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Posts com a tag "editor"

Carta da Editora: Igreja e Estado

26 de julho de 2014 0

marta
Quando entra na faculdade de Jornalismo, uma das primeiras máximas que um estudante ouve é “separe Igreja e Estado” ao exercer a profissão. O significado é: conteúdo jornalístico é uma coisa, publicidade é outra. Na última semana, a equipe que produz o site de ZH recebeu questionamentos de leitores. Uma reportagem sobre um condomínio sustentável na zona sul do Estado, publicada somente no online, era “matéria paga”, propaganda do lançamento disfarçada de notícia ou conteúdo feito pela Redação? Os editores explicaram ao público que, devido ao ineditismo do empreendimento – deve receber uma certificação internacional em sustentabilidade –, o assunto virou pauta. E publicaram uma nota adicional para explicar isso.

O assunto volta e meia surge: existe matéria editorial paga em ZH? A resposta é não. Toda vez que uma publicidade pode confundir o leitor, no sentido de ele não saber se aquilo foi produzido ou não pela Redação, colocamos junto ao anúncio “INFORME PUBLICITÁRIO”, “INFORME COMERCIAL” ou, ainda, “CONTEÚDO PUBLICITÁRIO PRODUZIDO PELO ANUNCIANTE TAL”. O princípio é: não enganar o público.

– Em editoriais de moda – explica Mariana Kalil, editora do Donna – acontece muito de lojistas acharem que as grifes participantes pagam para estar nas fotos. Sempre explicamos que é uma decisão editorial. Donna faz uma curadoria, seleciona as peças que representam a tendência retratada na reportagem.

Leia outras Cartas da Editora

Já Fernanda Pandolfi, da coluna Rede Social, diz que é comum leitores ligarem querendo pagar para colocar as fotos de casamentos, formaturas ou outros tipos de evento. Ela explica que não há cobrança para conteúdo editorial.

– Avaliamos cada caso e, se julgarmos que o evento é de interesse dos leitores, enviamos nosso próprio fotógrafo ou, em algumas exceções, o anfitrião nos manda as imagens. Mas é sempre delicado quando temos de explicar às pessoas que o seu evento não será publicado – diz a colunista.

No Vida, profissionais às vezes ligam para perguntar “quanto custa uma reportagem” para apresentar seus serviços. Neste caderno, como em toda a Zero Hora, as fontes, os entrevistados, são uma escolha do editor ou do repórter. Se um médico aparece numa reportagem do Vida, ou um arquiteto no Casa&Cia, ou um restaurante no Gastrô, pode ter certeza de que não pagaram para isso.

ZH tenta deixar muito claro ao leitor o que é Igreja e o que é Estado. A credibilidade do jornal também se baseia nesta segurança dada a quem está lendo o site ou a edição impressa.

Sobre ZH: Comente a edição desta sexta

21 de junho de 2013 3


Confira a manchete de capa da Zero Hora desta sexta:

Dilma convoca reunião de emergência após protestos


Os sorrisos de Maria Eduarda e Ana Helena

15 de junho de 2013 0


Sentada em um pufe vermelho, Maria Eduarda Telles de Lacerda, sete anos, aguardava ansiosíssima, na terça-feira, a chegada do Bicho-Papão ao estúdio do Jornal do Almoço, onde seria lançada a segunda fase da campanha A Educação Precisa de Respostas. A avó, que a acompanhava, já conhecia os monstros, da campanha do Grupo RBS de 10 anos atrás, e sabia que eles só dão calafrios em quem não quer o bem de crianças e adolescentes. Mas a menina ainda não sabia. “Será que eu vou ter medo?”, dizia ela, deixando apreensiva sua acompanhante. E se Maria Eduarda, ao vivo, reagisse mal ao monstro? Quando o Bicho-Papão, o estereótipo dos pesadelos infantis, entrou no estúdio em toda a sua maciez de pelúcia e se aproximou das crianças, a menina abriu um sorrisão, para tranquilidade da avó. Ufa.

Maria Eduarda, no lançamento da campanha, e Ana Helena,
vendo o comercial em casa: sem medo dos Monstrinhos

Poucos dias depois, Carla Franskowiak, mãe de Ana Helena, dois anos, colocava no Facebook a foto da filha curtindo o filme dos Monstrinhos na TV.

– Até os DVDs infantis perdem espaço para o comercial dos Monstrinhos, que é visto dezenas de vezes no YouTube – conta Carla. – Quando a campanha foi lançada no Jornal do Almoço, ela ficou encantada querendo saber quem eram. Expliquei que os monstrinhos eram nossos amigos e que eles educavam seus filhinhos assim como “a Mami e o Papi’’ ensinam as cores e os números para ela. Agora, Ana Helena brinca de escolinha com as bonecas e
faz de conta que é uma monstrinha. Para tudo que está fazendo, só pra assistir ao comercial e já criou até uma dancinha quando aparece a Mula Sem Cabeça!

Os mascotes ganharam a gurizada.

– Os cinco monstrinhos e seus filhotes voltaram para ajudar nessa mobilização, um convite à sociedade para colocar a educação em pauta. Os monstros vão apadrinhar diferentes temas relacionados à educação. Entre eles, o
papel do professor, o espaço da escola, a importância de ter todas as crianças e jovens de quatro a 17 anos frequentando a escola – comenta Ângela Ravazzolo, editora de Educação do Grupo RBS.

 

Ângela Ravazzolo, editora de Educação
do Grupo RBS, convida a sociedade a
colocar a educação em pauta


Há 21 anos em Zero Hora, Ângela, formada em Jornalismo e com licenciatura e doutorado em História pela UFRGS, foi alçada a editora de Educação em janeiro de 2011 justamente para garantir a qualidade das reportagens
sobre o tema neste importante momento da campanha. É dela o papel de orientar a linha editorial dos conteúdos e de fazer análises que auxiliem o público a entender os enormes desafios da educação brasileira.

Somente na primeira fase da campanha, foram 1,1 mil reportagens veiculadas em três meses: 454 páginas em jornais, 138 reportagens em rádios e, nas TVs, 90 notícias estaduais e 486, locais, sem falar nos eventos em escolas que
mobilizaram mais de 6,6 mil alunos e professores e 350 voluntários.

A campanha, nesta segunda fase, provoca o debate e mobiliza a sociedade para a qualificação da Educação Básica no Brasil, especialmente no RS e em SC. Além de todo o conteúdo editorial e dos espaços publicitários, promove o
Prêmio RBS de Educação, que tem como tema a mediação de leitura e vai premiar professores e projetos comunitários  que desenvolvam práticas criativas e interessantes de apoio à leitura.

Como principal jornal do Grupo RBS, Zero Hora está especialmente empenhada no assunto. A missão do jornal também está em multiplicar os bons exemplos e motivar o debate sobre o assunto, para que Maria Eduarda,
Ana Helena e todas as crianças e adolescentes tenham a educação de qualidade que merecem.
















www.monstrinhosrbs.com.br

Sobre ZH: Comente a edição desta sexta

14 de junho de 2013 0

Sobre ZH: Comente a edição desta quinta

13 de junho de 2013 0


Soja turbina o PIB gaúcho, é a manchete da capa de Zero Hora desta quinta-feira dia 13 de junho.

Confira também os seguintes destaques:

Santa Maria
Para BM, bombeiros praticaram falhas leves

Precatórios
Estado faz mutirão para saldar dívidas

Sobre ZH: Comente a edição desta quarta

12 de junho de 2013 0


Confira os destaques de capa da edição de Zero Hora desta quarta-feira, dia 12 de junho de 2013.


A um ano da Copa

Porto Alegre em obras

http://zhora.co/12Fhoij

http://zhora.co/119b0wQ

http://zhora.co/ZJ7wQE


Alerta no RS

Confirmadas duas mortes por gripe A

http://zhora.co/11yxZh9



Sobre ZH: Comente a edição desta terça

11 de junho de 2013 0

Sobre ZH: comente a edição desta segunda

10 de junho de 2013 0

Os bastidores de uma grande cobertura

04 de maio de 2013 0

Você tem curiosidade em saber como funciona a redação de Zero Hora? Como chegam as informações, de que forma repórteres e colunistas apuram os detalhes e como o material é editado para todas as plataformas? Fizemos um vídeo sobre isso no dia da notícia mais quente da semana: a operação da Polícia Federal para combater fraudes ambientais. O vídeo foi pensado para apresentações em faculdades de Jornalismo, mas acreditamos que interessa a todos os leitores, e por isso o disponibilizamos em nosso site. Para assistir a ele, aponte o leitor de QR Code do seu celular ou tablet para o código ao lado. Ou acesse pelo link http://zhora.co/49anos

Na Redação, costumamos dizer que planejamento é tudo: programar a capa de domingo já na segunda-feira, preparar com antecedência a reportagem especial da revista Donna, organizar no detalhe a cobertura dos fatos do dia só torna o jornal melhor. Mas bom mesmo é quando o planejamento é derrubado por fatos bombásticos e inesperados, como os da semana. Em momentos de grandes notícias uma redação mostra o seu potencial.

O primeiro registro da notícia da segunda-feira foi postado no blog pela colunista Rosane de Oliveira com informações vindas de Israel, onde o governador Tarso Genro estava em viagem oficial. Após confirmar os dados com fontes locais, uma força-tarefa de jornalistas se deslocou para a Superintendência da Polícia Federal. Lá se dividiu para atender as demandas de uma grande cobertura. O redator Roberto Azambuja abastecia a lista de notícias do site. Adriana Irion, munida de um smartphone, tinha a missão de mandar as primeiras fotos e apurar a reportagem especial. Rosane de Oliveira, além de preparar a coluna da Página 10, tuitava em tempo real. O repórter Francisco Amorim focava nos desdobramentos criminais do escândalo das licenças. E os fotógrafos Ronaldo Bernardi e Diego Vara circulavam à procura da melhor cena para documentar o fato em imagens.

Na Redação os editores da capa do site planejavam os próximos passos. Fabiola Bach, Guilherme Mergen e Thiago Sturmer discutiam os destaques na internet, monitorando o interesse do leitor a partir de dados estatísticos de audiência. A cada instante, informações em primeira mão, como a lista dos nomes dos 18 presos na operação e a busca de assinaturas para a instalação de CPIs na Câmara e na Assembleia. Na outra ponta, a equipe da editora de Política Dione Kuhn analisava desdobramentos e definia como contar a história completa. No final da tarde, o site já exibia um conteúdo multimídia em fotos, vídeos, reportagens e textos de opinião. A capa do jornal do dia seguinte começava a ser desenhada. O editor de capa Rodrigo Lopes e os diagramadores Marcio Câmara e Rui Silva quebraram o padrão para garantir a solenidade jornalística que o tema merecia.

Tudo isso aconteceu só no primeiro dia de uma série que segue, já que o assunto das fraudes em licenças ambientais não termina por aqui. Esta complexa operação de algumas horas na Redação, registrada no vídeo, ilustrará, a partir desta segunda-feira, palestras que 19 jornalistas de Zero Hora farão em faculdades de Comunicação pelo Estado. Já virou uma tradição: há cinco anos, repórteres, colunistas e editores, no aniversário do jornal (comemorado neste sábado, 4 de maio), aproximam-se do meio acadêmico para compartilhar com futuros jornalistas um pouco de sua vida profissional. É uma forma de tornar nosso trabalho ainda mais transparente e de dar uma pequena contribuição na formação dos futuros jornalistas gaúchos.

A hora da verdade

03 de novembro de 2012 3

Bom jornalismo é moldado por muito talento, sentidos aguçados, espíritos inquietos e inovadores, inspiração, muita transpiração e um tanto mais de técnica profissional. Bons jornais em papel e digitais são o resultado desta alquimia, e de largas doses de excelência em uma vasta gama de serviços — da impressão à entrega dos exemplares aos assinantes —, além da capacidade de gerar valor para anunciantes em suas páginas e sites.

Estes atributos precisam ser amparados por uma intricada rede de sistemas e processos e por um sem-número de áreas de apoio, como a administrativa, a de circulação ou de operações comerciais. Tudo combinado, este universo tecnológico e humano deve trabalhar focado em uma única direção: gerar satisfação a leitores e anunciantes.

Para saber se este objetivo está sendo atingido, Zero Hora, assim como os demais veículos do Grupo RBS, não confia apenas na intuição. ZH faz muita pesquisa – a percepção externa é o grande indicador de como está o pulso do jornal. Em uma pesquisa diária, o call center ausculta cerca de cem assinantes para descobrir o que despertou mais leitura na edição. Há também pesquisas instantâneas, como os números sobre visitas ao site e o uso de aplicativos e mídias sociais, entre outros. E há mananciais recorrentes, como os números de exemplares aferidos mensalmente pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), e pesquisas regulares de leitura pelos institutos Marplan e Ibope.

Call center ouve o público todos os dias. Aplicativos online e mídias sociais são canal permanente, e uma vez por ano, na pesquisa ISA, assinantes fazem análise profunda de Zero Hora.

A cada ano, porém, uma pesquisa é aguardada com especial interesse por todos os colaboradores: é uma exaustiva avaliação junto a assinantes do que se chama de “momentos da verdade” – pontos de contato decisivos entre os leitores e o jornal. São esquadrinhados, naturalmente, todos os aspectos do conteúdo editorial, mas também itens que vão desde a qualidade da entrega de exemplares à eficiência na solução de problemas, passando pela utilização do cartão do Clube do Assinante e o impacto da publicidade e dos classificados.

Alguns exemplos dos resultados de 2012. Em relação ao conteúdo editorial, nada menos que 77% dos assinantes se declaram muito satisfeitos e 22% satisfeitos, uma aprovação de 99%. Outro número: 99,6% se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com o processo de pagamento das assinaturas. E 97,6% dos assinantes estão satisfeitos ou muito satisfeitos com a Central de Atendimento ao Assinante, com destaque (99,4% de aprovação) para a “cordialidade e atenção” dos atendentes. Para quem anuncia em Zero Hora, os números também são alentadores: além da grande maioria dos assinantes citar “jornal” como o meio mais importante em sua tomada de decisão de compras, 78,1% dos consultados concordam total ou parcialmente com a afirmação de que aumentam sua confiança em uma marca ao vê-la anunciada em Zero Hora. Como resultado de todos esses números, 83,7% dos assinantes afirmam que têm alta intenção de recomendar a outros a assinatura do jornal (12,3% dizem ter média intenção).

Para cada quesito avaliado, há uma nota que mede o “grau de satisfação”. A nota mais relevante, como sempre, é a final, a soma ponderada das demais. Este ano, os mais de 1,2 mil colaboradores de ZH podem se orgulhar de terem recebido nota 9,15 de seus leitores. Mas este reconhecimento não nos concede o direito a qualquer desvio de foco: nossa meta, construída dia após dia com sacrifício, garra, espírito público e humildade para reconhecer e sanar deficiências, é simplesmente chegar a 10.