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Posts com a tag "obras"

Alargamento de viaduto na Freeway será concluído até o fim da semana

07 de dezembro de 2016 0
Foto: Divulgação / Concepa

Foto: Divulgação / Concepa

O alargamento de viaduto na Freeway, no acesso à avenida Assis Brasil, será finalizado no fim de semana. As obras ocorrem no quilômetro 86 da rodovia, em Porto Alegre. De acordo com a Concepa, ainda é necessário concluir o revestimento asfáltico e realizar os ajustes de sinalização.

A obra começou em abril. Ao final da ampliação de pista, o trecho terá quatro faixas de tráfego e uma (mais à direita) para acesso a Porto Alegre e Cachoeirinha. Atualmente, há essa faixa de acesso e outras três para tráfego.

O alargamento não foi realizado quando houve a construção da quarta faixa porque o projeto ainda estava sendo realizado e precisava ser aprovado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A obra custou R$ 2,5 milhões e já foi considerada no último reajuste do pedágio, em outubro.

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Término do prolongamento da avenida Severo Dullius é adiado para o ano que vem

06 de dezembro de 2016 2
Foto: Helena Rocha / PMPA (Arquivo)

Foto: Helena Rocha / PMPA (Arquivo)

As obras do prolongamento do segundo trecho da avenida Severo Dullius não serão mais concluídas em dezembro. A nova previsão da prefeitura indica que os trabalhos devem prosseguir até fevereiro de 2017.

A pavimentação de praticamente todo o traçado já foi concluída. Falta realizar apenas a instalação das sinalizações horizontal e vertical. Mas a parte mais delicada atualmente é a construção de dois pontilhões, nos dois acessos do novo trecho. Os pontilhões sobre o Arroios Dique e Passo da Mangueira tem cada um aproximadamente 60m. A atual etapa destas obras é a construção das fundações e concretagem de ambas as estruturas.

A ordem de início do segundo trecho das obras da Severo Dullius foi dada em setembro de 2015. Segundo a prefeitura, um período intenso de chuvas só permitiu que os trabalhos evoluíssem a partir de novembro do ano passado.

A construção do trecho entre a avenida Dique e a rua Sérgio Dieterich demorou para iniciar pois foi necessário, primeiro, desviar a avenida de um antigo aterro sanitário. Já a primeira etapa do prolongamento da avenida foi executada com recursos de uma contra-partida de uma rede de supermercados. Com o término das obras, a prefeitura acredita que conseguirá formar um anel rodoviário que contornará o Aeroporto Salgado Filho, o que ajudaria a desobstruir um pouco o tráfego na região.

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Trincheira da Cristóvão Colombo recebe nome de político gaúcho

06 de dezembro de 2016 8
Obra deveria ter ficado pronta em março de 2014 - Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

Homenagem foi proposta por vereadores do PMDB e PP - Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

Os trabalhos na trincheira da Avenida Cristóvão Colombo ainda não acabaram mas a travessia sob a Terceira Perimetral já tem nome oficial. O local passa a se chamar Passagem de Nível Mendes Ribeiro Filho.

A lei, sancionada pelo prefeito José Fortunati, foi publicada no fim de novembro no Diário Oficial de Porto Alegre. A homenagem partiu dos vereadores Idenir Cecchim e Lourdes Sprenger, do PMDB; do suplente de vereador Dr. Raul Fraga, do mesmo partido; e João Carlos Nedel, do PP.

Jorge Alberto Portanova Mendes Ribeiro Filho, faleceu no ano passado. Ele foi ex-vereador da Capital, ex-deputado federal e ex-ministro da Agricultura. O pai de Mendes Ribeiro Filho, Jorge Alberto Beck Mendes Ribeiro, também dá nome a uma importante obra de Porto Alegre: o viaduto localizado no cruzamento da avenida Protásio Alves com a Terceira Perimetral.

As obras na trincheira da Avenida Cristóvão Colombo devem ser concluídas somente no começo do ano que vem. O contrato foi assinado em agosto de 2012. A ordem de início das obras foi dada em março de 2013. A previsão era realizar o serviço num prazo de um ano. Só que os desvios no trânsito começaram apenas em julho. E as obras só tiveram início em julho de 2014.

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Mais uma obra sem dinheiro: Construção da trincheira da Anita Garibaldi está parada

02 de dezembro de 2016 4
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS (Arquivo)

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS (Arquivo)

Desde que houve a liberação do trânsito na trincheira da Anita Garibaldi, no dia 26 de setembro, as obras na região deixaram de ocorrer. O motivo é a falta de pagamento da prefeitura de Porto Alegre.

Apesar da inauguração ocorrida há quase 70 dias, ainda há a necessidade de conclusão dos trabalhos em duas alças de acesso da Anita Garibaldi com a Terceira Perimetral. Havia uma expectativa da prefeitura de que estes serviços pudessem ser finalizados até a segunda quinzena de dezembro. Porém, com a parada das obras, não há previsão de liberação total no trânsito, que inclui o desligamento da sinaleira da rua Furriel Luiz Antônio Vargas.

Este é o mesmo problema enfrentado na obra da trincheira da Avenida Ceará. Segundo nota divulgada pela prefeitura nessa quinta-feira, o executivo está com dificuldades com as contrapartidas do município devido à crise financeira que atinge União, estados e municípios. A prioridade neste final de ano passou a ser o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores.

A ordem de início das obras foi dada em junho de 2012, mas os desvios no trânsito da região iniciaram-se apenas em janeiro de 2013. Dois meses depois, as construtoras identificaram uma rocha subterrânea no local. A obra, que chegou a ficar parada por três meses depois que a Sultepa desistiu de realizar o serviço. A construtora Cidade foi quem assumiu os trabalhos.

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28 de novembro de 2016 2
Obra deveria ter ficado pronta em março de 2014 - Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

Obra deveria ter ficado pronta em março de 2014 – Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

O arrefecimento no ritmo das obras na trincheira da Avenida Cristóvão Colombo volta a alterar a previsão de término dos trabalhos. Por causa da diminuição do número de operários na região, já não há como finalizar toda a construção até o fim do ano.

Por enquanto, a prefeitura informa que a passagem por baixo da Terceira Perimetral será entregue ainda em dezembro. Porém, as alças de acesso do sentido bairro-centro, o muro de contenção da obra e as calçadas só ficarão prontas no começo do ano que vem. Para que o tráfego seja liberado na trincheira, ainda é necessário concluir 5% do pavimento da pista em concreto em direção ao bairro.

A obra acontecia em ritmo acelerado. Tanto que havia expectativa de que ela seria inaugurada antes das trincheiras da Anita Garibaldi e Ceará. Em agosto, o prefeito José Fortunati vistoriou a obra e previa o término dos serviço para final de outubro. Mas, segundo a prefeitura, o consórcio responsável pelos trabalhos da Cristóvão Colombo apresentou dificuldades financeiras. Ele é formado pelas empresas EPT, Serenge e Serki.

O contrato foi assinado em agosto de 2012. A ordem de início das obras foi dada em março de 2013. A previsão era realizar o serviço num prazo de um ano. Só que os desvios no trânsito começaram apenas em julho. E as obras só tiveram início em julho de 2014.

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Obras da trincheira da Ceará se aproximam do fim e parte do desvio será desativado em até três semanas

28 de novembro de 2016 13
Obra deve ser concluída com atraso de quase dois anos e meio - Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

Obra deve ser concluída com atraso de quase dois anos e meio – Foto: Divulgação / Prefeitura de Porto Alegre (Arquivo)

Se o tempo colaborar, o tráfego no sentido centro-bairro da Avenida Farrapos, no entorno da trincheira da Ceará, será liberado em breve. A expectativa da prefeitura de Porto Alegre é que a pavimentação e sinalização da avenida Farrapos seja concluída em até três semanas. Quando isso ocorrer, o desvio hoje existente, que obriga quem deixa Porto Alegre a acessar a Terceira Perimetral pela rua 25 de fevereiro, será desativado.

A obra da trincheira da Ceará está quase concluída. Falta realizar o acabamento no pavimento em concreto e nas paredes da nova estrutura. Também está sendo finalizada a casa de bomba, que será usada para evitar que a água da chuva se acumule no trecho de pista rebaixado. A previsão da prefeitura é que a obra seja concluída até o fim do ano, um atraso de quase dois anos e meio do prazo original, que era agosto de 2014.

Os desvio no trânsito da região ocorrem desde fevereiro de 2013. Durante os primeiros meses de obra, o solo se mostrou instável. Havia risco de afetar as fundações dos prédios vizinhos. Com isso, foi identificado que, para realizar o serviço, as construtoras teriam que escavar mais de oito metros de profundidade.

Em outubro de 2014, a prefeitura chegou a anunciar que lançaria uma nova licitação, após as empresas responsáveis terem manifestado a desistência da obra. Um mês depois, o consórcio, composto pelas empresas Conpasul; Sogel; e Toniolo, Busnello anunciou que mudou de ideia, decidiu aceitar o reajuste proposto pela prefeitura e retomar os trabalhos que ficaram sete meses parados.

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Justiça volta a determinar reintegração de área que impede última obra da Copa em Porto Alegre

23 de novembro de 2016 6
Placa que indicava prazo de término da obra foi retirada – Foto: José Alberto Andrade / Gaúcha (Arquivo)

Placa que indicava prazo de término da obra foi retirada – Foto: José Alberto Andrade / Gaúcha (Arquivo)

A 3ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central voltou a determinar a reintegração de posse que impede o começo da construção de um viaduto e de uma passagem de nível na Terceira Perimetral com Avenida Plínio Brasil Milano, em Porto Alegre. A juíza Sílvia Muradás Fiori negou recurso da defesa que questionava que a prefeitura era a proprietária de todo o terreno onde hoje funciona a revenda de carros Meta Veículos.

- Expeça-se ofício aos autos do processo [....], comunicando a presente decisão, tendo em vista a medida liminar lá deferida, autorizando a manutenção do autor na posse de parte da área objeto da reintegração aqui determinada.

A Procuradoria Geral do Município (PGM) já foi notificada da decisão. Falta agora a prefeitura pagar as custas do processo. Isso irá ocorrer quando o documento for expedido.

Em fevereiro, a mesma juíza já havia determinado a reintegração de posse, mas o recurso da empresa adiou o cumprimento do mandado. Na ocasião, a prefeitura informou que aguardaria decisão sobre a reintegração de mais uma área que afeta diretamente as obras no local. A Justiça ainda não se manifestou sobre o outro processo referente a uma borracharia localizada na esquina da rua Dom Pedro II com Avenida Plínio Brasil Milano. Essa área é necessária para construir a alça que dará acesso de quem vem da Terceira Perimetral pelo norte e irá ingressar no futuro acesso da Avenida Plínio Brasil Milano em direção ao centro.

Agora, a prefeitura quer ter garantias de que não haverá novo recurso que poderá atrapalhar o começo dos trabalhos. Após receber as garantias da PGM, a Secretaria de Gestão irá se manifestar sobre a possibilidade de início da construção do viaduto e da passagem de nível.

Esta é a última obra prometida para a Copa do Mundo de 2014 que ainda não saiu do papel em Porto Alegre. Os trabalhos deveriam ter começado em maio de 2013. A primeira previsão de conclusão prevista era agosto de 2014. Após o prazo previsto de término, a data foi alterada nas placas para 27 de novembro de 2015. Um dia depois elas foram retiradas.

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Obras da segunda ponte do Guaíba recebem mais R$ 16 milhões

22 de novembro de 2016 1
Trabalhos praticamente pararam em junho - Foto: Omar Freitas/Agencia RBS (Arquivo)

Obras estão sendo retomadas- Foto: Omar Freitas/Agencia RBS (Arquivo)

Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (22) a confirmação de mais um repasse do Governo Federal para a construção da nova ponte do Guaíba. Serão repassados mais R$ 16 milhões para a obra. Esse valor se soma aos R$ 88 milhões que foram anunciados em outubro. O Ministério do Planejamento já liberou R$ 22 milhões destes recursos.

Em julho, o presidente Michel Temer havia anunciado a liberação de R$ 100 milhões para a nova ponte do Guaíba. Porém, o recurso só foi viabilizado no mês passado depois que a União transferiu recursos de outras obras.

A construção da nova ponte do Guaíba começou em outubro de 2014 e tem um custo total de cerca de R$ 650 milhões – cerca de 35% já foram executados. O prazo inicial para a inauguração era outubro de 2017, mas o cronograma não será cumprido em função dos atrasos e também na demora de remoção das famílias que moram no entorno.

Saiba mais:

Construído em local errado, posto do Comando Rodoviário será fechado até domingo na RS-118

18 de novembro de 2016 0
Posto de Gravataí será fechado até domingo - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Posto de Gravataí será fechado até domingo – Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

Dez anos depois de ser inaugurado, o posto do Pelotão Rodoviário da Brigada Militar, instalado às margens da RS-118, em Gravataí, está sendo fechado. O motivo: ele foi construído no traçado da via lateral da duplicação da rodovia. O detalhe: o projeto da obra na RS-118 é da década de 90. Já o posto foi construído entre 2005 e 2006. A obra foi possível graças à comunidade. O posto custou aproximadamente R$ 250 mil (valor atualizado com base na inflação oficial do Brasil).

De acordo com o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, o mobiliário do atual posto será guardado para a nova unidade. Porém, ainda não há definição de onde ela será construída e nem a partir de quando. Segundo a Secretaria Estadual dos Transportes, a próxima localização vai depender do próprio Comando Rodoviário.

Porém, o coordenador da duplicação da RS-118 pela Secretaria Geral do governo de Tarso Genro, José Thadeu de Almeida, lembra que, na época que ele chefiava as obras na região, o novo posto seria construído próximo do atual, mas do outro lado da rodovia e com dinheiro de uma contrapartida de uma empresa de logística.

- No governo anterior já prevíamos a obra, mas o posto não seria desativado sem ter o outro pronto – lembra Thadeu.

As pessoas que moram na região reclamam da saída do posto. Sem um controle permanente do Comando Rodoviários temem mais acidentes e imprudências. Uma delas é Josiane Silva, mãe de um bebê de três meses, que precisa atravessar a pé a RS-118 todo dia.

- Todo o dia enfrento isso, já vi vários acidentes aqui já, por causa da… Ninguém respeita, né. Todos os dias a gente tem que atravessar aqui. Pegar ônibus é desse lado, creche é desse lado. Então, posto de saúde é desse lado, então a gente sempre tem que atravessar, né – desabafa Josiane.

Os policiais começaram a fazer a mudança na quarta-feira (16) e têm até domingo (20) para retirar equipamentos e mobiliário e entregarem a chave do prédio. Todas as ocorrências que são atendidas na RS-118 terão o posto de Viamão como base operacional. Os 12 policiais que atuam na rodovia serão remanejados para o pelotão localizado na RS-040.

Segundo o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, sempre haverá viaturas na RS-118, como forma de atenuar o problema de distância. Em determinadas situações há até a possibilidade dos atendimentos serem feitos pelo pelotão de Sapiranga, na RS-239, que fica mais próximo de Sapucaia do que o de Viamão.

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Pista nova da duplicação da RS-118 já tem 700 rachaduras e buracos

18 de novembro de 2016 3
Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras  - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras
– Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

A pista nova da RS-118 já contabiliza 678 rachaduras, 15 buracos, 83 remendos e outros nove remendos rachados, além de sete desníveis e desgastes no pavimento construído recentemente. O levantamento minucioso foi realizado pela Rádio Gaúcha no fim de outubro.

A duplicação é realizada há 10 anos entre a BR-116, em Sapucaia do Sul; e a Freeway, em Gravataí. Dos 22 quilômetros, 11 já têm pista nova construída. Os novos trechos estão distribuídos em 13 pontos. Todos têm rachaduras, remendos e buracos. Um deles, que sequer foi liberado para o tráfego, em Gravataí, já tem ruptura no asfalto. Um segundo ponto também não liberado, na mesma cidade, virou espaço de comércio para vendedor ambulante.

O caminhoneiro Benjamin Dias de Almeida não tem escolha. Precisa passar pela RS-118 sempre que vem ao Rio Grande do Sul, pois tem que visitar uma empresa às margens da rodovia. Ele já desenvolveu uma tática para evitar desgaste do seu veículo.

- Péssima… buraco, um dentro do outro, tem que escolher o menor pra passar por dentro. Se pudesse evitar, a gente não passava por aqui. É o que dá acesso à Gravataí, então não tem como ir por outro, por outra pista – reclama Almeida.

Da parte nova da duplicação, já finalizada, 8,3 quilômetros estão em uso pelos veículos. Foram liberados entre setembro de 2013 e outubro de 2014.

Três trechos têm até 250 metros ininterruptos de rachaduras e sem nenhum bloco de concreto intacto. Aliás, um dos problemas que agravaram o estado da pista velha da RS-118 foram exatamente as rachaduras, que permitiram infiltrações e aceleraram os defeitos no pavimento.

A precariedade da via desgasta os veículos. Quem passa pela rodovia com frequência precisa estar preparado para gastos com manutenção em suspensões, rodas e pneus do automóvel. A situação está ruim até para mecânico, como diz um deles, Marcelo Silveira.

- Tá muito ruim a coisa, tá feio. É ruim, às vezes, a gente fica com medo de estacionar carro por causa do pessoal que passa pelo acostamento aqui, que é perigoso ficar aqui, não tem condições mesmo – revela Silveira.

Se ainda falta investir muito dinheiro na duplicação da RS-118, o Governo do Estado terá que gastar onde já aplicou recursos. No trecho do lote dois, compreendido entre Gravataí e Sapucaia do Sul e de responsabilidade da Sultepa, as fissuras e defeitos que forem identificadas como defeito de fabricação serão recuperadas pela construtora.

Já o que for constatado que foi criado por causa do desgaste do pavimento, terá que ser pago pelo governo. Segundo o diretor-geral da Secretaria Estadual de Transportes, Vicente de Britto Pereira, quando a pista foi liberada, na gestão anterior, não houve cuidado para proteger o tráfego no acostamento da nova pista, que não foi projetado para receber muito peso.

No trecho do lote um, em Gravataí, a construtora Triunfo rescindiu o contrato com o Governo do Estado em outubro. Dessa forma, as fissuras e buracos na área de sua competência vão permanecer no local por mais tempo.

O governo devia R$ 88 mil à empresa, por serviços que foram feitos mas não foram pagos. Dessa forma, houve uma amortização do valor devido ao que seria investido na recuperação do pavimento.

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