornalismo cultural em pauta na Unijuí, com FêCris Vasconcellos

03 de junho de 2016 0

Por Ana Louíse Diel e Larissa Dorneles
Fotos: Bruno Gonçalves e Milena Wittekind

O curso de Jornalismo da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) recebeu na noite de quinta-feira (2) a jornalista FêCris Vasconcellos. Editora digital de cultura e entretenimento do jornal Zero Hora, ela participou do evento #ZHnaFaculdade – Uma conversa sobre jornalismo. O encontro teve como pauta “Grandes eventos, grandes coberturas -  e também o todo dia” e aconteceu na cidade de Ijuí.

Bruno Gonçalves 1
Com a cobertura de eventos como o Planeta Atlântida e o show do Rolling Stones na bagagem, a profissional mencionou questões importantes relacionadas ao momento do jornalismo. Destaque para a ascensão da era digital, que possibilita a utilização de novos recursos para somar com os tradicionais texto e foto.

Milena Wittekind1
Para FêCris, a palavra chave do jornalismo cultural é equilíbrio. É necessário circular entre o dia a dia e os grandes eventos. “Existe a possibilidade de fazer coisas incríveis. Existem grandes coberturas. Mas tem o cotidiano também”. Ela destacou ainda a importância do jornalismo cultural para o cotidiano do público: “Trazer um pouco de felicidade para a vida das pessoas, que às vezes é tão pesada. Fazer a diferença é o que me leva ao jornalismo”.

De acordo com a jornalista, para quem ingressa no mercado de trabalho, é necessário buscar experiências em diferentes áreas e veículos de comunicação. Investir em algo próprio e na região também é uma opção. “A cidade precisa ter um jornal forte, um site forte. A imprensa melhora a cidade”.

Bruno Gonçalves 2
A palestra contou com a cobertura colaborativa dos alunos de jornalismo da instituição. As hastags #ZHnaFaculdade e #ZHnaUnijuí foram utilizadas em conteúdos postados no Facebook e Twitter.

Dione Kuhn fala sobre a cobertura da crise política na Unisinos POA

02 de junho de 2016 0

Texto Vinicius Ferrari, aluno do curso de jornalismo Fotos: Luis Felipe Matos

divulgação

Aproximar os profissionais da redação aos alunos de jornalismo das universidades do Estado. Este é o foco do Projeto ZH na Faculdade, que todos os anos leva um profissional de Zero Hora para conversar com os futuros jornalistas em sala de aula. Este ano, no campus Unisinos de Porto Alegre, os alunos receberam a editora de notícias de ZH, Dione Kuhn. O tema, desta vez, foi a cobertura da crise política no Brasil.

Dione iniciou a conversa apresentando aos alunos um vídeo institucional produzido em comemoração aos 52 anos do jornal. Durante suas falas, mostrou os desafios e conquistas alcançadas pela equipe de ZH na cobertura da crise política que o país enfrenta. “Quando a gente começa a tomar pau dos dois lados quer dizer que teu trabalho esta sendo bem feito. O problema é quando levamos pau de um lado só. Enquanto Zero Hora estiver sendo criticada pelos dois lados, tanto coxinhas quanto pretalhas, é sinal que estamos fazendo um bom trabalho e que estamos alcançando nosso objetivo“. Além da cobertura da crise, onde segundo Dione “tudo acontece muito rápido e decisões precisam ser tomadas com urgência”, a jornalista respondeu às mais variadas perguntas dos alunos, tanto sobre o dia a dia da redação quanto sobre coberturas que marcaram sua trajetória.

divulgação

O estudante do sétimo semestre, Douglas Demoliner avalia positivamente este tipo de encontro. “É muito importante ter esse contato com pessoas experientes na nossa profissão. Principalmente para nós, que estamos próximos de nós formar e vamos encarar o mercado de trabalho, entender as dificuldades e os obstáculos do jornalismo”, disse. Quem esta começando no curso, caso da aluna do 3º semestre Juliana Coin, também gostou do encontro. “Acho que a palestra foi interessante pelo fato de mostrar um outro lado sobre certos assuntos polêmicos. O que está por trás de uma abordagem que pareceu tendenciosa, como se posicionar com opinião pública, coisas assim”, conclui Juliana.

Dione encerrou a conversa na Unisinos com a sua impressão sobre o encontro e fazendo um convite aos futuros jornalistas. “As universidades são um fórum muito crítico e é muito bacana saber o que vem daqui, o que vocês pensam do mercado e quais são as suas aspirações. Posso estar deixando um conselho meio batido, mas sejam inquietos e não se acomodem. Façam além do que foi pedido que assim vocês se destacam”, aconselhou a editora.

Assista ao vídeo produzido pelos alunos

Rosane de Oliveira fala sobre prática do jornalismo na Famecos

02 de junho de 2016 0

Texto: Júlia Bueno Fotos: Natalia Pegorer

Natalia Pegorer/Famecos/PUCRS

A Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS recebeu, na noite de quarta-feira (1°), a jornalista Rosane de Oliveira,  colunista do Jornal Zero Hora que falou sobre Informação Exclusiva e Opinião no Jornalismo Político. O evento integra as comemorações do aniversário de 52 anos do jornal. Dirigido aos alunos de Comunicação, o objetivo do encontro é fortalecer a relação entre a Universidade e o mercado de trabalho.

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 Rosane de Oliveira e o professor Tércio Saccol (Fotos:Natalia Pegorer)

O mediador do evento foi o professor Tércio Saccol. Ao iniciar a palestra, Rosane ressaltou os aspectos positivos da profissão. “Mesmo com todas as dificuldades e incertezas, essa carreira é a que sempre quis”. Emocionada com a presença dos alunos no auditório, agradeceu à Universidade pela oportunidade e observou que o lugar é a sua casa. “É como se minha vida se dividisse entre antes e depois da Famecos”, acrescentou.
Rosane está na Zero Hora há 23 anos e, nos últimos 13 anos, é responsável pela editoria de política. “Lidar com o fanatismo político atual está difícil”, comentou. Já a respeito da trajetória na Rádio Gaúcha, a comentarista disse que trabalhar com opinião instantânea é um novo aprendizado. Responsável por responder os ouvintes via WhatsApp e filtrar informações simultaneamente, citou a preocupação que o jornalista deve ter em interpretar fatos, fazer contextualizações e buscar notícias exclusivas. A respeito do jornalismo opinativo, destacou que é importante, na maioria das vezes, se posicionar. “Acredito que a imparcialidade na profissão é mito. A palavra de ordem, desse gênero, é independência”, disse ela.
Ao comentar sobre o cenário político atual, Rosane Oliveira disse acreditar que o mais importante nos dias de hoje seja procurar os assuntos com mais profundidade. Observou, ainda, o fato de grande parte da população não saber ouvir a opinião do outro e, por consequência, gerar contínuos conflitos. Sobre o jornalismo, enfatizou que “não temos que fechar os ouvidos para o que o outro tem a dizer”.

“Ou você se apaixona e se entrega, ou não tem muita graça”, diz.

Rosane salientou a relevância do jornalista em “colocar ordem no caos”. Desconfiar, ir atrás da verdade e buscar um aprofundamento maior sobre o que é dito são características essenciais de um bom profissional. Quando questionada a respeito do futuro da opinião nos meios jornalísticos, disse que vai ter sempre lugar para comentários embasados e que mostrem os porquês dos acontecimentos. “Opinião pela opinião não basta”, alerta.
Para a convidada, o ponto de vista do jornalista não pode ser raso, ele tem que ser fundamentado em vez de baseado, unicamente, em ‘achismos’. Acrescentou ainda que lidar com críticas e insultos “faz parte da profissão” e que é sempre interessante, para o crescimento do especialista, absorver julgamentos construtivos.
Depois de analisar o cunho de algumas manifestações que ocorreram no Brasil, como a de 2013 e as atuais, além das ocupações que acontecem em escolas públicas, Rosane disse que cultivar fontes, independente da sua origem, é fundamental. Ressaltou também que o futuro do jornalista está correlacionado com adaptação. “Por mais que eu acredite que o papel vá mudar, se adaptar a novos desafios é essencial. A gente tem que ser plural e aprender a ampliar a capacidade de produção”, expôs.
Para ela, com as redes sociais, é difícil não divulgar uma informação. “Ou se tem certeza absoluta de que aquela notícia não será publicada por nenhum outro veículo e a preserva, ou a divulga para não perder a oportunidade”, falou.

Jornalismo digital é tema do #ZHnaFaculdade na UCS

02 de junho de 2016 0

Por Juli Hoff, aluna de jornalismo da UCS

O curso de Jornalismo da UCS recebeu a jornalista de Zero Hora Sabrina Passos na quarta-feira (1º de junho), no estúdio de TV. Sabrina é coordenadora de projetos de ZH e, atualmente, é responsável pelo ZH Domingo Digital e ZH Noite. A palestra é alusiva à comemoração dos 52 anos do jornal, momento em que a empresa jornalística promove bate-papos nas instituições acadêmicas do Rio Grande do Sul com a presença de profissionais que atuam no veículo.

Tsheislin RamosConversa foi no Estúdio de TV da Universidade. Fotos: Tsheislin Ramos

Tsheislin Ramos

Durante a palestra, Sabrina compartilhou sua história e experiências dentro da profissão, explicou sobre a jornada de trabalho do Zero Hora e quais os desafios do jornalista nos dias atuais. A palestrante também falou sobre as diferenças que constatou com a entrada das mídias sociais no jornalismo, e como este, tem de se reinventar para atrair e não perder seu público. Ainda foram fornecidas dicas aos alunos sobre como se destacar no mercado de trabalho, além das vantagens de se arriscar no período da faculdade, vivendo experiências que serão de bom proveito no futuro.

Ao final da palestra, Sabrina abriu espaço para que os presentes pudessem tirar suas dúvidas e contou, detalhadamente, sobre uma cobertura de evento que realizou sozinha e fora do país, ressaltando que com dedicação, o jornalista consegue fazer seu trabalho de forma competente, mesmo sem ter uma equipe o acompanhando.

Tsheislin RamosAlunos receberam edição especial sobre ZH e o futuro da Jornalismo. Fotos: Tsheislin Ramos

Tsheislin Ramos

Luiz Araujo fala sobre o futuro do jornalismo na Unifin

02 de junho de 2016 0

Por Pedro Molnar, aluno de jornalismo da Unifin

O repórter especial da Zero Hora Luiz Araujo conversou com os acadêmicos do curso de Jornalismo da Faculdade de São Francisco de Assis – UNIFIN, em Porto Alegre, nesta quinta-feira (1º). O jornalista, com mais de 20 anos dedicados ao jornal, participou do #ZHnaFaculdade, evento que faz parte das comemorações dos 52 anos de ZH e integra profissionais, estudantes e professores dos cursos de todo o Estado.

Luciano CoimbraFoto: Luciano Coimbra

Araujo atraiu os estudantes com o instigante tema “Jornalismo ainda e mais: uma profissão que só vai desaparecer depois do cristianismo e do rock’n’roll”. Ele abordou o futuro da profissão e deu dicas para 2066, ou seja, dicas que servem para qualquer cenário e em qualquer tempo. Abordou ainda assuntos como imparcialidade, cultura digital, o futuro do jornal impresso e o equilíbrio entre a velocidade e as matérias mais complexas.

De acordo com o aluno Bruno Lara, presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição, o projeto #ZHnaFaculdade é uma proposta interessante que, além de promover a integração com o mercado, ajuda a capacitar os estudantes para o exercício da profissão, ainda mais com um profissional como Luiz Araujo, que já viveu diferentes fases do jornalismo.

Ao final do evento, um grupo de alunos posou para a foto exibindo o caderno especial entregue pelo jornalista aos estudantes. O DOC feito para os acadêmicos apresenta números do jornal e detalha o ciclo da notícia em ZH.

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Em Santa Maria, alunos conheceram a rotina da cobertura esportiva em ZH

02 de junho de 2016 1

Por Andressa Marin, acadêmica de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano (Unifra)

Na noite desta quarta-feira (1), a editora digital de esporte da Zero Hora Débora Pradella esteve no Centro Universitário Franciscano (Unifra), em Santa Maria. A jornalista participou no evento #ZHnaFaculdade e conversou com os estudantes sobre o trabalho na Editoria de Esportes em ZH com o tema ” A integração on e off e a cobertura digital de Grêmio e Inter”.
Cerca de 150 pessoas, entre alunos e professores, ouviram a explanação de Débora. No primeiro momento, a jornalista apresentou dados da editoria de esporte, a segunda mais acessada pelos internautas. De acordo com a palestrante, o esporte já foi o tema mais consumido, no entanto, a busca por informação sobre política nacional mudou a realidade nesse ano.

Logo após a explanação, houve espaço para perguntas. A editora falou sobre o dia a dia da redação, da cobertura esportiva em tempo real, diferenças entre conteúdo impresso e digital e ferramentas utilizadas para publicar e mensurar resultados. Além disso, Débora também falou sobre a representação feminina na editoria esportiva e como chegou a esse ramo: “O esporte é um negócio apaixonante. Depois que tu começas, não quer mais sair. Estás trabalhando com o lazer das pessoas”, relata a jornalista.

DivulgaçãoCerca de 150 alunos do curso de jornalismo participaram do encontro com a editora Débora Pradella na Unifra

Foto: Roger Haeffner

Colaborou: Gabrielle Righi

 

Fotojornalismo em debate na Unisc

01 de junho de 2016 0

Por Guilherme Graeff
Fotos: Caroline Fagundes Pieczarka

Ocorreu na manhã desta quarta-feira, 1º, a palestra “O que os jornais (on e offline) esperam das imagens”, com o fotojornalista Jefferson Botega, que começou a carreira em 1996 no jornal Pioneiro, em Caxias do Sul, e desde 2006 integra a redação do maior veículo impresso do estado do Rio Grande do Sul. O evento é uma iniciativa da Zero Hora e ocorre anualmente em comemoração ao aniversário do jornal.

Para o fotojornalista, que ganhou por diversas vezes prêmios como o Vladimir Herzog e o Esso de jornalismo, dentre outros, o evento promovido pela ZH é importante porque o mundo acadêmico é onde as coisas estão acontecendo, as ideias estão surgindo, efervescendo. “É muito legal dividir com o público acadêmico, contar histórias e também tirar um pouco da ansiedade do pessoal, principalmente do jornalismo. Acho que é bem válido isso que a Zero Hora vem fazendo e acho que vai continuar por bastante tempo”, avalia.

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Botega dividiu com o público suas experiências e deu dicas de como pensar a fotografia jornalística. “Eu sempre tento sair da obviedade, eu não me contento com uma foto de página interna, eu quero tudo o que eu puder, todos os lugares que estiverem dispostos para aquela imagem eu quero tentar colocá-la e não uma igual a outra. Claro que sempre contando a mesma história, mas se eu puder fazer diferentes fotos da mesma história é muito bom”, conta.

O estudante do Gregory Reis, acadêmico do 9º semestre de Jornalismo, avaliou a palestra como muito boa para motivar os alunos a saírem da zona de conforto e produzirem. “Hoje a foto chama muito mais atenção que o texto, na correria do dia a dia acabamos lendo um trecho das matérias e olhando para as fotos, ainda mais se elas forem bem produzidas. A foto confirma os acontecimentos que o texto relata”, ressalta.

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Reportagem em vídeo: Nathana Redin Rachele
Imagens e finalização: Ismael Dias e Gustavo Eder
Áudio: Késley Santos

Marta Gleich: “O jornalismo vai sobreviver contando histórias”

01 de junho de 2016 0

Por Andressa Machado, Estela Baggio, Felipe Goldenberg e Victória Netto, estudantes do 4º semestre de Jornalismo da Fabico

Participando de um ciclo de palestras ministradas nas escolas de Jornalismo do Estado, a diretora de redação do jornal Zero Hora, Marta Gleich, esteve na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS, na terça- ­feira (31), para discutir o futuro do jornalismo. Na conversa com estudantes e professores, Marta falou sobre as mudanças no comportamento dos consumidores, as transformações no modelo de negócios vigente e o papel dos jornalistas diante do novo panorama da mídia.

Lúcia Pires

Segundo ela, não é a profissão que está em crise, e sim o modelo empresarial em uso. “Ninguém encontrou, no mundo, o modelo perfeito de negócios que vai sustentar o jornalismo de hoje”. Ela declarou que a solução para enfrentar essa dificuldade é apostar nos profissionais e entender o que o público quer consumir. “Temos que investir, senão a gente não faz nenhuma diferença frente às redes sociais. O leitor quer pagar por um conteúdo de qualidade”. A diretora ressaltou, ainda, que a empresa vem investindo massivamente na produção de conteúdos multimídia, já que o público está cada vez mais moderno, digital e conectado.

Em uma pesquisa recente realizada por Zero Hora, foi apontado que 93% dos leitores estavam satisfeitos com as reportagens especiais produzidas pelo Jornal. Para Marta, o futuro do jornalismo é a reportagem. “Eu acredito que nossa profissão vai sobreviver contando histórias. Sempre foi e sempre vai ser”, afirmou.

Na conversa que seguiu a palestra, estudantes e professores questionaram os critérios para publicações no Jornal e sugeriram alterações quanto aos modelos de gestão. Os debates sobre posicionamentos políticos da imprensa foram os que mais acaloraram a discussão. “Não temos maturidade, na nossa democracia, para apoiarmos partidos ou ideologias políticas nos jornais”, avaliou Marta.

Na foto, parte dos alunos que assistiram a palestra, professores da Fabico e a palestrante Marta Gleich

UFRGS