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Posts de janeiro 2012

Sertanejo dá asas ao seu sonho de guri

24 de janeiro de 2012 0


Cantor de Viamão teve de abandonar a música na infância, mas, agora, comemora a boa fase com CD e shows.

O amor pela música acompanha o sertanejo Laone, 37 anos, desde a infância. Aos sete anos, ele
surpreendeu os pais ao começar a declamar poemas de Jayme Caetano Braun, em eventos nativistas.

– Era uma grande paixão – lembra Laone.

Aos 12 anos, as dificuldades financeiras da família levaram o jovem talento a abandonar a música
para ajudar os pais, em Parobé.

– Eles foram trabalhar em uma fábrica de calçados, e eu não podia deixar de ir junto – diz Laone, natural de Porto Alegre e morador de Viamão há 15 anos.

● Formou dupla sertaneja

Com a situação da família estabilizada, Laone voltou para a Capital. Aos 18 anos, começou a trabalhar como cobrador de ônibus. Na lida, conheceu um motorista que tinha o amor pela música em comum com ele.

– Formamos a dupla sertaneja Eloy & Laone e conseguimos fazer shows, graças ao Gugu (Streit, colunista do Diário e comunicador da Farroupilha), que ouviu a nossa música Sem Saída e levou-a para a rádio.

Mas a dupla chegou ao fim, e, só em 2009, Laone compôs, entre outras, a canção Não Quero Mais o
Orkut, do seu primeiro CD solo, As Top 10 do Laone Brasil, que deve ser lançado em fevereiro.

– O vídeo desta canção já teve mais de 500 acessos no YouTube. A carreira está engrenando, participei de duas festas da Farroupilha – comemora o cantor.

Clima praiano inspira banda de Tramanda!

18 de janeiro de 2012 0

Carlos D'Lucka e banda vem do Litoral para apresentar um pop rock das antigas. Mas fundador do grupo já tem estrada, inclusive com origem em CTGs e na música nativista.

As ondas e o clima praiano de Tramandaí, que já inspiraram canções de nomes como Armandinho, no já clássico Reggae das Tramanda, também são a paixão do povo da Carlos D'Lucka e banda. Mas ao contrário do regueiro – que cantou no ritmo consagrado por Bob Marley as ondas da praia e sua paixão por sair de Porto Alegre e "pegar a Freeway e dar um banho lá no pier de Tramanda" – o grupo investe em um pop rock mais movimentado, como eles gostam de ressaltar.

– Claro que a praia inspira para fazer músicas. É um clima diferente aqui, acaba gerando boas faixas a banda, como Até o fim, que já tem clipe gravado. Mas num estilo mais pop rock mesmo, pouco mais agitado – comenta Carlos, vocalista do grupo.

Mas o cara, o fundador do grupo, tem suas origens em um ritmo bem diferente: música gaudéria.

– Já dancei em CTG, minha origem é a música nativista. Integrei algumas bandas do gênero e outras de baile participei de concursos e festivais do gênero, ganhei prêmios em eventos como Rodeio de Guaíba, de Torres, de Canela, de Santo Antônio Da Patrulha e participei de festivais como a Califórnia da Canção Nativa, de Uruguaiana – lembra Carlos.

Gaudério deu lugar ao roqueiro

Mas, com o tempo, Carlos foi encontrando alguns problemas com integrantes dos grupos nos quais atuou e começou a planejar uma banda diferente, indo para o pop rock, com novos integrantes. Achou dois parceiros em Tramanda e um em Porto Alegre e montou a Carlos D'Lucka e banda.

– É um som que combina mais com a praia, um rock com influências das mais variadas, cada um traz a sua. Pop e rock nacional, como Legião, internacional, como Red Hot – comenta.

No verão, os guris andam com a agenda bem movimentada, mostrando seu som pelas praias do Litoral Norte. Porém, no inverno, o cenário muda bastante e os músicos tem que se virar nos 30.

– Aí temos que tentar shows em Porto Alegre e no Interior. É complicado, mas o cenário tem melhorado – constata Carlos.

Em 2012, o grupo lançará o primeiro disco com canções próprias, já intitulado Vida Nova.

Ainda integram o grupo José Demétrio (baixo), Manu Rosa (bateria) e Fernando (guitarra).

Para mostrar seu trabalho na seção, mande um pequeno histórico do grupo ou dupla, músicas em MP3 e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br

* Para contatar a banda ligue para (51) 8454-0106

Com essas duas, não tem como não querer subir no palco!

10 de janeiro de 2012 0

Preparados do Funk está na estrada desde 2005 e conta com duas dançarinas de tirar o fôlego. Grupo faz até mistura de funk com reggaeton.

Quando o grupo Preparados do Funk sobe ao palco em suas apresentações, o macharedo presente na plateia só tem olhos para duas belas dançarinas que requebram durante as músicas: Cissa e Jacque, ambas de 24 anos. Com trajes típicos das dançarinas do gênero, as gurias monopolizam a atenção do público masculino, com suas danças sensuais. MC Lulu, líder do grupo, comenta que os homens são mais saidinhos que as mulheres.

– Cara, as mulheres são mais de ficar na gritaria na plateia. Os homens ficam meio que "babando" e sobem no palco, dançam com elas – reconhece o MC.

– Mas são todos "de boa", respeitosos com a gente – antecipa-se a preparada Cissa.

Tem até versão de "Ah, eu sou gaúcho!"

MC Lulu, fundador do grupo, está no mundo do funk há cerca de 11 anos, e fundou os Preparados em 2005. Na época, recorda que eram poucos grupos que investiam no gênero. Hoje, ele observa que o funk é tomado de grupos com integrantes mais novos, o que não era muito comum no início dos anos 2000.  

– Eu sigo na luta, já estou com 30 anos, batalho por gostar do funk mesmo e pela intenção de fazer algo agitado, de qualidade mesmo – comenta.

O grupo tem 15 músicas próprias, entre elas Gaúcho, um funk inspirado no grito "Ah, eu sou gaúcho!".

– Nosso show é bem agitado, dançante. Quando lançamos essa música em versão funk, foi um sucesso com a galera_ comenta MC Nando.

Com inspiração em nomes como Bonde do Tigrão e Hawaiianos, os funkeiros também investem em uma mistura de funk com reggaeton (estilo musical que varia do reggae jamaicano, influenciado pelo hip hop das zonas de Miami, Los Angeles e Nova York latina e com influência de outros estilos musicais hispanos, como a salsa).  Uma das faixas que o grupo já mostrou em suas apresentações e que tem essa mistura é Vem Bailar, que deve integrar o primeiro CD dos Preparados, a sair em 2012.

Participe da seção mandando um pequeno histórico de seu grupo ou dupla, músicas em MP3 e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br ou via site www.diariogaucho.com.br

Mais uma da Paulinha...

04 de janeiro de 2012 0


Depois do post que comentamos sobre o dueto entre Paula Fernandes e Taylor Swift,  a mineirinha segue firme no propósito de levar sua música para o exterior. Paula participará, em 2012, do próximo DVD do colombiano Juanes. O cantor, um dos maiores nomes da música latina nos últimos 10 anos, é conhecido no Brasil principalmente por conta da música Para tu amor, que foi trilha da novela Páginas da Vida (2006).

A gravação acontecerá na primeira semana de fevereiro, em Miami Beach, e fará parte do projeto Acústico MTV, o primeiro álbum ao vivo que Juanes faz na carreira.

Paula e Taylor: novo hit na área

03 de janeiro de 2012 0

Crédito: Agência O Globo

Crédito: AFP

Sucesso de 2011, Paula Fernandes segue em alta em 2012. Como prometeu no ano passado, a gata mineira lançou uma canção ao lado da americana Taylor Swift. O lançamento foi feito na madrugada de hoje, pelo iTunes. A canção, Long Live, que já faz parte do repertório de Taylor Swift, conta com Paula cantando em português. A gravação sairá como bônus nos álbuns de ambas. Confira abaixo o clipe.




Trova que já rodou quase todo o Rio Grande!

03 de janeiro de 2012 0

Trovador do Partenon já lançou CDs com suas trovas, percorre o Estado para fazer shows e gravará DVD em 2012.

Um dos gêneros mais populares do Rio Grande do Sul é a grande paixão de um músico do Bairro Partenon, Zona Leste da Capital. A figuraça, Vitor Hugo, 43 anos, começou com na arte da trova em 1991, ainda de maneira amadora. Na época, declamava em casa ou em festas de vizinhos. Não demorou muito tempo para chamar a atenção de patrões de CTGs, que começaram a chamá-lo para participar de festivais, competições e rodeios.

– Já participei de competições com mais de 100 trovadores e venci – conta orgulhoso.

Em 2009, Vitor Hugo vendeu mais de cinco mil CDs de um CD gravado naquele ano, estabelecendo uma vendagem significativa para um gênero em que poucos artistas arriscam-se a gravar CDs.  

Improviso também marca as apresentações

O trovador já recebeu duas honrarias do Movimento Tradicionalista Gaúcho_ a comenda João de Barro_ por serviços prestados ao tradicionalismo. Em 2010, fez mais de 80 shows em rodeios e festivais por todo o Rio Grande do Sul.

– Faço trovas de improviso. Em muitas vezes, homenageio quem está na plateia. Já levei gente às lágrimas – conta Vitor Hugo, de 43 anos.

Uma das que mais faz sucesso com seus fãs é uma trova que ele cita o mais tradicional clássico do futebol gaúcho, o Gre-Nal.

– Faço trovas em vários estilos, desde martelo até milonga – conta Vitor Hugo.

Depois de ter gravado o CD, em 2009, o cara pretende gravar o primeiro DVD da carreira, algo raro entre trovadores.

– Fui um dos primeiros a gravar CD e vender tanto. E a expectativa para o DVD é grande, faremos algo bem diferente, registrando as trovas, fazendo até remixes dela – adianta.

Mesmo com o grande número de shows, o trovador se vira sozinho na divulgação de suas trovas e de suas apresentações.

– Precisamos de mais apoio, tem muita gente boa em apresentações de trova por todo o estado – comenta.

Para participar da seção, mande um pequeno histórico de seu grupo, músicas em MP3 e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br ou via site www.diariogaucho.com.br/falecomodiario