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Vinho e chocolate é bom, mas na mesma garrafa?

13 de dezembro de 2011 1

Uma das mais polêmicas harmonizações de todos os tempos, a união de vinho e chocolate vem ganhando novos formatos no mercado norte-americano. Na dúvida se um produto realmente combina com o outro, algumas empresas resolveram misturar tudo dentro da garrafa. E a resposta do público vem sendo positiva.

Os vinhos de chocolate têm basicamente duas apresentações: um que mais parece um licor e outro feito a partir de vinho de mesa aromatizado. Os processos de elaboração nem sempre são muito claros, mas os clientes não parecem se importar. As vendas de ChocoVine, por exemplo, uma das marcas encontradas no mercado, saltaram de 90 mil caixas em 2009 para 450 mil no ano passado, com a previsão de chegar a 1 milhão de caixas em 2011.

Vinho encaixotado faz sucesso na França

12 de dezembro de 2011 2

O lar dos mais conceituados rótulos do mundo está se rendendo a uma inovação tecnológica um tanto controversa: o bag-in-box. Há alguns anos, a venda de vinhos envasados em papelão e plástico é a que mais aumenta na França.
No ano passado, essa categoria de produto representou 18% do mercado francês. Para se ter uma ideia, os vinhos encaixotados saltaram de 17,5 milhões de litros em 1997 para 1,3 bilhão em 2006, e o crescimento tem se mantido no ritmo de 15% ao ano desde então.

Em alguns segmentos, no entanto, o bag-in-box não consegue deslanchar. Ele segue mal visto dentro dos restaurantes, onde inclusive as rolhas sintéticas recebem cara feia.

Qual o segredo da garrafa de papel?

11 de dezembro de 2011 0

Depois de ânforas, vidro, TetraPak e bag-in-box, a evolução da armazenagem de vinhos ganha mais um capítulo: as garrafas de papel.  Apresentada por uma empresa britânica, a novidade entra no embalo da sustentabilidade e promete ganhar adeptos antenados com as causas ambientais.

Além de biodegradável, a embalagem pesa um décimo das garrafas de vidro, o que gera economia de energia no transporte e redução na emissão de poluentes. O segredo é uma camada plástica que fica na parte interna, evitando vazamentos. Depois do uso, ela pode ser retirada, o que facilita a reciclagem.

Receita gringa com espumante brasileiro

10 de dezembro de 2011 1

O consumo de peru nas festas de final de ano não é uma tradição originalmente brasileira, mas se adaptou bem por aqui e vem fazendo sucesso. Há quem diga que um país tropical como o nosso também não deveria fazer vinhos, mas a qualidade dos rótulos nacionais vem desmentindo essa teoria. Para provar que no universo enológico não cabe preconceito, a revista norte-americana Wine Enthusiast trouxe em uma edição recente a seguinte dica de harmonização: peru com espumante brasileiro.

A publicação sugere preparar a ave ao estilo do sudoeste dos Estados Unidos e acompanhar com o Casa Valduga 130 - aliás, mesmo espumante que na última edição brasileira da revista Playboy ficou em primeiro lugar no ranking de espumantes nacionais.

Para encontrar a receita do peru que combina com esse espumante, visite o site Vinhos do Brasil, que em sua seção Enogastronomia traz essa e várias outras dicas.

Vinho não é feito de uvas, é feito de histórias

09 de dezembro de 2011 0

Clique na capa do livro para ver uma bela galeria antecipando algumas das fotos captadas por Wolffenbüttel

Forqueta, pequeno distrito à direita de quem se aproxima de Caxias do Sul, dá origem a grandes vinhos, personagens e histórias. São rótulos, faces e momentos praticamente anônimos, porque lá o tempo gira mais devagar, num ritmo alheio à pressa que os novos apreciadores da bebida têm de julgar o que é bom ou ruim. Lá existem ótimos produtos e outros nem tanto, como em qualquer lugar do mundo. O diferencial é que a mais importante matéria-prima dos vinhos feitos em Forqueta não é a uva, mas as pessoas.

Traduzir essa unidade de contrastes não é fácil. Exigiu uma enorme carga de sensibilidade dos jornalistas Carlinhos Santos e Ricardo Wolffenbüttel, que apresentam hoje à noite o livro Forqueta Ltda. tempo rito lugar. A coordenação do trabalho é de Mara De Carli Santos, o projeto gráfico é de Sandro Ka e a publicação é da editora Belas-Letras.

Com textos de Santos e imagens de Wolffenbüttel (dois nomes com quem me orgulho de ter trabalhado diretamente na redação do Pioneiro), a obra será lançada na Cooperativa Vitivinícola Forqueta, logo mais às 20h. Vai ser uma comemoração simples, breve, começando cedo, a contento dos moradores da localidade. O luxo será a chance de botar a mão em uma edição antes de ele entrar no circuito das livrarias. E ainda mais barato: hoje ele custa R$ 30, quando chegar ao mercado, R$ 50. Se não fosse para privilegiar as pessoas, não seria sobre Forqueta.

Uma nova forma de análise visual de um vinho

08 de dezembro de 2011 0

Na nova linha que a Viapiana está trazendo ao mercado, a busca por aromas, sabores e sensações começa antes mesmo de o consumidor tirar a rolha da garrafa. Os rótulos da série Expressões trazem um pequeno caça-palavras com termos usados para descrever um vinho. Não imagino alguém de caneta em punho tentando solucionar o passatempo, mas o apelo visual torna difícil tirar os olhos da estampa até que duas ou três palavras tenham sido identificadas.

A proposta se torna ainda mais interessante pelo fato de os próprios clientes da vinícola terem definido quais termos seriam escondidos. Os dois primeiros produtos da família Expressões (composta apenas por varietais) são um Cabernet Sauvignon 2010 e um Sauvignon Blanc 2011. Lançados agora em dezembro, abrem caminho para outras quatro castas: Chardonnay, Merlot, Marselan e Pinot Noir. Todos têm passagem por barrica de carvalho, com exceção do Sauvignon Blanc.

Vinho e música em venda casada

07 de dezembro de 2011 1

Aqueles que se consideram inexperientes no campo da música ou do vinho podem contratar quem entende do assunto para fazer essa combinação. A empresa Inesplorato, focada em curadoria de conhecimento, lançou um serviço pelo qual seleciona um disco e um rótulo sob medida para cada pessoa, que pode tanto ficar com o conjunto ou presentear alguém.

O primeiro passo é escolher uma das quatro modalidades de estilo de vida disponíveis: alternativo, cosmopolita, sereno ou complexo. A partir disso, é definido um álbum que combine com o universo individual do cliente. É aí que entra em cena a sommelière Helena Mattar, que harmoniza um vinho com aquele tipo de música. O resultado é uma caixa personalizada contendo a garrafa e o disco escolhidos.

Lady Gaga: vinho ou vinagre?

06 de dezembro de 2011 1

O fato de eu não gostar de Lady Gaga não quer dizer que ela não combine com vinho. Tanto combina que aí está o flagra do momento em que ela se vestiu de garrafa. O figurino foi usado em um episódio do programa Saturday Night Live. Ao seu lado está o músico Justin Timberlake, devidamente caracterizado de cerveja.

Será que alguém pensou em convidá-la para a próxima Festa da Uva? Fica a ideia…

Trilha sonora influencia a percepção do vinho

06 de dezembro de 2011 1

A combinação de vinho e música não fica apenas no campo dos palpites. Há quem tenha levado essa teoria a sério. Um estudo publicado no British Journal of Psychology mostrou o resultado de uma degustação é bastante afetada pela trilha sonora.

Depois de analisar o comportamento de 250 voluntários, pesquisadores da Herriot-Watt University apontaram que as pessoas costumam perceber no vinho características atribuídas ao artista ou à música que está sendo tocada.

De alguma forma, o levantamente chegou à conclusão de que Tom Jones harmoniza muito bem com merlot, enquanto uma taça de pinot grigio deve ser acompanhado de Lady Gaga – nada contra, mas eu prefiro a minha com frutos do mar.

Dança das cadeiras no ranking enológico mundial

05 de dezembro de 2011 0

Clima ajudou a França a retomar o primeiro lugar

Tudo indica que vai durar muito pouco a liderança da Itália no ranking mundial de elaboração de vinhos. Depois de ter sido apontado como o maior produtor em junho passado, o país deve perder o topo do pódio para a França.

De acordo com a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), condições meteorológicas ajudaram os franceses a alcançar um crescimento de 9% na produção. Isso, no entanto, não deve significar preços mais acessíveis. A nação de Napoleão assiste a uma expressiva alta no valor das uvas que dão origem aos grandes rótulos. A região de Champagne é o exemplo mais claro da inflação.