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Posts com a tag "Imprensa"

Sacadas da Copa

16 de junho de 2014 0

marta

Ao planejar uma cobertura gigante como a de uma Copa do Mundo, a provocação entre os colegas aqui da Redação é: o que fazer de diferente para surpreender o leitor? Como inovar e experimentar? Um evento desses, ainda mais no Brasil, é uma oportunidade imperdível para jornais, rádios, TVs, portais apresentarem a seus públicos novos conteúdos e novos formatos.
Talvez você não tenha acompanhado tudo o que andamos inventando, por isso recomendo algumas novidades desta Copa em ZH. Depois você me diz se ficou legal, se gostou, se não gostou. Também pode me mandar uma ideia! Quem sabe sua sacada vai parar nas páginas de ZH, no site ou nos nossos aplicativos?

ZH em inglês e espanhol – Todos os dias, dois cadernos com oito páginas cada são publicados em inglês e espanhol
e distribuídos em hotéis, bares, restaurantes e pontos turísticos. Se você não é turista, acesse o conteúdo online em inglês e em espanhol.

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Infocopas – Quais são as chuteiras mais leves e bonitas? Qual o tecido da camiseta da Seleção Brasileira? Quais foram os camisas 10 que mais brilharam em Copas? As páginas de Infocopa que estão sendo publicadas no Jornal da Copa respondem a essas perguntas misturando ousadia gráfica e informação.

Novo layout de jogo ao vivo – As narrações em tempo real dos jogos ganharam uma nova cara no site de ZH. Acesse e acompanhe, minuto a minuto, todas as partidas da Copa.

Mano a Mano_ZH_Liga dos FanáticosNewsgame Mano a Mano – Mostre que você conhece os astros do futebol mundial e suas qualidades.

Além do Campo – Para iOS e Android, aplicativo no qual o torcedor pode ver a tabela, jogos e seguir uma seleção da Copa.

Trippoa – Aplicativo mostra o que Porto Alegre oferece a quem quer comer, beber, passear ou curtir uma festa.

Desenho Tático – Vídeo com grafismos para conferir a análise tática da Seleção e como Felipão pode vencer seus adversários. Disponível nos dias de jogos da Seleção em ZH Esportes.

selo

 

Na Beira da Copa – A velha e boa reportagem, neste caso de histórias de uma viagem pelo interiorzão do Brasil, publicada primeiro no Facebook, depois numa página feita em tumblr e no jornal impresso.

 

 

LaCopa – Potter, Duda Garbi e Marina Ciconet ligados para mostrar o lado divertido do Mundial. No Jornal da Copa.

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Sant’Ana e Sant’Aninha – Em vídeo, Paulo Sant’Ana e Duda Garbi se encontram e comentam jogos da Seleção.

ZH por aí: Humberto Trezzi fala sobre o papel da mídia em Lajeado

04 de setembro de 2013 0

O jornalista Humberto Trezi dividiu a sua experiência profissional em áreas de conflito durante duas horas, no evento Papo de Redação, do Jornal O Informativo, de Lajeado.

divulgação

No encontro, Trezzi disse que o papel da mídia é questionar, incomodar, seja onde for, numa grande cidade ou numa cidade pequena.  O jornalista destacou que nenhuma fonte deve ser menosprezada. Lembrou que, por meio de “humildes” informantes, conseguiu avançar em grandes pautas. Segundo ele, foi por insistência e ousadia que começou a viajar para operações de guerra e missões de paz. Entre outros, esteve em Angola, Timor Leste, Haiti, México, Chile, Colômbia, Líbia. Neste último, chegou a ter que fugir de zonas de bombardeio e testemunhou a tomada da capital líbia, Trípoli, pelas forças guerrilheiras no momento da fuga do ditador Muamar Kadafi.

O jornalista afirmou ainda que aprendeu a olhar para o cenário e tentar descrevê-lo ao leitor, utilizando personagens locais para contextualizar. Trezzi também entende que a mídia tem dado contribuição para o planeta:

— A imprensa é imprescindível numa área de conflito. A mídia responsável é o balizador da opinião pública. É importante que o mundo saiba o que está ocorrendo — disse.

Nascido em Passo Fundo, Trezzi é formado pela PUCRS.

Papo de repórter: a vida de (jornalista) peão

29 de agosto de 2013 0

Arquivo pessoal

Por Léo Cardoso, repórter multimídia de ZH.

 

Foram três geladas e chuvosas madrugadas acompanhando a rotina de pessoas que trabalham durante a noite para garantir o funcionamento da Expointer no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. E era muito frio. E era muita chuva. Mas nada disso impedia o sorriso no rosto e a dedicação à lida e aos animais daquelas pessoas.

Documentar o trabalho desses peões, cabanheiros, seguranças e pessoal de limpeza foi um exercício interessante, inspirador e até certo ponto nostálgico. Estar inserido nesse meio rural me remeteu à infância. Nasci e fui criado no sítio da minha família, na zona rural de Viamão, bem na divisa com Porto Alegre. Ao lado do meu falecido avô, conhecido na redondeza como o “Tio Pedro”, aprendi a ordenhar as vacas, acompanhei o nascimento de terneiros e tinha até a minha própria enxada, em tamanho proporcional ao meu à época, e com ela passava capinando pelas terras junto ao Vô.

Léo CardosoDurante o período que fiquei na Expointer, voltei um pouco para esse tempo. Acompanhei o nascimento (o primeiro dentro do parque) da terneira Estreia, presenciei um parto complicado feito por um cabanheiro chamado às pressas para ajudar uma vaca que, depois de duas horas de trabalho de parto, não tinha forças para mandar ao mundo seu filhote. Usei botas para andar no barro, um pala para espantar o frio, e contei com a solidariedade de pessoas que mesmo nas condições mais adversas do tempo trabalhavam com prazer e empenho. Foram muitos mates durante a madrugada para esquentar, outras tantas conversas e histórias. Uma experiência incrível.

Conheci outro lado da Expointer. Ficou por terra, literalmente, a ideia de tudo não passa de uma feira, mostra, exposição. Pude perceber, com a ajuda de todos aqueles que conheci nessas três noites, que o Parque de Exposições Assis Brasil se torna, por uma semana, uma grande fazenda, e a lida real do campo acontece de verdade dentro daqueles portões. Foi inspirador ver as pessoas trabalhando com e para os animais com tanta alegria.

O maior aprendizado que levo ao final dessa matéria é o quanto fazer o que gosta recompensa, por mais que a realidade seja difícil. Ter passado frio e ficado molhado em certos momentos valeu a pena na companhia de todas essas pessoas. Assim como a do campo, a lida do jornalismo também não é fácil, mas é apaixonante.

Assista ao vídeo produzido pelo jornalista:

 

SIP: Os novos caminhos para o jornalismo, por Rosental Calmon Alves

15 de outubro de 2012 0

Na cobertura da 68ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa, o mestre Rosental conversou com a jornalista de Zero Hora  Mariana Müller que participa da cobertura do evento para Blog da Sip.

Professor da Universidade do Texas na Escola de Jornalismo de Austin e diretor fundador do Knight Center para Jornalismo nas Américas, Rosental Calmon Alves conversou com o blog da SIP São Paulo e elencou caminhos para as empresas jornalísticas. Confira abaixo:

1-      Reconhecer a revolução pela qual estamos passando

2-      O uso de base de dados é fundamental

3-      Entender o impacto das mídias sociais. O jornalista não pode ficar fora disso

4-      Buscar novas fontes de receita

Veja abaixo outros trechos da entrevista.

Nova realidade

“O importante é o papel se repensar dentro do contexto das multitelas, da revolução pós-PC, onde a conectividade permanente muda o perfil das pessoas.”

“Nas novas plataformas, é preciso inverter a lógica. Buscar ver o que as pessoas estão fazendo, não tentar fazer com que elas façam coisas.”

“Os paradigmas da comunicação de massa estão caindo um por um.”

“Essa pressão pelo paywall é legítima, mas os jornais que ficarem só nisso vão errar.”

Proximidade com os leitores

“Os jornais não podem se dar ao luxo de ficar longe da sua audiência. Todo mundo tem de estar no modo focus group.  O papel não vai morrer, mas para sobreviver precisa se reposicionar na vida das pessoas.”

“As empresas jornalísticas estão muito atrasadas quando o assunto é usar os dados que têm dos leitores. Os jornais deveriam aprender com a Amazon.”

“O papel tem de aprender com a internet a se beneficiar da possibilidade de receber informação, de ter uma parceria com os leitores.”

Mobile

“As empresas têm de continuar presentes nos celulares, mesmo que isso não esteja dando dinheiro agora. É importante ser útil para as pessoas e, também, para manter o vínculo com o produto tradicional.”

Tarde de posse e emoção na Redação

03 de julho de 2012 0

A cerimônia de posse do novo presidente da RBS foi acompanhada ao vivo pela Redação de ZH. Por um telão, os jornalistas assistiram ao evento para 450 convidados, em Porto Alegre, que contou com mais de 50 pessoas na equipe de produção e 10 câmeras em ação para mostrar todos os detalhes e a emoção do momento.

Na solenidade, telões 180 graus apresentaram projeções com depoimentos, fotos históricas e homenagens. Preparado durante três meses, o evento dirigido por Flavia Moraes contou com presenças ilustres.





O violonista Yamandú Costa surpreendeu ao executar o Hino Nacional. Ele também interpretou Vida, tema da RBS.



Na sequência, Fernanda Montenegro fez a abertura, declamando o poema “Guardar”, de Antonio Cícero, em vídeo. E no final, apareceu no palco para apresentar a cerimônia. Três telas móveis mostravam imagens e depoimentos emocionados como o de Ione Sirotsky, mulher do fundador da RBS, Maurício Sirotsky Sobrinho, já falecido.

Também em vídeo, depoimentos do ex-presidente da empresa, Jayme Sirotsky, do presidente Nelson Sirotsky e do Presidente Executivo empossado, Eduardo Sirotsky Melzer, foram apresentados simultaneamente, em telas divididas, o que trouxe inovação para cerimônia.

Na plateia, estavam a direção da empresa, executivos e colaboradores. Outras 82 unidades da empresa em todo o país assistiram ao evento. Também estiveram presentes o Vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, os membros do Conselho de Administração do Grupo RBS e membros de empresas associadas.

Duda, como é conhecido, além a família e dos colegas de trabalho, recebeu o carinho do amigo Luciano Huck …

…e a bênção da diva dos palcos Fernanda Montenegro.