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Informe de rendimentos deve ser entregue até o dia 29

22 de fevereiro de 2012 0

As empresas e pessoas físicas que fizeram pagamentos com retenção de imposto em 2011 têm até a próxima quarta-feira para entregar a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf) aos trabalhadores relativo ao ano-calendário 2011. Sem essas informações o contribuinteterá dificuldades para  preencher e enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, cujo prazo começa no dia 1º.

É por meio da Dirf que as empresas informam o valor do imposto de renda e contribuições retidos na fonte, dos rendimentos pagos ou creditados para seus empregados. Por meio deste documento, a Receita realiza cruzamentos para saber se os valores declarados no Imposto de Renda das pessoas físicas estão de acordo com o que foi informado pelas empresas.

A empresa que deixar de fornecer o documento, ou emiti-lo após o prazo, está sujeito a multa mínima de R$ 500. "Já as pessoas jurídicas inativas e os optantes do Simples Nacional que não entregarem a declaração até a data estipulada pela Receita Federal pagarão multa mínima de R$ 200. Já a penalidade para a não-entrega do Comprovante de Rendimentos é multa de R$ 41,43, por documento”, diz o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC SP), Luiz Fernando Nóbrega.

Estão obrigadas a entregar a Dirf 2012 as pessoas físicas e jurídicas que tenham pago ou creditado rendimentos que tenham sofrido retenção do imposto sobre a renda na fonte; as domiciliadas no País que efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero; as pessoas jurídicas que tenham efetuado retenção da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição para o PIS/Pasep sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, entre outros critérios.


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Mais empresas podem entrar na bolsa em 2012

18 de fevereiro de 2012 0

Foto: sxc.hu

Levantamento feito pelo Ernst & Young Terco para 2012 projeta um retorno gradual do otimismo em relação às aberturas de capital. São esperadas cerca de 20 operações, com possibilidade de aumento na quantidade, caso a crise na Europa se estabilize.

“O otimismo se repete em relação ao início de 2011, não apenas em relação ao número de IPOs (ofertas iniciais), mas também a respeito da qualidade dos ativos no mercado brasileiro. As empresas estão chegando ao processo de abertura de capital com um nível de qualidade muito maior, porque tiveram mais tempo para se preparar para a abertura de capital”, afirma Paulo Sergio Dortas, sócio-líder da área de IPOs da Ernst & Young Terco.

O ano anterior também começou com expectativa de 20 operações de IPOs. A crise europeia, porém, atrapalhou os mercados, e o ano se encerrou com um total de apenas 11 aberturas de capital – pouco mais de 50% do esperado. “Para se ter uma ideia do impacto da crise na Europa, em 2007, ano em que o mercado de IPOs atingiu o seu auge no Brasil, foram mais de 60 operações”, diz Dortas.

Essas 11 operações no Brasil levantaram um total de US$ 4,4 bilhões. Em relação aos BRIC’s, o Brasil ficou em terceiro lugar tanto em número de operações como em relação ao valor captado. A liderança global ficou com o mercado chinês. Ao todo foram 1.255 IPOs, com um valor total de quase US$ 170 bilhões.

No ano passado, além do número de IPOs no Brasil ter ficado abaixo do esperado, o desempenho das empresas que abriram seu capital também não foi tão animador. Ao longo de 2011, 5 das 11 empresas que estrearam no mercado brasileiro o fizeram com um preço abaixo do piso. Apenas uma empresa saiu no teto da faixa de preço.

“Os dados mostram que, em tempos turbulentos, a chamada ‘arte da precificação das ações’ torna-se ainda mais complexa, sendo um fator crítico para o sucesso dos IPOs”, afirma Dortas. Atualmente, apenas quatro das 11 empresas que abriram capital em 2011 estão com suas ações acima do preço de saída de seu IPO.

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Carnaval começa com os combustíveis mais caros

18 de fevereiro de 2012 0

O feriadão de Carnaval começou com a gasolina mais cara no Norte do Estado, segundo pesquisa divulgada ontem pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O motorista que encheu o tanque antes de viajar pagou 0,7% a mais, do que na semana passada, pelo derivado do petróleo em Joinville. O preço médio é de R$ 2,758.

Em Mafra, a alta foi um pouco menor: 0,5% – custa R$ 2,776. E em Jaraguá do Sul, outra cidade da região em que é feita a pesquisa, o preço da gasolina permaneceu estável em relação à semana anterior. O litro está custando, em média, R$ 2,784.

A falta de competitividade do etanol e o aumento no movimento nas estradas ajudam a deixar os preços mais elevados.Mesmo com os motoristas abastecendo mais com gasolina, o preço do etanol permanece estável. O levantamento feito pelo órgão regulador mostra que o derivado de cana está custando, em média, R$ 2,451, em Jaraguá do Sul; R$ 2,366, em Joinville; e R$ 2,419, em Mafra.

A tendência é de que os preços para o consumidor tenham uma queda nas próximas semanas, devido ao fraco volume de vendas. As novas cargas que os postos de Joinville receberam nesta semana estão 3,43% mais baratas do que há sete dias. Mas os preços ainda estão bem mais caros em relação ao ano passado. A alta é de 9,33%. É o fevereiro mais caro desde que a agência iniciou a pesquisa, em 2000.

Para que o etanol fosse competitivo para os motoristas, ele precisaria custar R$ 1,931. Desde meados de 2010 que não compensa encher os carros bicombustíves com o derivado de cana.

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Por que as taxas de juros estão baixando?

17 de fevereiro de 2012 0

As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser reduzidas em janeiro/2012 pela segunda vez consecutiva, apurou a Pesquisa de Juros da Anefac – Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Para o coordenador do trabalho e vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira, estas reduções podem ser atribuídas a alguns fatores.

  • Medidas que o Banco Central e o Ministério da Fazenda vêm promovendo para incentivar o consumo e evitar que a economia se retraia muito por conta do cenário externo (crise na Europa), como a queda na Selic e redução no IOF
  • Expectativa do mercado financeiro quanto a novas quedas da taxa básica de juros (Selic) que vêm sendo sinalizadas pelo Banco Central e o próprio mercado financeiro já trabalha com a Selic abaixo de 10% ao ano.
  • Expectativa de novas medidas a serem tomadas para incentivar o consumo, como por exemplo nova redução do IOF nas operações de crédito.
  • Queda das vendas no começo do ano por conta da grande concentração de dívida dos consumidores com o pagamento de despesas extras neste período (IPTU, IPVA, matriculas, livros, uniformes escolares além das compras de Natal) o que levou lojas e instituições financeiras a reduzirem, com mais intensidade os juros neste período para evitarem reduções maiores em seus negócios.

A expectativa é de que as taxas de juros continuem caindo nos próximos meses.

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Gastos com cartão acima de R$ 5 mil ao mês devem ser declarados no IR

17 de fevereiro de 2012 0

Os contribuintes devem ficar atentos e incluir os gastos acima de R$ 5 mil mensais efetuados no cartão de crédito na declaração do IRPF. Por meio da Declaração de Operações com Cartões de Crédito – Decred, a Receita Federal do Brasil pode fazer o cruzamento de dados e constatar as divergências na renda declarada e no valor real dos gastos efetuados pela pessoa física.

Segundo o vice-presidente de Desenvolvimento Operacional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Enory Luiz Spinelli, o contribuinte deve realizar o controle mensal das faturas, verificando  o valor efetivamente pago a cada mês. Havendo excedente do limite de R$ 5 mil estipulado para o gasto, deverá ser informado na Declaração do contribuinte.

“É recomendável que o contribuinte informe o valor do saldo a pagar em 31 de dezembro do seu cartão, no campo das dívidas, mantendo assim o equilíbrio financeiro", orienta o contador.

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IPI menor, geladeira mais cara: eis o mistério!

16 de fevereiro de 2012 0

Alguém me explique o que aconteceu, que não estou entendendo nada. No final do ano passado, o governo anunciou redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos como geladeiras e máquinas de lavar roupa. A expectativa obvia era de que os preços caíssem para estimular o consumo. Mas o que aconteceu: os preços subiram. E o movimento aconteceu de alta aconteceu na última metade de janeiro. De lá para cá, as geladeiras aumentaram 2,95%, segundo o IBGE, e as máquinas de lavar roupa, 4,68%.

É um movimento seguido pelos eletrodomésticos em geral. que aumentaram 2,6% nas últimas duas semanas de janeiro. E dos aparelhos de TV, som e informática, que tiveram uma alta de 1,12%.


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Os horários do comércio no Carnaval

16 de fevereiro de 2012 0

DATA

LOJAS DE RUA

SHOPPING CENTER

18/02/2012 (SÁBADO)

ATÉ AS 13 HORAS

NORMAL

19/02/2012 (DOMINGO)

LOJAS FECHADAS

DAS 14 HORAS ÀS 20 HORAS

20/02/2012 (SEGUNDA)

LOJAS FECHADAS

LOJAS FECHADAS

21/02/2012 (TERÇA)

HORÁRIO NORMAL

HORÁRIO NORMAL

22/02/2012 (QUARTA)

HORÁRIO NORMAL

HORÁRIO NORMAL


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Promessa de redução de impostos?

14 de fevereiro de 2012 0

“Não tem nenhum estudo para aumentar Imposto de Renda sobre aplicações financeiras. Nós só pensamos em reduzir impostos neste momento, não tem nenhum aumento de imposto previsto”

GUIDO MANTEGA, ministro da Fazenda

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Os documentos essenciais para fazer a declaração do IR

14 de fevereiro de 2012 0
  • Copia da Declaração entregue no ano de 2011
  • Informes de Rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;
  • Informes de Rendimentos de Salários, Pró Labore, Distribuição de Lucros, Aluguéis, etc.;
  • Informações e documentos de outras rendas percebidas em 2011 (herança, doações, indenizações por ação, resgate do FGTS, etc.)
  • Documentos comprobatórios das vendas ou alienações de bens ocorridas em 2011;
  • Documentos comprobatórios das compras ou aquisições de bens ocorridos em 2011;
  • Documentos comprobatórios da aquisição de dívidas e ônus no ano de 2011;
  • Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja.
  • Livro caixa;
  • DARFs de Carne Leão;
  • Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável).
  • DARFs de Renda Variável;
  • Recibos de Pagamentos de Plano de Saúde (com CNPJ da empresa emissora);
  • Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);
  • Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora);
  • Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);
  • Recibos de doações efetuadas;
  • Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT.
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Olho nas contas pequenas

13 de fevereiro de 2012 0

É de pequena conta em pequena conta que as dívidas viram uma bola de neve. É o que aponta levantamento do SPC. Quase metade das dívidas registradas em janeiro foi de menos de R$ 100. A maioria delas foi feita por mulheres e por quem tem entre 18 e 39 anos.

De contas grandes, as pessoas não se esquecem tão facilmente. O problema os gastinhos do dia-a-dia, que formam um “despesão” no final do mês. É aqui que mora o perigo. O mais correto é registrá-las. Gastou, corra para registrá-las em uma caderneta, caderno, agenda ou algo que esteja à mão facilmente. Só assim você vai ter uma dimensão, no dia 30 ou 31, de suas pequenas despesas. E vai ver que elas são grandes.

Prestações pequenas guardam grandes armadilhas. Uma loja parcela uma geladeira em 18 vezes de R$ 79,90 ou R$ 1438,20. À vista, custava R$ 999,00. Só em juro, o consumidor iria deixar R$ 439,20, o que lhe permitiria comprar um fogão quatro bocas, uma cafeteira e uma sanduicheira.

O convite aos descuidos é reflexo da pouca preocupação em relação ao futuro. Qual a certeza que o consumidor tem que amanhã vai estar empregado, por exemplo? Prevenir é melhor do que remediar!

Dívidas

O valor médio das dívidas não pagas dos consumidores aumentou muito em janeiro. As não bancárias ficaram 65,1% mais caras comparativamente ao mesmo período de 2011, atingindo R$ 657,92. E as de cheques sem fundo, 13,3%, segundo a Serasa Experian.

Atraso
35,1% das famílias com contas atrasadas disseram, em pesquisa do Ipea feita em janeiro, que não terão condições de pagá-las. No começo do ano passado, esse percentual era de 32,2%.


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