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Posts com a tag "Perini"

Demi-sec Perini: degustação depois dos fogos

25 de fevereiro de 2011 0

Pouco antes das festas de final de ano, chegou ao mercado um rótulo que a coluna só teve a chance de provar depois da virada. Pra completar sua linha de espumantes, a Vinícola Perini lançou um demi-sec que defende com honra a tradição dessa categoria de produto.

Elaborado com uvas riesling e chardonnay, ele causa boa impressão antes do primeiro gole. De coloração amarelo pálido, apresenta borbulhas (o famoso perlage) contínuas e bem espalhadas pelo cálice, acima da média para espumantes feitos pelo método charmat (segunda fermentação em autoclave). No nariz, se sobressaem aromas cítricos e de frutas como abacaxi, sobrando até algumas notas florais.

Mas o prazer está mesmo na sensação que ele causa na boca. De acidez bem marcada, não peca pelo excesso de açúcar residual, como muitos de seus pares. Neste demi-sec, a doçura é sentida mais pelo ataque táctil na ponta da língua (região onde se sente o doce) do que propriamente pelo gosto. Tanto que nem recomendaria sua combinação com sobremesas, e sim com entradas a base de queijos suaves, canapés ou mesmo como aperitivo, pois ele se garante sozinho.

Moscatéis puxam a produção nacional

16 de dezembro de 2010 0

Os espumantes moscatéis puxam também as vendas de outras vinícolas instaladas em Farroupilha. Na Vinícola Perini, por exemplo, o crescimento da venda de moscatéis foi de 40% este ano, na comparação com 2009. Valor superior ao brut, que teve alta de 30% nas vendas. 

— A gente começou o ano com projeção de crescimento de crescimento de 20%, porque se falava muito na crise mundial, que o Brasil poderia sofrer mais tardiamente. Mas conseguimos ter um acumulado de 36% de crescimento nos espumantes de janeiro a novembro. No mínimo, vamos sustentar esse índice em dezembro ou até aumentar o número — prevê o gerente comercial da Perini, Franco Onzi Perini.

A mudança de perfil de consumo, associada a campanhas de marketing agressivas das vinícolas, encontrou outro ingrediente para o boom do mercado.

— A economia está aquecida. O consumidor opta por beber melhor — entende o gerente comercial da empresa.

Fundada em 1970, a Perini passou a produzir espumantes em 1998. Hoje, são nove itens da linha e representam 17% do faturamento total da empresa localizada no Vale Trentino. 

Para impulsionar ainda mais esse nicho, a Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin) busca a indicação geográfica dos vinhos da região, tendo em vista especialmente a produção de espumantes e vinhos moscatéis. Em 2008, a entidade iniciou, em parceria com a Embrapa, estudos para o projeto e para a delimitação do território a ser abrangido.

Conforme o presidente do conselho técnico da Afavin, João Carlos Taffarel, Farroupilha é o maior produtor de uva moscatel do país. Conforme dados da safra de 2010, a cidade produziu 3,6 milhões de quilos de moscato branco (foto), representando 42% do total gaúcho em volume.

— Farroupilha produz uva moscatel para consumo nas suas vinícolas e também "exporta" para Bento e Garibaldi. Isso estimula pequenas empresas a também entrarem no negócio — diz Taffarel.

Até o final do ano que vem, Taffarel estima que deva ser encaminhado o pedido de indicação geográfica ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

A Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes (Apromontes), que reúne vinícolas de Flores da Cunha e Nova Pádua, também tem projeto em parceria com a Embrapa para obtenção de indicação geográfica de vinhos daquela região.

Com conteúdo de Kelly Pelisser

Por enquanto, Brasil segue sem 'Espiritu'

18 de outubro de 2010 0

Não vingou a parceria entre a Perini e a empresa chilena que produziria aqui no país a família de vinhos Espiritu do Brasil (a exemplo das já existentes Espiritu de Chile e Espiritu de Argentina). Não houve consenso a respeito dos direitos sobre a marca.

Isso não freou a sede de lançamentos da vinícola, que estuda um inovador formato no segmento de frisantes para o verão.

Sábado de muito vinho na Serra

15 de outubro de 2010 0

Dois eventos concorrem pela atenção dos enoapaixonados da Serra neste final de semana.

Começando às 14h30min de sábado, o curso de degustação de espumantes da Perini, em Farroupilha, vai até à noite e termina com um jantar na vinícola. O custo é de R$ 110 por pessoa e mais informações estão disponíveis pelo telefone (54) 2109.7300.

Às 20h do mesmo dia, ocorre em Caxias o 3º Festival do Espumante Per Mangiare. Com jantar incluído, o ingresso tem valor de R$ 60. Antecipados podem ser adquiridos no Empório Per Mangiare, ou então direto na Sede Campestre do Recreio da Juventude na hora do evento.

Avaliação da Avaliação

02 de outubro de 2010 0

Engana-se quem pensa que a Avaliação Nacional de Vinhos é uma festa apenas para enólogos e empresários do ramo. Participar do evento, que teve sua 18ª edição realizada no último sábado, é uma aula para qualquer amante da bebida, não interessa se ainda em fase de aprendizado ou experiente degustador. Além de registrar aquilo tudo que já foi publicado sobre o encontro, a coluna Enoteca ficou atenta a alguns detalhes que merecem ser compartilhados com os leitores.

EM GOLES
- Chamaram atenção os números apresentados pelo presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Christian Bernardi, sobre o evento. Desde sua primeira edição, em 1993, a Avaliação Nacional já analisou mais de 3,7 mil amostras e somou plateia de 10 mil pessoas.
- A diversidade geográfica neste ano foi tão ampla quanto o espetáculo que misturou samba de gafieira, chula e forró no intervalo do evento. Além da Serra, a Campanha, os Campos de Cima da Serra e os Estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Pernambuco e Bahia tiveram amostras incluídas entre as melhores 16.
- É possível que em alguns casos os vinhos tenham sido selecionados mais pelo fato de serem de novas áreas produtoras do que pela qualidade. E qual o problema? A "expansão do Brasil vitivinícola", como colocou Bernardi, é um feito que merece ser celebrado e difundido.
- O grande número de amostras condecoradas combinado com a inclusão entre os 16 vinhos mais representativos da safra 2010 tornou a festa especial para quatro grandes vinícolas: Miolo, Perini, Salton e Valduga. A Salton foi a que mais levou prêmios como marca única (11). A Miolo, porém, bateu essa barreira ao somar os resultados de suas diferentes grifes _ Miolo, Ouro Verde, Seival, Rasip e Almadén chegaram a 17 citações, sendo que três produtos ficaram entre os 16 melhores. O mesmo aconteceu com a Valduga, que levou sete prêmios mas não foi citada individualmente entre os mais representativos. Chegou lá por meio da Domno.
- O vinho com melhor pontuação entre os que foram degustados juntamente com o público (87,5 pontos) foi o Moscato R2, da Perini, produto da categoria branco fino seco aromático que, sob a marca Jota Pe, chega ao consumidor por menos de R$ 10. Preço nem sempre é sinônimo de qualidade.
- Entre as novatas, houve muita comemoração em torno da Góes & Venturini e, sobretudo, da Almaúnica, que já em sua primeira Avaliação Nacional teve três vinhos premiados, um deles escalado para o time dos 16 melhores.

O garrafão do Século 21

29 de setembro de 2010 1

Pode parecer contraditório, mas o aumento do consumo de vinho no Brasil passa por um instrumento que dá folga ao saca-rolhas. Recebidos com desconfiança quando desembarcaram no país, há cerca de cinco anos, os bag-in-box consolidaram seu espaço junto às vinícolas _ embora uma parcela dos bebedores mantenha as restrições. O crescimento na sua aplicação pelo setor mostra que ele é hoje a principal alternativa à garrafa de 750ml.

Composta por um saco de poliéster flexível, acondicionado em uma caixa de papelão (por isso bag-in-box, ou saco na caixa, em inglês), a embalagem é utilizada hoje por 56 cantinas brasileiras para envasar algo em torno de 2 milhões de litros da bebida por ano. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), de 2008 para 2009 as vendas nesse formato saltaram de 85,29 mil litros para 976 mil litros _ volume que em 2010 foi praticamente vencido só no primeiro semestre.

Os principais argumentos a seu favor são a praticidade, já que para obter o líquido basta utilizar uma torneira lateral, e a conservação do conteúdo por mais tempo, garantido pela retração do saco de filme plástico conforme ele é esvaziado, o que impede a entrada de ar. Seu sucesso é sustentado ainda por vantagens menos óbvias, como a versatilidade de uso e a competitividade no preço.

"Um produto em meia garrafa, por exemplo, chega ao consumidor por 75% do valor do recipiente de 750ml. Já no bag-in-box é o contrário, ele dilui o preço da embalagem", pondera Felipe Bebber, enólogo do departamento comercial da Casa Venturini, ao comparar o desconto que cada plataforma possibilita ao consumidor.

Esse potencial para reduzir preços é visto como uma alavanca na qualificação dos hábitos de consumo do brasileiro.

"Um garrafão de vinho de mesa custa R$ 28. Pela mesma quantia, os clientes vêm preferindo levar quase dois litros a menos, mas de vinho fino no bag", conta o diretor comercial da Vinícola Perini, Franco Perini, destacando ainda que a tecnologia da caixa também passa uma boa impressão:

"É o garrafão do Século 21."

Além de fornecer um conveniente instrumento para que os apreciadores tomem a dose diária recomendada pelo médico, o bag-in-box movimenta os números do setor ao abrir caminho para que se crie a cultura da venda em cálice em bares e restaurantes. Essa, aliás, parece ter sido a finalidade idealizada por grande parte das vinícolas ao adotar o formato, mas por enquanto é o cliente final o principal comprador.

"Nos restaurantes há o entendimento de que o cliente prefere ter a garrafa em mãos, ver o rótulo", explica Perini.

Há vinícolas, no entanto, utilizando a embalagem para fazer bons negócios com empresas do ramo gastronômico.

"Diria que 60% de nossa produção de bag-in-box em 2010 irá para restaurantes", calcula Bebber, que imagina chegar ao final do ano com a marca de 8 mil unidades.

Dentro dos restaurantes, as taças não são o único destino possível para o vinho encaixotado.

"É comum o uso culinário, na elaboração de pratos", lembra Nelsir Carlos Kuffel, gerente comercial da Domno do Brasil.

A empresa, um braço do grupo Famiglia Valduga, traz em seu catálogo a primeira marca a empregar o bag-in-box no Brasil, a Alto Vale. A experiência foi tão positiva que outras divisões da companhia estão aderindo à tecnologia. A Casa de Madeira, por exemplo, a utilizou para repetir o pioneirismo, mas com outro produto. Depois de dois anos de estudos e testes, conseguiu lançar um suco de uva na embalagem.

A diretora comercial Juciane Casagrande explica que a dificuldade é que, para manter a bebida como 100% natural, não é permitida a adição de conservantes. Ao mesmo tempo, a purificação por meio do aquecimento impossibilita o envase imediato, pois derreteria o saco de poliéster. A saída foi desenvolver métodos próprios e adequar o produto.

"Na garrafa, temos prazo de validade de dois anos. No bag, são 8 meses. Mas uma vez aberto, o suco se conserva por cerca de 15 dias. Na garrafa ele dura menos", pondera Juciane.

Rótulos do futuro

29 de agosto de 2010 0

O quadradinho esquisito ao lado se chama QR Code (abreviação de Quick Response Code). É uma espécie de código de barras. Por meio dele, usuários de celulares equipados com câmera fotográfica e acesso à internet são direcionados a conteúdos específicos na web. Ainda parece complicado demais para virar mania, mas há quem o encare como um sopro de novidade em um setor tão conservador quanto o vinícola.

Há poucos dias, foi inaugurada no Rio de Janeiro a primeira loja do país a utilizar a tecnologia como meio de orientação aos clientes. Cada garrafa traz um símbolo desses. É só colocá-lo em frente ao computador com webcam que fica disponível aos consumidores para saber, na mesma hora, o que outros usuários pensam do produto. Também é possível fazer a consulta por meio do telefone móvel. O sistema utilizado leva a marca do site WineTag, pioneiro no ramo e que mistura o QR Code com redes sociais.

Aqui na Serra, iniciativas do gênero estão ganhando força. Até o final deste mês, representantes de uma empresa italiana que trabalha no setor estarão no Estado para conhecer o mercado. E a Vinícola Perini já traz a inovação nas sacolas que saem de seu varejo em Farroupilha. Enquanto conteúdos especiais são avaliados, o símbolo direciona para a conta da cantina no Twitter.

"A ideia é desenvolver algo como a procedência daquele vinho, a uva, um vídeo de apresentação. É uma oportunidade de informar tudo aquilo que não cabe no rótulo, mas com imagens, comentários do consumidor" empolga-se o gerente de marketing Pablo Perini, que revela estar em estudo a aplicação do QR Code diretamente nas garrafas.

Faça o teste

Essa não é a primeira vez que a coluna Enoteca entra no assunto dos QR Codes. Para ler outro texto que aborda o tema, basta fazer uso do símbolo acima. Só não esqueça que a brincadeira exige a instalação de um software de leitura no seu celular, além de acesso à internet e câmera digital, claro.

Se ficou muito difícil, simplesmente clique aqui.

O preconceito se desfaz em leves borbulhas

09 de maio de 2010 1

Por mais tradição que evoque, o mundo enológico também é feito de modismos. Vinhos alemães de garrafa azul, bebidas rosadas e malbecs argentinos são exemplos de tendências que surgiram da noite para o dia. Há as que não resistiram ao tempo e as que parecem ter vindo para ficar. No Brasil, a bola da vez são os frisantes. Recebidos com desdém pelos puristas, estão fazendo sucesso entre degustadores de espírito leve.

A promessa era de que eles chegariam com força total a adegas e mesas de happy hour no último verão. Não foi bem assim. Talvez por desconfiança do público, o que era para ser uma invasão se resumiu a um pontapé inicial, e o produto dá mostras de que consolidará sua popularidade em um ritmo sereno. Mas esse parece ser um caminho sem volta, o que não deve assustar os mais criteriosos, pois, mesmo com preço baixo (um pouco mais de R$ 10), essa nova geração de frisantes tem qualidade, mais do que muito Lambrusco italiano que desembarca por aqui.

É possível dizer que quem deu a arrancada nesse filão no Brasil foi a Salton com a família Lunae.

"Foi um divisor de águas", atesta Franco Perini, da vinícola Perini, que está no ramo com seu Tropicale.

Os dois rótulos seguem uma regra fundamental para a confiabilidade na bebida: a gaseificação natural pela fermentação do mosto, prática contrária à adição de gás carbônico depois de ela ser elaborada. Reforça a boa imagem dos produtos a política de revelar sem pudores as uvas contidas em cada garrafa, algo que não é seguido por todas as vinícolas. Há aquelas que preferem fazer mistério sobre suas fórmulas, e o resultado é justamente o receio por parte do consumidor.

Quem também segue essas duas normas de qualidade é a linha Sunny Days, da Almadén, que foi revitalizada após a aquisição da empresa pela Miolo e chegou recentemente às prateleiras como uma aposta da vinícola. Em comum, os rótulos mencionados trazem um perfil descompromissado. O objetivo não é apresentar complexidade de cheiros e gostos, mas aromas francos e diretos (frutas ou flores em abundância) e uma passagem leve pela boca, combinando com refeições ligeiras e situações sem terno e gravata. Além disso, entre os que não têm o costume de tomar vinho, são uma ótima porta de entrada para esse universo.

A coluna Enoteca destaca essas três marcas porque foram as que passaram por seu cálice nas últimas semanas, mas há outras no mercado. Aos que têm a cabeça aberta, a dica é degustar todas, mesmo porque o investimento é pequeno, até encontrar um favorito. Para os desconfiados, digo que vale a pena deixar o preconceito de lado e pelo menos tentar.

O verão será frisante

11 de janeiro de 2010 0

As sócias Cirlei (E) e Rose alternam brindes com espumantes e frisantes na praia, em Atlântida/Jefferson Botega

Além de chopp, caipirinha e cerveja, há uma bebida diferente borbulhando em casas, bares e restaurantes. É o vinho frisante, cujo consumo ferveu no ano passado: de janeiro a novembro, a venda saltou 132%, comparada a igual período de 2008. Atenta ao gosto do consumidor, a indústria prepara novos atrativos e deve alcançar a marca de 1 milhão de litros despejados no mercado em 2010.

Administradora de um restaurante em Porto Alegre, Graziela Tizotti experimentou no verão passado e aderiu. Apreciadora dos brancos, Graziela provou um tinto na quarta-feira à noite, em um bar da Rua Padre Chagas, na Capital, onde comemorava o reencontro com uma amiga que mora na Alemanha e voltou ao Brasil em férias.

"É muito refrescante, combina com o verão" atestou Graziela.

Consumidora quase "desde sempre" de espumantes, a empresária Rose Oliveira descobriu os frisantes numa viagem a Punta del Este em 2000. Adotou a bebida para receber amigos antes de sair para jantar, como planejava na quinta-feira, em Atlântida. Rose também manteve o hábito de degustar espumantes com a sócia Cirlei Werhli.

Nas prateleiras, os frisantes não são necessariamente uma novidade. A linha Sunny Days, lançada pela Almadén há mais de uma década, agora está sob o guarda-chuva da Miolo Wine Group. E será revitalizada, avisa William Iafelice, diretor comercial da Região Sul da Miolo.

"É uma grande aposta. É o primeiro frisante de expressão, e nossa ideia é trabalhar forte, porque é fácil de beber, tem um frescor que combina bem com público jovem", justifica Iafelice.

Lançado em 2005, o Marcus James Happy Hour, da Cooperativa Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves, só agora ganhou popularidade, conta a gerente de marketing, Lourdes Consi da Silva:

"Houve uma descoberta pelo consumidor. Estava no mercado, mas não tinha tanta atenção. O boom foi no último ano. Foi só colocar na boca do consumidor para perceber que é um produto leve e refrescante, que combina muito com o Brasil."

Só no Sul, com inverno frio, o frisante é produto de verão. No resto do país, a procura de ano inteiro surpreendeu a Salton, de Bento Gonçalves.

"Estava preocupado com esse mercado, mas foi um sucesso" relata o presidente Daniel Salton.

Quando a Salton lançou o Lunae, no primeiro semestre de 2008, 50 mil caixas saíram em seis meses. No ano passado, as vendas chegaram a 160 mil caixas e, em 2010, a expectativa é atingir ao menos 250 mil.

O sucesso inspirou a Casa Perini, de Farroupilha, que ainda neste verão apresenta seu Tropicale, avisa Pablo Onzi Perini, gerente de marketing. Feito com uvas moscatel, o rótulo integra projeto da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinho, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin), que busca indicação de origem para três produtos: vinho normal, espumante e frisante. Com apoio da Embrapa Uvas e Vinhos, explica João Carlos Taffarel, diretor técnico da Afavin, pretende obter o selo de qualidade e procedência até 2012.

Postado por Maurício Roloff,