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A inspiração do esporte

30 de julho de 2016 0

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– Tudo bem? – cumprimentou-me na terça de tarde um cara de uns dois metros de altura sentado justo a meu lado, na primeira fila.

– Tudo bem, como é que vai? – respondi automaticamente, ainda absorta no meu computador, quando vi que era o Paulão, craque do vôlei brasileiro, ouro na Olimpíada de Barcelona de 1992. O Paulão! Peço um autógrafo? Agradeço a ele, como brasileira, tantos feitos e medalhas? Que emoção e orgulho. Embora seja nosso colunista desde janeiro, comentando assunto dos Jogos, ainda não o tinha encontrado.

Começava, na sede do Grupo RBS, num seminário interno, a preparação final para o time de colunistas, comentaristas, enviados especiais, editores, repórteres, fotógrafos, dezenas de colaboradores que, na próxima semana, iniciam a intensa jornada de Olimpíada. Só naquela reunião, havia quase 70 pessoas. Enviados ao Rio de Janeiro e sedes da seleção masculina de futebol serão 17. Entre eles, o próprio Paulão, David Coimbra, Marcos Piangers, Diogo Olivier, José Alberto Andrade, da Rádio Gaúcha, e Alice Bastos Neves, da RBS TV.

Planejada há mais de um ano, a cobertura da RBS pretende dar um show na TV, no rádio, no jornal, na internet. Nosso vice-presidente Editorial, Marcelo Rech, coordenador da cobertura olímpica, lembrou que desde a década de 60 a RBS se destaca em Copas do Mundo ou Olimpíadas: “Nessa longa experiência de grandes coberturas esportivas, a essência da RBS é fazer algo diferente. Nosso público identifica-se com a visão que nossos enviados especiais transmitem. Eles trazem uma familiaridade, um olhar de alguém próximo, aqui do Rio Grande do Sul, sobre o evento”.

A cobertura é multimídia, e o público se beneficiará disso: Alice Bastos Neves, por exemplo, normalmente vista somente na televisão, escreverá no jornal; David Coimbra seguirá no Timeline, na Rádio Gaúcha, e na coluna diária em ZH, além de contribuir para os sites dos veículos. Marcos Piangers participará da programação das rádios Gaúcha e Atlântida e também terá vídeos veiculados em ZH, Gaúcha e Octo. E assim por diante. Os conteúdos irão muito além do esporte. Mesmo quem não se interessa por esta ou aquela modalidade terá muita coisa para ler, ver e ouvir, com todo o entorno da Olimpíada que nossos jornalistas mostrarão.

Em Zero Hora, trazemos nesta edição um caderno DOC com 24 páginas sobre o evento e detalhes a respeito da cobertura. Débora Pradella, editora responsável pela Olimpíada em ZH, comenta:

– Estamos preparando uma cobertura completa em todas as plataformas. Teremos um caderno diário
que começa a ser veiculado na quarta-feira, 3 de agosto. No digital, o leitor pode acessar zhora.co/olimpiada2016 e acompanhar em tempo real quadro de medalhas, calendário, vídeos e as últimas notícias. Além dos nossos jornalistas, vamos contar com a participação de padrinhos em cada esporte, como o Paulão, que trarão suas experiências nas modalidades para analisar os resultados do Time Brasil.

A descontraída reunião de terça se encerrou com palmas para Paulão. Palmas de orgulho e de admiração
que atletas como ele e tantos outros provocarão não só no time de jornalistas da RBS, mas em todos os brasileiros nesta grande inspiração que é uma Olimpíada.

Barbada ZH

18 de junho de 2016 0

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Na quinta-feira à tarde, passei uma hora conversando com a turma do Call Center de Zero Hora. Eu adoro falar com eles. Sabem por quê? Porque esse pessoal ouve todo dia nossos assinantes. Se você ligar para ZH para falar de assinaturas, é com a equipe do Call Center que conversará. Nesses bate-papos, o leitor nos dá muitos retornos. O que está bom no jornal, o que está ruim, se determinada reportagem agradou, se um colunista pisou na bola. O time do Call Center nos manda relatórios diários sobre o que o leitor está dizendo de ZH.

Sabe o que eles me contaram, entre muitas outras coisas? Que o assinante, devido à crise, tem valorizado demais as reportagens e notícias que o ajudam a economizar. ZH já tem, às segundas, o “Encare a Crise”, sempre com um serviço que fala direto com o seu bolso. Mas o assunto, me disse o pessoal do Call Center, tem que estar todo dia no jornal! Não por acaso, nesta semana eu tinha mandado um e-mail para alguns colegas a respeito de um dos relatórios do Call Center dizendo o seguinte:

De: Marta Gleich

Enviado: terça-feira, 14 de junho de 2016 12:52:25

Assunto: Do relatório do call center. Não sei se viram. Algumas observações

Percebam como os leitores falam de coisas que têm a ver com a sua vida real, e não de política, economia ou mundo no sentido macro. Não que não tenhamos de dar assuntos macro, mas o relatório enfatiza como devemos prestar atenção para o jornal útil, que faça sentido para a vida do leitor, em que ele perceba valor. Um jornal que melhora a vida do leitor, que ensina alguma coisa. Estamos recebendo sempre feedbacks de que carreira e grana são assuntos prioritários para nossos assinantes.

Saí da palestra com o Call Center e chamei o Nilson Vargas, nosso editor-chefe. “Precisamos espalhar pelo jornal dicas de como o leitor pode economizar. Vamos criar uma marca para identificar esse material”. No dia seguinte, Nilson providenciou o “selo”, como chamamos a identificação gráfica de um conteúdo. Nesta edição, estreamos a seção abaixo:

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Todo dia, em algum ponto do jornal, haverá pelo menos uma dica. Nesta edição, por exemplo, temos:

-No caderno Fíndi, página 2, três programas gratuitos bem legais para este sábado e domingo.
-No caderno Vida, página 9, uma blitz de testes respiratórios gratuitos no Parque da Redenção.
-Na editoria de Notícias, página 14, dentro da reportagem sobre o mutirão de emprego, vamos mostrar opções de cursos gratuitos para qualificação profissional.
-Na editoria Sua Vida, páginas 28 e 29, dicas para economizar com seus pets.
Além da versão impressa, o conteúdo estará no site zhora.co/barbadazh. No Facebook e no Twitter, as “Barbadas” sempre estarão presentes. E, se você tem uma dica ou sugestão de reportagem, por favor envie pelo e-mail leitor@zerohora.com.br. Você pode ajudar outros leitores a economizar. ZH tem que ser útil. Precisa estar conectada com seu assinante e com este momento de crise econômica. Queremos estar a seu lado para, juntos, sairmos dessa complexa fase do Estado e do país.

Proximidade

07 de maio de 2016 2

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Todo dia, “converso” com alguns leitores por e-mail ou pelo Facebook. Esse contato me gratifica de forma especial e alimenta ZH de ideias para melhorar, cada dia mais, o jornal. Na quarta-feira passada, dia do 52º aniversário de ZH, não só conversei, mas abracei, tirei fotos e olhei de perto dezenas de leitores. Coisa boa poder comemorar a principal data do jornal junto a 70 assinantes! Ok, são uma pequena amostra dos nossos milhares de assinantes, e eu queria ter todos vocês lá, mas mesmo assim foi muito bom.

Se você está pensando “eu também queria ter ido”, deixa eu lembrar como foram feitos os convites. Publicamos uma reportagem em ZH anunciando o evento e os primeiros assinantes que responderam por e-mail ganharam uma vaga. Debatemos durante toda a manhã o futuro do jornalismo, em painéis que reuniram repórteres, editores e colunistas de ZH, Rádio Gaúcha, RBS TV e convidados especiais de fora do Estado: o professor Eugênio Bucci e o repórter da Globo Marcelo Canellas.

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Leitoras (da esquerda para a direita) Clorinda Sagala Denck, Vera Eli Goergen Antoniolli e Ligia Carretta com a diretora de redação, Marta Gleich. Foto: Bruno Alencastro

Vinda de uma “família de leitores de jornal”, como se define, a assinante Ligia Carretta (à direita na foto acima) contou como curte a sua leitura e o que achou do encontro:

— Zero Hora para mim é começar o dia cedo. Sempre abro o jornal com uma xícara de café bem grande. O que mais gostei no evento foi conhecer o outro lado da notícia. Os repórteres investigativos me encantam. Fiquei emocionada com o Cid Martins (da Rádio Gaúcha). E a Letícia Duarte (de ZH) é uma menina muito sensível. Todos os depoimentos, incluindo o do “estagiário” Jayme Sirotsky (presidente emérito do Grupo RBS que se apresentou brincando como “estagiário” no evento), citavam a liberdade de ação. Isso é importante.

Para Clorinda Denck (à esquerda na foto), assistir ao Em Pauta ZH foi a realização de um antigo desejo:

— Já vi e vivi muita coisa. Mas um dos meus sonhos era conhecer os bastidores de um jornal. Sou uma pessoa focada em ler jornal. Meu dia começa assim.

Para comparecer ao encontro e não se atrasar, a professora Vera Antoniolli, de Boqueirão do Leão (segunda da esquerda para a direita), me contou que acordou às 4 horas da manhã. E comentou:

— ZH para mim é como um vício. Tenho que ter essa leitura todos os dias. É o momento em que me informo do mundo. Fiquei maravilhada com o evento. Conhecer de perto os jornalistas e sentir o carinho de todos foi uma experiência inesquecível que desejo a outros leitores.

Estiveram também no encontro não só assinantes, mas algumas de nossas fontes e estudantes e professores de jornalismo. Acreditamos que temos o dever de estimular a formação de novos jornalistas.

Em mais este aniversário de ZH, só temos a agradecer aos assinantes que participam, comentam, gostam, discordam, criticam e se emocionam com o jornal. Continuem mantendo contato. Continuem nos ajudando a fazer um jornal melhor.

Leitura certa para o fíndi

30 de abril de 2016 0

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Nas pesquisas que fizemos, vocês, leitores, nos pediram de forma muito clara:
- Queremos mais coisas para ler no fim de semana.
- Adoramos reportagens especiais.
- Gostamos quando os repórteres de ZH viajam e nos contam o que está acontecendo em algum lugar do mundo.

A gente vive ouvindo vocês, seja por pesquisas mais profundas, em pesquisas diárias, nos e-mails que recebemos, nas manifestações pelas redes sociais. Ouvimos e tomamos providências! As transformações do jornal dos últimos tempos são ecos do que os leitores nos disseram: criamos a superedição do fim de semana, o caderno DOC, o caderno Fíndi, estamos fazendo muito mais reportagens especiais e coberturas internacionais.

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Letícia Duarte (E) e Andréa Graiz

Hoje você tem, no caderno DOC, mais uma das investidas pelo mundo dos repórteres de ZH. Letícia Duarte (aquela mesma que caminhou com os refugiados sírios da Turquia até a Alemanha no ano passado) agora foi para Miami para encontrar gaúchos que estão fugindo da insegurança e da falta de perspectivas econômicas do Brasil.

O que a Letícia nos conta:

– Miami pode ter entrado para o imaginário coletivo a partir do embate das últimas eleições presidenciais – quando personagens como Lobão declararam que, em caso de vitória petista, se mudariam para lá –, mas o que a reportagem de ZH encontrou não foram propriamente candidatos a exilados políticos. Ainda que lamentem o cenário de crise em curso no país, um dos aspectos mais repetidos pelos entrevistados como fator determinante para a mudança foi a violência. Tanto entre famílias de classes abastadas quanto entre aqueles que foram em busca de melhores perspectivas, a insegurança foi citado como fator determinante para a migração. Queixas da burocracia brasileira e da dificuldade de fazer negócios
no Brasil também foram comuns.

Em cinco dias batendo perna pela Flórida, Letícia e a fotógrafa Andréa Graiz entrevistaram famílias que deixaram suas casas e seus negócios no Rio Grande do Sul recentemente, em busca de uma nova vida e produziram a reportagem #PartiuFlórida, que você confere no caderno DOC.

Mas a investida internacional de ZH não se limita a esta reportagem. Nos últimos 12 meses, fizemos um mergulho na conturbada Venezuela, acompanhamos a saga de uma família de refugiados sírios na Europa, cobrimos o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais na Argentina e os atentados em Paris. Recentemente, você conferiu a história sobre o turismo da maconha no Uruguai, de Maurício Tonetto e Félix Zucco, que foram a quatro praias do país vizinho para abordar o tema.

ZH também esteve presente em março em Cuba, onde acompanhou o histórico encontro entre Barack Obama e Raúl Castro. Na semana que passou, ZH fez a cobertura jornalística do discurso da presidente Dilma Rousseff na ONU, em Nova York. E já estamos preparando os passaportes para as próximas reportagens no Exterior. Nos próximos dias, o editor e repórter internacional Rodrigo Lopes embarca para o Iraque para mostrar a vida em um dos países mais perigosos do mundo,
que enfrenta décadas de guerra e a constante ameaça de atentados do Estado Islâmico.

Vai ter Olimpíada

23 de abril de 2016 2

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Apesar de Cunha, Dilma, Temer, impeachment, crises e corrupção generalizadas, inflação, desemprego e ciclovias que desabam e matam no Rio, chegaremos na quarta-feira a exatos cem dias para a Olimpíada. Em Zero Hora, a equipe de Esportes, comandada por Diego Araujo, deu a largada há muito tempo. Começou com a publicação, desde março de 2015, da coluna No Pódio, da editora de Olimpíada Débora Pradella. Agora, os conteúdos começam a ficar mais frequentes.

Para marcar a data e fazer um balanço de como o país se prepara para o evento gigantesco, ZH percorreu a capital fluminense por uma semana. O resultado é a série de reportagens recheada de infográficos a partir desta edição, nas páginas 40 a 45, até quarta-feira. No site, o material será publicado na forma de um especial na quarta-feira.

O editor Vinicius Vaccaro visitou instalações dos principais polos esportivos dos Jogos, como o Parque Olímpico da Barra da Tijuca e o Complexo Esportivo de Deodoro, acompanhou evento-teste, entrevistou dirigentes da linha de frente da organização para medir o grau de confiança do comitê em relação ao sucesso do evento e conferiu opiniões de comandantes de federações nacionais e internacionais que expressam preocupação com os preparativos e a qualidade das instalações.

Mas, como mostrou o lamentável episódio do desabamento da Ciclovia Tim Maia, em São Conrado, os Jogos não se restringem às praças esportivas. Por isso, visitamos os canteiros de obras de dois dos principais projetos de mobilidade urbana para os Jogos, a Linha 4 do metrô e o terminal Parque Olímpico do BRT Transolímpica (que ligará o Parque Olímpico da Barra e o de Deodoro) e a Vila Autódromo, ao lado do Parque Olímpico.

– Também subi ao topo do Vidigal, uma das favelas pacificadas do Rio, para conhecer uma alternativa de hospedagem, um albergue com uma das paisagens mais privilegiadas da cidade. É uma das abordagens da reportagem, sobre como o Rio se prepara para receber os turistas no evento – conta Vaccaro.

A série sobre os cem dias é mais uma etapa da ampla cobertura que ZH está fazendo dos Jogos. Veja como acompanhar em todas as plataformas:

Infojogos
- Os números e curiosidades sobre as Olimpíadas são apresentados em forma de infográfico na edição impressa e no site de Zero Hora. A série já abordou temas como a participação das mulheres nos Jogos, a história da Chama Olímpica, os recordes do atletismo e o desempenho do Brasil no quadro de medalhas das Olimpíadas.

Poa Olímpica
- A série online Poa Olímpica apresenta, em texto e vídeo, as regras e a história de algumas modalidades dos Jogos, além de mostrar os lugares da Capital em que os esportes podem ser praticados. Já estão disponíveis matérias sobre hóquei na grama, polo aquático, vôlei de praia, esgrima, halterofilismo, luta greco-romana, tiro com arco e remo.

Wianey Olímpico
- Em uma série de vídeos no site de Zero Hora, Wianey Carlet pratica esportes que fazem parte da Olimpíada do Rio. Ao todo, serão cinco episódios – no primeiro, o colunista aprendeu mais sobre as armas e técnicas do tiro esportivo.

Boletim Olímpico
- O repórter André Baibich fala, em uma série de vídeos online, sobre a preparação brasileira para os Jogos do Rio, fazendo uma análise do momento de cada esporte e uma projeção do número de medalhas que eles podem conquistar para o Brasil.

No Pódio
- Todas as sextas-feiras, Débora Pradella apresenta, em uma coluna na edição impressa e em zerohora.com, entrevistas com atletas olímpicos e outros detalhes sobre a preparação do Brasil para receber um dos maiores eventos esportivos do mundo.

No Meio da Rede
- Em todos os finais de semana, o colunista Paulão do Vôlei conta suas experiências de campeão olímpico e faz uma reflexão sobre a preparação do Brasil, dentro e fora das instalações esportivas.

Dias intensos

19 de março de 2016 4

marta gleich

Em vários momentos desta semana, a sensação, não só na Redação de Zero Hora, mas em qualquer redação do Brasil, era de não dar conta de tanta informação. Mal surgia uma notícia bombástica e, antes que se pudesse processá-la, interpretá-la, publicá-la, outra bomba explodia.

Só para lembrar dos fatos principais: o ministro Teori Zavascki homologa a delação premiada do senador Delcídio Amaral.
A presidente Dilma e Lula ficam horas reunidos. Dilma nomeia Lula como ministro da Casa Civil. Moro libera dezenas de conversas grampeadas do ex-presidente. Milhares de pessoas saem às ruas para protestar contra Lula e Dilma – ou para apoiá-los. Lula é empossado. Liminar cassa posse de Lula. Mais manifestações. Mais medidas judiciais. Mais embates. E assim foi, uma bomba atrás da outra, ante os olhos perplexos do país.

Em momentos como esse, a Redação se transforma num lugar tenso. Uma força-tarefa é criada, com repórteres e editores requisitados de todas as áreas. Correspondentes são enviados ao centro da crise. Carlos Rollsing viajou para reforçar a Sucursal de Brasília, onde já estavam a postos Guilherme Mazui e Silvana Pires. Fábio Schaffner foi para São Paulo, acompanhar os protestos na Avenida Paulista. Comandado pela editora de Notícias Dione Kuhn, um exército de repórteres e editores trabalhou sem parar.

Transformada em uma usina de informação, a Redação produz conteúdos em diferentes velocidades: informações ao vivo e via Twitter, que abastecem um fluxo de notícias minuto a minuto nas plataformas digitais. Conteúdos para redes sociais, especialmente Facebook, alertando sobre as novidades mais importantes. Vídeos curtos, de flagrantes das manifestações nas ruas, feitos pelos repórteres com celulares. Outros mais analíticos, explicando os fatos, com interpretação de nossos colunistas. E também videorresumos para entender os acontecimentos do dia ou de um turno. De terça a sexta-feira, foram 60 vídeos publicados.

Só de textos – para o site e os aplicativos, com as últimas notícias, mas também entregando ao leitor análise, contexto, histórico e projeção dos próximos acontecimentos –, foram mais de 240, entre quarta-feira e sexta-feira. Complementados por muita análise e opinião de nossos colunistas (nesses episódios, em especial, Rosane de Oliveira, Marta Sfredo, Carolina Bahia, Humberto Trezzi, Tulio Milman, David Coimbra, Luiz Antônio Araujo, Luis Fernando Verissimo). Às 19h, a edição de ZH Noite, para as plataformas digitais. E, fechando a noite, uma edição impressa completa enviada às rotativas, com dezenas de páginas sobre a crise, com a curadoria de nossos editores, contando tudo o que aconteceu, por que aconteceu, que consequências pode ter para o país.

A edição em papel, que antes era a única do dia, agora foi substituída por uma edição a cada minuto, já que você, leitor, consome Zero Hora pelo Facebook, pelo Twitter, pelo aplicativo, pelo mobile site, no tablet, no computador e também na edição impressa.

O jornalismo se torna mais desafiador e envolvente quando trata de temas de grande interesse da sociedade. A motivação de qualquer editor, repórter ou colunista amplia-se na medida em que eles sentem a ansiedade do público por notícias e análises.
Seguimos aqui, 24 horas por dia, nessa cobertura frenética, para levar a você informação completa, análise dos fatos e opinião plural sobre este grave momento da vida política brasileira.

**

Mudando de assunto. Em resposta a pedidos de leitores, a superedição passa a ter, a partir deste sábado e domingo, o horóscopo de sábado e de domingo e duas palavras cruzadas. Outras modificações dizem respeito a colunistas: Antonio Prata volta a escrever no fim de semana e Carolina Bahia passa a ter uma página inteira. Boa leitura!

A sua opinião

12 de março de 2016 1

marta gleich

De uma forma quase unânime, os leitores nos disseram que gostaram muito da superedição de fim de semana. De tudo o que ouvimos de retorno positivo, o resumo seria:

- A edição unificada tem muita coisa para ler, com temas variados, agradando a todos os públicos. Até apareceu um “bom problema”: alguns leitores não deram conta de ler tudo e guardaram colunas e reportagens para digerir durante a semana.

- Ao receber as duas edições numa só, no sábado de manhã cedinho, dá para se organizar melhor e planejar a leitura no melhor horário do fim de semana, o que resulta em mais tempo para ler todos os conteúdos.

- Os novos cadernos, DOC e Fíndi, e ainda mais conteúdo no Vida e no Donna foram muito elogiados.

Um resumo dos problemas apontados pelos leitores, ainda que de forma muito pequena e pontual, diz que:

- Antes havia mais cruzadinhas. Estamos pensando em uma solução para isso!

- A migração do colunista Antonio Prata do domingo para a segunda-feira não foi bem comunicada por nós: Prata sairá sempre às segundas no Segundo Caderno.

- Alguns leitores (recebemos duas reclamações) disseram que o tamanho de algumas reportagens poderia ser menor. A história da médica que descobriu a relação do zika vírus com a microcefalia foi o exemplo citado.

Mesmo com a avaliação da primeira edição em mãos, queremos ouvi-lo de uma forma mais detalhada, tanto sobre a superedição de sábado e domingo quanto sobre ZH Domingo Digital (publicada sempre aos domingos, às 11h, com a atualização das notícias de sábado, somente para smartphones, tablets e computadores). Por isso, estamos fazendo uma pesquisa, a que você pode responder em zhora.co/zhpesquisa. Entre lá e dê sua opinião. Queremos entender melhor como podemos melhorar.

Manifestações de domingo
Na sexta-feira à tarde, conversei com a editora de Notícias Dione Kuhn para falarmos sobre a cobertura das manifestações pró e contra governo federal deste domingo. Como você pode perceber na reportagem da página 10 e no editorial da página 34 (confira aqui a versão digital), defendemos o direito de expressão e de opinião de todos, e pregamos que os movimentos sejam pacíficos. ZH trará uma ampla cobertura online das manifestações em suas plataformas digitais a partir da manhã deste domingo, e uma análise completa dos movimentos na edição de segunda-feira.

Prestação de contas

16 de janeiro de 2016 3

marta gleich

Pouco mais de um mês após o lançamento de alguns produtos digitais por ZH, compartilho com você a avaliação que os assinantes estão fazendo dessas novidades, e aproveito para contar o que vem por aí. Para lembrar:

ZH Tablet é a nova modalidade de assinatura, lançada em 1º de dezembro, em que você recebe a sua Zero Hora digital com um tablet de última geração, em uma embalagem exclusiva. Muito fácil de usar: basta ligar o aparelho e conectar-se à internet para ler o seu jornal. Os aplicativos de ZH já estão instalados.

Jornal Digital é o aplicativo lançado no dia 30 de novembro, com a nova versão para folhear a Zero Hora. É a mesma Zero Hora que você já está acostumado a ler no papel, em uma versão digital. Tem as mesmas seções (Notícias, Sua Vida, Esportes), os mesmos cadernos e colunistas. As páginas são iguais às da versão impressa, mas elas ganham interatividades (vídeos, galerias de foto e áudios), para clicar e ver na hora. Pode ser lida em tablets ou smartphones (basta baixar o aplicativo ZH Jornal Digital nas lojas da Apple ou do Google) ou no seu computador (no site zerohora.com/jornaldigital). O Jornal Digital tem duas edições por dia: uma liberada às 4h da manhã, que reproduz o jornal diário. E outra, a ZH Noite, liberada às 19h. Agora, de segunda a sexta-feira, o assinante tem duas, e não uma Zero Hora!

ZH Noite é uma segunda edição digital diária de Zero Hora, publicada às 19h de segunda a sexta-feira, com tudo o que aconteceu durante o dia, textos exclusivos de nossos colunistas e uma preparação para a noite que se inicia e para o dia seguinte, sempre com muitas interatividades.

Desde uma semana antes de seu lançamento, no período de pré-venda, a modalidade de assinatura ZH Tablet foi um enorme sucesso de vendas. As intenções de compra passaram muito de nossas previsões, o que acabou acarretando uma fila de espera. Atualmente, já normalizado, o prazo para entrega do tablet nessa modalidade é de cerca de 10 dias úteis. Para aqueles que receberam seu produto com atraso, peço desculpas, mas tenho certeza de que, com seu novo tablet em mãos, já estão aproveitando sua ZH.

Em versão beta, melhorada toda semana, o Jornal Digital é um novo aplicativo exclusivo. Lembro que, mesmo quem já tem o aplicativo de Zero Hora, precisa baixar este segundo aplicativo, “ZH Jornal Digital”, nas lojas do Google e da Apple. Temos leitores encantados com o novo produto, como Maria Tereza, que nos escreveu no dia 4 de janeiro, dizendo: “O acesso à ZH pelo tablet simplificou minha vida. Ótimo”. Ou Timóteo, no dia 30 de dezembro, que disse: “Sou assinante há muitos anos. É um dos aplicativos mais fáceis de usar”. Ou, ainda, João Carlos, no dia 2 de janeiro, que mandou: “Excelente experiência para a leitura da sua ZH”. Mas recebemos, também, críticas, como a de Téo, no dia 5 de dezembro, que disse: “Para baixar, ficou muito pesado e lento. O anterior era melhor, e a qualidade das imagens continua ruim”. Ou Leandro, no dia 14 de dezembro, que enviou: “Ainda dá para melhorar a navegação no jornal”.

Agradeço muito a todos os leitores que estão enviando suas opiniões. Para facilitar a sua avaliação, desde quarta-feira, colocamos, no topo do aplicativo, um convite para você responder a uma pesquisa, nos contando de sua experiência com o novo produto. A partir das suas sugestões, queremos melhorar ainda mais o Jornal Digital. Já estamos prevendo melhorias no tempo de download das edições, na experiência de navegação, na resolução das imagens, no zoom e no funcionamento dos passatempos, palavras cruzadas e sudoku. Se você utiliza o Jornal Digital e ainda não respondeu à pesquisa, dê sua opinião em zhora.co/PesquisaJornalDigital e nos ajude a tornar este produto ainda melhor. E, se ficou com alguma dúvida sobre as novidades digitais, acesse zhora.co/FAQZH.

clicStudio

21 de novembro de 2015 0

marta gleich

Na última semana, a área comercial de Zero Hora apresentou uma novidade a seus anunciantes: o clicStudio. No mundo todo, jornais e revistas estão criando seus estúdios de produção de conteúdo para marcas. The New York Times criou o “T Brand”. Estadão, o Estadão Projetos Especiais. The Wall Street Journal, o Custom Studios. A rede americana de televisão CNN, o Courageous. A Editora Abril, o Estúdio ABC. A lista poderia ter dezenas de exemplos. Por que grandes jornais, revistas e redes de televisão fazem este movimento?
A publicidade mudou. E a forma de os anunciantes se comunicarem com seus públicos, também. Cada vez mais, as marcas querem vender seus produtos associando-os a conteúdo e contexto, para atraírem mais a atenção. Jornais, revistas, emissoras de TV e rádio, que são especialistas em produzir conteúdo, passaram a prestar esse serviço. Cercada de alguma polêmica, a iniciativa de veículos de comunicação produzirem e publicarem conteúdos para anunciantes pode gerar dúvidas nas redações e nos leitores. Historicamente, há uma nítida linha que separa publicidade de espaço editorial, e o branded content, como é chamado o conteúdo produzido para um anunciante, poderia borrar esse limite. Para preservar a credibilidade do veículo e garantir transparência ao público, há duas boas práticas seguidas por ZH e por outras empresas jornalísticas sérias que criam esse tipo de estúdio:
1) o conteúdo é produzido por uma equipe de jornalistas ligada à área comercial, e não à redação. Ou seja: um jornalista da redação não fará este tipo de conteúdo;
2) esses conteúdos estarão devidamente identificados para o leitor. No caso de ZH, com este selo:

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The New York Times, por exemplo, identifica o material com um selo do “T Brands” e uma frase que diz algo como “A equipe de notícias e editorial não faz parte da preparação deste conteúdo”. Igualmente em ZH, os conteúdos serão sempre acompanhados de um esclarecimento, como fizemos na última semana: “O clicStudio é uma área criada por ZH para a produção de conteúdo patrocinado por anunciantes. O material publicado com esse selo não é produzido pela Redação”.

PUXÕES DE ORELHAS – Todo dia, os jornalistas de ZH recebem muitas manifestações de leitores. Desde os comentários nos posts de redes sociais a manifestações que chegam no call center, telefonemas, e-mails e até – acredite! – cartas escritas à mão. Nem sempre (oh, céus,você também sente que não dá conta de todas as coisas que tem de fazer no dia?) respondemos a cada uma. Mas todas as críticas e sugestões são lidas e consideradas nas nossas decisões. Quando eclodiram os ataques em Paris, acionamos o correspondente Fernando Eichenberg e enviamos o jornalista Rodrigo Lopes para a Europa. Nas redes sociais e por e-mails, muitos leitores criticaram: e Mariana? Não vão mandar ninguém? Confesso que estávamos nos enrolando um pouco para enviar um correspondente a Minas Gerais. A clara manifestação dos leitores fez com que organizássemos a ida da dupla Marcelo Gonzatto e Bruno Alencastro para o centro da tragédia da lama. Em seguida, enviamos o repórter Caetanno Freitas e o fotógrafo Anderson Fetter para o Espírito Santo, onde a lama chegou na quinta-feira. O quarteto está produzindo uma série de reportagens especiais que se iniciou na quarta-feira. Se perdeu algum capítulo, confira todo o material em bit.ly/rotadalama. Obrigada pelo puxão de orelhas!

Contra a crise, inovação

07 de novembro de 2015 1

Tenho tanta coisa para contar nesta semana para você, querido leitor, que não sei por onde começar. Vamos lá.

1) A partir de dezembro, vamos lançar uma nova assinatura digital. Em um modelo inédito no Brasil, o assinante receberá um tablet de última geração, com o aplicativo de ZH já na primeira tela. E receberá por dia não apenas uma edição do jornal, mas duas! Pela manhã, a réplica da edição de papel, cheia de interatividades, vídeos, galerias de fotos, links para conteúdo complementar. É a sua edição “normal” de ZH da manhã, enriquecida por muito material multimídia. No final da tarde, uma segunda edição, chamada ZH Noite. Preciso explicar um pouquinho essa tal de ZH Noite, porque estamos preparando a novidade com muito carinho na Redação. Também em formato para folhear no tablet, ela trará, em cerca de 10 páginas, tudo o que aconteceu durante o dia, textos exclusivos de nossos colunistas, uma preparação para o dia seguinte. Está ficando linda! Com este produto, o leitor pode manter seu hábito de leitura, de folhear as páginas, com muito mais recursos. Inclusive palavras cruzadas para fazer no tablet! Mostramos para muitas pessoas de dentro e de fora do jornal, e a reação delas é sempre “Eu quero!”. Nossa vice-presidente, Andiara Petterle, anunciou essa nova assinatura digital em um evento, e o zum-zum foi tamanho, que na saída já tinha gente pedindo para assinar.

Zero Hora testa distribuição do jornal em tablet exclusivo para assinantes

2) Já viu a nova coluna da Marta Sfredo, publicada de segunda a sábado? Relançamos o conteúdo da minha xará nesta semana. Nas quintas-feiras, ela terá duas páginas em vez de uma, sempre com uma entrevista exclusiva. Dentro da coluna, a Marta inventou novas seções, como Negócios de Futuro e Dinheiro & Diversão. Ganhou uma página novinha no site de ZH (zerohora.com/martasfredo), com vídeos, áudios e conteúdo extra. Criou eventos (o primeiro será com Eduardo Logemann, presidente da SLC, 12º maior grupo do Estado, no dia 24) que vão gerar conteúdo exclusivo para os leitores. E a Marta iniciará nesta semana, na Rádio Gaúcha, uma participação diária no programa Chamada Geral Segunda Edição. Nossa jornalista de Economia se reinventou para entregar a você conteúdo ainda mais relevante.

3) Lançamos, nesta semana, novas páginas de colunistas no site de ZH. Já estão neste novo formato David Coimbra, Rosane de Oliveira, a própria Marta Sfredo, Fernanda Pandolfi, Tulio Milman, Moisés Mendes, Roger Lerina. É só o início de um projeto que tornará mais fácil para o assinante encontrar e compartilhar o conteúdo de nossos colunistas. Até o final do mês, muitos outros terão suas novas páginas, que também ficaram mais bonitas e melhores de ler no celular.

4) O David Coimbra está aprontando mais uma. Lá de Boston, vai enviar vídeos contando sua vida nos Estados Unidos. Serão dois vídeos por semana no site de ZH. Os pilotos que ele está mandando estão muito legais. Dá para passear com o David por lugares bacanas, saber curiosidades da vida norte-americana, sempre com aquele jeitão do colunista que os leitores conhecem tão bem.

Em todo lugar que se vai, ouve-se alguém falar de crise, de desânimo, de descrença no futuro. Na Redação de ZH, estamos convencidos de que crise se vence com inovação, com trabalho e com uma entrega de conteúdos mais relevantes para o leitor.