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Posts na categoria "cervejas"

Combinações etílicas que harmonizam com sushi

16 de abril de 2012 0

Apesar do saquê ser a bebida mais famosa do Japão, há outras opções de harmonização para quem gosta de comer sushi. Se a ideia é tomar uma cerveja, entre excelentes opções, destaca-se a Brooklyn Sorachi Ace, uma cerveja com lúpulo japonês sorachi e que é refermentada na garrafa com leveduras de champagne.

Cerveja com uma boa dose de lúpulo | Foto: Rafael Lorenzato

Cerveja com uma boa dose de lúpulo | Foto: Rafael Lorenzato

Com teor alcoólico de 7,6% e preço de 50 reais, esse exemplar estadunidense tem espuma volumosa, cremosa e persistente; aromas bem cítricos, como limão e maracujá, e herbáceos, sobressaindo-se um capim-limão. Em boca, se mostra inicialmente equilibrada, com toques cítricos e de especiarias, evoluindo para um fim de boca longo e de agradável amargor.

Rosés são uma boa pedida para a culinária oriental | Foto: Rafael Lorenzato

Rosés são uma boa pedida para a culinária oriental | Foto: Rafael Lorenzato

Já quando o assunto é vinho, além do tradicional espumante, uma excelente combinação são os vinhos rosés, que, dentre eles, destaco o Perini Ozaca Sushi Wine, desenvolvido exatamente para a gastronomia japonesa. Um corte de Merlot e Cabernet Franc, o vinho tem um belo visual rosa intenso, chamando atenção já na garrafa.

Quando na taça, exibe aromas de frutas vermelhas do bosque e de flores, especialmente rosas. Muito frutado, lembra groselha, e tem uma acidez correta para trabalhar com a harmonização gastronômica. Também combina com a culinária andina, como um ceviche de salmão. O preço desse rosé é de 22 reais.

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Como degustar cervejas

02 de fevereiro de 2012 2

Degustar cervejas não é uma tarefa muito simples como se imagina. Ao contrário do vinho, cada estilo de cerveja requer, algumas vezes, preparos específicos, como o tipo de copo e até mesmo a forma de servir. Contudo, vale, para o degustador de cervejas, utilizar um copo padrão para se aventurar no universo de aromas e sabores dessa tão popular bebida.

Cerveja Red Ale artesanal | Foto: Rafael Lorenzato

Cerveja Red Ale artesanal | Foto: Rafael Lorenzato

Antes de começar, é importante definir o foco da degustação. É possível experimentar, em uma mesma ocasião, diferentes produtos de uma mesma marca, assim como se pode, também, e a experimentação é mais rica em termos de aprendizado, provar o mesmo estilo de cerveja, porém, de marcas diferentes. Um exemplo é conhecer, em um mesmo evento de degustação, diversas IPAs, cerveja que, atualmente, por seu caráter aromático, tem tido cada vez maior aceitação pelos consumidores brasileiros.

Outro ponto importante é a temperatura de serviço. Normalmente, cada fabricante indica, em seu rótulo, uma temperatura adequada ao produto e, em geral, quem seguir a recomendação do produtor tende a experimentar o que de melhor a cerveja tem a oferecer. Uma orientação padrão, porém, é procurar servir as ales – cervejas de alta fermentação – entre 7°C e 16°C e as lagers – cervejas de baixa fermentação – entre 4°C e 7°C, lembrando que, quanto mais gelada a cerveja estiver, menor será a percepção de aromas, e que uma cerveja quente pode se tornar intragável. Gelar o copo, porém, é uma heresia para uma boa cerveja.

Em termos de aparência, avalia-se a cor da bebida, que pode ir do amarelo-palha ao preto-opaco, conforme a escala SRM. Para o degustador moderno, uma dica: há aplicativos para celular que trazem essa tabela e facilitam na hora de definir qual a cor da cerveja que se está experimentando. Mais importante que a cor é a transparência, que indica se a bebida foi filtrada ou não. Cervejas artesanais, por exemplo, costumam não ser filtradas e apresentar uma turbidez natural. Já uma cerveja filtrada industrial, se apresentar turbidez, pode ser sinônimo de defeito.

Classificação de cores SRM | Imagem: Divulgação

Classificação de cores SRM | Imagem: Divulgação

Outro fator relevante é a espuma. Mais do que estético, o famoso colarinho é resultado da quantidade de carbonatação (CO²) e tem a função primordial de manter as sensações aromáticas, gustativas e a cremosidade da cerveja. Além disso, ajuda a manter o gás, o que deixa o produto com uma maior refrescância. Um colarinho persistente e bolhas de gás mais delicadas – a exemplo de uma perlage fina, se estivéssemos falando de espumantes – representam qualidade na cerveja.

Feita a análise visual da cerveja, é preciso partir para a olfativa. Como muitos dos aromas da cerveja são facilmente volatizados, é importante percebê-los logo que a bebida é servida, através de fortes aspirações próximas à borda do copo. Essa primeira análise é a que oferece uma maior riqueza de resultado. À medida em que a espuma vai baixando, é necessário voltar a dar atenção aos aromas, uma vez que o colarinho mascara algumas sensações no nariz. É claro que, para perceber aromas, assim como no vinho, é preciso treinar o nariz, assim como é importante que o ambiente em que se está degustando esteja livre de odores, para não influenciar na apreciação.

Alguns toques aromáticos são provenientes do malte, outros do lúpulo, e outros ainda vêm de ingredientes acrescentados ao mosto durante a fervura da cerveja, como casca de laranja, coentro, dentre outros. É importante, então, separar essas sensações, procurando categorizá-las de acordo com a origem. Dessa forma, teremos toques que podem lembrar o malte; outros, a levedura utilizada; e também notas de tostado, especiarias como cravo; frutas, como banana ou maracujá; e assim por diante, tudo dependendo das características que o cervejeiro quer impor ao seu produto final. Há, também, os off-flavours, que são os odores desagradáveis que podem ser encontrados na bebida, como papelão, sabão, antibiótico, por exemplo, provenientes de erros durante o processo de elaboração da cerveja.

Gustativamente, a cerveja oferece inúmeras sensações. Logicamente, o primeiro gole é o mais importante, e também o melhor para a apreciação da bebida. É recomendado ingerir uma quantidade suficiente para preencher toda a boca, para, então, manter a bebida em contato com a língua por alguns segundos, para que as papilas gustativas possam receber a informação de forma mais precisa. Nessa fase, também é avaliado o corpo da cerveja, através da análise da sua viscosidade, podendo a bebida ser leve ou encorpada, e também são percebidos elementos como acidez e adstringência.

Nesse momento que se deve buscar entender a harmonia da cerveja, levando em consideração a quantidade de malte, de lúpulo, sua carbonatação e alcoolicidade. Não existe padrão de certo ou errado, o importante é a cerveja ter equilíbrio.

Depois de engolir, deve-se perceber as sensações do fim de boca, ou seja, o retrogosto. São elas que definem o tom exato de amargor e doçura; de refrescância e adstringência;  de picância e acidez. Ou seja, definem a chamada drinkability, que nada mais é do que a vontade de beber a mesma cerveja novamente.

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Schincariol lança Cervejas Sazonais para o Natal

21 de novembro de 2011 2

O costume Europeu – herdado dos antigos mosteiros – de lançar cervejas sazonais para combinar com grandes eventos não é novidade pelo Brasil. Há muito cervejeiros e cervejarias fazem seus produtos especiais para as festas de final de ano. Eu mesmo estou, atualmente, carbonatando uma Especial de Natal, uma cerveja com malte viena e um toque de laranja.

Eisenbahn Weihnachts Ale | Crédito: Divulgação

Eisenbahn Weihnachts Ale | Crédito: Divulgação

Seguindo neste ritmo de cervejas sazonais, a Schincariol lança a Eisenbahn Weihnachts Ale e a Baden Baden Christmas Beer. Produzidas somente no final do ano, as cervejas especiais buscam harmonizar com a as ceias típicas da época. A Eisenbahn Weihnachts Ale segue o estilo de uma Amber Ale e tem teor alcoólico 6,3%. Criada com três tipos diferentes de malte, a cerveja ressalta aromas e sabores frutados, além de um bom amargor. A bebida combina com carne de carneiro, porco, gado e com peru grelhado ou assado, e é melhor degustada em taça de cerveja.

Já o outro lançamento, a Baden Baden Christmas Beer, é uma Ale com malte de trigo, levemente frisante, de cor clara, aroma frutado e corpo suave. É indicada para acompanhar peru, panetones, frutas frescas e secas, pratos leves e suaves. A Baden Baden Christmas Beer está em sua 6ª edição e tem preço sugerido de R$ 12,99 , enquanto a Eisenbahn Weihnachts Ale é produzida desde 2003 e custa aproximadamente R$ 5,49.

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Blumenau recebe o Festival Brasileiro da Cerveja

09 de novembro de 2011 0

Nos dias 17, 18 e 19 de novembro acontece, em Blumenau, o Festival Brasileiro da Cerveja. O evento busca reunir cervejólogos e cervejeiros de todo o país, com exposição e comercialização de produtos ao consumidor final. A expectativa dos organizadores é oferecer mais de 150 rótulos de cervejas, buscando uma diversificação de estilos, através de 70 expositores, entre cervejarias artesanais, cervejeiros caseiros e fornecedores do setor.

Evento busca conhecer o consumidor da cerveja no Brasil | Crédito: Rafael Lorenzato

Evento busca conhecer o consumidor da cerveja no Brasil | Crédito: Rafael Lorenzato

A organização destaca que muitas cervejarias levarão produtos ainda não lançados, objetivando buscar a opinião do consumidor na feira. “Muitas delas vão fazer um pré-lançamento dos seus produtos no evento. Dependendo da aceitação do público, vão lançar estes produtos para o mercado”, explica Valmir Zanetti, da coordenação do evento.

Outra atração do festival são as palestras, que reúnem um time bem interessante e plural de especialistas da área. No primeiro dia, às 19h, o mestre cervejeiro Paulo Schiavetto abordará temas ligados à produção de microcervejarias; após, às 21h, Marcelo Carneiro, da cervejaria Colorado, falará sobre a adição de ingredientes exóticos na fabricação de cervejas – vale lembrar que a Colorado é pioneira na produção de cervejas com insumos como rapadura, café, entre outros.

No segundo dia, às 19h, Cilene Saorin, sommelier especializada em cervejas, falará sobre o universo da bebida aliada à gastronomia. Às 21h, o cervejólogo Ronaldo Morado, que editou a Larousse da Cerveja, fala um pouco da história da bebida no Brasil.

Dois palestrantes internacionais são a atração do último dia. Às 19h, Julien Slabbinck fala sobre maltes únicos para produzir cervejas únicas. Já às 21h, Pete Slosberg, um dos pioneiros da Nova Escola Cervejeira Americana, faz a palestra Cerveja e chocolate: dois dos três melhores grupos de alimentos – sou obrigado a concordar!

Serviço:
O quê: Festival Brasileiro da Cerveja
Quando: dias 17 de novembro, das 19h à 1h; 18, das 16h à 1h; e dia 19, das 12h à 1h
Onde: Vila Germânica (Rua Alberto Stein, 199 – Velha – Blumenau – SC)
Quanto: R$ 10 para o evento e R$ 20,00 para as palestras (que isentam a entrada no evento), à venda no site oficial e no local

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Para comemorar o Dia do Gaúcho

20 de setembro de 2011 0

Neste 20 de Setembro, resolvi postar uma pequena dica de harmonização com toques gaúchos. No copo, a cerveja Dado Bier Ilex, que é produzida com erva-mate (ilex paraguariensis), lúpulo e um blend de maltes.

Cerveja para bagual degustar | Crédito: Rafael Lorenzato

Cerveja para bagual degustar | Crédito: Rafael Lorenzato

De baixa fermentação, a cerveja possui alto teor alcoólico (7% vol), e hoje traz uma coloração levemente esverdeada, ao contrário da época do seu lançamento, quando tinha uma tonalidade bem mais forte e um gosto de “chimarrão” mais marcante.

Com a nova fórmula, provavelmente modificada para agradar a todos os paladares, a bebida está mais sutil, perdendo grande parte do seu toque herbáceo e deixando aflorar a doçura característica do malte.

Assim, ganha mais corpo e harmoniza muito bem com a Bruschetta de picanha defumada com cebola caramelizada, receita da aprendiz de chef Biba Retamozo. Experimente e nos conte. Feliz Dia do Gaúcho!

Bruschetta de picanha defumada com cebola caramelizada

Ingredientes
Pão italiano cortado em fatias finas (na falta desse, pode ser usado um baguete sem gergelim, ou mesmo aqueles pães de torta fria, cortado em pequenos quadradinhos);
60g de picanha defumada fatiada em lascas;
300g de cebolas cortadas em juliènne;
40ml de azeite;
1 dente de alho laminado;
4 colheres de sopa de açúcar;
40ml de vinagre balsâmico ou vinho tinto seco;
1/2 colher  de sobremesa de tomilho fresco picado;
Sal e pimenta do reino a gosto;
1 colher de sopa de nata.

Modo de Preparo

Bruschettas acompanham bem a cerveja de mate | Crédito: Rafael Lorenzato

Bruschettas acompanham bem a cerveja de mate | Crédito: Rafael Lorenzato

1 – Pré-preparo: aquecer o forno a 180 graus e pré-assar as fatias de pão com um fio de óleo (aproximadamente 20ml), sal e pimenta do reino preta a gosto.

2 – Fazer a cebola caramelizada da seguinte forma: refogar a cebola e o alho no azeite (os outros 20ml) em fogo baixo, até que a cebola fique bem macia. Adicione o açúcar, espere caramelizar e, em seguida, coloque o vinagre balsâmico ou o vinho tinto seco, o tomilho; tempere com sal e pimenta e tampe. Cozinhar com a panela até que adquira uma consistência firme, como a de compota.

3 – Montar as bruschettas: passar uma fina camada de nata em cada torradinha, apenas para “colar” a picanha no pão. Adicionar as lascas de picanha, a gosto, e finalizar com uma colheradinha de cebola caramelizada.

4 – Asse em fogo médio (150 graus) por, no máximo 10 minutos e sirva na hora, acompanhada da cerveja sugerida.

Rende 12 bruschettas.

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Cerveja com bacuri chega ao mercado nacional

19 de setembro de 2011 0
Cerveja com sabor de fruto amazonense | Crédito: Divulgação, Amazon Beer

Cerveja com sabor de fruto amazonense | Crédito: Divulgação, Amazon Beer

A Amazon Beer tem uma proposta interessante: unir uma cerveja artesanal com ingredientes oriundos da região amazônica. O resultado é no mínimo gastronomicamente inusitado. A cervejaria, criada em 2000, possui seis rótulos – River, Forest, Weiss, Red, Black e a Bacuri Beer –, e inicia, este mês, a distribuição de três de suas cervejas em garrafas de 355ml e 600ml, com previsão de produção de 30 mil litros por mês.

O destaque dentre os novos formatos é a Bacuri Beer, uma cerveja clara e suave feita com o fruto que hoje é um dos mais populares da região amazônica, sendo utilizado para produção desde sorvetes até geleias e licores. Em 2002, a bebida, que tem teor alcoólico de 3,8% e preserva as características olfato-gustativas do bacuri, recebeu o prêmio Tecno Bebida Award no ano de 2002.

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Cerveja estilo pop rock gaúcho

15 de setembro de 2011 0
Cerveja Camila Camila | Imagem: Divulgação

Cerveja Camila Camila | Imagem: Divulgação

A cervejaria paulista Bamberg lançou a cerveja Camila Camila, inspirada na famosa canção homônima da banda gaúcha Nenhum de Nós que foi sucesso na década de 80. De acordo com o mestre cervejeiro Alexandre Bazzo, o nome se daria por conta das características da cerveja serem parecidas com a da personagem da canção. “Ela é ao mesmo tempo delicada e forte, intensa e serena, assim como a personagem da música foi em determinada fase de sua vida”, justifica Bazzo.

Seguindo o estilo bohemian pilsen, a cervejaria utiliza para confecção da bebida o malte alemão Weyermann Floor Malted e lúpulo Saaz, uma combinação que promete ser bem aromática e interessante. Até porque a Camila Camila apresenta 42 IBU de lupulagem, para combinar com a idade atual da protagonista da canção.

Vale salientar que a Bamberg lança produtos que harmonizam bem gastronomicamente. Inclusive a marca, que se destaca no mercado nacional, recebeu o prêmio de cervejaria do ano na Copa Cervezas de America, realizado no Chile.

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Cerveja com gelo e limão?

05 de setembro de 2011 0
Cerveja Honey Dew | Crédito: Divulgação

Cerveja Honey Dew | Crédito: Divulgação

A Honey Dew é uma cerveja produzida com lúpulo selvagem e mel pela tradicional cervejaria Fuller’s, uma das mais antigas e importantes do Reino Unido. Apesar de ser uma Golden Ale, a fabricante sugere que ela seja degustada com gelo e uma fatia de limão, para realçar os elementos mais leves da cerveja e criar um estilo próprio para ser consumido no verão – eu admito que a prefiro pura.

Com um leve toque de doçura, mesclado a uma sensação de frescor no paladar, devido ao orvalho do mel, a Honey Dew oferece uma boa harmonização para frutos do mar e alimentos condimentados, mas sem muito exagero, para não apagar os toques elegantes dessa cerveja. Com 5% de teor alcoólico, a bebida tem como outro diferencial seus ingredientes orgânicos, que vão desde o mel até o lúpulo selvagem e a cevada, ambos cultivados em fazendas que não utilizam pesticidas químicos ou fertilizantes.

A cerveja já está sendo comercializada no Brasil, a uma média de R$ 30,00 pela versão de 500ml. Quem tiver interesse em aproveitar a ideia para um jantar com amigos, além de degustação e harmonização, a Fuller’s dá receitas de pratos que levam a cerveja como ingrediente, como uma curiosa versão de Tiramisu, dentre outras.

Se fizer, me convida!

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Degustação de cervejas em Porto Alegre

22 de agosto de 2011 1
Cervejas trapistas: as melhores do mundo? | Crédito: Divulgação, Câmara Brasil Alemanha

Cervejas trapistas: as melhores do mundo? | Crédito: Divulgação, Câmara Brasil Alemanha

Para quem gosta de uma boa cerveja especial, a Câmara Brasil Alemanha realiza, no próximo dia 09 de setembro, mais um evento de degustação, focando, desta vez, na produção belga. O evento, que já debateu diversas bebidas alemãs e ainda pretende estudar a cerveja anglo-saxônica, traz, nesse novo módulo dedicado à Bélgica, seis rótulos trapistas.

Consideradas as oito maravilhas do mundo cervejeiro, as cervejas produzidas pelos Monges das Abadias Trapistas da Ordem Cisterciense da Estrita Observância são consideradas as melhores do mundo, e figuram entre as top 10 nos principais rankings já feitos sobre a bebida. No programa da noite, uma introdução à cultura cervejeira belga, um apanhado sobre as abadias trapistas e seus métodos de produção, a degustação, é claro, e, em seguida, um debate.

O orientador da noite cervejeira, que vai das 19h30 às 22h30, é o sommelier Herbert Schumacher. Quem tiver interesse em se inscrever no evento, que acontece no Sheraton, pode entrar em contato pelo telefone (51) 3222-5766 com Shantala Caloni ou Mariana Medeiros, ou acessar o site da Câmara Alemã.

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