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Posts com a tag "@zerohora"

Carta da Editora: Prioridade à educação

15 de novembro de 2014 1

marta gleich
Há mais de dois anos, depois de campanhas como Crack nem Pensar ou O Amor é a Melhor Herança, o Comitê Editorial da RBS tomou uma decisão. Educação é a bandeira permanente e única do grupo, embora de forma isolada cada jornal, rádio ou TV possa realizar campanhas por temas locais.

Conscientes de que a solução dos mais relevantes problemas brasileiros, como desenvolvimento econômico, segurança, saúde ou qualidade de vida, passa obrigatoriamente por educação, a RBS lançou A Educação Precisa de Respostas e o Prêmio RBS de Educação – Para Entender o Mundo, que está em sua segunda edição (ainda não votou no melhor projeto de incentivo à leitura? Vote aqui). Engajados à campanha, os mais de mil jornalistas da empresa, em cada uma das redações dos jornais, rádios e TVs, passaram a dar prioridade a pautas ligadas ao assunto.

Na quarta-feira, comemoramos muito na Redação um dos resultados deste trabalho: Zero Hora ganhou o prêmio Esso – categoria Regional Sul – com a reportagem “Lições da Turma 11F”, da repórter Letícia Duarte e do fotógrafo Félix Zucco, publicada em dezembro passado. Se você perdeu, recomendo dedicar um tempinho do seu fim de semana e ler.

lezucco 2

Durante todo o ano de 2013, a dupla frequentou a sala 106, de uma turma de primeiro ano do Ensino Médio do Julinho, um dos mais tradicionais colégios do Estado. A cada trimestre, Letícia e Zucco assistiam às aulas de uma semana inteira. A tática jornalística de se misturar ao ambiente até que a presença dos repórteres não seja mais um corpo estranho ao grupo permitiu que desvendassem os porquês das desanimadoras estatísticas da educação no país e no Estado.

Confirmando os números de relatórios sobre o ensino, um em cada 10 alunos da turma ao longo do ano desapareceu dos bancos. Tudo isso em uma escola em que é comum sete docentes faltarem por dia no turno da manhã – o equivalente a 18% do total. E por aí andaram as revelações, em uma reportagem que provocou muito impacto e debate na sociedade.

Zero Hora tinha cinco trabalhos como finalistas do Prêmio Esso, e dois deles eram ligados à educação. A reportagem sobre a turma 11F e “A Luz de Ler”, de Juliano Rodrigues e Mauro Vieira, sobre a alfabetização de adultos na zona rural, no primeiro assentamento de sem-terra no sul do Brasil. O reconhecimento vindo do mais importante prêmio jornalístico do país só reforça, na Redação, nosso compromisso de manter a educação como assunto prioritário em Zero Hora.

 

ZH é o Veículo Impresso do Ano do Prêmio Colunistas RS 2014

13 de outubro de 2014 0

O projeto de reformulação de Zero Hora, iniciado em maio deste ano, segue colhendo os frutos que a nova proposta editorial, comercial e visual tem apresentado aos seus leitores. O jornal foi reconhecido com o Prêmio Colunistas RS na categoria Veículo Impresso do Ano. Isso ocorre no momento em que ZH também é um dos indicados na categoria Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo do Caboré 2014, um dos prêmios de comunicação mais importantes do país.logozhnovo

A reformulação do jornal incluiu a logomarca

Na 47ª edição, o prêmio conta com um júri formado por jornalistas especializados em comunicação de marketing e por profissionais de capacidade reconhecida dos setores cobertos pelas premiações. Trabalhos nas categorias jornal, revista, rádio, mídia exterior, mídia alternativa, mídia digital, cinema, televisão e internet serão agraciados na festa de premiação, em data a ser anunciada em breve.

Para o presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, este novo reconhecimento é uma prova dos bons resultados do trabalho que vem sendo realizado, focado no atendimento das novas necessidades do público e no impacto das novas tecnologias sobre o consumo de informação.

– Estamos muito felizes com mais este reconhecimento do mercado para o trabalho coletivo que estamos fazendo em Zero Hora. Nosso compromisso é com o público e tudo o que fazemos é para sermos cada dia mais úteis e mais relevantes para a vida das pessoas – destaca Eduardo.

O Prêmio Colunistas é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda (Abracomp), que tem o objetivo de destacar os trabalhos mais relevantes das áreas de comunicação e de marketing de empresas e profissionais atuantes no Brasil.

 

Remédio para a memória

20 de setembro de 2014 5

carta

Não creio que, em 27 de janeiro de 2023, um jornalista queira noticiar algo como: “Dez anos depois, Caso Kiss continua sem punição aos culpados”. Mas se esta for a realidade, ela precisará ser informada.

Há cerca de um mês, numa troca de mensagens entre jornalistas de nossa equipe, decidimos voltar a Erechim dez anos depois do acidente que matou 17 jovens, passageiros de um veículo escolar que caiu nas águas de uma represa no interior do município. Não sabíamos o que encontraríamos. A comunidade segue de luto? As famílias ainda moram no local? Como estão a ponte, a represa, as pessoas que viviam ao redor? A lista de questionamentos que deu base ao trabalho da repórter Taís Seibt e do fotógrafo Ricardo Duarte tinha esses itens. E, claro, um que previa conferir como está o caso na Justiça, se houve julgamentos, recursos, decisões, culpados, condenados, absolvidos… Como em tantas outras reportagens que fazemos no dia a dia, partimos da percepção da relevância do fato somada a uma série de informações que deveriam ser apuradas.

Leia outras Cartas do Editor

Tecnicamente falando, ao apurar que 3.652 dias depois do acidente não havia um desfecho na Justiça sobre os culpados – alguém acreditaria que um fato como o descrito nas páginas 26 a 29 não teve culpados? –, tínhamos aquilo que o repertório de jargões de redação chama de gancho para a reportagem. E lá está, no título principal da própria reportagem (“17 mortos, 10 anos, nenhum culpado”) e em um dos títulos de capa desta edição (“Dez anos de dor e impunidade”), o gancho transformado em espinha dorsal do trabalho.

A leitura confirma o que muitos jornalistas que cobrem este tipo de assunto já entenderam: saudade e perda misturadas com impunidade fazem a dor aumentar e alimentam o questionamento sobre a capacidade de se fazer justiça em muitos casos. E confirma também uma das mais importantes vocações do jornalismo, que é manter os grandes temas sempre vivos na memória da sociedade. Esta não é uma jogação de confete sobre ZH e sua equipe. É uma característica do bom jornalismo, seja qual for o veículo ou o profissional, e algo de que nos orgulhamos mesmo quando se trata de fatos que não gostaríamos de noticiar.

Leia a matéria

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Carta da Editora: Igreja e Estado

26 de julho de 2014 0

marta
Quando entra na faculdade de Jornalismo, uma das primeiras máximas que um estudante ouve é “separe Igreja e Estado” ao exercer a profissão. O significado é: conteúdo jornalístico é uma coisa, publicidade é outra. Na última semana, a equipe que produz o site de ZH recebeu questionamentos de leitores. Uma reportagem sobre um condomínio sustentável na zona sul do Estado, publicada somente no online, era “matéria paga”, propaganda do lançamento disfarçada de notícia ou conteúdo feito pela Redação? Os editores explicaram ao público que, devido ao ineditismo do empreendimento – deve receber uma certificação internacional em sustentabilidade –, o assunto virou pauta. E publicaram uma nota adicional para explicar isso.

O assunto volta e meia surge: existe matéria editorial paga em ZH? A resposta é não. Toda vez que uma publicidade pode confundir o leitor, no sentido de ele não saber se aquilo foi produzido ou não pela Redação, colocamos junto ao anúncio “INFORME PUBLICITÁRIO”, “INFORME COMERCIAL” ou, ainda, “CONTEÚDO PUBLICITÁRIO PRODUZIDO PELO ANUNCIANTE TAL”. O princípio é: não enganar o público.

– Em editoriais de moda – explica Mariana Kalil, editora do Donna – acontece muito de lojistas acharem que as grifes participantes pagam para estar nas fotos. Sempre explicamos que é uma decisão editorial. Donna faz uma curadoria, seleciona as peças que representam a tendência retratada na reportagem.

Leia outras Cartas da Editora

Já Fernanda Pandolfi, da coluna Rede Social, diz que é comum leitores ligarem querendo pagar para colocar as fotos de casamentos, formaturas ou outros tipos de evento. Ela explica que não há cobrança para conteúdo editorial.

– Avaliamos cada caso e, se julgarmos que o evento é de interesse dos leitores, enviamos nosso próprio fotógrafo ou, em algumas exceções, o anfitrião nos manda as imagens. Mas é sempre delicado quando temos de explicar às pessoas que o seu evento não será publicado – diz a colunista.

No Vida, profissionais às vezes ligam para perguntar “quanto custa uma reportagem” para apresentar seus serviços. Neste caderno, como em toda a Zero Hora, as fontes, os entrevistados, são uma escolha do editor ou do repórter. Se um médico aparece numa reportagem do Vida, ou um arquiteto no Casa&Cia, ou um restaurante no Gastrô, pode ter certeza de que não pagaram para isso.

ZH tenta deixar muito claro ao leitor o que é Igreja e o que é Estado. A credibilidade do jornal também se baseia nesta segurança dada a quem está lendo o site ou a edição impressa.

Opine sobre o Editorial da RBS que diz que o dever do eleitor consciente não se esgota no voto

30 de setembro de 2010 23

O Blog do Editor adianta o editorial que Zero Hora publicará no próximo domingo para que os leitores possam manifestar concordância ou discordância em relação aos argumentos apresentados. 

Você concorda que é dever do eleitor fiscalizar os eleitos? Clique aqui para publicar seu comentário no mural. Não esqueça de colocar seu nome completo e cidade.

Os comentários enviados até as 18h de sexta-feira serão selecionados para publicação na edição impressa. 


UM DIREITO QUE TAMBÉM É DEVER

Você deixaria de votar se o voto não fosse obrigatório? Você está disposto a anular o voto ou a votar em branco, mesmo sabendo que mais de 22 mil candidatos colocaram seus nomes à disposição dos 135,8 milhões de eleitores brasileiros? Você está entre os eleitores que se livram do voto, digitando qualquer sequência de números na urna eletrônica, sem se importar com o resultado do seu gesto?

Se você respondeu sim a estas questões, está fazendo uso do seu direito individual de se omitir, mas está descumprindo um dever fundamental dos cidadãos numa democracia, que é participar da escolha dos governantes e representantes parlamentares. O eleitor que se omite não apenas renuncia à prerrogativa de cobrar eficiência e honestidade dos escolhidos, como também transfere automaticamente para outras pessoas o direito de escolher em seu nome. Pior: está confessando sua incapacidade de usar o voto como instrumento de transformação da sociedade e do país.

Votar de forma consciente é um exercício de liberdade e de responsabilidade. Antes de dar uma procuração para as pessoas que legislarão e governarão no nosso nome, precisamos saber quem são elas, como pensam, o que já fizeram pelas suas comunidades, de que forma construíram suas carreiras e quais os projetos e ideias que defendem para a cidade, para o Estado e para o país. Não é só o candidato que precisa ter predicados. A condição de eleitor também exige uma preparação prévia, que inclui estar bem informado, entender as atribuições dos candidatos a serem votados, avaliar a linha ideológica dos partidos e, em hipótese alguma, comercializar o voto. Quem vende voto vende a própria dignidade e trai a cidadania.

O dever do eleitor não se esgota na urna. Não basta escolher candidatos e partidos com propostas adequadas e com princípios éticos satisfatórios. O eleitor consciente fiscaliza o desempenho dos escolhidos, confere se no exercício do cargo eles cumprem o que prometeram e se mantêm coerentes com as ideias e projetos que defenderam durante a campanha. Mais: com as atuais facilidades de acesso aos representantes, o eleitor pode criticar, elogiar e cobrar os resultados que espera dos eleitos. A eleição não é o único instrumento da democracia, mas é o mais importante e o que sinaliza para o exercício dos demais.

Compreende-se que parte expressiva do eleitorado desconfie da classe política por conta dos escândalos de corrupção que vêm ocorrendo em sucessivas administrações e legislaturas. Mas a generalização é sempre injusta e perigosa. Governos e parlamentos costumam ser a representação fiel da sociedade, tanto nas suas virtudes quanto nos seus pecados. Se os cidadãos não têm uma conduta ética ilibada, não podem exigir integridade de seus representantes.

O dever do eleitor, portanto, é também ser um cidadão decente e participativo, para ter o direito de cobrar lisura e honestidade dos servidores públicos de todos os escalões. O voto, numa democracia, é a garantia de que todos os cidadãos podem opinar, fazer escolhas, decidir o próprio destino. Ao exercer o direito de votar, o eleitor está também assumindo um contrato com os demais cidadãos, de fazer a sua parte na construção de um país melhor para todos.

@zerohora agradece a seus seguidores: do primeiro ao 20 mil

12 de novembro de 2009 0

Pouco antes das 23h de quarta-feira, havia uma expectativa grande na Redação: contagem regressiva para os 20 mil seguidores do nosso Twitter. Quando chegamos ao número 19.997, o tempo pareceu parar. Entre publicação de matérias, edição da capa do site e elaboração da pauta do dia seguinte, não deixávamos de conferir nosso perfil, esperando e esperando e esperando que chegássemos logo ao marco.

Não faz muito tempo, celebramos o milésimo seguidor, o que só comprova a explosão do Twitter no Brasil nos últimos meses. Nossa conta foi criada em fevereiro de 2008, quando era possível apenas pressentir que estávamos diante de uma ferramenta que traria muitas novidades ao jornalismo. Desde então, os brasileiros invadiram o microblog, surgiram celebridades do Twitter, celebridades no Twitter, possibilidades de pautas e de produção de reportagens, modos de falar, piadas e, claro, muitos manuais sobre o que um jornal deve ou não fazer nesta e em outras redes sociais. Sem querer seguir uma receita pronta, a festa pela chegada do @Rodrigo_Diasf teve convite distribuído aos leitores:

Veja algumas respostas:


É difícil atender todos os pedidos, até porque cada leitor quer e espera algo diferente da Zero Hora (dentro e fora do Twitter), mas seguimos nos esforçando para melhorar a cada dia. Afinal, já estamos sonhando com nosso seguidor número 30 mil! E você? Como gostaria que fosse nosso Twitter?

Ah, e quer saber quem faz o Twitter da @zerohora? Confira nossa comemoração:
Barbara Nickel: “É só o começo! Com a colaboração de nossos primeiros 20 mil followers, vamos ficar ainda melhores!” 
Bruna Riboldi: “Rumo aos 40.000 followers!”
Maria Joana Avellar: “Meu sonho era poder postar no meu Twitter o que eu posto no Twitter da zero! Follow @mj8!” 
Maria Mendes: “Parabéns @zerohora! O microblog mais macro do Brasil! @oprah que nos aguarde!”
Lucas Rizzatti: “Não posso mais dar parabéns a @zerohora pelos 20 mil seguidores, a rapidez da web me bateu. Enquanto escrevo, a marca foi superada com folga” 
Vinícius França: “Que esses 20 mil seguidores sejam 20 mil colaboradores de @zerohora!”
Cristine Kist