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Posts de julho 2011

Incentivo dos mestres alavancou Impacto Moral

26 de julho de 2011 1


Grupo com origem no Bairro Guajuviras, em Canoas, após fazer um show para professores e diretores da escola Jussara Maria Polidoro. Atualmente, guris seguem a tendência e suavizam suas letras.

Em 1996, após apresentarem-se para um grupo de professores e diretores da Escola Jussara Maria Polidoro, do Bairro Guajuviras, em Canoas, três amigos apaixonados por rap decidiram seguir o conselho dos mestres. Na época, os guris tinham aquela dúvida tradicional do músico que não sabe qual caminho seguir.

– Eles ouviram a música Armado até os dentes. No final, foi aquele silêncio, ficamos pensando "bah, será que gostaram?" Mas nos aplaudiram muito e nos apoiaram para seguirmos em frente – conta Kchorro Loko, o DJ do grupo, criado no Setor 5 do Guajuviras.

A família, aliás, foi a base do começo dos rappers. Kchorro Loko é irmão do MC Rafa. Juntos, pensaram em levar a família para a música. Chamaram o amigo de infância Rafa para compor o Impacto Moral.

– Ele também é da família. Nosso objetivo era incentivar a cultura hip hop para crianças carentes, com letras fortes, que pregassem a bandeira da paz – comenta Kchorro Loko.

Inspiração veio de Racionais MC's e Thaíde

Inspirados em nomes fortes do gênero, como Racionais MC´s e Thaíde, o Impacto Moral começou fazendo um rap mais forte, com letras – e nomes – de canções pesadas, como Prisioneiro no Cárcere dos Insanos, por exemplo. Com o passar do tempo, começaram a investir em letras mais leves, como Filhos Desse Solo e Não Vou Ficar.

– Essa mudança foi boa para todo mundo. Temos que estudar mais, medir as palavras nas músicas – afirma Kchorro Loko.

Com 15 músicas próprias, os rappers fazem cerca de seis shows por mês em eventos comunitários do bairro e casas noturnas da região e pretendem, até o fim do ano, reunir todas as canções em um CD.

– Gravamos de maneira separada, em várias épocas distintas. Agora, queremos algo bem feito – afirma Rafa.

Participe da seção enviando um pequeno histórico de seu grupo ou dupla, músicas em MP3 e um telefone de contato para o e-mail para jose.barros@diariogaucho.com.br ou via site www.diariogaucho.com.br

* Conheça mais sobre o Impacto Moral dentro do espaço da seção programa Tamo Junto, hoje, do meio-dia às 13h, na Rádio Cidade (92.1FM).

Fala, Juju!

21 de julho de 2011 0

Em Retratos da Fama do Diário Gaúcho de hoje, que está nas bancas e com os jornaleiros, você confere uma entrevista com o voluptuosa Juliana Diniz, cantora e atriz, que foi flagrada aos beijos com Ronaldinho Gaúcho. Abaixo, confira a entrevista completa com a moça:

Sobre sua carreira musical:

- Tenho feito muitas participações em shows de amigos no Rio de Janeiro. Todo ano viajo com a peça Sassaricando (fenômeno musical de marchinhas de Carnaval que lotou teatros Brasil afora),  estou me dedicando muito a esse meio. Minha convivência com meu avô ( o sambista Monarco), meu pai (Mauro Diniz) e meu padrinho (Zeca Pagodinho),  foi muito intensa. Eles sempre me incentivaram a me aprofundar na música, ter aulas, mas nunca se intrometeram no estilo que eu iria seguir. O que eles querem mesmo é que eu trilhe uma carreira no samba.  Já gravei um CD com a produção do Zeca e do Rildo da Hora.

Sobre os perrengues que já passou no samba:

- Comecei tocando na Lapa, que é uma escola fantástica para qualquer músico. Passei perrengues há alguns anos, cantava durante umas 3 horas por R$ 50, muitas vezes. Acabei ganhando um none bacana, conhecendo pessoas interessantes.

Sobre a repercussão de ter feito ensaios sensuais:

- Fiquei um pouco assustada com toda a repercussão. Minha família é conservadora, a repercussão não é das melhores. Foi difícil fazer o ensaio, mas acabei gostando do resultado. Saí do lado menina para mostrar um lado mais mulher. Já recebi convites para posar nua, mas não quis nem saber os valores. Sou cantora, quero investir na minha carreira.

Sobre o beijo com Ronaldinho:

- Foi coisa de amigo. Quem é que nunca foi numa balada e beijou um amigo? Não esperava toda a repercussão, jornais da Europa e da América Latina me procuraram, mas somos amigos. A gente já se conhecia há muito tempo (Ronaldinho é amigo de Monarco) e foi uma vacilada que demos em aparecer em público. Não sou Maria-Chuteira, mas teve gente que me chamou de interesseira. Ronaldo é muito legal, bacana, um ser humano maravilhoso. Nossa amizade se fortificou, mas não falo mais sobre isso. Se tiver de acontecer algo, ninguém irá saber.

Sobre seu futuro:

- Acabei de gravar uma música, Não Vem Não, com o grupo Disfarce. Pretendo investir tudo na minha carreira de cantora.




Crédito: Mateus Bruxel

Pagode que incendeia o Vale do Sinos!

19 de julho de 2011 2


Por JOSÉ AUGUSTO BARROS - jose.barros@diariogaucho.com.br

Grupo RS Incendeia está na estrada há três anos e mescla samba e pagode. Pagodeiros já passaram por alguns perrengues e enfrentaram preconceito nas casas de Porto Alegre, mas não desistem do sonho!

Com integrantes de Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Montenegro, a galera do grupo RS Incendeia tem boas credenciais para dizer que já ralou muito– e segue ralando! Na estrada desde 2008, os pagodeiros montaram o grupo para atingir o sonho de alcançar o estrelato, a partir da amizade entre alguns dos integrantes. Atualmente, fazem uma média de três shows semanais em casas da região e, a muito custo, conseguiram entrar no mercado pagodeiro de Porto Alegre, tocando em locais como o Café Carinhoso, por exemplo.

– Existe um preconceito na Capital contra bandas de pagode de fora. No começo, tocávamos aqui praticamente de graça, só pelo transporte. Aliás, em alguns, até o transporte tivemos que bancar– relembra Cleber Buiu, vocalista do grupo, que participou do Chance Etapa Pagode, em 2010.

Samba é a origem dos caras

Em suas apresentações, os caras mesclam canções de nomes do pagode como Exaltasamba e Turma do Pagode, e do samba, como Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho. Mas quando a galera se reúne, para fazer aquela batucada em casa, o que sai é um sambão de raiz! Destas funções, aliás, que saíram duas das canções próprias do RS Incendeia_ Que confusão e Minha Fã.

– Nossa origem é o samba, não tem como negar. Gostamos muito– afirma Buiu.

O curioso nome surgiu porque, quando se apresentavam em festas de amigos, "incendiavam" a galera, segundo palavras dos parceiros.

– Mas já havia uma banda em São Paulo com o nome Incendeia. Então, para firmar nossas raízes e mostrar que o samba daqui é bem feito, resolvemos pelo RS Incendeia – completa Buiu.

Ainda integram o RS Incendeia Luis Felipe(rebolo), Marcos(violão) Andy (percussão geral), Felipe Buinha (Tam-tam), Cris Ayres (cavaco), Lion (pandeiro) e Dioguinho (surdo).

* Conheça mais sobre o RS Incendeia no espaço da seção Estrelas da Periferia no programa Tamo Junto, hoje, do meio-dia às 13h, na Rádio Cidade (92.1FM).

Confira a performance da banda cantando um trecho da canção Minha Fã.

Participe de seção mandando um pequeno histórico de sua banda ou dupla, músicas em MP3 e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br ou através do site www.diariogaucho.com.br/falecomodiario

Em Gravataí, só o "modão" tem vez!

12 de julho de 2011 1

Por JOSÉ AUGUSTO BARROS - jose.barros@diariogaucho.com.br

Dupla Dhony & Dhoney não se mixa com a onda do sertanejo universitário e segue fiel ao tradicional sertanejo de raiz. Os músicos já lançaram CD e agora estão à procura de empresário, para bombar no mercado.

Mesmo que o ritmo do momento nas rádios e nas pistas de dança seja o sertanejo universitário, dois amigos de Gravataí não abrem mão de seguir com fé em um nicho da música sertaneja que marcou época: o chamado "modão". Típico dos anos 1970 e 1980, com representantes como Chitãozinho & Xororó, João Mineiro & Marciano e Tião Carreiro & Pardinho, o ritmo é a paixão dos músicos.

Juntos desde 2005, os amigos de infância Dhony & Dhoney,  haviam trilhado caminhos distintos, até encontrarem-se em uma roda de viola, no bairro São Jerônimo, onde reside Dhoney.

– Começamos a dupla quando eu encontrei o Dhony em uma roda de viola, aqui na vizinhança. Perguntei se ele conhecia a musica A Vaca já foi pro brejo, de Tião Carreiro e Pardinho. Ele disse que era a que mais gostava. Ali vi que era hora de começar a dupla– relembra Dhoney.

Inspiração vem dos ídolos

Dali em diante, começaram a ensaiar em um estúdio improvisado na casa de Dhoney, cuidadosamente decorado com dezenas de capas de disco clássicos de modões, como Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo e João Mineiro & Marciano. No recanto, Dhoney tirou inspiração para compor mais de 300 canções.

– É um lugar especial para a dupla. Tocar, ficar ouvindo canções com essas influências é muito bom– comenta Dhony.
Em 2006, a dupla lançou um disco com 12 canções próprias, entre as quais se destacam os modões Tempestade do Prazer, Super Homem do Asfalto e Provocação de violeiro. Claro que, com a febre do sertanejo universitário, os amigos não deixam os novos hits de fora dos seus shows.

– Nos apresentamos em muitos casamentos, festas de aniversário. O pessoal pede muito sertanejo universitário, mas sempre tem espaço para um modão– comenta Dhony.

Atualmente sem empresário, os amigos investem na preparação do segundo CD e mostra seu som em casas noturnas da região, de Viamão e Morungava.

– Estamos à procura de alguém que nos ajude, pois é muito complicado viver de música– lamenta Dhony.

* Acompanhe a seção e conheça mais sobre a dupla no programa Tamo Junto, hoje, do meio-dia às 13h, na Rádio Cidade (92.1FM).

Confira a dupla cantando um trecho da canção Provocação de Violeiro.

Participe da seção mandando um histórico de sua banda, músicas em MP3 e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br ou via site www.diariogaucho.com.br/falecomodiario

Grande Vitor!

08 de julho de 2011 0

Em Retratos da Fama do Diário Gaúcho de hoje, que está nas bancas e com todos os jornaleiros, você confere uma matéria sobre a premiação do nosso Vitor Ramil, que faturou a categoria de melhor cantor, na categoria Regional, pelo belo disco délibáb, lançado em 2010. Abaixo, confira a lista completa!

Confira os vencedores do prêmio!

ARRANJADOR
Cristóvão Bastos 

MELHOR CANÇÃO
Dolores e Suas Desilusões, de Monarco e Mauro Diniz  

PROJETO VISUAL
Gringo Cardia

REVELAÇÃO
Luísa Maita

CANÇÃO POPULAR

MELHOR ÁLBUM
Cine Tropical  (Criolina )

MELHOR DUPLA
Zezé Di Camargo e Luciano

MELHOR GRUPO
Roupa Nova

MELHOR CANTOR
Reginaldo Rossi

MELHOR CANTORA
Sandra de Sá

 INSTRUMENTAL

MELHOR ÁLBUM
Gismonti Pascoal (Hamilton de Holanda e André Mehmari)

MELHOR SOLISTA
Hamilton de Holanda

 MELHOR GRUPO
Trio de Câmara Brasileiro

MPB

MELHOR ÁLBUM
Quando o Canto é Reza / Roberta Sá & Trio Madeira Brasil

MELHOR GRUPO
Os Cariocas       

MELHOR CANTOR
Emílio Santiago          

MELHOR CANTORA
Roberta Sá     

POP/ ROCK / REGGAE / HIPHOP / FUNK

MELHOR ÁLBUM
Música de Brinquedo( Pato Fu )

MELHOR GRUPO
Pedro Luís e a Parede

MELHOR CANTOR
Lulu Santos

MELHOR CANTORA
Vanessa da Mata

REGIONAL

MELHOR ÁLBUM
Capoeira de Besouro (Paulo César Pinheiro)

MELHOR DUPLA
Renato Teixeira & Sérgio Reis

MELHOR GRUPO
Quinteto Violado

MELHOR CANTOR
Vitor Ramil

MELHOR CANTORA
Elba Ramalho

SAMBA

MELHOR ÁLBUM
Pra gente fazer mais um samba (Wilson das Neves)

MELHOR GRUPO
Gafieira São Paulo

MELHOR CANTOR
Zeca Pagodinho

MELHOR CANTORA
Alcione

ESPECIAIS

DVD
Arnaldo Antunes / Ao Vivo Lá Em Casa ( Andrucha Waddington)

ÁLBUM LINGUA ESTRANGEIRA
Alma Mía  (Leny Andrade)

ÁLBUM ERUDITO
Chopin The Nocturnes (Nelson Freire)

ÁLBUM INFANTIL
Quando Eu Crescer ( Éramos Três )

ÁLBUM PROJETO ESPECIAL
Adoniran 100 anos

ÁLBUM ELETRÔNICO
Calavera (Guizado)

CONCURSO VALE CANTAR NOEL - INTERNO
Conceição Maria Gomes da Fonseca - do Rio de Janeiro
cantou "Feitio de Oração" (Noel Rosa e Vadico)

CONCURSO VALE CANTAR NOEL - EXTERNO
Paulo Neto - de São Paulo
cantou “Silêncio de Um Minuto” – Noel Rosa


Festa para a música brasileira

06 de julho de 2011 0

No Diário Gaúcho de hoje, você confere uma matéria sobre a cerimônia de entrega do Prêmio da Música Brasileira, que acontece hoje, no Rio de Janeiro. Confira abaixo as categorias e os indicados.


DVD
Ao Vivo Lá em Casa, de Arnaldo Antunes
Beijo Bandido, de Ney Matogrosso
Pequeno Cidadão, de Pequeno Cidadão

Álbum MPB
Johnny Alf ao Vivo e à Vontade com seus Convidados, de Johnny Alf
Quando o Canto É Reza, de Roberta Sá & Trio Madeira Brasil
Tantas Marés, de Edu Lobo

Álbum pop/rock/reggae/hip hop/funk
Ao Vivo Lá em Casa, de Arnaldo Antunes
Música de brinquedo, de Pato Fu
Nos Quintais do Mundo, de DJ Tudo

Álbum regional
Capoeira de Besouro, de Paulo César Pinheiro
délibáb, de Vitor Ramil
Fé na Festa, de Gilberto Gil

Cantor regional
Gilberto Gil (Fé na Festa)
Renato Teixeira (Amizade Sincera)
Vitor Ramil (délibáb)

Cantora regional
Elba Ramalho (Marco Zero _ Ao Vivo)
Juliana Spanevello (Pampa e Flor)
Margareth Menezes (Naturalmente Acústico)

Álbum instrumental
Cristal, de Marco Pereira
Gismontipascoal _ A Música de Egberto e Hermeto, de Hamilton de Holanda e André Mehmari
Lado B, de Yamandu Costa e Dominguinhos

Solista instrumental
Dominguinhos (Lado B)
Hamilton de Holanda (Esperança _ Ao Vivo na Europa)
Yamandu Costa (Lado B)

Sem conflitos na Americana

05 de julho de 2011 1


Grupo Conflito Ideal, de Alvorada, tem músicos com influências de diversos gêneros. A mistura resultou num pagode cheio de suingue.

No dicionário, a definição de conflito é combate, luta. Foi assim, a partir de uma peleja braba, que surgiu a estrela da periferia desta semana, Conflito Ideal.

– Mas foi um embate positivo. Várias influências que se juntaram para criar o grupo, um conflito de gêneros que gerou não só o nome como a diversidade que gostamos de apresentar nos shows, tocando pagode, suingue e samba. É importante cada um trazer uma bagagem. Só contribui para o crescimento – diz o baterista Diego.

Dos nove integrantes, todos da Vila Americana, em Alvorada, há artistas que vieram de vários ritmos: reggae, sertanejo, pagode e samba de raiz. Na estrada desde o início de 2010, Conflito Ideal também é uma união familiar, com irmãos e primos no elenco.

– É muito bom reunirmos toda essa gente. A família é bem unida. Sempre é mais fácil tocar com quem você tem afinidade – comenta Diego.

● É devagar, devagarinho...

Fazendo uma mistura de samba, suingue e pagode e inspirado em nomes como Exaltasamba, o grupo tem quatro composições próprias. Entre elas, Vem Agora. No sábado passado, Conflito Ideal mostrou o seu som na Casa de Pagode, na Capital. Já tocou em clubes como o União, em Alvorada, e, hoje, faz cerca de seis shows por mês, mas a estreia demorou.

– Decidimos ensaiar bastante antes de partirmos pra noite. Não adianta preparar um CD meia boca – comenta Dinho.

Seguindo com muita prudência, os guris pretendem gravar o primeiro disco até o fim do ano.

– O público merece um trabalho de qualidade – diz Diego.

Integram o grupo, ainda, Fagner (pandeiro), Fabrício (percussão), Rodrigo (baixo), Fino (cavaco), Tainha (rebolo),
Everton (vocal) e Cristiano (teclado).

Tá chegando a hora...

04 de julho de 2011 0

Já está saindo do forno o novo CD de Seu Jorge, um dos mais aclamados cantores da atualidade. O disco intitulado Músicas para churrasco Volume 1 chega nas lojas no dia 22 de julho. Enquanto ele não vem, assista o vídeo da primeira música, A Doida, clicando abaixo!

Fala Arlindo!

01 de julho de 2011 0

No Diário Gaúcho de hoje, na seção Retratos da Fama, você confere uma entrevista com o sambista Arlindo Cruz, que está lançando o disco Batuques e Romances. Abaixo, você confere um pouco do que o cara falou sobre seu filho, Arlindo Neto, uma das novas promessas do samba nacional.

_Tô relaxando com o grupo deles, o Bambas de Berço. Ele sabe o que quer. Mas, como pai, a gente tem que se aproximar, não ver nossos filhos passarem o que a gente passou. Temos que alertá-los. Sempre digo para ele não dormir demais, não marcar mais compromissos que possa cumprim. Não entrar no palco sem saber o que tocar. Não dá para gravar um disco inteiro antes de ter uma música bem gravada. Se não tem segurança no disco inteiro, segura a onda, grava uma música só_comenta.