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Posts na categoria "Blog do Editor"

Humberto Trezzi conversa com alunos da Urcamp

26 de agosto de 2014 0

divulgação

Texto: Yuri Cougo Dias

Em Bagé, a Universidade da Região da Campanha (Urcamp) recebeu na noite de quarta-feira (20), no Salão de Atos, a palestra do repórter Humberto Trezzi, de Zero Hora. O evento faz parte do ciclo de palestras anual de ZH pelas escolas de Jornalismo.

Formado pela PUCRS, Trezzi trabalha há 25 anos como repórter de ZH. Ele afirma ter ingressado no jornalismo totalmente por acaso. “Queria algo que não tivesse cálculos, fiz uni-duni-tê com as ciências humanas e o dedo caiu sobre o jornalismo”, completa Trezzi.

Durante o encontro, relatou experiências em coberturas internacionais, como a viagem com as Forças Armadas à Angola, a cobertura do tráfico no Rio de Janeiro, os conflitos no Paraguai, Equador, Colômbia, os desastres em Santa Catarina, o terremoto no Chile, entre outros.

Marcado por coberturas internacionais de guerras, como a Primavera Árabe, no qual foi ferido, Trezzi comentou sobre a situação em que a Líbia se encontrava e exibiu fotos e vídeos dos conflitos. “Na Líbia todos os homens maiores de 16 anos foram para a guerra, ficando a cargo das crianças o policiamento nas ruas. A rebelião foi extremamente violenta, pois todos os grupos se posicionaram com apenas uma ideia, derrubar o ditador. Eram todos contra o governo”, afirma.

A estudante do sexto semestre de jornalismo, Thaís Nunes, ressaltou a importância da promoção de palestras de jornalistas em cidades do interior. “Acho muito importante essa troca de conhecimentos com pessoas experientes, principalmente porque estamos longe dos grandes centros”, falou.

O Coordenador do Curso de Comunicação Social, Murian Ribeiro destacou a importância da palestra para o curso: “atividades como essa trazem um novo ponto de vista para os estudantes de jornalismo, aumentando suas perspectivas e dando ‘um gás’ quanto a prática profissional após a formatura”. Ribeiro completa ainda “tem-se a ideia de que o jornalista formado no interior necessariamente ficará no interior, a presença de Trezzi aqui prova que essa afirmativa não é verdadeira”.

Uma conversa sobre fotografia na UFSM/Cesnors

22 de agosto de 2014 0

boa1

Por Maurício Cattani

No dia 21 de agosto de 2014, no auditório do CAFW ( Colégio Agrícola de Frederico Westphalen), Jefferson Botega, editor de fotografia do jornal Zero Hora ministrou uma palestra para os acadêmicos de Jornalismo da UFSM/CESNORS-FW sobre sua área de atuação no jornalismo.

Na ocasião, os alunos puderam saber um pouco mais sobre a profissão do mesmo e receber uma colaboração para entender como ser um bom profissional e ainda, destacou que para despertar o interesse do leitor, nos dias atuais, é necessário que se faça uma foto diferente do usual.

Segundo Botega, apesar de receber várias criticas no dia a dia, ele procura fotografar de forma que desperte reflexões ao seu público. Lembra também, que a foto não basta ser boa, ela precisa ainda causar um impacto àqueles que terão acesso à mesma.

Em uma breve entrevista, Jefferson Botega relatou que quando almejamos uma boa pauta, por mais que a primeiro momento nos emocione, devemos separar o lado emocional do profissional.

Porém, quando se trata de fotografar, é fundamental que nossos sentimentos sejam expostos, pois, segundo ele:  “Um fotógrafo sem sentimentos não consegue  arrancar emoções das pessoas que vêem suas fotografias.”

O evento faz parte do ciclo de palestras de ZH que passa pelos 24 cursos de Jornalismo do Estado. A cobertura é feita pelos estudantes.

"O Jornalismo precisa se reinventar", afirma Nilson Souza no IPA

22 de agosto de 2014 0

Bruno Dietrich

Veja a cobertura dos alunos do IPA

Confira o Storify produzido pelos alunos

Escrito por Gabriel Guidotti   e foto Bruno Dietrich

Uma noite de debates jornalísticos, de conhecimentos compartilhados e boa música. A aula de abertura do semestre do Jornalismo/IPA teve todos estes ingredientes, além da participação de dezenas de alunos do curso. Para coroar o evento, tivemos a presença do editorialista e colunista do jornal Zero Hora, Nilson Souza, que veio falar um pouco de sua trajetória profissional e discutir temas como mídia, cenário jornalístico contemporâneo e o futuro da profissão.

Ao dar início à Noite Cultural, o coordenador do Jornalismo/IPA, Fábio Berti, destacou a nova proposta que permeia o curso: mixar aprendizados teóricos com a participação de grandes profissionais de mercado na formação. Além disso, valorizou a ação integrada entre os cursos de comunicação da instituição, que, além de excelência no aprendizado, se complementam em diversos segmentos. A abertura contou também com palavra da Pastoral do IPA – que troxe sua mensagem de fé, de acordo com os princípios metodistas, e a música do estudante Marcelo Noms, que animou os presentes.

Humildade e simpatia 

“Sinto-me constrangido de ser chamado de palestrante. Sou um simples jornalista”, relatou Nilson Souza, de forma humilde, no começo de sua explanação. Nas quatro décadas despendidas à atividade, afirma ser apaixonado pela profissão, mas explica que os estudantes de hoje terão uma difícil tarefa à frente: reinventar o Jornalismo. Segundo ele, os veículos de massa estão sendo exigidos para entregar a informação em diferentes plataformas ao público receptor. A Zero Hora, buscando se adaptar aos novos tempos, se remodelou, alterando tanto sua identidade visual quanto seu organograma editorial.

Nilson afirma  que a Publicidade é o que sustenta o Jornalismo, e explica que as empresas estão sendo obrigadas a se reestruturar. “Sobre as demissões na Zero Hora, perdemos quatro colegas. Se fosse apenas um já seria doloroso”. Entretanto, para ele, o  fato foi superdimensionado: “não foram 130 jornalistas demitidos”.  E complementa: “Nós estamos sendo desafiados, no mercado de comunicação, a reestruturar o Jornalismo. As empresas estão precisando se adaptar a isso também”.

Repórter Paulo Germano conversa com alunos da Ulbra sobre reportagem

22 de agosto de 2014 0

Bruna BatistaFotos: Bruna Batista e Cristielen Souza

Jornalistas de Zero Hora percorreram esta semana os 24 cursos de Jornalismo do Estado. O ciclo de palestras passou por 15 cidades e termina da segunda-feira, dia 25, em Pelotas.

Confira a cobertura dos estudantes do curso da Ulbra sobre a palestra do jornalista Paulo Germano.

Texto: Esteban Duarte – Agex/ULBRA

Com a presença do repórter especial do jornal Zero Hora, Paulo Germano, foi realizada mais uma edição do “Papo de Redação”. A atividade ocorreu na sala 203 do prédio 14, no campus da Ulbra Canoas.

A reportagem “Dinheiro farto para organizada”, e o projeto “Na Beira da Copa”, foram os trabalhos destacados pelo repórter no inicio do evento. Paulo atua como repórter especializado em violência nos estádios e torcidas organizadas. Segundo ele, em conversas na redação, se chegou ao consenso de que o assunto não recebia a devida atenção da imprensa, “a mídia cobria muito mal esses fatos, então resolvi me aprofundar nesse mundo”.

O jornalista fez um resumo do trabalho de investigação sobre as torcidas organizadas e a relação que elas mantinham com as direções dos clubes gaúchos de futebol.

Cristielen Souza
A série de reportagens começou com a investigação e flagrante de torcedores frequentando estádios mesmo estando proibidos pela Justiça. A apuração do caso demandou pesquisa no fórum central de Porto Alegre, consultando atas de ocorrências nos estádios, buscas no facebook, assim como consultas de boletins de ocorrência. Foram utilizadas diversas ferramentas para tentar mapear os torcedores. Paulo ainda relatou a perseguição aos torcedores para conseguir as fotos que seriam utilizadas como provas.

Durante as investigações, Germano localizou documentos que comprovavam que o clube gaúcho efetuava repasses de, em média, R$ 45 mil por mês, destinado às torcidas organizadas.

O repórter relatou a entrevista com o líder das brigas que externaram a divisão da Geral do grêmio, Paulo Roballo Brum, o “zóio”. “O ex-líder da geral revelou que os membros mais elevados na hierarquia das organizadas embolsavam grandes valores repassados pela direção do Grêmio. Conforme o clube, as verbas eram destinadas para as despesas das viagens das torcidas, mas nunca foi exigida qualquer prestação de contas”, completou Germano.

A matéria ainda destacou entrevista com o presidente do Grêmio entre 2011 e 2012, Paulo Odone. Questionado sobre a responsabilidade do clube, o dirigente afirmou ter recebido denúncias de desvios nos repasses, mas alegou que não tinha condições de fiscalizar o destino do dinheiro.

O jornalista também falou sobre a produção da matéria, “esse projeto deu muito trabalho, foi um grande processo. Algo que deve ser levado em conta é a importância do desenvolvimento de fontes, elas me ajudaram muito na colheita de informações e provas.”

Para Germano, a situação do jornalismo atual pode ser aproveitada para realizar uma renovação no perfil profissional, “vivemos uma fase de renovação. ser referência em um assunto é um diferencial muito importante. A especialização vai ser muito valorizada no futuro da profissão.”
Questionado sobre a parcialidade dos meios de comunicação e interesses que poderiam travar a reportagem, Germano afirmou que o jornalista não deve se importar com as posições ideológicas da empresa.

Finalizando o encontro, Paulo Germano falou sobre a longevidade do jornal impresso, comentou as mudanças gráficas e estruturais do jornal Zero Hora, e fez um breve relato do projeto “Na Beira da Copa” que rodou 12 mil quilômetros pelos confins do país, durante o mês de maio, mostrando como o Brasil distante das cidades-sede aguardava a Copa do Mundo.
 

 

 

 

Entrevista: FêCris Vasconcellos na Unisc

21 de agosto de 2014 0

Monique RodriguesMovida a desafios

Por Vânia Soares

Foto: Monique Rodrigues

A moça gosta de um bom papo. Adora mudanças e está sempre pronta para encarar novos desafios, essa é a Fernanda Vasconcellos, a Fê Cris, editora do Vida/Estilo de Zero Hora digital. A jornalista esteve na manhã da última quarta-feira dia 20 de agosto, na sala 101 da Unisc falando para a turma de comunicação social. Confira a entrevista na integra:

A4- Atualmente tu trabalhas na editoria de Entretenimento / Vida e Estilo, como foco na produção digital. Como tu vês a tendência deste meio? Está em ascensão?

Fê Cris Vasconcellos - Eu acho que sim. Eu tenho uma opinião bem radical quanto a isso. Eu acho que o digital é o único lugar que qualquer área da comunicação vai se envolver, seja o jornal impresso, seja a TV. Todas as áreas vão acabar se envolvendo com o digital. Interagir com o leitor é uma destas formas.É imprescindível ter uma intimidade com o digital, e essas duas editorias são muito próximas do nativo digital. O Vida/Estilo é muito procurado no digital, as pessoas compartilham muito e interagem bastante com os conteúdos, então, eu sou muito feliz com o que trabalho. Hoje é bem próximo do que é o futuro da comunicação.

 A4- No teu mestrado tu pesquisastes as interações de jovens por meio das redes sociais. Quais foram tuas conclusões nesta pesquisa?

 FêCris - Eu estava tentando entender como é que um jovem se torna influenciador dentro do seu grupo. Hoje o jovem nativo digital, que é o cara que nasceu já imerso nessas tecnologias, não confia mais em primeira instância nos meios de comunicação. Para entregar conteúdo, ele confia mais na curadoria dos seus amigos, mais na curadoria do seu grupo social. Esta pesquisa foi muito legal porque eu acabei descobrindo que a coisa mais importante não é o cara mais letrado digitalmente. Interagir com os amigos, se mostrar presente,  participar das conversas, isso é o mais importante para os jovens. Foi uma conclusão muito surpreendente pra mim e acabei transpondo isso para o meu trabalho e meu cotidiano e acho que marcas podem se apropriar disso. É basicamente tu entender que tu tem que participar da conversa, tu tem que ser mais um agente da conversa na comunicação digital.

 A4- Ainda nesta abordagem temática, achas que as redes sociais influenciam as rotinas jornalísticas?

 FêCris - Com certeza. Não tenho dúvidas. É impossível fazer jornalismo hoje em dia se não prestarmos atenção nas redes sociais. Imagina. Na morte do Eduardo Campos, nós estávamos tentando contato para confirmar, e as redes sociais já estavam falando e trocando informações. Tava bombando, só se falava nisso. Faz parte de tudo no nosso cotidiano. É relevante. As redes sociais têm este tamanho, nós temos que participar das conversas, entender o que os nossos leitores se preocupam,  como é a vida deles, quais as preocupações, quais os anseios, o que é importante pra eles. Se busca pautas nas redes, são ferramentas indispensáveis hoje no jornalismo e na comunicação.

 A4- Tu ministras um curso chamado “De Elvis a Miley Cyrus: comunicação, consumo, cultura e juventude”. Me fale um pouco sobre ele.

 FêCris – O meu mestrado foi voltado para a juventude. Eu estudei a juventude mais recente e uma colega minha, a Paulinha, a dos anos 60 e 70. A adolescência é uma fase importante da vida, pois tu acaba sendo o topo da pirâmide de influência, o centro das atenções. Então, estudar essa fase da vida e essas pessoas é bem importante pra gente entender quais são as tendências de consumo e tendências de comportamento. Nós resolvemos montar este curso para compartilhar com as pessoas  como é a adolescência e como a gente pode entender essa juventude pra poder conversar com ela e compreender as tendências. Acabamos associando sempre  os produtos da indústria cultural, especialmente o cinema  e música para tentar entender as características de cada época, do final do século XIX até os dias atuais. É bem legal.

A4- O Jornal Zero Hora completa 50 anos em 2014. O que significa pra ti estar atuando nesta empresa, em um momento tão significativo, marcado por tantas mudanças (gráficas, editoriais e, como sabemos, também na equipe da redação)?

 FêCris - Bah! É maluco assim…eu trabalhei em vários lugares antes de chegar na Zero Hora. Estou desde novembro de 2013. Eu adoro mudanças, sou movida a desafios, não gosto de me acomodar, pra mim é sempre bom. Nós tivemos uma mudança bem expressiva e eu participei ativamente. Estava fazendo o mestrado na PUC e participava de um grupo de pesquisa que era do Grupo RBS, que tentava entender esses movimentos e propor novas maneiras de pensar o jornal. Então pra mim foi muito legal. E é muito legal ver gente com 30 anos de estrada, gente que tem tempo de redação com o tempo que tenho de vida, e ao mesmo tempo com gente nova assim como eu, trocando ideias, convivendo. A redação está muito mais aberta para isso, nós temos editorias maiores, mais abrangentes e podemos conversar mais. O digital fica no centro da redação, então a gente conversa muito com as pessoas que trabalham no multiplataforma. Eu fico muito feliz. É óbvio que não é feliz quando acontecem demissões, mas dentro da redação foram muito poucas, foram quatro cortes, quando existem quase duzentas pessoas, então é muito pequena, ainda que doa muito ver colegas saindo da redação. Mas faz parte, as pessoas estão mudando, como é que o jornalismo não vai mudar? A gente trabalha para as pessoas.

A4-E sobre estar hoje aqui em Santa Cruz compartilhando ideias com jovens universitários, quais são as tuas expectativas?

 FêCris – Eu fiz mestrado justamente porque adoro gurizada assim, eu gosto de estar na Universidade sempre que posso. Eu gosto de Santa Cruz do Sul, tenho família aqui e seguidamente venho pra cá. Então é muito legal estar aqui. Estar na universidade hoje é meio assustador, pois tudo está mudando e quem está aqui não sabe o dia de amanhã, mas eu espero acalmar um pouco os ânimos e dizer que não é tão difícil assim.

Editora de ZH debate o modo de fazer jornalismo político na UniRitter

20 de agosto de 2014 0

As recentes mudanças de ZH e o trabalho do jornalista na área da política foram tema de debate na UniRitter no segundo dia do ciclo de palestras ZH nos cursos de Jornalismo do Estado. A jornalista Dione Kuhn conversou com os estudantes e o encontro foi mediado pelo jornalista de ZH, e também professor da faculdade, Rodrigo Lopes.

Leonardo Mayer

Por Vanessa Magnani (texto) e Leonardo Mayer (fotos)

A palestra começou com a apresentação de um vídeo de Zero Hora. O conteúdo explicava as mudanças adotadas pela empresa desde maio de 2014. Um dos aspectos importantes é que os conteúdos são todos pensados e voltados ao leitor. O atual modo de produção é o modelo híbrido, onde um terço dos profissionais gera material apenas para as plataformas digitais.

A cobertura dos eventos nas faculdades é feita pelos estudantes de Jornalismo.

Leonardo Mayer

Entre os assuntos tratados no encontro, Dione falou sobre a função do jornalista na área política. Em época de eleições, os cuidados que o profissional tem com as informações triplica: “Mais do que nunca o jornalismo de qualidade tem de certificar o que é certo e o que é errado, com equilíbrio e isenção para cobrir uma campanha que tende a ser muito acirrada”, aponta a editora sobre a disputa pelo governo em 2014. Além disso, um dos principais desafios para o comunicador é checar as informações e comprovar se estão corretas, já que há muito conteúdo dúbio em redes sociais.

Autora do livro “Brizola, da Legalidade ao Exílio”, Dione Kuhn comenta que a sua relação com o ex-governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, foi importante para a construção da obra: “Eu fui para o Rio de Janeiro cobrir os 20 anos da volta dele do exílio. Fiz uma longa entrevista onde ele abriu o coração e desde lá a gente vinha mantendo contato. O Brizola não era um político que tratava em off por exemplo, mas quando ele precisava passar alguma informação, eu era uma referência e ele me ligava”, declara. Como repórter, recebeu os prêmios Embratel e ARI de Jornalismo com uma série sobre os 40 anos da Legalidade.

Leonardo MayerAs bibliotecas das faculdades receberam o livro comemorativo aos 50 anos do jornal

Aos alunos, o conselho deixado pela editora é para que leiam muito. Segundo Dione, muitos profissionais estão despreparados ao ingressarem no mercado de trabalho. “O jornalismo como um todo está passando por reformulação. Pode vir acabar o jornal impresso daqui a cinco, seis anos, mas a função do jornalista não acaba”, assinala. Se o papel não acompanhar as mudanças do tempo e seu uso se tornar obsoleto, o jornalismo de qualidade não. Independente da plataforma, ele deve ser sempre o principal foco do comunicador.

 

Editora de ZH é homenageada pelo Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade

08 de agosto de 2014 0

Jefferson BotegaA editora Marta Sfredo, de ZH, recebe nesta sexta-feira (8) homenagem do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), durante a cerimônia de entrega do 19° Prêmio Qualidade RS.

A distinção é considerada o Oscar da Qualidade e será entregue às 19h no Centro de Exposições da Fiergs, em Porto Alegre.

Giane Guerra, comentarista da rádio Gaúcha,  também receberá o reconhecimento como “Comunicadores da Qualidade de 2014″, pela relevante contribuição como formador de opinião em sua trajetória profissional.

Na ocasião, também será entregue o Prêmio Inovação PGQP. A cerimônia integra a programação do 15º Congresso Internacional da Gestão do PGQP, que, neste ano, traz o tema “Gestão Colaborativa – Inspire-se, Participe e Transforme”.

Com a Palavra: Renato Janine Ribeiro

02 de agosto de 2014 0

renatoribeiro

Foto: Arquivo Pessoal

Renato Janine Ribeiro, professor da USP e colunista do PrOA, estará no dia 7 de agosto, às 19h30min, no StudioClio (José do Patrocínio, 698) para a 4ª edição do debate Com a Palavra, com mediação da jornalista Cláudia Laitano. Promoção de ZH e StudioClio. Para se inscrever, envie seu nome completo para o e-mail comapalavra@zerohora.com.br .

Nesta terça, as novidades da rota do enoturismo no RS

28 de julho de 2014 0

O caderno Viagem desta terça-feira mostra que o enoturismo do Rio Grande do Sul vai além do Vale dos Vinhedos.  Confira as opções de passeios e saiba por que a região entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul é uma das rotas de enoturismo mais desenvolvidas do mundo.

Tadeu Vilani

Almir Dupont

Vida de repórter: veja depoimento de jornalista sobre o crime na Redenção

24 de julho de 2014 0

O repórter de ZH, Maurício Tonetto, conta como foi a experiência de fazer a reportagem “Da brutalidade à esperança”, que conta como está a situação de José Augusto Amorim, o advogado que foi agredido na Redenção em 2013 e sofreu sequelas graves. Leia a matéria aqui.