Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Avaliação Nacional de Vinhos"

A maioridade da Avaliação Nacional

12 de outubro de 2010 0

Com um certo atraso, a publicação do artigo do presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Christian Bernardi, abaixo, fecha o tema da Avaliação Nacional de Vinhos 2010 aqui no Enoblog. Boa leitura.

O crescente desenvolvimento da qualidade dos vinhos brasileiros já é reconhecido por consumidores, críticos e profissionais do vinho de todo o mundo. Na história da vitivinicultura brasileira, considera-se o início do século passado como o marco inicial da indústria do vinho no Brasil. Justamente na Serra Gaúcha, com o estabelecimento dos imigrantes italianos foi possível conciliar a cultura e a economia de uma região e desenvolver um produto que até hoje é símbolo desta terra. Passaram-se mais de 100 anos e o vinho difundiu-se por todo o país.

Diferente fatores foram responsáveis por este crescimento de qualidade e expansão das áreas vitivinícolas pelo Brasil. Acima de tudo a capacidade e ousadia de pessoas que souberam explorar os terroirs deste imenso país e levar aos consumidores aromas e gostos capazes de satisfazer todas suas expectativas. Mas, além disso, há alguns eventos que servem como balizadores ao setor. Um destes é a Avaliação Nacional de Vinhos, que foi criada pelo próprio setor vitivinícola e atinge a 18ª edição como uma importante ferramenta para os produtores e é vitrine aos produtos brasileiros.

Criada em 1993 pela Associação Brasileira de Enologia, a Avaliação Nacional de Vinhos é um evento único, com distinção mundial pela sua estrutura e resultados alcançados. Apesar de ser difícil de mensurar, a ANV consolidou-se com uma verdadeira ferramenta de avaliação das vinícolas do Brasil. Há um crescimento das vinícolas, que submetem seus produtos a análise do painel de enólogos (mais de 75 profissionais avaliadores) e, assim, têm um panorama do desempenho de seus produtos naquela vindima. Além disso, a ANV também apresenta a evolução das regiões vitivinícolas brasileiras; a cada edição novas regiões despontam com qualidade de seus vinhos.

Por fim, mas não menos importante, consolidou-se neste evento a participação de um público cativo de consumidores que vêm a Bento Gonçalves, todos os anos, para esta “pré estréia” dos vinhos da safra. Trata-se de uma possibilidade que os apaixonados por vinho têm de visualizar as tendências e estilos de vinhos que irão para o mercado na sequência. E, igualmente, saber quais vinícolas e regiões estão despontando no cenário brasileiro.

Essa é a Avaliação Nacional de Vinhos, que há 18 anos é referência na vitivinicultura brasileira, graças a todas pessoas, vinícolas, entidades e apoiadores que transformam a arte de elaborar vinho num evento grandioso.

Troféu Vitis para os amigos do vinho

04 de outubro de 2010 0

Por suas contribuições para a divulgação e o desenvolvimento dos vinhos nacionais, o médico Jairo Monson de Souza Filho (esq.) e o engenheiro agrônomo Luiz Antenor Rizzon (centro) receberam o Troféu Vitis, o primeiro como Amigo do Vinho Brasileiro e o segundo na categoria Enológico, durante a Avaliação Nacional de Vinhos. A honraria foi entregue pelo presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Christian Bernardi (dir.).

Degustador duplamente sortudo

04 de outubro de 2010 0

Idealizado para mostrar que qualquer consumidor pode fazer a análise crítica de um vinho, o sorteio de um integrante da plateia da Avaliação Nacional de Vinhos para compor a mesa de comentaristas só ajudou a reforçar o time de especialistas. No ano em que o evento alcançou sua maioridade, o enólogo Altair Amaral, 37 anos, foi o convidado especial.

A experiência de 13 anos no ramo espantou o nervosismo de Amaral, que trabalha na vinícola Jolimont, em Canela. A surpresa e a alegria, no entanto, o acometeram logo que ouviu seu nome:

“Acho que todas as pessoas do público queriam estar no meu lugar.”

Esta foi a sexta edição a que ele compareceu. O enólogo diz que só torceu pelo sorteio da primeira vez, depois desistiu. Neste ano, sua sorte se manifestou duas vezes. Primeiro pela ausência do primeiro espectador escolhido; e em seguida, por ser chamado.

“Uma amiga que estava ao meu lado previu: ‘neste ano vão te chamar’” conta.

Impressões de quem está de fora

03 de outubro de 2010 0

Para um país que tanto busca o reconhecimento internacional, foi bom ouvir os elogios tecidos pelos comentaristas estrangeiros durante a Avaliação Nacional de Vinhos. Confira algumas das impressões dos gringos sobre o vinho brasileiro.

- “Percebo neste vinho os aromas que gosto de sentir no Brasil, como frutas e flores frescas. O chenin blanc é uma grande oportunidade para o país”. Carmen Perez, jornalista argentina

- “É representativo ver dois chenin blanc tão estruturados, especialmente ao se destacarem entre outros brancos como chardonnay e sauvignon blanc”. Roberto Rabachino, jornalista e sommelier italiano

- “Há países que tentam adaptar cepas. Aqui vemos variedades mediterrâneas em sua origem, mas que aparecem cheias de nuvens, de chuvas. Isso é coerente”. Luis Vicente Pastor Elias, escritor e empresário enológico espanhol

- “Depois de passar dias degustando produtos nas vinícolas daqui, essas amostras trazem menos complexidade do que eu esperava. Talvez pelo fato de a safra não ter sido tão boa”. David Furer, jornalista norte-americano

- “Os vinhos brasileiros são pouco alcoólicos, fáceis de beber e simpáticos”. Michael Whiteside, jornalista inglês

Avaliação da Avaliação

02 de outubro de 2010 0

Engana-se quem pensa que a Avaliação Nacional de Vinhos é uma festa apenas para enólogos e empresários do ramo. Participar do evento, que teve sua 18ª edição realizada no último sábado, é uma aula para qualquer amante da bebida, não interessa se ainda em fase de aprendizado ou experiente degustador. Além de registrar aquilo tudo que já foi publicado sobre o encontro, a coluna Enoteca ficou atenta a alguns detalhes que merecem ser compartilhados com os leitores.

EM GOLES
- Chamaram atenção os números apresentados pelo presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Christian Bernardi, sobre o evento. Desde sua primeira edição, em 1993, a Avaliação Nacional já analisou mais de 3,7 mil amostras e somou plateia de 10 mil pessoas.
- A diversidade geográfica neste ano foi tão ampla quanto o espetáculo que misturou samba de gafieira, chula e forró no intervalo do evento. Além da Serra, a Campanha, os Campos de Cima da Serra e os Estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Pernambuco e Bahia tiveram amostras incluídas entre as melhores 16.
- É possível que em alguns casos os vinhos tenham sido selecionados mais pelo fato de serem de novas áreas produtoras do que pela qualidade. E qual o problema? A “expansão do Brasil vitivinícola”, como colocou Bernardi, é um feito que merece ser celebrado e difundido.
- O grande número de amostras condecoradas combinado com a inclusão entre os 16 vinhos mais representativos da safra 2010 tornou a festa especial para quatro grandes vinícolas: Miolo, Perini, Salton e Valduga. A Salton foi a que mais levou prêmios como marca única (11). A Miolo, porém, bateu essa barreira ao somar os resultados de suas diferentes grifes _ Miolo, Ouro Verde, Seival, Rasip e Almadén chegaram a 17 citações, sendo que três produtos ficaram entre os 16 melhores. O mesmo aconteceu com a Valduga, que levou sete prêmios mas não foi citada individualmente entre os mais representativos. Chegou lá por meio da Domno.
- O vinho com melhor pontuação entre os que foram degustados juntamente com o público (87,5 pontos) foi o Moscato R2, da Perini, produto da categoria branco fino seco aromático que, sob a marca Jota Pe, chega ao consumidor por menos de R$ 10. Preço nem sempre é sinônimo de qualidade.
- Entre as novatas, houve muita comemoração em torno da Góes & Venturini e, sobretudo, da Almaúnica, que já em sua primeira Avaliação Nacional teve três vinhos premiados, um deles escalado para o time dos 16 melhores.

Os vinhos que representam o melhor da safra 2010 no Brasil

27 de setembro de 2010 0

Depois de degustar os vinhos que mostram o melhor da safra 2010, sempre fica aquela curiosidade para saber quem os produziu. Pois bem, abaixo estão as 16 amostras que estrelaram a 18ª Avaliação Nacional de Vinhos, juntamente com a descrição sensorial de cada um, elaborada a partir das impressões dos enólogos que fizeram a análise de todos os concorrentes. Boa leitura aos enófilos:

CATEGORIA: VINHO BASE PARA ESPUMANTE
Amostra 1 – Domno do Brasil, Chardonnay: Coloração de intensidade média, tonalidade palha com tons esverdeados. No nariz é fino, nítido, predominando as notas de cítrico e maçã verde. Também surgem, em menor intensidade, notas de pera, abacaxi maduro, leveduras e frutas brancas. O paladar é fi rme e marcante de acidez (adequada para a categoria), agradável, com médio corpo e estrutura. O sabor repete as notas de cítrico, com retrogosto de frutado prolongado.

Amostra 2 – Vinhos Salton, Chardonnay/Pinot Noir: coloração brilhante, tonalidade palha com reflexos esverdeados. Aroma de média intensidade, predominando as notas de frutas cítricas e maçã verde. Aparecem também, sutilmente, notas de abacaxi, floral e um leve tostado (amêndoas). No paladar destacam-se a acidez marcante e o frescor de sabor. O corpo é médio, com retrogosto harmônico e ligeiro.

CATEGORIA: BRANCO FINO SECO NÃO AROMÁTICO
Amostra 3 – Vinícola Ouro Verde, Chenin Blanc: coloração de intensidade média-forte, tonalidade amarelo palha. Aroma de média intensidade, proveniente de uvas maduras, predominando as notas de frutas cítricas, abacaxi, melão e amêndoas (intenso). Paladar com um ataque levemente doce, com bom corpo, volume e estrutura. A acidez é equilibrada; apresenta longa persistência de sabor e sutil amargor.

Amostra 4 – Vitivinícola Santa Maria, Chenin Blanc: coloração de intensidade média-fraca, tonalidade palha, clara, pálida. Aroma de intensidade média-forte, fi no, delicado. Aroma com notas de carambola (intenso), maçã verde, pêssego, frutas cítricas, fl ores brancas (jasmim) e suti l nota vegetal. No paladar é marcante um ataque ácido, refrescante – do ácido málico, toques minerais; é elegante, nítido, de bom volume e extrato. Apresenta muito boa persistência de sabor.

Amostra 5 – Cooperativa Centra Nova Aliança, Chardonnay: coloração brilhante, intensidade média-forte, amarelo palha com reflexos dourados. Aroma complexo, fino, com notas de mel, frutas maduras, sutil goiaba, fruta do conde, carambola, melão, abacaxi, butiá e flores brancas. Apresenta pequena nota de baunilha, no nariz e em boca. O paladar guarda certa doçura, com um toque de salinidade. A acidez é correta; tem uma boa potência, volume e estrutura. A persistência é média-alta.

Amostra 6 – Casa Venturini, Chardonnay: coloração de média intensidade, amarelo palha, esverdeado. Aroma de média-alta intensidade, nítido e fino. Destacam-se as notas de flores brancas, como o jasmim, banana (intenso), amêndoas, mel, carambola, abacaxi, maracujá, aspargos/arruda. Sabor com ataque ligeiro, equilibrado, de média estrutura. Paladar levemente agulha (CO2), refrescante, de muito boa persistência e retrogosto agradável.

CATEGORIA: BRANCO FINO SECO AROMÁTICO
Amostra 7 – Casa Geraldo, Moscato Giallo: coloração amarelo palha, esverdeado. Aroma de média intensidade, delicado, predominando as notas de mamão papaia, frutas cítricas, floral, mel, arruda e frutas tropicais, como abacaxi e maracujá. O paladar é leve, fresco, com certa doçura, equilibrado no conjunto álcool/acidez. Tem uma média-alta persistência de sabor.

Amostra 8 – Vinícola Perini, Moscato R2: coloração amarelo esverdeado. No nariz, apresenta uma intensidade média-alta, predominando as notas de uva moscato, ervas-de-quintal, manjericão, lichia, batata-doce, flores de laranjeira, mel, capim-cidreira e pêssego. No paladar tem um ataque levemente doce, é fino, elegante, equilibrado em acidez. Tem uma boa estrutura e volume de boca. No final tem suti l amargor, com retrogosto agradável e boa persistência.

CATEGORIA: ROSÉ SECO
Amostra 9 – Vinícola Almadén, Cabernet Sauvignon: coloração vermelho claro, de tonalidade cereja/morango. Apresenta um aroma de intensidade média, é fino, jovem e delicado, lembrando framboesa, calda de cereja, morango, algo de lácteo e sutil broto de tomate (vegetal). O sabor é leve, nítido, com um ataque ligeiro, um toque doce, tendo média estrutura e moderado conteúdo de álcool. Apresenta média intensidade de acidez e média persistência de sabor.

CATEGORIA: TINTO FINO SECO JOVEM
Amostra 10 – Rasip Agropastoril, Pinot Noir: coloração de intensidade média, vermelho rubi. O aroma é de média intensidade, complexo, com traços de amêndoas, feno, cassis e toques de madeira – especiarias, baunilha e chocolate. O sabor é equilibrado; estando pronto para consumo. Apresenta acidez média-baixa, médio volume de boca e certa pungência de gosto, do elevado teor de álcool. Os taninos são macios e elegantes.

CATEGORIA: TINTO FINO SECO
Amostra 11 – Cia Piagentini de Bebidas, Cabernet Franc:
coloração intensa, vermelho escuro, com nuanças de violáceo. Aroma de boa intensidade, de frutas vermelhas e frutas negras, amora, cassis, carvalho tostado, café, sutil vegetal e mentol. No paladar tem uma entrada macia, com ataque doce; tem um bom volume e estrutura, com taninos potentes. Guarda ainda uma certa adstringência, com acidez média-alta. Apresenta bom equilíbrio de gostos e uma média persistência.

Amostra 12 – Vinícola Valmarino, Cabernet Franc: cor intensa, vermelho violáceo. Intenso no nariz, predominando as notas de ameixa, pimenta-preta, herbáceo, pasto seco, alecrim, eucalipto e ervas (temperos). Também apresenta descritores de torrefação, café, coco e, sutil, pimentão-verde. Em boca é redondo, equilibrado (na relação carvalho/estrutura); tem bom volume e médio-elevado corpo. A acidez é equilibrada e os taninos macios. Tem uma ótima persistência de sabor.

Amostra 13 – Vinícola Dom Cândido, Marselan: coloração vermelho violáceo, intenso. Aroma de intensidade média, com notas de geleia, mel, frutas secas (passas) e especiarias – canela, pimenta e chocolate. O sabor tem um ataque doce, acidez correta, é potente, com taninos macios, aveludados e maduros. Tem um rico extrato, bom corpo e boa persistência.

Amostra 14 – Seival Estate, Merlot: coloração intensa, vermelho rubi, com nuanças violetas; lágrimas grossas e duradouras. Aroma de média intensidade, delicado, nítido, lembrando frutas vermelhas maduras, compota, geleia, baunilha, hortelã, feno e noz moscada. Paladar com ataque doce, fino, com taninos redondos. A acidez é marcante, tendo um bom volume, estrutura e corpo. Sutil amargor no final de boca; persistência de sabor média-alta.

Amostra 15 – Vinícola Santo Emílio, Cabernet Sauvignon: coloração intensa, tonalidade vermelho rubi, com leves toques de violáceo/lilás. Aroma de média intensidade, agradável, com notas de amora, pimenta, coco, toques de café, baunilha e sutil vegetal. Gostos equilibrados, paladar de bom volume, de certa doçura, harmônico, taninos marcantes e macios – com bom potencial de evolução. O sabor é bastante persistente, de excelente retrogosto.

Amostra 16 – Vinícola Almaúnica, Cabernet Sauvignon: coloração intensa, vermelho rubi com tons violáceos. O aroma é intenso, elegante, com notas de cereja, framboesa, jabuticaba, amora e especiarias _ baunilha, coco queimado, caramelo, cravo-da-índia; algo de manteiga. O paladar é equilibrado, acentuando-se as notas de especiarias e chocolate; tem excelente corpo e estrutura. Apresenta-se potente de sabor/álcool, com taninos maduros e intensos. Média-alta persistência no retrogosto.

Safra 2010 saiu melhor do que o esperado

27 de setembro de 2010 0

Ainda que a última safra de uva tenha apresentado uma queda de qualidade em relação a vindimas anteriores, o consumidor não precisa ter qualquer receio de comprar os vinhos brasileiros que trouxerem no rótulo a marca 2010. Pelo menos é isso que se conclui depois da 18ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada no sábado em Bento Gonçalves.

Depois de degustar as 16 amostras mais representativas, o público de aproximadamente 750 pessoas pôde perceber que se por um lado o excesso de chuva no último verão impediu resultados excepcionais, por outro não significou uma tragédia para a vitivinicultura nacional. A regularidade foi alcançada por meio do avanço técnico e tecnológico nas vinícolas e da aposta em novas regiões produtoras.

“O ano de 2010 foi muito difícil, não podemos considerá-lo como a melhor safra. Mas a enologia nos ensinou a obter bons produtos”, considerou Christian Bernardi, presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), em seu discurso de abertura.

Essa impressão foi avalizada pela pontuação e pelos comentários feitos por especialistas durante a degustação. As notas médias dadas pela mesa de avaliação (composta de enólogos, sommeliers e jornalistas, do Brasil e do Exterior) ficaram entre 84 e 89 pontos, numa escala que vai de 0 a 100 - em geral, produtos excepcionais recebem de 90 pontos para cima. Também chamou atenção a diversidade na procedência dos vinhos. Entre os produtos escolhidos para representar o trabalho que vem sendo feito desde o começo do ano - as amostras ainda nem foram engarrafadas -, há exemplares da Campanha, dos Campos de Cima da Serra, de Santa Catarina, do Nordeste e de diferentes áreas da Serra.

“É o ano que marca a expansão do Brasil vitivinícola”, completou Bernardi.

Hoje começa a análise da safra 2010

16 de agosto de 2010 0

O laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves, começa a analisar hoje as 261 amostras inscritas na 18ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2010.

Até 3 de setembro, 87 enólogos de todo o Brasil farão a degustação dos produtos. As amostras foram inscritas por 55 vinícolas de sete estados brasileiros: Bahia (3), Minas Gerais (5), Paraná (1), Pernambuco (6), Rio Grande do Sul (232), Santa Catarina (12) e São Paulo (2).

Serão analisadas bebidas nas categorias branco fino seco não aromático, branco fino seco aromático, rosé seco, tinto fino seco, tinto fino seco jovem e vinho base para espumante.

Amostras para a Avaliação Nacional só até sexta-feira

21 de junho de 2010 0

Vinícolas já podem inscrever suas amostras para a 18ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2010. O cadastro pode ser feito em seis categorias de vinhos: branco fino seco não aromático, branco fino seco aromático, rosé seco, tinto fino seco, tinto fino seco jovem e base para espumante.

O regulamento está disponível no site www.enologia.org.br e a ficha de inscrição deve ser encaminhada para a Associação Brasileira de Enologia (ABE), a promotora do evento, pelos Correios (Rua Matheus Valduga, 143, Bento Gonçalves), por fax (54 3452.6289 e 3451.2277) ou e-mail enologia@enologia.org.br. O prazo segue até o dia 25 de junho, sexta-feira desta semana. A divulgação dos 16 vinhos representativos da Safra 2010 ocorrerá no dia 25 de setembro.