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Para celebrar os 245 anos de Porto Alegre, bons exemplos de empreendedorismo

24 de março de 2017 0

Porto Alegre

Porto Alegre está de aniversário, e para celebrar tanta história, resolvi falar das pessoas que fazem esta cidade acontecer. Todo mundo sabe que não é nada fácil empreender neste país, e vamos combinar que empreender por aqui é ainda mais dificil  :-| Mesmo assim, temos um pessoal muito disposto a enfrentar todos os desafios possíveis e fazer alguma coisa para mudar tudo isto  :-P

O primeiro exemplo de empreendedorismo que quero trazer é o lindo trabalho feito pela Aline Fischmann e a Verônica Petry com a marca de Moda Sustentável Mudha Eco Fashion, onde a palavra Sustentabilidade é elevada a enésima potência  :mrgreen: Elas provam que tem como promover uma marca sustentável, sendo justo com a cadeia produtiva, selecionando os materiais mais ambientalmente corretos e ainda assim fazer uma moda linda, com um design maravilhoso e fazendo o slow fashion ser realmente desejável  :-D Fui conhecer o novo atelier onde elas estão atendendo ao público, que pode comprovar pessoalmente tudo que estou dizendo aqui :-P Olhem só que coisas mais lindas o que estas gurias fazem:

Mudha1    Mudha2

E dá pra imaginar que é tudo de algodão e seda orgânica? Feito por costureiras daqui mesmo? As gurias participam do movimento global Fashion Revolution - Você sabe quem faz sua roupa? Uma pergunta simples mas que traz muito significado quando sabemos que o fast fashion é o maior responsável pelo trabalho infantil e pelo trabalho análogo ao escravo em todo o mundo  :-o

Mudha3   Mudha4

Não perde a oportunidade de conhecer a Mudha Eco Fashion, na Rua Ramiro Barcelos, 1355 sala o2 e aproveita para conversar com as lindas e muito queridas Aline e Verônica  :-P

Mudha5   IMG_5261

O outro exemplo que quero trazer é o pessoal do TransLAB, imagina que eu estou andando na rua e de repente me deparo com este espaço  :-D ao invés de uma poluidora vaga de carro, encontramos um lindo espaço de convivência, quer coisa mais agradável que isto?  :-P

Translab1  Translab2

O TransLAB é um living lab que facilita processos de co-design orientados para uma prática em inovação e empreendedorismo social. Há 3 anos está trabalhando junto com pessoas que querem fazer algo para o desenvolvimento social da cidade e desenvolvendo projetos que articulam diferentes disciplinas do conhecimento. Dentro das diretrizes estratégicas do TransLAB, tem o objetivo de aproximar o laboratório de diferentes realidades sociais, além do compromisso com a geração de impacto social planejando um retorno financeiro que possa sustentar as ações e projetos desenvolvidos. Muitas coisas lindas acontecem por lá, e eu fiquei realmente impressionada com tudo que este pessoal está fazendo, e de uma forma tão sustentável  :mrgreen: É de morrer de orgulho  8-)

Translab4 Translab3

E olha só que legal isto: “em parceria com a instituição londrina Brunel University (Inglaterra), o laboratório cidadão de inovação social – TransLAB – deu início no país a Plataforma Visionários da Cidade (http://visionariosdacidade.com.br) , em Porto Alegre, sua cidade sede, na comunidade do Morro da Cruz. A plataforma foi idealizada inicialmente através de um processo de cocriação entre as instituições e validada junto a um grupo de jovens da escola Murialdo, localizada no Morro da Cruz em Porto Alegre. O resultado dessa validação foi a formatação de um conjunto de ferramentas, disponibilizadas em uma plataforma digital, que podem auxiliar novos facilitadores no desenvolvimento de projetos de impacto social junto a jovens de periferia”. Não é o máximo isto? :-D  

Translab5 Translab6

Em todo o período de atuação o Instituto foi contemplado com as seguintes iniciativas|projetos: Primeiro e único Laboratório Cidadão do RS; Vencedor do Prêmio Nacional da Indústria Criativa (2013); Idealizador de projetos como: Circuito Montagem (SEC Cultura RS), Visionário da Cidade (em parceria com o British Council) e Vida Fluxo (Fundo Setorial do Audiovisual); Abriga mais de 20 iniciativas entre negócios, projetos e iniciativas de empreendedores sociais e da economia criativa.

Não é mesmo muito sensacional tudo isto?!?  :-P  E quando a gente chega lá ainda encontra com a querida Ale Guglieri e o Ph Martins da FlowLab prontos para te dar uma aula sobre Inteligência Coletiva, que aliás, eles têm de sobra por lá  8-)  Olha só que demais a foto 360º que o Ph tirou quando estive lá:

IMG_5278 Ph Martins

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5 motivos porque a economia está falhando com o ambiente e a humanidade

20 de março de 2017 0
meioambiente.culturamix.com

meioambiente.culturamix.com

Segundo o artigo publicado pelo World Economic Forumo planeta entrou no Antropoceno (e quem acompanha o blog sabe disto há muito tempo  :-P ). Somos hoje um “grande mundo num pequeno planeta” onde a economia exerce uma pressão fenomenal sobre o planeta. Não existe mais “capital natural” livre. Toda a biodiversidade restante, água, atmosfera, corais, oceanos, florestas, calotas polares exercem um papel fundamental na regulação da estabilidade do Planeta Terra, assim como a economia  :roll:

O problema é que nosso sistema econômico evoluiu, desde Adam Smith até Keynes quando nós ainda éramos um “pequeno mundo num grande planeta”. Quando não haviam fronteiras e a ideia de que a economia iria afetar o planeta era considerada rídicula. Nós podíamos emitir gases de efeito estufa a vontade, poluir o planeta sem se preocupar com receber nenhuma fatura da natureza de volta.  :twisted:

Mas este não é mais o caso. Nos anos 1980 as faturas enviadas pela natureza começaram a chegar, o buraco na camada de ozônio, o colapso de algumas espécies de peixes, lagos que começaram a secar, o derretimento acelerado das camadas polares, mudanças nos padrões do clima com grandes ondas de calor, secas, enchentes, e tempestades.  8-O

Aqui estão 5 motivos pelos quais a economia falhou com as pessoas e com o planeta:

 

A Tragédia dos Comuns

Apesar do reconhecimento de muitos economistas, a economia continua frustrantemente trancada na Tragédia dos Comuns. O crescimento econômico veio com um incontável custo ambiental e com ele o aumento do risco de catástrofes. E a economia permanece incapaz de internalizar o real custo do planeta.  :oops: Hoje, a ameaça número um da humanidade é a inabilidade dos economistas de calcularem o valor da natureza. Isto não é somente sobre monetização, certamente valorar o capital natural e os serviços dos ecossistemas são críticos. O preço global do carbono é necessário. Mas naturalmente esta não é uma tarefa simples e nem sempre possível, mesmo com toda a ciência trabalhando a favor. Esta é uma tarefa que perpassa a economia e entra no reino da ética e da justiça.  ;-)

A 4ª Revolução Industrial somente será bem sucedida em um planeta estável e resiliente. Precisamos estabelecer os limites planetários para o desenvolvimento econômico, e isto exige liderança política pois os mercados não conseguirão fazer sozinhos.

 

Do Pensamento Linear para o Não Linear – porque as taxas de desconto não servem mais

A ciência demonstra claramente que a pressão humana sobre o planeta segue um caminho de resiliência, quando  a resiliência ambiental é alta, as mudanças são lentas, lineares e regulares. A economia pode explorar o ambiente significativamente com pouco ou limitado impacto. Isto é possível quando tem abundante biodiversidade, atmosfera redundante e capacidade glacial para absorver os gases de efeito estufa e a poluição. Quando a resiliência é drenada por longos períodos de tempo de mudanças lineares, o ambiente pode mudar abruptamente. Quando os pontos de inflexão (tipping points) são ultrapassados, produzindo grandes mudanças no sistema, geralmente irreversíveis e potencialmente catastróficos.  8-O Então o custo para a sociedade vai do previsível para o imprevisível, do gerenciável para o potencialmente perigoso, então nós não poderemos usar as leis de mercado para avaliar os riscos e as taxas de descontos usualmente utilizadas na avaliação de bens para investimentos.

Significa dizer que quando a natureza perde sua linha linear e torna-se não-linear, as teorias tradicionais da economia caem por terra.  :-o

 

Modelos de Economia Linear não funcionam em um Planeta Finito

Nosso sistema economico foi construído em princípios lineares focados em otimização e eficiência do custo-benefício. Nós exploramos, criamos valor e depois colocamos fora. Não existe esta possiblidade na 4ª Revolução Industrial e em um planeta com 09 bilhões de pessoas  :oops: Nós precisamos fazer esta transição para princípios e práticas da Economia Circular  :mrgreen:

novaquimica.files.wordpress.com

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O Modelo Economico atual beneficia poucos a custa de muitos

Esta é uma crença antiga de que a solução dos problemas ambientais somente será conseguida se primeiro construirmos suficiente riqueza econômica e então poderemos arcar com os custos da preservação ambiental  :evil: Este pensamento deve ser abandonado se quisermos ser sérios sobre o desenvolvimento econômico e a estabilidade da humanidade no planeta.

A verdade crítica é que somente graças a “pobreza” que nós não temos perigosas mudanças climáticas por enquanto.  8-O As populações nos países em desenvolvimento são imensamente menos responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa! Porém, o desenvolvimento econômico global não propiciou os países mais pobres. A desigualdade é agravada pelo fato de que a riqueza econômica é alcançada através de subsídios insustentáveis para o planeta, enquanto que o custo destes subsídios é largamente absorvido pelas comunidades geralmente mais pobres.

 

Análises de Custo-Benefício não servem mais para o Capital Natural

E muito menos para a estabilidade e resiliência do planeta  :oops: Nós somos incapazes, em nosso sistema econômico atual de incorporar em longo prazo os riscos e valora-los. Nós podemos, já ter ultrapassado o ponto irreversível do degelo da camada de gelo da Groenlândia. Isto pode submeter as gerações futuras a um aumento no nível do mar em torno de 07 metros  8-O

Os riscos globais são muito altos, e os benefícios para uma transição para um modelo de desenvolvimento sustentável ainda não são reconhecidos. Nós estamos falhando em criar os incentivos corretos para o mercado. O comportamento insustentável ainda é o que tem maiores retornos no curto prazo.  :-x

A sustentabilidade global é agora a única avenida para o futuro, e o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são as melhores formas de manter o planeta dentro dos Limites Planetários onde poderemos garantir um mínimo de estabilidade e segurança para as gerações futuras  :mrgreen:

 

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Como preparar os estudantes para um mundo automatizado?

13 de março de 2017 0

Trabalho Futuro

Já falamos bastante aqui sobre as mudanças que estão ocorrendo no mundo, mas vamos ter que falar muito mais! Tenho a sensação que está tudo diferente lá fora e aqui, no Brasil, e no Rio Grande do Sul a gente continua a viver como vivíamos em 1999, antes mesmo do fatídico “bug do milênio”  :-P

Precisamos nos preparar e preparar nossas crianças para um mundo autônomo/robotizado, onde os empregos – que ainda existirem – serão completamente diferentes e que exigirão muitas outras habilidades para além da matemática, história, química, física e inglês. Em se falando de universidades, somente dominar o famoso STEM – Science, Technology, Engineering and Mathematics (ciências, tecnologia, engenharia e matemática), já não resolve mais, sem ter desenvolvido conhecimentos na área de códigos e linguagens de computação, vai ficar bem complicado também  :roll:

Segundo o Banco Mundial o maior impacto causado pela automação/robotização vai ser nos países em desenvolvimento, justamente por possuirem trabalhadores menos qualificados e onde o gap educacional é ainda maior  8-O além do baixo crescimento das ofertas de empregos, as autoridades não estão preparando adequadamente a massa de trabalhadores para o mercado.

O gap de habilidades

A tecnologia mudou rapidamente o mercado de trabalho e as habilidades procuradas, tornando os empregados atuais cada vez menos “empregáveis”. Enquanto isto, o sistema de educação mudou muito pouco ou quase nada em termos de preparação para as novas habilidades exigidas num mercado cada vez mais qualificado. As habilidades necessárias para o novo mercado de trabalho passam a ser mais complexas, integrando os conhecimentos científicos do STEM com a capacidade de compartilhar e trabalhar em grupo.

michaelpage.co.uk

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As habilidades que a automação/robotização vão precisar

Os futuros trabalhadores terão que se perceberem “imunes” à automação e para isto eles terão que desenvolver habilidades para além das tarefas rotineiras e repetitivas que, estas sim, serão desempenhadas por robôs. E são estas as habilidades necessárias:

  • Habilidades de solução de problemas de forma crítica e analítica
  • Habilidades de aprendizagem e capacidade para adquirir novos conhecimentos constantemente
  • Habilidades de comunicação, incluindo escrita e leitura
  • Habilidades pessoais de autogerenciamento, com precisão nos julgamentos e análises
  • Habilidades sociais para colaboração, trabalho em equipe, gerenciamento, liderança e solução de conflitos

E quais são os componentes necessários para se atingir estas novas exigências do mercado de trabalho?

  1. Avaliação: capacidade de mensurar e analisar cenários e situações e fazer avaliação dos riscos e suas mitigações
  2. Autonomia: empoderar os estudantes com as ferramentas necessárias para enfrentarem os desafios
  3. Transparência: trabalhar com clareza e informar os dados, um sistema transparente fortalece a confiança e por consequência a todos os envolvidos
  4. Atenção aos professores: um corpo de profissionais bem treinados e capacitados poderão transmitir informações de forma mais eficiente e eficaz, beneficiando todo o sistema.
  5. Atenção a primeira infância: programas que trabalham a primeira infância são os mais eficientes e de maior impacto no futuro que um sistema pode investir, o retorno é garantido.
  6. Atenção a cultura: um dos aspectos mais importantes e que geralmente são negligenciados é o aspecto cultural que pode promover profundas transformações no tecido social e as pessoas que fazem parte dele.  :mrgreen:

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A Shell sabia sobre o perigo das mudanças climáticas em 1991

01 de março de 2017 2
pixabay.cim

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A gigante do Petróleo Shell lançou um filme com sérios alertas sobre os catastróficos riscos das mudanças climáticas “num ritmo mais acelerado que qualquer outro tempo desde o fim da era glacial” – pasmem – há mais de um quarto de século atrás  8-O em 1991 para ser precisa. O filme foi recentemente “redescoberto”.

Só que desde então, ao invés de começar a investir em fontes de energia renováveis – como eles tão fazendo agora  :twisted: – eles continuaram a investir pesado em fontes de energia altamente poluidoras, e patrocinando lobistas para questionar às mudanças climáticas. Aliás, como sempre o big money financiando a acumulação de capital em detrimento da vida das pessoas e do planeta, até aí, nenhuma novidade  :evil:

O pior é o que filme com o sugestivo título de “Clima de Preocupação” (Climate of Concern em inglês) foi feito o público, principalmente para ser passado em escolas e universidades. Foi um alerta sobre eventos severos como enchentes, insegurança alimentar e refugiados climáticos se a queima dos combustíveis fósseis esquentassem o planeta. O forte alerta foi “endossado por um grande consenso por parte dos cientistas no relatório que eles apresentaram para as Nações Unidas no final de 1990″ como mostrado no filme.

“Se a máquina do clima atingir estes novos níveis de energia (calor), nenhum país ficará impune” fala o filme. “O aquecimento global ainda é incerto, mas muitos pensam que esperar por mais provas possa ser irresponsável. As ações de agora parecem ser a única forma segura.” E isto foi dito em 1991  :evil:

As previsões do filme em 1991 para as temperaturas e o aumento do nível do mar e seus impactos foram impressionante corretos, de acordo com os cientistas, e a Shell foi a primeira das grandes companhias de petróleo a aceitar a realidade e os perigos das mudanças climáticas.

Dados Shell

“Eles sabiam, a Shell disse a verdade ao público sobre as mudanças climáticas em 1991 e eles claramente nunca se esforçaram em contar para sua própria diretoria”, disse Tom Burke para o thinktank E3Gque foi membro do comitê externo de revisão da Shell de 2012 a 2014, e que também avisou a BP e gigante mineradora Rio Tinto. “O comportamento da Shell agora é arriscado para o clima, mas também é arriscado para seus próprios investidores. É muito dificil explicar porque eles continuam a explorar e desenvolver reservas altamente caras”.

A porta voz da Shell disse: “nossa posição sobre as mudanças climáticas é bem conhecida; reconhecer os desafios do clima e de toda a energia tem possibilitado uma decente qualidade de vida. A Shell continua a cobrar por políticas efetivas de apoio aos negócios de baixo carbono e as escolhas dos consumidores, e oportunidades como as regulamentações governamentais sobre taxas de carbono e esquemas de comércio.” Sinceramente, para mim, eles não disseram nada a não ser que o lucro que eles buscam é maior do que as ações que eles empreenderam, e que vão empreender, mesmo que isto custe muito mais para o planeta  :evil:

Assista o vídeo produzido pela Shell em 1991 e publicado agora pelo jornal The Guardian:

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Revolução Tecnológica e a mudança de paradigmas - O caso Atletiba

20 de fevereiro de 2017 0
4.bp.blogspot.com

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Todo mundo por aqui (e alguns lá fora também!) tá falando do jogo do Atletico e do Coritiba que deveria ter acontecido ontem, mas que não aconteceu. Eu não vou entrar aqui na questão de quem fez o que, e de que forma, aqui a gente vai falar de como acontecem as revoluções tecnológicas que mudam as formas da sociedade se relacionar, entre ela mesma e entre o resto do mundo  :-D

A base da análise é a Prof.ª Carlota Perez da London School of Economics and Political Science que estuda exatamente os resultados produzidos nas sociedades com o avanço tecnológico, e olha que ela sabe muito  :-P

Segundo a Prof.ª Carlota, as revoluções tecnológicas exercem grande pressão, e consequentemente, grandes impactos na sociedade, sendo promotora de profundas mudanças, que não são percebidas em sua extensão de inicio, mas gradualmente tomam conta do cotidiano das pessoas, e quando elas menos perceberem, booom  :twisted:  tudo mudou.

Mas estas mudanças não acontecem automaticamente, e apresentam as seguintes características:

  1. É confrontado com grande resistência do antigo lifestyle”
  2. Precisa responder aos movimentos da sociedade e suas aspirações
  3. Tem que ser sinergético, promovendo o aumento de novas oportunidades e vantagens
  4. Deve ser reconhecido como um jogo de soma positiva (desejável pela sociedade e economicamente lucrativo)

Baseado nestas premissas, podemos supor que o que aconteceu com a partida de futebol foi a manifestação da aspiração por parte dos clubes de futebol de estabelecerem outras relações comerciais e esportivas com novos formatos de transmissão, que já estão bastante disseminados, como o YouTube e o Facebook, quebrando os vínculos com modelos de negócios anteriores, promovendo a inovação e a adoção da nova tecnologia. :mrgreen:

No vídeo abaixo a Prof.ª Carlota, em pouco mais de 20min dá um panorama geral das revoluções tecnológicas que aconteceram na humanidade, e as consequências que geraram. A palestra tem o sugestivo nome de “Connecting the Dots” (Conectando os Pontos em português). Vale a pena assistir esta aula para entender o que está acontecendo com os times de futebol e o sistema de transmissão via sinal de televisão convencional  ;-) Ahhh, legendas disponíveis porque o video está em inglês.

Vamos ver muitas destas mudanças de comportamento, posicionamento e modelos. Estamos no meio de uma transição do velho paradigma para o novo, e isto é bastante desafiador, pois vai desacomodar muitas organizações, estilos de vida, e normas que eram válidas até ontem, mas que hoje não são mais aceitas.

E quem acompanha o blog já viu muitas coisas serem mencionadas aqui (nem todas bem aceitas é verdade), mas não posso deixar de dizer o que já está claro, só que ainda muitas pessoas não viram :roll:

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Humanos causam as mudanças climáticas 170x mais rápido que as forças naturais

13 de fevereiro de 2017 2
Foto: ISS/NASA

Foto: ISS/NASA

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o poder destrutivo dos humanos sobre a Terra, agora dá pra ter certeza! E acreditem-me, por incrível que possa parecer, e com o imenso número de dados de evidências científicas, muitas pessoas ainda não acreditam que são os humanos que estão causando as mudanças climáticas  8-O

Pois bem, para não deixar mais o menor rastro de dúvidas, os cientistas desenvolveram uma equação matemática que descreve o impacto das atividades humanas no planeta, e descobriram que as pessoas estão causando as mudanças climáticas 170 vezes mais rápido que as forças naturais  :oops:  A equação foi desenvolvida em conjunto com o Prof. Will Steffen, um pesquisador especialista em mudanças climáticas da Australian National University e publicado na revista The Anthropocene Review.

O autores da pesquisa escreveram que pelos últimos 4,5 bilhões de anos, fatores astronômicos e geofísicos dominaram as influências no sistema da Terra. Este sistema é definido pelos cientistas como  Biosfera, incluindo interações e feedbacks com a atmosfera, hidrosfera, criosfera e a alta litosfera.

Eras Geológicas

Foto: Geografia em Foco – Antropoceno na Escala Internacional do Tempo Geológico – 1.bp.blogspot.com

Mas nos últimos 60 anos as forças humanas “direcionaram excepcionalmente rápido o ritmo das mudanças no sistema terrestre”, dando início ao período conhecido como Antropoceno. “Atividades humanas agora estão rivalizando com as grandes forças da natureza que conduziam as mudanças no sistema terrestre”. Steffen and seu co-pesquisador Owen Gaffney do Stockholm Resilience Centre (de onde fiz alguns cursos :-D ), produziram a “Equação do Antrooceno” para determinar o impacto deste período de intensas atividades humanas no planeta.

“Por 4,5 bilhões de anos o ritmo das mudanças no sistema terrestre tem sido um funcionamento complexo de forças astronômicas e geofísicas mais as dinâmicas do interior do planeta:  a orbita da Terra ao redor do Sol, interações gravitacionais com outros planetas, as ondas de calor solares, a colisão dos continentes, vulcões, erupções, entre outros” Gaffney falou :mrgreen:  “Na equação, as forças astronômicas e geofísicas tendem a zero por conta da sua natureza lenta ou rara, bem como as dinâmicas do interior do planeta, por enquanto. Todas estas forças ainda exercem uma pressão, mas atualmente em muito menor magnitude do que o impacto das atividades humanas”. De acordo com Steffen, estas forças conduziram as mudanças em um ritmo de 0,01ºC por século. Já as emissões dos gases de efeito estufa causado pelos humanos nos últimos 45 anos “tem acelerado o ritmo do aumento da temperatura a 1,7ºC por século, diminuindo a taxa das forças naturais”, ele disse.

Resumindo, a coisa tá feia e a tendência é piorar se a gente não fizer nada  :oops:

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Quebrando os estereótipos

07 de fevereiro de 2017 0

Velha Eu?

Gente, todo mundo já notou que tudo tá mudando e de uma forma bastante acelerada, mas o que a gente não tá notando muito (ou parece que não estamos), é que o mundo do trabalho tá de pernas pro ar  8-O As empresas estão tentando entender o comportamento de um mercado consumidor cada vez mais instável, e até mesmo o corpo funcional que não tá se entendo muito bem  :oops:

Recentemente foi publicada na Harvard Business Review uma matéria onde a Prof.ª Lynda Gratton, da London Business School co-autora do livro A vida com 100 anos: Vivendo e Trabalhando na Era da Longevidade” (The 100 Year Life: Living and Working in an Age of Longevity) fala sobre os esteriótipos que fazemos quando se refere a força de trabalho, desde os jovens profissionais até os seniors e aposentados.

Pois bem, o que a Prof.ª Lynda mostra é que estes esteriótipos já não representam a realidade do dia-a-dia das empresas, nem mesmo da vida das pessoas, pois cada vez mais as pessoas com mais idade, vivem por mais anos e os jovens começam mais cedo. Ou seja, tá tudo em transformação.  ;-) A gente está vendo isto aqui no Brasil também com as discussões em torno da idade da aposentaria. Vamos ver cada vez mais as gerações trabalharem juntas e por mais tempo.  :lol:

MespperA

A Profª. Lynda fez uma pesquisa para a publicação do livro, junto com seu colega Prof. Andrew Scott, e eles chegaram a estas 6 conclusões que estão listadas abaixo:

  1. Não são só os jovens que estão investindo em novas habilidades
  2. Não são só os jovens que são positivos e entusiasmados com seus trabalhos
  3. As pessoas mais velhas estão se esforçando mais para manterem-se saudáveis e produtivos
  4. As pessoas mais velhas não são as mais cansadas (muitas vezes jovens reclamam de exaustão mais que os mais velhos)
  5. As pessoas mais velhas não querem desacelerar
  6. Aventura e exploração não são exclusividades dos jovens

Quem me conhece sabe que vivo me chamando de “velha”, mas sempre de uma forma divertida e muito para enfatizar o fato de eu ter vivido muitas experiências, digo também que eu “vim à trabalho, não à passeio” por isto tive a oportunidade de fazer muitas coisas em termos profissionais e outro tanto de aventuras pessoais.

Me vejo bem como o brilhante Prof. Dado Schneider disse na Campus Party: “A velocidade das mudanças é brutal e o atual choque de gerações mudará para um choque de visões. Gente nova bem preparada se somará a gente experiente atualizada.”  :-P

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Depois das férias, o que nos espera em 2017

01 de fevereiro de 2017 0
bensens.dk

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Férias são sempre boas, mas quando as férias significam a elaboração de novos planos, ahhhh… são melhores ainda  :-P  E foi exatamente isto que aconteceu, tanto comigo, quanto com a Esfera Sustentável  :mrgreen: Em seguida falo mais sobre isto  ;-)

O ano de 2017 é absolutamente desafiador, em vários aspectos (ouçam o que estou dizendo, é realmente assustadora a velocidade da mudança!), e só quem estiver realmente preparado para entender, e mais ainda: absorver tanta mudança em tão pouco tempo  8-O vai conseguir enfrentar a situação que já está posta, só tá faltando ser mais bem compreendida.

A gente por aqui não está muito acostumado a ser protagonista de mudanças, lá se vão décadas desde os tempos em que por aqui se promoviam revoluções, de lá pra cá parece que o conservadorismo passou a predominar e fomos, gradativamente perdendo nossa capacidade de inovar – salvo raras e honrosas exceções – agradeço todos os dias por elas ainda existirem  :-D

A questão é que combinada uma forte recessão econômica com um momento tecnológico absolutamente disruptivo, o resultado para economias como a nossa, é forte desemprego, aprofundamento da crise e aí começam as instabilidades sociais (não vou nem falar em violência e insegurança).

media.gettyimages.com

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Sempre digo em minhas palestras que a gente precisa aprender constantemente, e com ritmo acelerado. Quem ainda não está dentro da economia digital, bem… digitalize-se! Aprenda uma linguagem de computação, saiba o que significa Realidade Virtual, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Big Data, Descabonização da Economia e todos estes conceitos que estão se tornando o mainstream já há algum tempo.

E como o ritmo das mudanças já ultrapassou a curva da exponencialidade, agora a coisa vai, e com força  :roll:  Em muitos aspectos da nossa vida, estas mudanças serão muito favoráveis, pois de fato, quem vai ter que ser (e já é!) muito eficiente são os robôs, os humanos e suas atividades terão que ser (e também boa parte já é, a outra vai ter que começar a aprender) criativos, devotar mais tempo para o convívio social e olhem só, terão mais tempo para aprender, o que quiserem aprender  :-D

Como a minha área é Sustentabilidade, e energia é um dos pilares da sustentabilidade, veja o video abaixo, onde Tony Seba mostra, em detalhes, o que está acontecendo na área da energia, e prepare-se para um mundo muito diferente do que conhecemos nos últimos 300 anos (pelo menos  :oops: ). O video está em inglês com legendas habilitáveis.

 

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Gartner diz que cidades inteligentes vão ter indicadores de mudanças climáticas, resiliência e sustentabilidade até 2020

16 de janeiro de 2017 0
rethink-iot.com

rethink-iot.com

Que muitas coisas vão mudar nos próximos anos a gente já sabe (falamos sobre isto o tempo todo aqui no blog ;) ), mas saber que vão ser incluídos os indicadores de mudanças climáticas, resiliência e sustentabilidade nos objetivos das Cidades Inteligentes até 2020 é uma grande conquista  :mrgreen:

E como será isto? O pessoal do Gartner diz que será por conta da tecnologia, mais especificamente a Internet das Coisas – IoT que está pronta para transformar as cidades  :-D . Os objetivos das Cidades Inteligentes incluirá indicadores-chaves de desempenho, os KPI – Key Perfomance Indicators (em inglês).

As cidades estão definindo novas metas e aplicando-as em programas tangíveis, e os indicadores serão usados para mensurar o desempenho do desenvolvimento sustentável, em linha com as metas estabelecidas no Acordo de Paris, visando reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

“Com as metas do Horizon 2020 de eficiência energética, redução de emissão de carbono e energia renovável em mente, muitas cidades da Europa lançaram iniciativas de sustentabilidade energética, gerenciamento de recursos, inclusão social e prosperidade da comunidade”, afirma Bettina Trato-Ryan, Vice-Presidente de pesquisa do Gartner.

cidades inteligentes

As maiores metrópoles do mundo já estão adotando objetivos de tráfego e mobilidade para solucionar ou mitigar os congestionamentos com soluções de cidades inteligentes ativadas pela IoT – Internet of Things (internet das coisas em inglês), porém a mobilidade urbana não é só se mover do ponto A até o ponto B, é muito mais do isto, e aí entram várias alternativas, desde de calçadas boas para caminhar, como ciclovias e ciclofaixas para bicicletas  :-P

“A adoção da carona solidária, a eletrificação do transporte público a partir de fontes de energia renovável (solar e/ou eólica), a infraestrutura de suporte para carros elétricos (como o eletroposto de Porto Alegre), e a cobrança de tarifas para prevenção de congestionamentos para motores a combustão, são exemplos que estão gerando um ar mais limpo, produzindo menos emissão de gases de efeito estufa e economizando energia, ao mesmo tempo que melhora os níveis de ruído e o ambiente nas ruas”, conta Bettina.

Se todas as grandes cidades mundiais, incluindo as cidades brasileiras começarem a aplicar estes objetivos, é possível que em breve tenhamos um lugar melhor para se viver, sem tanta poluição que causa várias doenças, e sem o ruído constante das cidades, quem sabe se assim a gente até consegue dormir melhor?  :-P

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Mário Sérgio Cortella: a Sustentabilidade não é sexy

09 de janeiro de 2017 1

Cortella1

Quando o filósofo Mário Sérgio Cortella esteve aqui, eu tive a oportunidade de conversar com ele sobre o que me deixa muito incomodada, que é a falta de ação das pessoas frente ao grande desafio que temos com a sustentabilidade :-?

Infelizmente – como ele mesmo disse – talvez a humanidade não deva mesmo permanecer no planeta :cry:  como tantas outras espécies que já foram extintas antes.

Seriam muitas as coisas a serem feitas se a humanidade quisesse mesmo mudar o rumo do que estamos fazendo com nossa própria casa, e eu venho dizendo isto – em todos os lugares por onde ando – há muito tempo. Já mudei quase tudo em minha vida para me adaptar as novas exigências do Século 21, mas ainda assim – infelizmente :oops: – é muito pouco para mudar o que precisa mudar.

Segundo o Cortella, o problema é que a “Sustentabilidade não é sexy”, e não sendo “atraente”, não se tornou um objeto de desejo como se tornou a moda e o design, por exemplo. Então o problema é dar ao tema um pouco mais de atratividade  8-O  não sei muito bem como fazer isto, porque de fato, a realidade que estamos e iremos enfrentar não é nada atraente  :evil:

No audio abaixo, gravado no evento da Amcham, para o qual eu fui gentilmente convidada pelas queridas Aline Moura e Janaína Marques da Faro Comunicação Estratégica, o Cortella fala mais sobre Sustentabilidade e sobre ser “Filosofo Pop”  8-)

Precisamos mudar o olhar sobre a Sustentabilidade, caso contrário vamos acabar criando mais problemas do que soluções, e não teremos tempo suficiente para desfazer toda esta bagunça  :roll:  E depois, quando for tarde demais, não vamos poder nem reclamar por falta de avisos, não é mesmo?

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