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Posts na categoria "Sobre ZH"

Gastrô: aprenda a fazer bolo neste inverno

24 de julho de 2014 0

Nesta sexta-feira, o caderno Gastrô vai ensinar segredinhos e receitas de bolos deliciosos de frutas, simples de fazer. Por enquanto, confira como se faz uma delícia usando bananas.

Bete Duarte

Bolo de banana
Porções: 12

3 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
200g de manteiga sem sal em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar
2 colheres (chá) de essência de baunilha
2 ovos
4 bananas amassadas
3/4 de xícara de castanha-do-pará picada
1 pote de iogurte natural
açúcar de confeiteiro para polvilhar.

1. Preaqueça o forno a 180 graus.
2. Unte uma forma de buraco no meio com manteiga e polvilhe com farinha de trigo.
3. Em uma tigela, misture bem a farinha, o bicarbonato e o sal. Reserve.
4. Na batedeira, bata a manteiga até ficar cremosa.
5. Junte o açúcar e bata bem até conseguir um creme claro e fofo.
6. Incorpore a baunilha.
7. Junte os ovos, um de cada vez e batendo a massa por 1min após cada adição.
8. Adicione as bananas amassadas e as castanhas e misture bem.
9. Junte metade da mistura de farinha e mexa bem.
10. Incorpore o iogurte natural e o restante da farinha, misturando e raspando as laterais da tigela até a massa ficar bem homogênea.
11. Distribua a massa na forma preparada, alise a superfície com uma espátula e leve o bolo ao forno por cerca de 40min.

Livro com os ambientes da Mostra Casa&Cia chega nesta quinta

22 de julho de 2014 0

reproduçãoOs 30 ambientes da Mostra Casa&Cia – Design Protagonista estão agora reunidos em fotos no livro que será lançado nesta quinta-feira (24). São 185 imagens coloridas para eternizar os 40 dias da exposição de arquitetura e design realizada por ZH em 1,2 mil metros quadrados, no final de 2013, no showroom do Central Parque da Rossi, em Porto Alegre.

Editado pela RBS Publicações, a obra tem projeto gráfico do designer Flávio Wild.  Na capa, ele destaca a imagem em close de uma criação de design premiada de Renata Rubim, com obra de Heloisa Crocco, duas das profissionais do design homenageadas na Mostra e no livro Casa&Cia.

A curadora da exposição é da editora de ZH Eleone Prestes, que mobilizou 58 profissionais a projetarem espaços criativos, desde os mais conceituais até áreas de convívio residenciais.

Assinantes de Zero Hora podem encomendar o livro pelo telefone 0800-051-3323, ou a partir de sexta-feira (24) pelo site da rbspublicações, pelo preço especial de R$ 59,90. Nas livrarias, a partir de agosto, por R$ 67,90.

 

ZH circula com a Revista de Inverno neste domingo

18 de julho de 2014 0

Capa_Revista de Inverno_ZHLeitores da Região Metropolitana e Vale do Sinos recebem neste domingo (20) a Revista de Inverno. A publicação traz, em 50 páginas, reportagens elaboradas por cinco plataformas de ZH.

A equipe do caderno Gastrô/Destemperados se encarregou das delícias da estação. O caderno Vida aborda as melhores dicas do inverno. A revista Donna trata da beleza, moda e dicas para os dias frios.

O caderno Casa&Cia apresenta soluções para tornar os ambientes ainda mais aconchegantes e a turma do Kzuka mostra o Rio Grande abaixo de zero, com esporte e aventura, além dos melhores aplicativos e o roteiro de festas e shows mais badalados.

A pátria sem chuteiras I, II e III

10 de julho de 2014 1

Da série coincidências…

opin

Três textos foram publicados com a mesma tese e o mesmo título em jornais brasileiros. O de Zero Hora foi publicado no início da Copa, quando o Brasil almejava o Hexa. Os outros dois, depois da tragédia contra a Alemanha.

Confira trechos ou clique na data e leia a íntegra.

 A pátria sem chuteiras

Por Moisés Mendes, em Zero Hora de 14 de junho

(um trecho)

O Brasil levou ao cansaço o uso da seleção como expressão de nacionalismo. A Copa de 2014 é a face sombria do que se construiu até aqui, ou o reverso do que Didi fez naquela final em 1958. Algo muito sério se extraviou pelo caminho.

É por isso que o Mundial superfaturado marcou sua estreia, por coerência, com a vitória da malandragem no pênalti simulado. E assim vamos ao Hexa. Torcendo numa bruma de suspeitas, constrangimentos, indecisões, vergonhas, civismos e cinismos. Quando se desfez a conexão com o gesto de Didi que abarcou a brasilidade?

A Copa no Brasil levou a Seleção a se exaurir como identidade. Pode ter chegado a hora de experimentar outros signos de pertencimento.

 

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 Pátria sem chuteiras

Editorial da Folha de S. Paulo, em 9 de julho

(um trecho)

Derrota brutal da seleção brasileira diante da Alemanha talvez possa representar o fim de uma era dentro e fora do futebol Nem mesmo o mais delirante pessimista poderia ter previsto o resultado do jogo entre Brasil e Alemanha, ontem, no Mineirão.

O vexame histórico, ainda que não numa final de campeonato, vem eclipsar o famigerado “maracanazo” de 1950. Naquela ocasião, com apenas um gol –o de desempate– o time do Uruguai destruiu os sonhos brasileiros.

A ideia de uma “pátria em chuteiras”, na célebre formulação de Nelson Rodrigues, terá provavelmente sofrido um subterrâneo desgaste ao longo dos anos. Um país mais diversificado, plural e rico foi deixando de ver, nos campos de futebol, sua única fonte de compensação diante dos muitos insucessos de seu projeto econômico e social.

Não é a hora, certamente, de procurar raciocínios consoladores diante de um acontecimento que espanta e desconsola dezenas de milhões de brasileiros. O resultado do Mineirão foi o que foi: humilhante, inacreditável, devastador.

Injustificado, talvez, tenha se provado o hábito de depositarmos tanto de nossa identidade nacional num único esporte, num único campo, num único jogo –que sempre é o de hoje.

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 A pátria sem chuteiras

Por Mario Sergio Conti, em O Globo, dia 10 de julho

(um trecho)

A infantilização da seleção seria considerada um lance de gênio se ela tivesse se tornado campeã O general Golbery do Couto e Silva dizia que dentro de cada vitória há uma derrota. E que dentro de cada derrota há outra derrota. O dito do mago da ditadura não era para ser levado a sério, apesar de ter o seu sal de verdade. Tomar de sete a um é chato. Mas não é uma tragédia. Outras derrotas virão, quem sabe até maiores. É do jogo.

O futebol é o mais internacional dos esportes, centenas de milhões de pessoas no mundo todo torcem, sofrem e discutem interminavelmente partidas e campeonatos. Ele pertence ao domínio do entretenimento, existe para divertir, no seu âmago está o prazer. Na Copa do Mundo, boa parte da espécie humana acompanha os jogos, dando origem a uma narrativa global que envolve bilhões de espectadores. Há uma tensão planetária que não redunda em violência. É uma beleza.

A seleção não representa o Brasil. Se o Congresso e os políticos, que são eleitos, não o representam, por que uma equipe de jogadores poderia fazê-lo? O raciocínio é absoluto e vale quando invertido: também nas grandes vitórias o time brasileiro não encarnava, nem virá a encarnar, a nação. Essa história de que a seleção é a pátria de chuteiras é balela, uma metáfora mal-ajambrada.

 

Na Beira da Copa: as imagens de um roteiro pelo país

03 de julho de 2014 0

Um mês antes do início da Copa, Zero Hora cruzou o país para ver como estava a expectativa dos brasileiros com o Mundial. Longe das cidades sedes, a equipe reuniu um conteúdo precioso em reportagens publicadas em ZH e nas redes sociais. O Blog do Editor reuniu as imagens que marcaram o Na Beira da Copa, uma reportagem do repórter Paulo Germano e do fotógrafo Lauro Alves.

Lauro Alves

Lauro Alves

 

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro Alves

Lauro AlvesAcima, da esquerda para a direita, o fotógrafo Lauro Alves, o motorista Laércio Guterres e o repórter Paulo Germano.

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selo

Jornalista lança livro sobre a entrada do Brasil na I Guerra Mundial

24 de junho de 2014 0

livroO jornalista de ZH Marcelo Monteiro autografa nesta quinta-feira (26) o livro “U-93 – A entrada do Brasil na Primeira Guerra” com os episódios que determinaram o ingresso do Brasil na I Guerra Mundial.

A  sessão está marcada para as 19h30min, na Saraiva MegaStore do Praia de Belas Shopping (Praia de Belas, 1.181), em Porto Alegre.

Com 320 páginas, a obra é publicada pela Edições Besouro Box – como parte da coleção Front e Verso – e tem prefácio do músico, escritor e aficionado por guerras João Barone. Monteiro é autor de “U-507 – O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial”, finalista do Prêmio Jabuti de Reportagem em 2013.

 

O autor

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem 21 anos de carreira. Começou em 1993, como editor de esportes do jornal A Razão. O currículo inclui passagens e colaborações em veículos como Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia, Brasil Sustentável, Diário de S.Paulo e Correio Braziliense. Atualmente, é editor no jornal Zero Hora, em Porto Alegre.

 

divulgaçãoMonteiro, em entrevista concedida ao programa Jô Soares, no lançamento do livro “U-507 – O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial”

Estação ZH transmite jogos do mundial no final de semana

12 de junho de 2014 0

Todos os jogos do mundial do fim de semana estarão no telão da Estação ZH. O espaço de convivência do jornal montado na Redenção também promove uma série de atividades abertas ao público.

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A Estação ZH funciona de sexta a domingo, das 10h às 18h, e, durante todo o período, os torcedores e visitantes podem visitar a exposição Seleção de Capas ZH, uma coleção de capas históricas de ZH que marcaram a cobertura dos campeonatos mundiais de futebol nestes 50 anos do jornal.

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espanhol1O local também é um dos pontos de distribuição dos cadernos bilíngues de ZH editado para recepcionar turistas estrangeiros. As edições diárias apresentam a cobertura dos jogos, dicas para um roteiro pelo Centro Histórico e um guia de sobrevivência na cidade. Também será distribuído na Estação ZH o guia Descubra POA, um roteiro para viver Porto Alegre, com restaurantes, dicas culturais e rotas turísticas da Capital.

 

Veja a programação do fim de semana 21 e 22 de junho

Sábado
10h às 18h – Mesa de fla flu e chute a gol
10h -  Vinyasa Flow, em parceria com Samádhi Yoga Centro e Caderno Vida
11h  -  Relaxamento e Meditação, em parceria com Samádhi Yoga Centro e Caderno Vida
13h às 18h -  Encontro para troca de figurinhas do mundial
13h -  Transmissão de Argentina x Irã
16h  – Transmissão de Alemanha x Gana

Domingo
10h às 18h – Mesa de fla flu e chute a gol
10h -  Iyengar Yoga e Meditação em parceria com Samádhi Yoga Centro e Caderno Vida
11h -  Relaxamento e Meditação em parceria com Samádhi Yoga Centro e Caderno Vida
13h às 18h – Encontro para troca de figurinhas do mundial
13h  – Transmissão de Bélgica x Rússia
16h  -  Transmissão de Coréia do Sul x Argélia

Sobre a Estação ZH

A Estação ZH é um espaço cultural e esportivo itinerante que faz parte das comemorações dos 50 anos de ZH. Seu principal objetivo é tornar o jornal mais próximo dos leitores. A estrutura da Estação, sustentável, estará montada nos principais parques da cidade até dezembro deste ano. O primeiro parque contemplado com o projeto foi o Parque da Redenção, que recebe a Estação ZH de maio a julho deste ano.

Com uma agenda repleta de atrações, como bate-papos com jornalistas, palestras e shows, a Estação ZH oferece aos leitores a oportunidade de, a um só tempo, serem plateia e protagonistas, participando de eventos junto de quem faz o jornal.

O espaço também conta com um café aberto ao público, wi-fi gratuito e serviços como Espaço Pet, Bike e água quente para o chimarrão.

A programação completa estará disponível semanalmente na página da Estação ZH no Facebook: www.facebook.com/EstacaoZH

 

Marketing ZH 50 Anos

Fernanda Assenato

(51) 9698-5006 – feassenato@gmail.com

Lisiane Kim

(51) 8238-2111 – lisiane.kim@zerohora.com.br

 

 

La Copa estreia programa com Marina Ciconet

12 de junho de 2014 0

No primeiro programa da coluna La Copa, a repórter Marina Ciconet foi até Viamão e conheceu um ilustre torcedor da seleção equatoriana. Conheça o rei das embaixadinhas em Quito e veio de carona até o Brasil para acompanhar a Copa. Confira!

ciconet

Nesta quarta, a estreia da coluna La Copa

11 de junho de 2014 1

A cobertura do Mundial ganha nesta quarta-feira (11) um olhar diferente em ZH. Vem aí a coluna La Copa com Luciano Potter, Duda Garbi, Marina Ciconet, Paulo Germano e um time de comunicadores da RBS. A iniciativa integra cobertura da Liga dos Fanáticos.

reprodução

 Confira amanhã a estreia com Luciano Potter.

Diego Vara

 

O La Copa, como foi batizado, começa com a coluna assinada pelo comunicador Luciano Potter, em Zero Hora. Potter integra uma equipe de craques da RBS, composta por Duda Garbi, da Atlântida, Léo Cardoso, Paulo Germano e Gustavo Brigatti, de ZH, Thamires Tancredi, da revista Donna, e Marina Ciconet, do Kzuka.

A missão deste time é produzir conteúdos diferenciados para os diversos veículos do Grupo, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, focados especialmente no ambiente web.

Para isso, sairão às ruas, bares, casas e outros cantos durante o Mundial em busca de histórias a serem ouvidas e contadas – e que nem sempre estão na pauta diária dos veículos.

A cobertura diversificada será marcada pelo selo La Copa nos jornais do Grupo, sites e também na TV Com. O La Copa integra a Liga dos Fanáticos, projeto multimídia de cobertura dos principais eventos do futebol internacional do Grupo RBS.

Com a Palavra, Luis Fernando Verissimo

11 de junho de 2014 0

A terceira edição do evento Com a Palavra, ontem (10), no StudioClio, teve como temática a Copa do Mundo. O escritor Luis Fernando Verissimo foi o convidado na entrevista feita por Lauro Quadros, e contou suas experiências em Mundiais.

Júlio Cordeiro

– Vi Iugoslávia e México, no Estádio dos Eucaliptos, na Copa de 1950, atrás de uma goleira. Nunca esqueci do soco que um jogador da Iugoslávia deu num mexicano. Fiquei impressionado: achei que só jogador brasileiro fazia aquilo. O escritor também lembrou da primeira Copa que cobriu, a do México, em1986, pela revista Playboy.

– Difícil era explicar o crachá da revista– lembrou, arrancando risos da plateia.

Outro momento divertido foi quando Lauro perguntou se o Felipão seria um caso para o Analista de Bagé.

– Pelo estilo do Felipão, acho que sairiam no joelhaço – disse Verissimo.

O público também participou do debate fazendo perguntas ao convidado. LFV respondeu sobre Fernadão, manifestações contra a Copa no Brasil, expectativas com o time de Felipão e até projetos para 2015.

Júlio Cordeiro

O evento Com a Palavra foi criado a partir de uma seção de entrevistas de ZH, e promove o encontro de entrevistados eleitores para aprofundar assuntos.