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Agricultura

04 out08:13

Produtores aumentam área cultivada com milho

Gisele Loeblein | gisele.loeblein@zerohora.com.br

Ainda que os preços das commodities tenham se mostrado voláteis na últimas semanas, os produtores de milho estão animados com o momento.


Embalados pelas perspectivas de bons negócios – a saca de 60 quilos chegou aos R$ 31 neste ano –, agricultores estão ampliando a área cultivada.


>>> Confira como foi a evolução do milho


É o caso de Solani Cezar Rigo, de Erechim. O produtor cultivou 130 hectares de milho, quase o dobro do ano passado. A perspectiva de ganhos aliada à prática da rotação de cultura foram os atrativos.


Na região, a Emater estima aumento da área plantada de 9,3%, chegando a 145 mil hectares. No Estado, a projeção é de 4,68% (1,1 milhão de hectares).


— Plantei porque acho que está bom em termos de preço. Hoje, a saca está sendo vendida em torno de R$ 25. Em 2010, ficava em R$ 15 — explica.


>>> Leia a reportagem completa na Zero Hora desta terça-feira

ZERO HORA

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27 set16:26

Alto Uruguai se prepara para debater sucessão na agricultura familiar


“A sucessão na agricultura familiar – o presente e o futuro de 27% da economia gaúcha” será o tema do evento que acontece no dia 7 de outubro, em Ponte Preta. A programação inicia às 9h, com palestra com presidente da Emater/RS, Lino De David.

A programação prossegue à tarde, em cinco estações instaladas nas propriedades dos agricultores Ivanez Santa Catarina e Dionísio Santa Catarina, localizadas na comunidade de Nossa Senhora do Rosário.


Em cada estação, serão apresentados exemplos da importância da sucessão familiar. Na estação 1, será abordada a sucessão na quarta geração; na estação 2, a convivência, a produção e rentabilidade de uma propriedades com sucessão; na estação 3, os programas governamentais ou a falta deles, em relação à sucessão, na estação 4, a pluriatividade na agricultura familiar e, na estação 5, as relações, pais, filhos, genros e noras na propriedade familiar.


Na propriedade da família do produtor Ivanez Santa Catarina, são 100 hectares, sendo cerca de 70 deles destinados à produção de soja e milho, entre outras culturas de subsistência. A família, composta por seis pessoas, produz leite e reside no local desde 1914. A propriedade da família de Dionísio Santa Catarina, com área total de 28 hectares, é diversificada com cultivo de milho e soja, criação de gado leite e de suínos.


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Fonte: Assessoria de Imprensa da Emater Erechim

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20 jul17:41

Viadutos organiza comemorações para o Dia do Agricultor


Na próxima segunda-feira (25), o município de Viadutos promove as comemorações alusivas ao Dia do Agricultor, que contará com o lançamento de um pacote de políticas de incentivo e apresentações artísticas. O evento acontece no anfiteatro municipal, a partir das 14h.


Na ocasião, os jovens que participam das oficinas do CRAS irão se apresentar, homenageando os agricultores, através dos grupos de violão, capoeira, música e teatro.


O município de Viadutos tem 78% da sua arrecadação baseada na agricultura, com a produção de grãos, suinocultura, avicultura, criação de gado de leite e de corte. Como um município essencialmente agrícola, o prefeito, Celso Demarco, se diz muito preocupado com o envelhecimento e a masculinização do meio rural. E acrescenta, dizendo que,  os agricultores que permanecem na atividade podem ser considerados heróis devido a tantas adversidades que passam.


Políticas de incentivo


Durante as festividades será lançado o pacote de Políticas de Desenvolvimento Econômico, Social e Urbano do município, que prevê incentivos para vários setores.


O secretário de Administração de Viadutos, Edison Demarco, disse que o objetivo destas políticas é criar regras para a questão do desenvolvimento do município como pavimentação e construção dos passeios públicos.


- Incentivando, ainda, a instalação de indústrias, comércio e prestadores de serviços, e a criação de agroindústrias. Também prevê um programa para a melhoria dos espaços comunitários, e ações importantes no incentivo à agricultura, com benefícios como serviços de horas máquina, aquisição de mudas de árvores, pastagens e a melhoria da qualidade dos solos rurais –  explicou.


O prefeito disse que o programa inicia tímido, mas disse que, a intenção é melhorar e aprofundar o projeto.


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19 jul20:13

Produtores de trigo esperam ter supersafra

Cristiane Rhoden | cristiane.rhoden@rbstv.com.br


O excesso de chuva e o calor fora de época não prejudicam a produção de trigo na região. Se nos próximos 30 dias o clima for de tempo bom, os produtores esperam uma supersafra.

O campo verdinho revela que o trigo vai bem. Nem parece que houve excesso de chuva nos últimos dias. Segundo a Emater até o momento a cultura não foi afetada. Nem o calor fora de época está preocupando os agricultores.

Na propriedade da família Braga, em Jacutinga, foram plantados 47 hectares de trigo. A expectativa é de colher pelo menos 53 sacas do grão por hectare.

Mas é preciso ficar atento. Se voltar a chover quando o trigo estiver na fase de amadurecimento, a ferrugem, que ataca a folha, e a giberela, que prejudica a espiga, podem prejudicar a cultura e levar à quebra de produção.

Neste ano, foram plantados cerca de 63 mil hectares de trigo no Alto Ururguai. Em todo estado, são 851 mil. Ainda é cedo para prever o potencial de produção.

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12 jul15:26

Tecnologia pode aumentar rentabilidade de produtores de leite

José Quintana Jr.| jose.quintana@rbstv.com.br


A tecnologia pode ajudar produtores de leite da região a  ganhar mais dinheiro. Por meio de um projeto, a coleta de amostras de leite, que antes era manual, passa a ser eletrônica, não comprometendo o material e oferecendo resultados mais precisos. O investimento na nova tecnologia é de cerca de R$100 mil e está sendo feita pela URI, a Agricoop e a Secretaria  de Ciência e Tecnologia do Estado. Em média, cerca de dois milhões de litros de leite por mês serão avaliados no Alto Uruguai.

A coleta de amostras de leite é uma exigência da Vigilância Nacional em Saúde. Ela é realizada todos os meses de acordo com a normativa 51, que traz especificações e exigências da qualidade do leite.


- A expectativa é que com a utilização do aparelho a gente consiga fazer a diferenciação entre um produtor e outro. Você oferece a cooperativa e as empresas poderão diferenciar produtor e preço –  explica o professor agrícola, Sergio Mosele.


Só da Cooperal, 11 caminhões fazem a coleta na região. Dentro do veículo, o leite fica misturado e os produtores são avaliados pelo conteúdo total. Com a estratégia, o resultado da boa higiene e da qualidade do leite será sentido no bolso do produtor.


- Para nós é uma boa. O produtor que não está adequado, não ganhará o mesmo que aquele que tem qualidade –  diz o produtor rural Itacir Cechet.


Segundo o presidente da Cooperal Edson Luis Serena, as modificações interferem também para que o país exporte a produção.


- Nós pagamos mais pela qualidade do leite, fazendo com que os produtores agreguem valor na propriedade, e também que fique nos parâmetros da normativa 51.


Veja a matéria na edição de segunda-feira, do RBS Notícias.

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07 jul18:06

Cetre ministra curso de bovinos de leite para alunos do Colégio Agrícola


Mais de 120 alunos do Colégio Estadual Emílio Grando, Colégio Agrícola de Erechim participaram do curso de Bovinocultura de Leite, ministrado pela Emater, através do Centro de Treinamento de Agricultores de Erechim (Cetre).  A capacitação iniciou na segunda-feira  e encerrou na quarta-feira (6), com a entrega dos certificados.

Os participantes receberam orientações teóricas e práticas sobre a atividade leiteira, como consumo de pasto e qualidade, forrageiras com ênfase para as principais espécies e implantação, piqueteamento e manejo das pastagens, entre muitos outros temas.


Através da parceria já foram ministradas outras edições do curso de Bovinos de leite especificamente para os alunos do Colégio Agrícola. No Cetre já foram realizados 73 cursos como este, capacitando 1.384 pessoas, entre produtores e técnicos.


Na região de abrangência do Escritório Regional Emater  (50 municípios), existem 38.209 estabelecimentos agrícolas, sendo 21.393 (± 56%) de estabelecimentos com leite, 14.975 (±39%) famílias envolvidas com a atividade leiteira, com produção 1,1 milhão de litros/dia.

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29 jun14:22

Simpósio do leite debate novidades do setor


Centenas de agricultores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná estão reunidos em Erechim, no Simpósio do Leite. O objetivo é discutir o mercado do produto e também formas de aumentar a qualidade do leite. O encontro acontece no Polo da Cultura. Além das palestras, empresas e instituições apresentam as novas tecnologias do setor.

Veja a programação  desta quarta

Como aumentar a rentabilidade da atividade leiteira – Dr. Cristiano Nascif Educampo – MG

Qualidade do Leite/IN51 – Dr. Marcos Veiga dos Santos – USP/SP

Bem estar animal das vacas leiteras e suas perdas economicas – Dr. Valmir da Cunha Vieira Senar-PR

Como produzir silagem de alta qualidade – Dr. Luis Eduardo Zampar Umuarama – PR

Leite Instável Não Ácido (LINA) – Dr. Vilmar Fruscalso – Emater


Números do Alto Uruguai

LEITE REGIÃO ABRANGÊNCIA AMAU (32 municípios)

Nº total estabelecimentos = 21.117 agrícolas

Nº estabelecimentos leite = 12.275 (±58%)

Nº famílias que tem leite como negócio = 8.592 (±40%)

Produção leite 2001 = 8,97 milhões / mês

Produção leite 2010 = 18,10 milhões / mês (taxa crescimento 10,18 % ao ano nos últimos 10 anos)

Produção = 603 mil litros / dia

Valor bruto produção R$ 10,86 milhões / mês

Receita bruta mensal / produtor R$ 1.264,00

Nº salários mínimos = 19.930 / mês

Nº médio salários mínimos / município = 623 / mês

Nº médio salários mínimos / produtor = 2,31 / mês

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24 jun15:08

Simpósio de Bovinocultura de Leite começa na terça


A bovinocultura de leite é uma das principais fontes de renda para mais de 8,5 mil famílias do Alto Uruguai. Diariamente são produzidos pelo menos 600 mil litros de leite nos 32 municípios da região. Segundo dados do IBGE, em 10 anos a produção cresceu 10,18 %. Apenas no ano passado, a região produziu 18,10 milhões de litros do produto por mês. O que representa uma renda bruta mensal de R$1.264,00 por produtor.


Na próxima semana, produtores de todo o Estado estarão reunidos em Erechim para o Simpósio de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai. O evento, que ocorre entre os dias 28 e 29 de junho, no Parque da Accie, pretende oferecer aos pecuaristas uma visão mais realista para as perspectivas da produção leiteira.


Confira a programação


28 de Junho de 2011

Temas do Fórum:

1 – Conhecimento e assistência Técnica – Gervásio Paulus – Diretor Técnico Emater/RS

2 – Sanidade animal – Eraldo Marques – Diretor do Departamento de Defesa Agropecuária – DDA/Seapa

3 – Capacitação e profissionalização do produtor – Valmor Da Silva Rubin – Instrutor do Senar/RS

4 – Política Públicas de apoio a agricultura familiar – Gustavo Valone – Secretaria da Agricultura Familiar SAF/MDA

5 – Futuro do leite da agricultura familiar – Celso Ludwig – Coordenador Fetraf/Sul

6 – Projeção e estrutaração da cadeia do leite no Brasil e mundo – E o reflexo para os produtores – Francisco Signor – Superintendente/MAPA

Moderador: Darlan Palharini – Secretário Executivo Sindilat/RS

Obs: Após o debate será servido coquetel organizado pela Prefeitura Municipal de Erechim


29 de Junho de 2011

Palestras:

Como aumentar a rentabilidade da atividade leiteira – Dr. Cristiano Nascif Educampo – MG

Qualidade do Leite/IN51 – Dr. Marcos Veiga dos Santos – USP/SP

Bem estar animal das vacas leiteras e suas perdas economicas – Dr. Valmir da Cunha Vieira Senar-PR

Como produzir silagem de alta qualidade – Dr. Luis Eduardo Zampar Umuarama – PR

Leite Instável Não Ácido (LINA) – Dr. Vilmar Fruscalso – Emater


Números do Alto Uruguai

LEITE REGIÃO ABRANGÊNCIA AMAU (32 municípios)

Nº total estabelecimentos = 21.117 agrícolas

Nº estabelecimentos leite = 12.275 (±58%)

Nº famílias que tem leite como negócio = 8.592 (±40%)

Produção leite 2001 = 8,97 milhões / mês

Produção leite 2010 = 18,10 milhões / mês (taxa crescimento 10,18 % ao ano nos últimos 10 anos)

Produção = 603 mil litros / dia

Valor bruto produção R$ 10,86 milhões / mês

Receita bruta mensal / produtor R$ 1.264,00

Nº salários mínimos = 19.930 / mês

Nº médio salários mínimos / município = 623 / mês

Nº médio salários mínimos / produtor = 2,31 / mês


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23 jun18:50

Feira da agricultura familiar de Centenário comemora primeiro ano


Junho é um mês especial para a Feira de Agricultura Familiar  de  Centenário. A comunidade comemora um ano de trabalho para garantir alimentos fresquinhos para os consumidores do município.  Agricultores da comunidade de Lajeado Valeriano oferecem ao público, durante as manhãs de sábado, variadas opções de produtos ecológicos, no centro da cidade.


Em comemoração ao primeiro ano da feira e à persistência dos agricultores na conversão agroecológica, o CAPA doou aos feirantes jalecos e a prefeitura confeccionou sacolas retornáveis, visando promover a diminuição do uso de sacolas plásticas e incentivar a utilização pelos consumidores.

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03 jun17:37

Agricultores familiares assinam contratos habitacionais


A assinatura dos primeiros contratos de financiamento de reforma e construção de moradias do PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) deste ano foram oficializadas na tarde desta sexta-feira (03), na Câmara de Vereadores de Erechim. No total foram assinados 17 contratos que englobam os três grupos de atuação do PNHR, que são os chamados G1, G2 e G3. Na ocasião foi realizada a primeira assinatura de financiamento do Grupo 2 no RS e a primeira do grupo 3 do Brasil do grupo 3. Famílias dos municípios de Três Arroios, Erechim e Severiano de Almeida que foram beneficiadas.

Com a assinatura do contrato para construção de uma casa nova, Adriano e Caroline Wal não pensam mais em deixar o campo para morar na cidade


Os agricultores familiares Caroline e Adriano Wal, que residem em Lajeado Paca, no interior de Erechim, assinaram o contrato para o grupo 1, para a construção de uma casa nova. A família que tem uma filha com pouco mais de dois anos, divide a casa com os pais de Adriano. A casa será construída na mesma propriedade da família Wal, e agora os jovens Adriano e Caroline não pensam mais em deixar o campo para morar na cidade.


- Estávamos com 80% de chance de ir morar na cidade, porque não estava dando mais. Mas agora que vamos ter a nossa casa, não vamos mais sair de lá – revelou Wal.


Eles ajudam os pais de Adriano na agricultura e agora também estão plantando verduras para comercializar na feira.


Demanda


No Alto Uruguai mais de 500 famílias de agricultores esperam a assinatura dos contratos de financiamento de reforma e construção de moradias do Programa Nacional de Habitação Rural. De acordo com o gerente regional da Construção Civil da superintendência da Caixa Econômica Federal de Passo Fundo, Airton Echer, a expectativa é nos próximos meses assinar os contratos que estão faltando.


- Temos uma demanda muito grande na região e temos conversado com a Cooperhaf para ajustar um cronograma de assinaturas. Nossa expectativa é neste mês ultrapassar as 300 unidades e, dentro disso continuar assinando num ritmo que garanta o atendimento de 100% dos pedidos. Operacionalmente temos toda questão legal, que envolve as famílias, entidade e a CEF que demanda um tempo, mas nós temos nos estruturado para isso e acredito que vamos conseguir cumprir com o prazo –  explicou.


Grupos


O Programa Nacional de Habitação Rural é subdividido em três categorias, o G1 (Grupo 1), G2 (Grupo 2) e G3 (Grupo 3). No G1, estão enquadrados os agricultores com renda de até R$ 10 mil por ano. E nesse grupo, o agricultor só pode construir casas novas. Nos municípios com população acima de 35 mil habitantes, o beneficiado ganha R$ 15 mil a fundo perdido, e em municípios com população inferior a 35 mil a quota é de R$ 12 mil a fundo perdido – o restante cabe ao agricultor, que deve ter recursos próprios para concluir a obra. No G2, estão os agricultores que possuem renda entre R$ 10 mil e R$ 22 mil por ano. Nesse caso, o valor do benefício a fundo perdido é de R$ 7 mil, sendo que o valor mínimo do financiamento é de R$ 6 mil, com juro de 5% ao ano. E, o G3, grupo dos agricultores com renda entre R$ 22 mil até R$ 50 mil anuais. Nesse grupo não existem subsídios no valor do financiamento e os juros são de 5% ao ano.


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