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Yuri voltou pro colinho da mamãe

09 de setembro de 2014 0
Divulgação

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O Yuri virou notícia na última semana. E tá mais para protagonista de matéria de página policial do que celebridade.
O lutador foi preso na sexta-feira passada, suspeito de agredir a namorada, Ângela Souza. A menina, que é bailarina do Faustão, chamou a polícia depois de brigar com o brother em um hotel de Maceió. No domingo ele  foi solto e saiu correndo para os braços da mamãe.

A polícia determinou que Yuri não pode mais chegar perto da namorada. E será que ela ainda queria ele por perto?

O que era para ser um final de semana de puro amor virou pancadaria. Os dois escreveram mensagens para explicar o que aconteceu.

Carta da Ângela

“Aprendi com esse episódio que um aperto mais forte ou um esbarrão proposital também é agressão. Ninguém imagina quando vai acontecer, ninguém esta livre de acontecimentos inesperados, tão-pouco vindo de partes que você “confia”. Precisei passar por tudo para aprender…mas aprendi. Reparei que receber um soco no olho vindo de trás de você, enquanto esta agachada chorando, não é legítima defesa. Tão pouco um pisão nas costas enquanto se esta caída no chão.

A diferença de força entre um homem e uma mulher é óbvia. Isso qualquer um sabe…Principalmente vinda de uma lutador que usa o que aprendeu no ring, em casa E só quem esta sentindo as dores por ter sido surpreendida com um chute “frontal” na barriga ao levantar da cama, sou eu. Mesmo sendo em menor intensidade.

Com tudo não sinto mágoa, raiva, pena, etc… Anulei automaticamente parte dos meus sentimentos. Exaltei o amor próprio ( mesmo que tardio ). Sinto orgulho de mim! Em meio a isso só consigo desprezar pensamentos para um ser humano que se afunda na própria ignorância. Veja bem: leigo é quem não sabe, ignorante é quem não quer aprender.

Por fim em meio a alegações de legítima defesa e chutes imaginários, fico com a hombridade, dignidade e segurança de estar sendo leal a mim, a lei dos homens e a Deus, que é o mais importante. -Não desejo mal a ninguém, penso que tudo que vai, volta. Me reservo apenas o direito de ter direitos.

Acredito que Deus tem um propósito para cada um. E talvez de mim saiam forças que possam encorajar aquelas que pensam duas vezes para denunciar seus agressores. Nenhuma violência é justificada. Homem/mulher, homem/animal, homem/criança, e por aí vai.”

Carta do Yuri

“Primeiramente, eu queria dizer que estou muito feliz de estar aqui solto. Queria agradecer primeiramente Deus, agradecer a Justiça de Alagoas, todos os policiais me trataram muito bem, meus advogados também. Poxa, meus amigos e fãs que estão sempre do meu lado e acreditando em mim antes mesmo de eu falar sobre algo. Aconteceu que a gente veio pra cá com uma meta de curti, uma miniférias, eu tô muito abalado, muito triste. Gosto dela ainda. Ela é uma pessoa especial na minha vida, ficou um ano e meio junto comigo. Só que a gente saiu e o que não é o normal dela, ela utilizou um pouco de álcool. A gente voltou para o hotel já com uma certa crise de ciúmes muito forte devido ao local onde a gente estava. No quarto ela começou a me xingar e eu tentei contê-la porque ela começou a se debater. O normal é segurar ou empurrar. Ela é muito forte, dá pra ver pelas marcas aí que ela é uma pessoa muito forte, mas a princípio eu tentei contê-la. Li algumas coisas e ela falando que eu dei um direto no olho dela. Se isso tivesse acontecido, ela teria entrado no hospital ou estaria inchado de uma forma surreal. Parte dos meus princípios não usar da minha força. Nunca usei com mulher ou com qualquer outra pessoa. Eu sou um atleta, trabalho com esporte. Não vou esquecer que eu gosto dela ainda, vou ser muito sincero. Pra mim é tudo muito assustador. Estou muito triste, abalado, mas eu precisava vir e falar o que aconteceu. Agradeço pela oportunidade de me explicar. É isso aí. Obrigado”.

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