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Obras da ponte do Guaíba devem voltar a parar em maio

21 de abril de 2017 0
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS (Arquivo)

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS (Arquivo)

O dinheiro para a construção da nova ponte do Guaíba está acabando. Os recursos garantem a realização dos trabalhos até o fim deste mês.

A primeira vez que a obra parou foi em maio de 2016. O motivo foi o mesmo: falta de recursos. Em julho do ano passado, o presidente Michel Temer havia anunciado a liberação de R$ 100 milhões para a obra. A verba começou a chegar em outubro e é este recurso que hoje faz com que a construção seja mantida, mesmo que num ritmo lento.

A obra da nova ponte deveria receber R$ 229,5 milhões em 2017 como está previsto na Lei Orçamentária. Porém, no fim de março o Governo Federal anunciou corte de gastos de R$ 58,2 bilhões. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) está precisando adequar seu orçamento. Dos R$ 8,9 bilhões previstos para a autarquia em todo o Brasil no ano de 2017, aproximadamente R$ 3 bilhões serão cortados.

Os Ministérios do Planejamento e dos Transportes ainda não defiram quais obras sofrerão o corte. Uma resposta é aguardada para a próxima semana. Se a União informar que a obra da nova ponte não terá recursos para 2017, a obra para em maio. Se o Governo Federal não se manifestar ou informar que a construção deverá sofrer um corte esperado de R$ 100 milhões, o ritmo mínimo de trabalho será mantido.

A construção da nova ponte iniciou em outubro de 2014 e deveria ser concluída em setembro de 2017. Já foram investidos mais de R$ 350 milhões. Até agora, 46,95% dos trabalhos foram finalizados. Para ser concluída, a obra precisa de aproximadamente R$ 550 milhões. Se o dinheiro chegasse até o ano que vem, e se todos os trâmites de reassentamentos das mil famílias fossem concluídos de uma forma célere, a obra poderia ser concluída em dezembro de 2018.

Saiba mais:

 

Falta de dinheiro impede liberação de trecho bloqueado na BR-116 em Sapucaia do Sul

21 de abril de 2017 0
Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

O usuário da BR-116 vai precisar esperar mais tempo para poder voltar a usar a pista lateral na região do quilômetro 254, em Sapucaia do Sul. O trecho no sentido interior-capital da rodovia foi bloqueado depois que parte da pista cedeu embaixo do viaduto da RS-118.

O reparo começou a ser realizado em fevereiro, depois de dois anos e meio e custou aproximadamente R$ 500 mil. A obra, que foi realizada pela empresa Pavia, já foi concluída, mas a pista lateral segue sem data para ser liberada.

Falta dinheiro ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A estimativa é que o serviço restante necessite ainda de pelo menos R$ 2 milhões. O local terá uma faixa de transição entre a pista lateral e a pista principal, assim como já existe no trecho de Canoas. É necessário realizar o nivelamento do asfalto e a sinalização da pista.

O Dnit ainda estuda a possibilidade de manter fechada a alça de acesso da BR-116 para a RS-118 de quem vem do Vale do Sinos e pretende seguir em direção à Freeway. A definição deverá ocorrer nas próximas semanas. Se for mantida fechada, os usuários deverão seguir usando o desvio pela rua Luiz Pasteur para depois acessar a BR-448 e seguir até a RS-118 em direção a Cachoeirinha.

Já a outra alça bloqueada, de quem vem pela RS-118 e pretende ingressar na BR-116, em direção a Porto Alegre, deverá ser liberada mesmo sem a realização completa da obra. Se não for possível obter o recurso para fazer a melhoria na região, o Dnit deverá liberar o tráfego sem criar a pista de transição.

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Cinco meses após ser fechado, novo posto do Comando Rodoviário da RS-118 segue indefinido

21 de abril de 2017 0
Foto: Cid Martins / Gaúcha (Arquivo)

Foto: Cid Martins / Gaúcha (Arquivo)

Cinco meses já se passaram e a definição sobre a construção de novo posto do Comando Rodoviário da Brigada Militar na RS-118, em Gravataí, segue indefinida. Nessa semana, o prédio, localizado próximo ao quilômetro 12, começou a ser demolido. O serviço está sendo realizado pela empresa Retroplan.

Até agora não há ainda informação sobre o local e a data de construção da nova unidade. O posto foi fechado no dia 20 de novembro do ano passado. Desde então, o atendimento de ocorrências na rodovia está sendo realizado pelos policiais rodoviários da RS-040, em Viamão.

O prédio às margens da RS-118 foi inaugurado em 2006, mas precisou ser destruído pois foi construído em cima do traçado da via lateral da duplicação da rodovia. A obra foi possível graças à comunidade. O posto custou aproximadamente R$ 250 mil.

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EPTC rescinde contrato de manutenção dos parquímetros

20 de abril de 2017 0
Foto: Jonathan Heckler / Arquivo PMPA

Foto: Jonathan Heckler / Arquivo PMPA

Desde o começo do mês, os 213 parquímetros instalados em Porto Alegre não contam mais com a manutenção que era realizada pela empresa Teltex Tecnologia. Este contrato emergencial foi assinado em outubro do ano passado e tinha prazo de duração de um ano, podendo ser prorrogado por até 60 meses. A previsão de pagamento variava de R$ 8 mil a R$ 30 mil mensais, dependendo da quantidade de equipamentos instalados na Área Azul que eram reparados.

A empresa realizava a manutenção corretiva, preventiva, substituição de peças e suporte técnico em todos os equipamentos. Segundo a EPTC, a Teltex não cumpriu com todas as exigências técnicas do contrato. A rescisão ocorreu de forma amigável. A empresa, porém, nega que este tenha sido o motivo do cancelamento do contrato.

- Diante da notícia veiculada hoje, em 20/04/2017, a Teltex Tecnologia informa que segundo o Termo de Rescisão firmado em 31/03/2017, o encerramento do contrato deu-se de forma amigável. O que só pode ocorrer, nos termos do Art. 79, inc. II da Lei 8.666/93, quando não houver qualquer tipo de pendência por parte do contratado. Portanto, a informação repassada pela EPTC e veiculada por este meio de comunicação deve ser imediatamente retratada, de forma a evitar que outras medidas de responsabilização sejam tomadas com amparo no Art. 49 da Lei 5.250/67 – diz nota divulgada no começo da noite desta quinta-feira.

Ainda de acordo com a EPTC a utilização dos parquímetros não está sofrendo problemas de manutenção. A Proforte recolhe os valores e a EPTC gerencia e fiscaliza. A área técnica da companhia está fazendo a manutenção dos equipamentos.

Eles seguirão atuando até que a licitação seja concluída. Hoje, a concorrência pública está sendo discutida na Justiça. A segunda colocada na licitação discordou do resultado da disputa e ingressou com recurso. Não há prazo para definição da concorrência.

Em janeiro, a Comissão de Licitação da prefeitura anunciou a empresa Zona Azul Brasil como vencedora. Ela ofereceu o maior percentual de retorno do que for arrecadado para a prefeitura: 37,32%.

Quem vencer a disputa ficará responsável por manter a Área Azul pelos próximos 10 anos. Nesse período, a programação exigida pela EPTC é aumentar para 8 mil o número de vagas de estacionamento rotativo na cidade, sendo 8% de ampliação somente no primeiro ano de operação.

Além disso, empresa vencedora precisará trocar todos os equipamentos. Os novos deverão ter mais facilidade para o usuário fazer o pagamento. Uso do smartphone e do cartão de crédito estão entre as futuras melhorias previstas.

O valor atual será mantido. Porém, prevê reajuste anual. Hoje, a tarifa mínima é de R$ 1 para 30 minutos de uso. Uma hora de estacionamento custa R$ 2. O valor para uma hora e meia é de R$ 3. A tarifa máxima de duas horas custa R$ 4. O último aumento ocorreu em janeiro de 2015. Foi o segundo reajuste que a tarifa sofreu em 15 anos.

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Cratera aberta há mais de dois anos e meio é fechada na BR-116

20 de abril de 2017 0
Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

* Por Paulo Rocha

Foram pelo menos dois anos e meio de espera. Mas, finalmente, uma cratera aberta na via lateral da BR-116 em Sapucaia do Sul está fechada. O problema surgiu no final de 2014 no sentido interior-capital da rodovia, exatamente embaixo do viaduto da RS-118.

O bloqueio do trecho para as obras começou no início de fevereiro. Além de danificar o pavimento, a cratera atingiu a rede de drenagem sob a pista, o que deixou o reparo ainda mais complexo.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o custo estimado é de cerca de R$ 500 mil. A obra foi realizada pela empresa Pavia. Questionado sobre a demora, o Dnit informa que “o tempo decorrido foi motivado pela falta de recurso e necessidade de execução de projeto”.

Apesar da parte mais complexa ter sido realizada, a via segue sem previsão de liberação. Segundo o departamento, “faltam a pavimentação dos acessos e a rua lateral para liberação do tráfego”.

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Ocupação de novas vagas do Presídio de Canoas segue indefinida mesmo com conclusão de parte da obra de esgoto

18 de abril de 2017 0
Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha (Arquivo)

Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha (Arquivo)

A primeira parte da obra de água e esgoto que impede a ocupação total do complexo de presídios de Canoas foi concluída pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) há quase duas semanas. O término da instalação ocorreu antes do prazo de 45 dias que foi estipulado pela companhia. A obra havia começado no dia 01 de março.

Com o fim da obra, a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) poderia transferir imediatamente 200 presos para a cadeia. Porém, o asfaltamento de acessos internos à penitenciária ainda não foi realizado pela prefeitura de Canoas.

Duas concorrências foram realizadas, mas as empresas não se interessaram. O orçamento previsto para o serviço é de R$ 1,89 milhão. No fim do ano passado, a prefeitura pediu um aumento de 25% desse valor para poder lançar uma terceira licitação. O pedido está em análise pelo Governo do Estado. A previsão é que este serviço ocorra em três meses.

De acordo com o diretor de expansão da Corsan, Marcus Vinicius Caberlon, a segunda parte da obra que a companhia irá realizar deve começar até o fim do mês. Este serviço deve durar até o fim de junho.

- Está sendo avaliada a possibilidade de construção de um reservatório de água, ampliação dos tanques de chegada de esgoto e a instalação de um segundo equipamento de bombas – informa Caberlon.

Atualmente há aproximadamente 350 homens cumprindo pena no local. O complexo permite a ocupação de 2,8 mil vagas. Os agentes penitenciários que vão trabalhar em toda na cadeia estão passando por concurso. A previsão é que os 720 selecionados sejam nomeados em setembro. Eles ainda precisarão passar por treinamento antes de serem designados para as penitenciárias de Canoas e Guaíba.

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- Instalação de redes de água e esgoto no Presídio de Canoas é iniciada

- Corsan vai realizar obra que impede ocupação do Presídio de Canoas

 

Atraso no término da duplicação da BR-116 deixa obra R$ 416 milhões mais cara

17 de abril de 2017 6
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS (Arquivo)

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS (Arquivo)

Quatro anos e meio já se passaram desde que as primeiras máquinas foram avistadas no trecho da duplicação da BR-116, entre Guaíba e Pelotas. A obra deveria ter sido concluída em dois anos. Porém, só 55,71% dos trabalhos foram finalizados até agora. A maior dificuldade é obter os recursos necessários para retomar os trabalhos num ritmo adequado. Além disso, quanto mais tempo a duplicação demora para ser inaugurada, mais cara ela se torna.

Em 2012, a previsão de investimento para duplicar 211,22 quilômetros era de R$ 868,9 milhões (R$ 868.948.596,37). Hoje, cálculos atualizados apontam que a obra custará R$ 1 bilhão (R$ 1.285.810.025,71), um aumento de R$ 416,8 milhões (R$ 416.861.429,34). De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), isso se deve, principalmente, aos reajustes anuais nos contratos. Entre 2015 e 2016, o preço do asfalto aumentou consideravelmente.

- Ninguém ganha com a paralisação da BR-116. Aliás, ninguém ganha com a paralisação de qualquer rodovia. Só temos a contar prejuízos em cima de prejuízos. Além dos acréscimos contratuais devido a reajustamento há também um acréscimo em quantitativos devido a ação do tempo atuando sobre a obra inacabada. Há destruição, as maiores erosões vão ter que ser repostas em quantitativos ainda inicialmente não considerados – avalia o engenheiro civil e doutor em Transportes pela UFRGS, João Fortini Albano.

O ritmo de obras é muito lento. Para 2017, a obra só deverá receber R$ 59 milhões. De janeiro a abril, chegaram ao Rio Grande do Sul pouco mais de R$ 1,75 milhão. Hoje, não há qualquer previsão de término das obras. Mas, se o montante de recursos aumentasse para R$ 200 milhões ainda em 2017, e o ritmo de pagamentos se mantivesse nos dois próximos anos, há uma expectativa que a duplicação poderia ser concluída em 2019.

Não há qualquer ponto novo com circulação de veículos. Há alguns trechos quase prontos que, somados, representariam em torno de 60 quilômetros de pista nova. Eles estão localizados nos lotes 01, 02, 06, 08, e 09. Atualmente, as obras só ocorrem nos lotes 01, 04, 07 e 08. Os demais estão parados: 02, 03, 05, 06 e 09.

Do total de R$ 1,33 bilhão previsto para a obra, o Dnit já pagou R$ 744 milhões (R$ 744.204.105,41). Os trabalhos iniciaram-se em datas distintas, com sete meses de diferença entre o lote que começou primeiro _ em outubro de 2012 _ ao que começou por último _ em maio de 2013. A previsão era de que toda a obra fosse concluída em 2015.

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Novos administradores de venda de passagem rodoviária devem ser conhecidos até o fim do ano no RS

14 de abril de 2017 0
Foto: Mauro Stoffel / Especial (Arquivo)

Foto: Mauro Stoffel / Especial (Arquivo)

Até o fim do ano os gaúchos deverão conhecer os novos administradores de venda de passagem rodoviária no Rio Grande do Sul. O processo burocrático se arrasta há cinco anos. Nessa semana, o Conselho de Administração do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) aprovou a minuta do decreto regulamentador da lei do Plano Diretor do Sistema Estadual de Transporte Público.

Porém, ainda há um longo caminho até a publicação dos editais. O processo ainda precisa passar pelo Conselho Rodoviário do Daer, Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs). A expectativa do Daer é realizar a concorrência a partir de outubro.

Até agora, a autarquia já tem 90% dos editais prontos só esperando a aprovação dos órgãos competentes. Além de novos concessionários de estações rodoviárias, o Daer irá dar permissão para que comerciantes de pequenos municípios gaúchos possam vender passagens e despachar mercadorias. Também será realizada licitação para administrar 1,7 mil linhas de transportes intermunicipal. Os contratos das estações rodoviárias e das linhas de ônibus terão validade de 25 anos podendo ser renovado por igual período.

Bloqueio parcial na ponte do Rio Caí da BR-386 será mantido por tempo indeterminado

13 de abril de 2017 0
Foto: Divulgação / Dnit (Arquivo)

Foto: Divulgação / Dnit (Arquivo)

Se você pretende usar a BR-386 neste feriadão de Páscoa, prepare-se para enfrentar congestionamento. Além dos trechos de pista simples e do grande movimento que a rodovia recebe nesta época do ano, a restrição de tráfego na ponte do Rio Caí apresentará congestionamento maior que o normal.

As obras de reforço na estrutura da ponte, localizada no quilômetro 427 da BR-386, deveriam ter começado no mês passado. O tráfego está parcialmente interrompido no limite das cidades de Montenegro e Nova Santa Rita desde outubro do ano passado. Apenas uma pista está liberada. O lado bloqueado corre o risco de ruir.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deveria ter concluído o ante-projeto de reparo da estrutura no fim de 2016. Porém, o trabalho só será finalizado em abril. Com o término do levantamento, a autarquia poderá realizar a licitação e contratar a empresa que ficará responsável pelo serviço.

O local está sinalizado e o limite máximo de velocidade no trecho é de 40 km/h. Para garantir a segurança dos usuários o trânsito em um trecho de um quilômetro é mantido em pista simples até o término das obras. A Polícia Rodoviária Federal promete grande monitoramento na BR-386 neste feriadão a fim de coibir o uso do acostamento e abuso de velocidade pelos motoristas.

PRF muda superintendente no Rio Grande do Sul

07 de abril de 2017 1
Inspetor Pedro de Souza da Silva assumiu cargo em 2015 - Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal

Inspetor Pedro de Souza da Silva assumiu cargo em 2015 – Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal

O Departamento da Polícia Rodoviária Federal vai mudar o superintendente do Rio Grande do Sul. Ainda não há definição sobre o novo nome. Dois são especulados. Um deles foi sugerido a partir de indicação política do deputado federal Mauro Pereira, do PMDB. Ao saber da articulação, a administração apresentou outro nome para o departamento.

Independente de quem assumir, o atual superintendente está de malas prontas. Aguarda apenas a sua exoneração. O inspetor Pedro de Souza da Silva, 48 anos, natural de Ijuí, deixa o comando ainda em abril. Após ser informado da troca, ele buscou recolocação e recebeu convite para trabalhar no Ministério do Trabalho e Emprego em Brasília.

O inspetor assumiu o posto em julho de 2015 no lugar do inspetor Jerry Adriane Dias Rodrigues, que ocupava o cargo desde 2013. Sob o comando do inspetor Pedro, a Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Sul aumentou de 1,3 toneladas de droga apreendida em 2015 para oito toneladas em 2016. O número de multas registradas aumentou 28% entre 2015 e 2016. No mesmo período, a quantidade de mortes reduziu 18%.

Até o fim de abril, o superintendente ainda pretende entregar o cercamento eletrônico da capital, que está em fase de testes e que monitora as rodovias federais no entorno de Porto Alegre. Ainda aguarda fechar a assinatura dos acordos de integração com municípios da Região Metropolitana e implantar a comunicação em rádio digital para todas as unidades da Polícia Rodoviária Federal.

Uma das suas últimas ações ocorrerá nesta segunda-feira (10/04) quando será inaugurado o novo centro administrativo e operacional da Polícia Rodoviária Federal. O local fica no quilômetro 92 da Freeway e já vinha sendo usado pelos policiais, mas o espaço foi remodelado.

Saiba mais:

- Polícia Rodoviária Federal tem novo superintendentende no RS