Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Usando o Facebook para vender vinhos (e vinícola)

27 de janeiro de 2012 0

Além de fazer amigos, as redes sociais ajudam a fazer negócios. Podem, por exemplo, transformar qualquer internauta em winemaker. Exemplo disso foi a recente transação envolvendo o Chateau Réaut, na região de Bordeaux, França. Para concretizar a compra, o investidor Yannick Evenou fracionou a propriedade em 400 cotas e ofereceu sociedade a usuários do Facebook.

Para participar, bastava aplicar 1500 euros na vinícola, o que deu direito a 165 vinhas e 36 garrafas por ano - devidamente rotuladas com o nome de cada novo sócio. A oportunidade chamou especial atenção de donos de lojas especializadas e de restaurantes, que contarão com “vinhos da casa” de alta qualidade.

Decisão sobre preço da uva pode sair hoje

26 de janeiro de 2012 0

A expectativa é de que o governo bata o martelo sobre o preço mínimo da uva nesta semana. A reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão que oficializa o valor, está marcada para hoje. Um acordo entre lideranças de vinícolas, cooperativas e viticultores apontou aumento de 10%, valorizando a qualidade da fruta.

Os preços enviados para aprovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Agronegócios (Mapa) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e já homologados, contemplam reajuste equivalente à inflação do ano mais 3,5% de ganho real. A uva isabel passaria de R$ 0,52 para R$ 0,57 o quilo.

Mas, para receber o aumento, o viticultor deve entregar a fruta com, pelo menos,15 graus babo (que representa a quantidade de açúcar, em peso, existente em 100g de mosto).

Nas safras de 2007 a 2010, o valor mínimo ficou congelado em R$ 0,46. Na última colheita, o preço subiu para R$ 0,52. Antes do acordo, um relatório da Comissão Interestadual da Uva havia apontado que, para este ano, os custos de produção ficam na faixa de R$ 0,65 o quilo.

"Este valor (R$ 0,57) foi o máximo que se conseguiu. Mas é para a isabel. Outras variedades alcançarão valores bem melhores. Mas o importante é que fechamos um acordo entre os setores, porque, se não tivéssemos feito isso, a discussão poderia se estender ainda mais", analisa o presidente da Comissão Interestadual da Uva, Olir Schiavenin.

Para serem válidos, após a aprovação do CMN, os preços devem ser publicados no Diário Oficial da União (DOU).

Barrica não, barril! E não é chopp de vinho

24 de janeiro de 2012 0

Para o horror dos conservadores, surgiu mais uma novidade no cardápio de embalagens para vinhos. Nos Estados Unidos, é a vez de o barril fazer sucesso em restaurantes e wine bars. Não se trata da tradicional barrica de madeira, mas dos recipientes de aço inox tão utilizados para armazenar chopp.

Para fazer o serviço por cálice, o sistema vem se mostrando mais eficiente do que garrafas abertas ao longo de um dia inteiro - e muito mais barato do que as máquinas que conservam a bebida mesmo depois de aberta. Os adeptos garantem que os barris combinam perfeitamente com vinhos jovens, de consumo ligeiro. Além disso, são ecológicos, pois podem ser reaproveitados, diferentemente das garrafas.

Bordeaux quer proteger suas marcas

23 de janeiro de 2012 0

Frente ao risco de falsificações, a França está pressionando o governo chinês a reconhecer a região de Bordeaux como uma marca inviolável. O maior medo nem é são as cópias baratas dos grandes vinhos franceses, mas a produção em larga escala de bebidas baratas que levem a denominação e manchem a reputação de Bordeaux.

Hoje, mais de 60% do mercado de Hong Kong, considerado a porta de entrada dos vinhos na China, é dominado por marcas francesas.

Simpatia do brasileiro precisa chegar no cálice

23 de janeiro de 2012 1

O vinho brasileiro não é unanimidade em lugar algum do planeta, nem mesmo entre seus conterrâneos. Muitos fatores explicam o receio que algumas pessoas têm de provar os rótulos locais, mas o principal é a falta de conhecimento dos bons produtos elaborados no país. Se quiserem quebrar essa barreira e deixar de serem vistas como exóticas, as vinícolas nacionais deveriam abusar de uma característica que identifica o Brasil há tempos: a simpatia.

Uma pesquisa online realizada a partir da Inglaterra mostrou que, frente a um cálice com vinho brasileiro, 92% dos entrevistados estariam pelo menos “levemente interessados” em fazer a degustação. Já se ele fosse made in China, o índice seria de 61%. Contra os chineses contam fatores como a imagem de uma nação que prioriza a quantidade em vez da qualidade e o hábito de copiar (ou falsificar) estilos alheios.

Mas se muitos dos entrevistados até então nem sabiam que existe vinho no Brasil, por que topariam tomar um cálice? Porque provocamos simpatia e, num mundo economicamente abalado, confiança. Da marca de chinelos aos lutadores que adaptaram o jiu-jitsu, todos os nossos bens de exportação se basearam na leveza e na flexibilidade que nos identificam naturalmente. É hora de as cantinas vestirem suas camisas de praia.

Vinho fica isento de culpa por câncer de mama

22 de janeiro de 2012 0

O álcool sempre foi visto como um inimigo das mulheres por aumentar o risco de câncer de mama. Mas um estudo do Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, isentou o vinho tinto de qualquer culpa.

Segundo a pesquisa, as cascas e as sementes da uva (que compõem a bebida) têm substâncias capazes de regular o nível hormonal feminino e evitar que o excesso de estrogênio se transforme na doença.

Vinho é fonte de rentabilidade líquida

21 de janeiro de 2012 0

Uma financeira inglesa lançou uma linha de crédito para a compra de grandes vinhos. Com empréstimos que variam de 100 mil a 10 milhões de libras, a Loan Against garante que esse é o primeiro serviço voltado exclusivamente à aquisição de garrafas famosas, investimento cada vez mais comum no mercado.

Um primeiro cliente já está analisando as condições (juros a partir de 2,49% ao mês, prazo de sete meses) para adquirir uma série vertical (1951-2006) do Penfold’s Grange, considerado o maior ícone da vinicultura australiana.

Biodinâmicos não são unanimidade

21 de janeiro de 2012 0

“Posso reduzir os defensivos e até dançar pelado no meio dos vinhedos, mas deixar a Lua determinar quando vou tomar cada passo na elaboração dos vinhos, aí já é demais.”

Enólogo Mario Monticelli, da vinícola norte-americana Trinchero Napa Valley, mostrando que a cultura biodinâmica não é unanimidade entre os produtores.

Vantagens e problemas do e-commerce enológico

20 de janeiro de 2012 0

A internet vem formando novos apreciadores de vinho não apenas pela troca de informações, mas também por tornar possível a entrega de garrafas de qualquer parte do mundo diretamente na casa dos consumidores.

O site argentino La Cave à Vin fez um estudo com 600 pessoas para entender o comportamento de compra online dos enófilos. A comodidade é vista como a maior vantagem, mas a garantia de entrega ainda é vista como um problema. Veja a seguir o resumo da pesquisa.

VANTAGENS
- Comodidade – 31%
- Descontos – 24%
- Facilidade de pesquisa – 13%
- Variedade – 7%
- Meio do futuro – 5%
- Pagamento no cartão de crédito – 3%
14% afirmaram não identificar vantagens

DESVANTAGENS
- Prazo de entrega – 25%
- Falta de atendimento personalizado – 24%
- Compra menos agradável – 16%
- Insegurança – 15%
- Baixo conhecimento – 4%
- Pouca comodidade – 2%
10% afirmaram não identificar desvantagens

Veja como estão os vinhedos biodinâmicos da Santa Augusta

19 de janeiro de 2012 0

O enólogo Jefferson Sancineto Nunes acabou de enviar algumas fotos recentes dos vinhedos da Vinícola Santa Augusta em que a condução está sendo feita de acordo com as regras do biodinamismo. A sanidade das plantas vem surpreendendo o enólogo, que faz uma ressalva importante:

"O sucesso do biodinamismo na viticultura depende da integração e do compromisso de todos os envolvidos no processo. Não adianta deixar apenas por conta da natureza, do chá de cavalinha, PB 500, PB 501, sulfato de cobre... Se a direção e os funcionários não acreditarem e não estiverem 100% comprometidos, não vai dar em nada.  Temos que trabalhar preventivamente, passar diariamente em todo o vinhedo e ver os sinais que as plantas estão nos passando".