Hoje, 13 de setembro, é o Dia Nacional da Cachaça, a bebida símbolo do Brasil. Contando com diversos estilos, como prata ou ouro, jovem ou envelhecida, essa é uma bebida complexa e nem sempre fácil de degustar. Segundo o Instituto Brasileiro de Cachaça (IBRAC), o país conta, no momento, com mais de 4 mil marcas da bebida.
Mundialmente conhecida – não é raro ver os europeus tomando uma caipirrinha no Velho Mundo –, a boa cachaça é resultado de um processo apurado no qual cada detalhe faz a diferença. A bebida de qualidade é aquela na qual são separadas as partes no alambique, usando apenas o chamado "coração", a parte do meio, que se apresenta mais delicada ao paladar. O resto, a "cabeça", cuja concentração de álcool é elevada; e a "cauda", onde se depositam algumas substâncias tóxicas, é descartado.
Além da qualidade, os entusiastas pela bebida buscam degustar as variações, que são praticamente infinitas, pois vão desde o tempo de envelhecimento – ou não – até fases de maturação em diversos tipos de madeiras, como o carvalho europeu, a umburana, o bálsamo, entre outras, que dão cores e sabores específicos à cachaça. Sem contar as aguardentes compostas – as famosas “conservas” encontradas nos botecos –, que nada mais são do que a cachaça envelhecida com frutas como, por exemplo, abacaxi e butiá.
Ficou com vontade? Então aprenda a fazer uma boa caipirinha e comemore o dia da "marvada":
Receita Clássica de Caipirinha
1 limão taiti lavado, com casca e sem as "pontas" e o "miolo";
2 colheres de sopa de açúcar;
Gelo;
50 a 100ml de cachaça, a gosto
Preparo
Após lavar e retirar pontas e miolo, corte o limão em fatias finas e misture-o ao açúcar, macerando com um amassador. Adicione gelo e cachaça, misture e sirva.



