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Posts na categoria "Pelo Rio Grande"

Festa com cultura e jornalismo para comemorar os 200 anos de Pelotas

05 de julho de 2012 0

Zero Hora foi a Pelotas para comemorar os 200 anos de fundação da cidade. O salão da Bibliotheca Pública reuniu convidados para um bate-papo com os editores Claudia Laitano, Klécio Santos e Rosane de Oliveira.

Entre os assuntos em pauta, o bom momento econômico da região e como Pelotas pode aproveitá-lo, a disputa pela prefeitura e a importância cultural do município, berço do escritor Simões Lopes Neto e de músicos como Vitor Ramil.

Cláudia Laitano

— É muito bacana quando a gente pode sair da Redação e chegar mais perto do público. Adoramos fazer esses encontros, especialmente com nossos leitores do Interior. Não podíamos ficar de fora da festa de aniversário de Pelotas — conta a editora de Interior de ZH, Caroline Torma.

Com espumante e os famosos docinhos de Pelotas, os convidados brindaram a data com a equipe do jornal.

As fotos deste post são de Nauro Júnior.

Um paradinha para fazer rapel

24 de janeiro de 2012 1

Uma das delícias de fazer algumas pautas é participar da “função”. Foi o que aconteceu com a matéria sobre a possibilidade de se praticar esportes de aventura praticamente no centro de Santa Cruz do Sul, da correspondente Luane Magalhães, publicada no caderno Viagem desta terça-feira. Confira o relato:

“Nunca tinha feito rapel e me diverti tanto que não descarto uma nova incursão no mundo dos esportes de aventura. Sem contar, que a oportunidade de fugir do clima da Redação para respirar natureza e curtir um pouco de adrenalina sempre é bom e dá um gás a mais na volta para o ´habitat natural´”.

O mate nosso de cada dia

18 de janeiro de 2012 0


A correspondente Joice Bacelo e o fotógrafo Nauro Júnior, da Casa ZH Pelotas, dividem, além da paixão pelas notícias, o gosto por um bom chimarrão. Todo dia, Nauro se encarrega do amargo, inclusive levando cuia e térmica. No entanto, na terça-feira ele esqueceu a cuia. A dupla não se apertou: improvisou o mate na caneca.

Veja o relato de Joice:

“A gente nem tenta ficar sem, sabe que é praticamente impossível: chimarrão é como um combustível, o que faz a equipe de Pelotas funcionar. Aprendi isso com o Nauro. Desde o meu primeiro dia na redação tem mate e não importa a hora, pela manhã, à tarde. Sempre tem.

É ele quem traz tudo – cuia, bomba, térmica, erva – e também é ele quem prepara (da última vez que me responsabilizei pela água quente, apareci com a metade da unha torrada pelo mau uso do isqueiro). Mas eu ajudo com busca do que a gente chama de ‘chazinho’, são umas folhinhas de bergamota e de cidreira colhidas aqui mesmo no pátio da RBS.

Dia desses, fiz a pergunta de sempre:

- E o chimarrão?

O Nauro prontamente abriu a mateira e, para desânimo geral, a cuia não estava ali. Na hora, sem nem pensar, ele encontrou a solução.

— Vou fazer o chimarrão na caneca — disse.

E assim foi, mate na caneca o dia todo. Sorte nossa – que não ficamos sem o combustível – e dos leitores – que continuaram sendo abastecidos com as notícias do Sul”.

Um pai (quase) repórter

17 de janeiro de 2012 3

Sergio Diverio, 54 anos, está acostumado a ver o nome do filho, Rafael Diverio, correspondente de Zero Hora em Rio Grande, nas páginas do jornal e em zerohora.com. Porém, foi a vez de Rafael ver o nome do pai estampado em uma notícia.

Um dos cliques de Sergio Diverio

Embora seja engenheiro mecânico, Sergio sempre foi um apaixonado pelo jornalismo. Sua admiração pela profissão o fez investir em uma máquina fotográfica semiprofissional e arriscar alguns cliques. Duas dessas imagens, feitas na praia do Cassino, ilustraram uma matéria de zerohora.com.

Confira o relato que Rafael sobre o novo hobby do pai:

“Sergio Diverio é engenheiro mecânico. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg), trabalha na mesma empresa há 31 anos. Um caso cada vez mais raro de longevidade no emprego. Pelo grande tempo no lugar, só posso crer que ele gosta do que faz. Mas ninguém me tira da cabeça que o sonho verdadeiro do meu pai era ser jornalista.

Foto de Sergio Diverio mostra banheiro químico derrubado pelo vento

Como milhões de gaúchos, desde criança ouvia rádio o tempo inteiro. Manteve o hábito e difundiu essa prática também para meu irmão e para mim. Até hoje, quando nos reunimos para ver futebol, a TV fica sem volume e o rádio é quem dita o ritmo da partida.

— Vamos ver como está o Pedrão (sobre o narrador da rádio Gaúcha Pedro Ernesto Denardin) hoje — é uma das frases mais repetidas às quartas-feiras e domingos.

Parte do sonho de ser radialista esportivo chegou a ser realizado. Na década de 1990, a empresa em que trabalha comprou o espaço de uma rádio local e transmitiu o campeonato de futsal disputado pelos colaboradores.

Com o passar do tempo, meu pai desenvolveu também a habilidade de repórter fotográfico. Comprou uma máquina semiprofissional e arrisca uns cliques em paisagens e cenários bonitos. Foi assim que meu pai “entrou” para as páginas virtuais da Zero Hora. Estava junto a ele quando isso aconteceu. Em uma terça-feira, vínhamos para o centro da cidade pela praia do Cassino. Eu estava dirigindo e resolvi ir por lá para ver se havia alguém praticando algum esporte ou curtindo as ondas nos primeiros raios de sol. O vento nordestão soprava forte. Então, ele percebeu um homem empurrando a bicicleta, em vez de pedalar. Paramos o carro à distância para captar o momento. Conversamos sobre os enfoques da imagem e ele clicou.

Mandei as fotos para o site. Em seguida, pelo espaço do leitor-repórter, foi feito um breve relato. As fotos, então, ilustraram uma matéria.

Sem que qualquer parente próximo seja jornalista, sempre me perguntei de onde poderia ter vindo minha vocação. Tanto que – tirando a infância, quando achei que seria jogador de futebol –, nunca me imaginei fazendo outra coisa.. Acho que achei a resposta. Foi dele que veio essa vontade de tentar contar um pouco do que vejo, escuto, aprendo. Ou essa vontade de – como li aqui uma vez – ter a vida como pauta”

Rafael com o pai, Sergio

O gostinho especial de vencer em casa

03 de janeiro de 2012 1


O fotógrafo da Casa Zero Hora Pelotas, Nauro Júnior, experiente, já ganhou vários prêmios. Morando há mais de 15 anos na cidade, ele não esconde o carinho que tem por Pelotas. No entanto, entre tantos prêmios, o conquistado no último dia 31 foi especial. Veja o motivo no relato de Nauro:

Santo de casa não faz milagres. Este ditado serve bem para quem busca a aprovação dos seus pares. Trabalho na sucursal de Pelotas há 15 anos. Durante este tempo ganhei alguns prêmios, mas sempre tive que viajar para buscar minhas condecorações.

No último dia de 2011, o programa Pelotas 13 Horas, da Rádio Universidade Católica, escolheu os melhores do ano. Todos os anos eu me inscrevo neste concurso, mas desde que moro aqui só tinha vencido uma vez. Foram várias fotos inscritas na categoria “Melhor fotografia do ano em Pelotas” e fui para a final com o editor de fotografia do Diário Popular, Carlos Queiroz.

Nós dois escutamos, juntos, em um radinho de pilha, a transmissão ao vivo da votação final. Desta vez, levei a melhor, acabei vencendo por 7 votos a 6, com a foto “Remendo como Remédio”, a mesma foto que venci o Prêmio Setcergs em 2011. A diferença de um prêmio para o outro? O gostinho de ganhar em casa é muito melhor.”

Um repórter envolvido com o cinema

24 de dezembro de 2011 1

Após fazer reportagens sobre a decadência dos cinemas de calçada gaúchos, o correspondente de Zero Hora em Passo Fundo, Leandro Becker, teve uma surpresa. Ele foi convidado a dar seu depoimento para um documentário sobre o Cine Brasília, de Carazinho, sua cidade natal. O cinema, infelizmente, fechou as portas este mês. O vídeo do produtor executivo Rafael Tombini teve a primeira série de gravação de depoimentos em dezembro, em Carazinho. Em janeiro, a segunda etapa ocorrerá em Porto Alegre.



Confira o relato de Leandro, que gravou o depoimento no próprio Cine Brasília:

“Foi com honra e emoção que recebi o convite do produtor executivo Rafael Tombini para gravar um depoimento no documentário em produção sobre a história do Cine Brasília, em Carazinho, minha terra natal, no norte do Estado. Contribuir com um projeto tão especial para a minha cidade foi gratificante e inesquecível. Minha ligação com o cinema não vem de mero espectador desde criança.

Tive o privilégio de fazer uma série de reportagens em 2007, quando trabalhava em um jornal da cidade. Da entrevista nasceu uma grande amizade com o ex-proprietário Marco Simon, que morreu em agosto deste ano.

Em novembro de 2010, três meses após me tornar correspondente de Zero Hora em Passo Fundo, fiz uma reportagem sobre a decadência dos cinemas de calçada gaúchos e encontrei Simon pela última vez. A saúde dele não era mais a mesma, mas o idealismo de um apaixonado por cinema permanecia intacto. Um ano depois, a decadência dos cinemas de calçada voltou à tona com o risco de fechamento do Cine Brasília. Foi quando conheci Tombini, durante entrevista para uma nova reportagem em ZH sobre o tema, com destaque desta vez ao documentário que será lançado no segundo semestre de 2012.

Uma pena que, apesar da mobilização, o Cine Brasília tenha fechado as portas por falta de público. Mas nas telas e na minha memória, pelo menos, sua história será eterna.”

Jovens repórteres

04 de dezembro de 2011 0

Confira o relato da curadora de conteúdo do clicRBS nordeste/missões sobre a inauguração de um dos 27 blogs do projeto ‘clic nas escolas’, que leva conhecimento de informática a alunos de escolas públicas do interior do Estado e estimula a criação de blogs para as comunidades:

Ao chegar na sala de vídeo da escola Joaquim José Felizardo, em Santa Rosa, já pude perceber que seria um dia especial. Para mim, como jornalista, para os alunos, que tinham seus talentos reconhecidos  e para os pais, que, orgulhosos, observavam aqueles jovens se formarem como alunos-repórteres.

Depois de quatro oficinas do projeto ‘clic nas Escolas’, os alunos-repórteres mostraram as potencialidades da escola e do bairro no blog “CIEP-Educação com Amor”.

Emerson William Goulart de 12 anos, o único menino da turma, fez questão de ser protocolista. Mesmo que de boné e calça jeans batida. Por meio das oficinas, tornou-se repórter. E, como os outros alunos, criou um e-mail, e viu novas oportunidades se abrirem.

Nenhum aluno faltou na solenidade de lançamento do segundo dos 27 blogs que devem ser implantados nas escolas públicas locais, por meio do clicRBS Noroeste Missões.

Presente de Serafina Corrêa

02 de dezembro de 2011 0

O repórter Leandro Becker, correspondente de ZH em Passo Fundo, foi presenteado com um pacote de um tradicional doce do interior do Estado.

Confira o relato:

Em uma das ocasiões em que fiz reportagens sobre eventos no município de Serafina Corrêa (Festival da Pizza e Campeonato de Bolitas) recebi, dias depois, guloseimas enviadas pelo correio.  São grostolis, mais conhecidos na região como “cueca virada”.





Avatar na Redação de Passo Fundo

04 de novembro de 2011 1

Óculos, cabelos cacheados, sorriso de motivação e uma edição de Zero Hora embaixo do braço. Há um ano e dois meses, é assim que o repórter Leandro Becker chega à Redação em Passo Fundo.

Ou simplesmente não sai.

Ele mesmo explica:

“Tenho um avatar. Trata-se de de uma caricatura em forma de boneco com cerca de 30 centímetros de altura. De novidade a xodó, foi questão de tempo. Hoje, ele é meu braço direito, embora de TNT.

Quem se aproxima da minha mesa não tem dúvidas de quem inspirou a caricatura. É um olho no boneco, outro em mim e logo vem o sorriso seguido da frase: é igualzinho!

O mais engraçado é que parece mesmo! E dizer que ele nasceu por acaso.

Eu trabalhava quando o operador de imagem da RBS TV, Renato Maidana, entrou na Redação com uma sacola de bonecos feitos pela mulher dele. Foi olhar e encomendar. Três dias depois, comprei meu avatar por R$ 10 e confesso: barato mesmo foi o resultado que a presença dele causou!

Só falta o clone falar para dividirmos a cobertura dos mais de 80 municípios da região.

Enquanto isso, costumo brincar que como ser repórter de Zero Hora sempre foi um de meus maiores sonhos, hoje meu avatar é a forma que encontrei para nunca sair da Redação onde tanto quis entrar!”

De carteira na mão e emprego novo

04 de novembro de 2011 0

Uma mensagem no celular surpreendeu esta manhã o repórter Rafael Diverio, em Rio Grande. Confira:

Estava buscando umas informações para ajudar o Carlos Etchichury em sua empreitada pelas estradas gaúchas ao lado do fotógrafo Lauro Alves e do motorista Sergio Barbosa, quando meu celular recebeu uma mensagem: Rafael, tudo bem?Realizei o exame prático de direção e fui considerado APTO, sem perder nenhum ponto. Obrigado. Abraço. Nahin Santos.

Para quem não lembra, Nahin Santos é o personagem apresentado por Zero Hora como um dos prejudicados com a carência de examinadores do Detran para realizar provas de direção para obtenção de carteira de motorista. Natural de Santo Ângelo, ele percorreu o norte e o noroeste gaúcho por duas semanas em busca de uma vaga nos Centro de Formações de Condutores (CFCs) de pelo menos 15 cidades tentando fazer um exame.

Mais do que simplesmente ter o direito de dirigir carretas, Nahin precisava da carteira de habilitação para assumir o cargo de motorista na prefeitura de Entre-Ijuís, conquistado por meio de concurso público.

Conversei com o novo motorista. Entusiasmado pelas mudanças, avisou que poderá assumir o posto em mais ou menos dez dias.

A comemoração, porém, vai ficar para sábado.

— Para fazer as aulas e correr atrás do exame, tive que pedir dispensa de vários dias. Então tenho que trabalhar para repor esses dias e terminar um serviço elétrico. Mas sábado à noite vai ter um churras para todos que puderem vir — avisa.