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Posts com a tag "dominical"

Marta Gleich: agradecimento aos leitores

27 de setembro de 2014 1

marta gleich

Quase cinco meses depois de termos transformado a edição dominical de Zero Hora, escrevo para agradecer a você, leitor, protagonista maior desta mudança. Explico. No início deste ano, constatamos que a dominical dava algum sinal de cansaço: o sintoma era uma pequena queda nas vendas em banca e nos jornaleiros, em relação ao ano anterior. Resolvemos ouvir o leitor e o ex-leitor: aquele que tinha deixado de consumir a edição de domingo. Desta pesquisa, saíram vários recados vindos do público: a dominical deveria ser mais densa. Com assuntos variados. Num equilíbrio maior entre temas leves e pesados. Uma entrevista de fôlego. Um produto diferente dos dias de semana, já que no domingo há mais tempo para leitura. Reportagens maiores? Sim, senhora! Donna é importante? Sim, senhor! Foram muitos os pedidos.

Tentamos fazer o tema de casa e atender a seus anseios. Desde o dia 4 de maio, está nas ruas uma nova edição de domingo. Lançamos o caderno PrOA, que traz novos colunistas e conteúdo denso, debates, ideias, cultura. Reforçamos as reportagens de fôlego (como duas especiais que temos na edição dominical: a chocante história da vida do menino Bernardo, contada pela repórter Adriana Irion, e o total descontrole da “praga dos javalis” no interior gaúcho, revelada pelos jornalistas Nilson Mariano e Carlos Macedo). Passamos a publicar sempre uma entrevista especial (hoje, a uma semana da eleição, Carolina Bahia e Guilherme Mazui entrevistam o presidente do TSE, Dias Toffoli). Donna ganhou ainda mais relevância (já espiou a edição de 76 páginas especial de primavera? Está um luxo!). Uma editoria de Esporte mais caprichada.

E o resultado veio, não só em e-mails com elogios que temos recebido todo fim de semana de generosos e queridos leitores, mas também pelo termômetro das bancas. Carlos Kruger, nosso gerente de Venda Avulsa, me conta que estamos com um excelente desempenho na dominical.

Queria contar essa história a vocês, agradecer a cada um dos leitores e convidá-los a seguir avaliando o jornal. Não está gostando de algo? Escreva para mim, no meu e-mail. Na última semana, o presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, recebeu uma entrega surpresa: uma gaiola dourada que simboliza a indicação ao Caboré, o mais prestigiado prêmio da indústria da comunicação do país, realizado pelo grupo Meio&Mensagem. Zero Hora está concorrendo ao Caboré 2014, na categoria Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo.

No ano de seu cinquentenário, e depois de passar por uma transformação profunda, que mudou do logotipo aos conteúdos da versão impressa, do site aos aplicativos, o jornal não poderia receber reconhecimento maior. ZH concorrerá nesta categoria com outros dois veículos e o resultado sai no dia 3 de dezembro. Comemoramos muito por aqui. E renovamos nosso compromisso com a produção de jornalismo de qualidade.

Leia na Zero deste domingo

07 de setembro de 2012 2

Impunidade, corrupção e indignação

11 de janeiro de 2010 0

Durante uma semana, os leitores de Zero Hora foram provocados a responder a seguinte pergunta: “Você conhece algum político condenado por desvio de recursos públicos ou recebimento de propina que esteja, neste momento, atrás das grades?“. A polêmica que começou aqui no site alimentou a reportagem especial de Leandro Fontoura que estampou as páginas 4, 5 e 6 da edição dominical do jornal. Figurões acusados de corrupção raramente vão para a cadeia no Brasil. Para entender essa realidade, ZH conversou com especialistas de diferentes setores da sociedade, professores universitários, juízes, promotores e antropólogos.

Leia a reportagem aqui

Hoje durante o dia, a repercussão foi grande. Mais leitores enviaram e-mails elogiando ou criticando a reportagem. A reportagem também foi tema de comentário do jornalista Lasier Martins no Jornal do Almoço. Assista

As críticas partiram principalmente de advogados, indignados com as opiniões do historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos, e do juiz Carlos Eduardo Ribeiro Lemos, da 5ª Vara Criminal de Vitória, no Espírito Santo. Ambos afirmaram que os advogados que atuam em grandes escândalos de corrupção se utilizam de recursos judiciais como forma de protelar julgamentos e levar acusações à prescrição.

Mais contundente, Villa afirmou que os defensores de criminosos de colarinho branco são copartícipes porque teriam consciência de que são pagos com dinheiro sujo. Bastou para provocar a ira dos advogados, entre eles o presidente da OAB-RS, Claudio Lamachia.

As páginas 36

17 de outubro de 2009 1

Todos os sábados, a equipe de ZH vive um dilema: atualizar o máximo possível o jornal de domingo, mas sem ferir um dos hábitos mais tradicionais do gaúcho – o de ler o jornal dominical em família, já na tarde de sábado.
E como se faz isso?
No caso de hoje, em que a grande notícia do dia é mais um episódio na guerra provocada pelo tráfico no Rio de Janeiro, a página 36 desta ZH dominical sofreu pelo menos quatro mudanças ao longo da manhã e início da tarde. Não era para menos: um helicóptero havia sido derrubado a tiros pelos bandidos em confronto.
A primeira versão da página 36 chegou à rotativa do jornal ainda sem a notícia, mas logo foi trocada por uma que apresentava o fato, embora sem detalhes.

Primeira versão:

Segunda versão:

Quando se soube que dois PMs morreram na explosão e que outras tantas pessoas ficaram feridas, a editoria de Polícia inverteu todos os elementos da página 36. Colocou a guerra no Rio como a reportagem principal, com foto.

Terceira versão:

Em seguida, a queda do helicóptero foi levada à capa de ZH.

Mas não acabou por aí.
O especialista em Segurança de ZH, Humberto Trezzi, que acumula coberturas de situações de conflito nos morros cariocas, foi acionado em casa. Sua primeira frase ao atender o telefone foi:
– Já estou sabendo. Um helicóptero foi derrubado no Rio.
Em 10 minutos, Trezzi enviava por e-mail, de casa, uma análise que tentava explicar como bandidos armados feito exércitos conseguiram deflagrar tamanho caos no Rio de Janeiro.

Leia a reportagem publicada na Zero Hora dominical e a análise de Humberto Trezzi.