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Posts de outubro 2007

Olha a Kira mocinha

31 de outubro de 2007 1

Será que já tenho idade para /Arquivo pessoal
Kira diz: Sou uma Golden Retriever chamada Kira, tenho 1 ano e 3 meses. Saio com Barbara para caminhar todo fim de semana. Ando 4km da minha casa até uma praça. Brinco com outros cães e volto de rabo em pé. Isso é bom porque tenho tendência de me movimentar %22um pouco%22, mas é só de brincadeira. As meninas de Barbara sabem do que estou falando.
Devo confessar: já, digamos, reciclei 3 celulares, 2 aparelhos móveis, 4 óculos, 1 controle remoto, 5 chinelos. Barbara comprou terça-feira uns brinquedos para Pit Bull (imaginem!). Bolas feitas em plástico resistente, tri sem graça (não contem pra ela que achei monótono o brinquedo. Pelo menos enquanto ele durar, hehehe).
Barbara diz: Acho que, se um ladrão entrar, ela lambe!

 

Kira é da família do Enio, da Barbara, da Gabriela (9 anos) e da Joana (11 anos) (leiam o recadinho da Joana nos comentários).
Bem, nem tentem reconhecer Barbara em seus passeios com Kira. Ela anda disfarçada, de boné e óculos escuros, hehehe.

Postado por Eleone Prestes, do seu PC

Linda!

31 de outubro de 2007 2

A fofinha é Kira/Arquivo pessoal
Pra mim esta alegre imagenzinha me traz recordações melancólicas. Isso porque eu vi uma foto dessas quando cheguei em um apartamento de clientes da Barbara Engel para fazer uma entrevista da que seria a reportagem de capa de Casa&Cia da semana seguinte. Até aí, nada demais (ou de mais), além do incomum prazo exígüo de publicação da reportagem. Isso se a cena da arquiteta me mostrando com seus dentes à mostra as primeiras fotos do novo integrante da família não tivesse ocorrido na fatídica tarde quando me despedi do meu cão-neto Fred (tem post mais abaixo). Consegui me comover com a alegria da Barbara como se estivesse vendo um filme, mas hoje quero mostrar a pimpolha e me alegrar de verdade ao imaginar o cheirinho bom desta filhota.

Postado por Eleone Prestes, do seu PC

Outra versão do artesanato

31 de outubro de 2007 0

Ah, as cores/Carlos Edler
Esta é a arte de Siv com mistura de materiais. Parece uma paisagem tecida/pintada à mão, não é?
(veja os dois posts abaixo)

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Que tal o modelito?

31 de outubro de 2007 0

Chapéu é estilo/Carlos Edler
Este chapéu é criação da Siv Goronson, a moça aí abaixo.
A modelo quer permanecer no anonimato.

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Feltro fashion

31 de outubro de 2007 0

Artesanato de lã/Carlos Edler
Ok, faz um calor danado, mas não resisti. O trabalho em feltro da nórdica Siv Anneli Goronsson, radicada no Uruguai, me chamou tanto a atenção que não consigo guardar até as folhas amarelas caírem das árvores. A loira de nascimento deu um curso no ateliê Maria Rita Caminhos Culturais já faz um tempinho – e volta a Porto Alegre para outra rodada de trabalho em março. Ela usa feltro e materiais mais leves, como uma espécie de gaze (estou certa?), para criar peças de uso pessoal e para a casa. Olha ela aí, feliz da vida. 

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Arquitetura no binóculo

31 de outubro de 2007 0

Você sabe onde fica esta escada?/Achutti
Quantas vezes olhamos e não vemos de fato alguma imagem? Ainda bem que existem fotógrafos para nos forçarem a ver a beleza dos detalhes. Os (detalhes) arquitetônicos me encantam. Como os que o Achutti, Luiz Eduardo clicou nos prédios e entorno da Praça da Alfândega, palco da Feira do Livro.
Esta seleção, batizada de Recantos da Praça, povoa as paredes do bistrô do Margs até 2 de dezembro, a partir de hoje, justamente o Dia Estadual da Cultura.

Postado por Eleone Prestes, redação ZH

Dança, música & figurino

31 de outubro de 2007 0

Tudo é lindo neste trabalho, Lecuona. Agradeço à Lou Borghetti ter conhecido esta obra. (Meio atrasadinha eu. O que são três anos, afinal?) Quero dividir esta ma ra vi lha com vocês.
Fiquei pasma com o poder de sedução dos pas-de-deux coreografados pelo Rodrigo Pederneiras para o Grupo Corpo. A música do cubano Ernesto Lecuona enlaça a vítima, junto com os movimentos das duplas, estas com acabamento primoroso do figurino lllindo da arquiteta Freusa Zechmeister.
A feliz vítima não descola o nariz do monitor iluminado por Fernando Velloso. Que coisa! Se me dissessem que duas pessoas em cena (variam, é claro) dançando, dançando teriam esse poder, eu relutaria em acreditar.
Com vocês, Corazón!

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Afetos doídos

31 de outubro de 2007 4

Esta é a última foto do Fred/Mariana Prestes
Lá fora está cinza. Eu também – vestida de bege, mas mais cinza do que o céu em cima do muro (no sentido figurado, mas também em cima do muro). Estou triste. Não vem ao caso como isso começou. Quando a gente está triste, busca mais tristeza com uma competência revoltante. Lembro que outro dia ganhei cravos ou cravinas, não sei. Vermelhos, plantados. Amei. Lembrei do meu avô, louco por cravos, há muito escondido no cinza, o meu avô. Meu marido trouxe o vaso, a pedido do amigo com o qual havia ido comprar mudas de limão-siciliano (meu avô tinha plantado um pé no quintal da nossa casa). Recomendou esse amigo que eu colocasse o presente em um cachepô. Afinal, o vaso era de plástico, preto. Peguei feliz as flores, aspirei (meu pai não deixava eu enfiar o nariz nas flores, tinha medo que um bicho enorme invadisse minhas narinas indefesas, mas isso foi há anos, antes que ele partisse muito cedo, cedíssimo, para o cinza do céu). Rumei para o fundo de um armário em busca do cachepô creme de porcelana facetada que ganhamos de presente de casamento e sustenta folhagens pendentes e flores fugazes há mais de duas décadas e meia. No fundo, resquícios da terra do último vaso e um lenço verde com uma imagem de Papai Noel amassada, contornos dourados desbeiçados. Pronto. Era o último lenço do último banho do Fred, nosso basset hound que partiu em novembro passado. Isso quer dizer que o tal lenço e seu último banho para o Natal tem dois anos. Sim, porque no Natal passado fugimos de casa, das lembranças daquele serzinho amado, quente, a pesar sobre nossos pés à frente da poltrona, enquanto abríamos os presentes do Papai Noel. Retirei o cachepô de lá do tal armário para colocar as flores, bem-mandada que sou. Mas desde então recomeçou o reflexo de procurar um pêlo no chão, um vulto sob a mesa de refeições, ao lado da minha cama. Ainda abro da rua a porta com cuidado para não empurrar nosso menino com força demasiada, deitado como uma pedra, a reclamar de nossos atrasos (só me perdoava se eu deitasse sobre ele por algum tempo, até um grumpf me alertar que bastava). A empregada voltou a virar o lixo de costas para prevenir estrepulias na área de serviço. Minha filha querida nunca suspendeu os suspiros pelo seu Fred. Não adianta nem sugerir um substituto. Meu marido não passa na frente da clínica veterinária sem lembrar do seu corpinho (ok, ele era grandão) ofegante e do seu pranto canino, enquanto eu suplicava que ele nos deixasse com tranqüilidade porque não suportaríamos a decisão de interromper a sua vida que tanto nos alegrou. Tal como ocorrera com a Liza, a primogênita cocker spaniel negra que dividiu seus últimos momentos de convívio familiar com o Fred, ele apagou naturalmente. É claro que eu acordei na hora, pouco depois das quatro da madrugada. Tudo parou. Não havia ruídos, vento, temperatura. Nada. Agora a matéria do Fred ainda aguarda na forma de cinzas o dia em que vai virar flor – quem sabe cravos? – depois que a família chegar a um consenso.

 

Desculpem o desabafo, mas fui muito apaixonada por essas duas criaturinhas peludas. Primeiro, a %22filha%22, e depois, o %22neto%22.Contei a história de amor do Fred e da Liza em ZH, há anos, e recebi muitos e-mails na época, o que me consolou e acho que aliviou a tristeza de outras pessoas. Ele cuidava dela, era um amor.

Ah, Márcio Pinheiro em seu blog, Jogo da Memória, conta o que ele e a Cássia Zanon passaram ao perder Floc, no post Um vazio do tamanho da minha dor. Aqui mesmo, em zerohora.com.

Postado por Eleone Prestes, do seu PC

Dentro da abóbora

30 de outubro de 2007 1

Na Feira do Livro/Reprodução
Neste dia 31 de outubro, uma turma de amigos, boa parte meus colegas de Oficina Literária da PUCRS, ou do professor Assis Brasil, como preferimos, autografa às 20h no Memorial do RS o livro Ficção de Polpa, na Feira do Livro. Na linha da literatura fantástica, horror e ficção científica.
A organização é do Samir Machado de Machado, colega e criador da capa da nossa coletânea de encerramento daquela Oficina de contos (da PUC). Ai, que saudades. Bem, mas essa é outra história e já passou. O cara é fera também em ilustração. Tem gente que não se contenta em escrever bem. 
Bem, mas que tal esta leitura temática para um halloween? Fiquem com Samir, Gustavo, Lu e Marcelo. Esqueci alguém?
Ah, sobre o Marcelo tenho uma estória engraçada (ele é engraçado também). Sentávamos um ao lado do outro na Oficina, a Literária, e recebemos do professor Assis BR a incumbência de fazer um perfil do vizinho sem saber na-da da criatura. Eu acertei até que o primo ensinou o cara a dirigir, que se espatifou na moto, que queria trabalhar com criação gráfica ou algo similar. (Bah, devo ter distorcido tudo. Desculpa, Marcelo.) Bem, esta é uma história meio halloween, mas é verdadeira. Por que mesmo contei isso? Ah, o livro da turma.

Postado por Eleone Prestes, do seu PC

De bruxas e caldeirões

30 de outubro de 2007 0

Recebi por e-mail este texto do Birra&Pasta, lá do Shopping Total, convidando para jogar pedidos no caldeirão (haverá espaguete com finas pernas de aranhas?!), nesta quarta, dia das bruxas (em bom português), com direito a gostosuras mis. Achei legal a estória:
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Seria essa sua única chance de vida após a morte. Este povo acreditava em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturasse com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro apagavam as tochas e fogueiras de suas casas, para que se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas, no primeiro século depois de Cristo, as abandonaram. O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

E para o Brasil... bem, a gente gosta de importar made in EUA, não é?

Postado por Eleone Prestes, do seu PC

Amostra de Bienal

30 de outubro de 2007 0

Instituto Porto Alegre, de Cesar Dorfman/Carlos Edler
Cesar Dorfman mostrará sua trajetória de 43 anos na Bienal de Arquitetura (tem outro post mais abaixo sobre a BIA) em 29 painéis com fotos e desenhos.
Seus trabalhos serão expostos a partir do dia 11 de novembro em área de 80 metros quadrados, no mesmo pavimento dos demais brasileiros, inclusive Niemayer e Paulo Mendes da Rocha.
Imagens do Centro Esportivo da Unisinos, do Centro Cultural de Erechim (nome indígena, a palavra Erechim deveria ser grafada com x, informa a atenta colega da editoria de Economia Marta Sfredo) e da biblioteca do IPA, publicada em 29 de setembro de 2005 em Casa&Cia, farão parte da seleção.
Dorfman adianta que veremos essa seleção em Porto Alegre em 2008.

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

MAM sob Niemeyer

30 de outubro de 2007 1

Projeto de Lina Bo Bardi com arte dentro/Luigi Stavale
Como estamos em tempo de Bienal de Arquitetura, acrescento informações sobre o pavilhão vizinho ao da Bienal, que abriga o Museu de Arte Moderna de São Paulo. Você sabia que o nome original era Pavilhão Bahia? Isso porque foi construído sob a marquise projetada por Oscar Niemeyer (homenageado nesta Bienal) para recebe exposição (adivinhem) sobre o estado da Bahia, junto à Bienal de São Paulo.
O projeto do MAM é de Lina Bo Bardi, arquiteta formada em Roma (também autora do MASP, fundado por seu marido, o também italiano Pietro Maria Bardi, junto com Assis Chateaubriand). Essa estrutura inicialmente era para ser temporária, mas, em 1969, foi reformada conforme projeto do arquiteto Ginacarlo Palanti e passou a ser a sede do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Depois dessa reforma incial, a própria Lina reformou o prédio, em 1982, e Malú Pereira de Almeida assinou a outra atualização, em 1995.
Gosto muito das exposições de Panorama da Arte Brasileira promovidas pelo museu, em escala menor do que a gigante Bienal de São Paulo (de artes plásticas). O MAM é um pit stop obrigatório quando se vai à Oca ou ao pavilhão da Bienal e vale uma visita especial também, é claro.

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Gastronomia está 10

30 de outubro de 2007 0

Não percam o caderno Gastronomia desta sexta-feira. Vi só a capa e já amei. A foto do Emílio Pedroso é lllinda. Imagino o resto!

 

Em tempo: Bete Duarte não deixa eu contar nada!

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Bienal de Arquitetura tem gaúcho

29 de outubro de 2007 0

Cesar Dorfman representa o RS na Exposição de Arquitetos Brasileiros Convidados, dentro da 7ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
A função irá ao ar de 10 de novembro até 16 de dezembro. No prédio da Bienal, é claro, ali no Parque do Ibirapuera.
Oscar Niemayer e Paulo Mendes da Rocha são os homenageados e o tema geral é Arquitetura: O público e o privado.
Vale lembrar que o vizinho Museu de Arte Moderna (MAM/SP) mora ao lado, no mesmo parque, e pede uma visita. Contraditório – Panorama da Arte Brasileira é a exposição em cartaz até 6 de janeiro. A curadoria da mostra é de Moacir dos Anjos, ex-diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, de Recife, e co-curador da Bienal do Mercosul.

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora

Passeando com Sergio Rodrigues

29 de outubro de 2007 1

Linda esta imagem da obra de Alvaro Siza sob chuva/Carlos Edler
Esta tarde cinza de segunda-feira, um dia desprivilegiado no ânimo dos comuns mortais, teve uma luz incomum para mim. Visitei (mais uma vez) a Fundação Iberê Camargo. Desta vez, acompanhando Sergio Rodrigues.
Sua porção arquiteto foi estimulada pela imagem da obra e pelas explicações do engenheiro Canal. E mais não digo porque mostraremos uma reportagem sobre Sergio e sua programação na cidade na próxima edição, inclusive com fotos da visita à Fundação Iberê Camargo, orgulho de todo gaúcho viciado em arte e/ou arquitetura. A inauguração está prevista para março do ano que vem.
Ah, Sergio Rodrigues dá palestra nesta segunda à noite na Ulbra.

 

Postado por Eleone Prestes, redação Zero Hora