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Duplicação da BR-290 pode voltar a parar em 30 dias

26 de fevereiro de 2015 1
Obras devem ser concluídas em 2017 – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS (Arquivo)

Obras devem ser concluídas em 2017 – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS (Arquivo)

As obras de duplicação nos poucos quilômetros da BR-290, entre Eldorado do Sul e Pantano Grande podem parar novamente. Agora, a possibilidade é que os trabalhos sejam suspensos no mês que vem. O motivo é a falta de supervisão ambiental.

O Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu uma autorização de seis meses para que as obras de terraplenagem e drenagem ocorram num trecho de cinco quilômetros, na região de Arroio dos Ratos, no lote dois. Esse prazo vence em março.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) corre contra o relógio. A autarquia está realizando a licitação. As duas primeiras empresas concorrentes foram desclassificadas. A proposta foi apresentada para a terceira colocada, que atendeu os requisitos. Cabe ainda recursos das empresas que foram excluídas. Somente após a assinatura do contrato com a empresa vencedora, é que o Ibama deverá conceder a autorização definitiva.

As obras no lote um, em Eldorado do Sul, seguem dependendo da Fundação Nacional do Índio (Funai). Um trecho de 200 metros dos 30 quilômetros do trecho se sobrepõe à terra indígena Petim-Arasaty e está a aproximadamente 7 quilômetros da terra indígena Arroio do Conde. O Dnit tenta que pelo menos parte do lote seja liberado para obras.

As obras nos lotes três e quatro ainda não começaram de fato. As empresas estão finalizando os ajustes dos projetos executivos. A expectativa é que os serviços possam ser iniciados até abril.

Prometida para 2012, a licitação para duplicação de 115 quilômetros da BR-290, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de janeiro de 2014. Ela irá custar R$ 583,55 milhões. As vencedoras ficarão responsáveis pela realização dos projetos básico e executivo, além da execução das obras de duplicação da rodovia.

Vencedores da licitação:
Lote 01 = Consórcio Bolognesi – Conterra – Magna = R$ 151 milhões (valor da obra)
Lote 02 = Consórcio TB – ECB – ETEL = R$ 172,5 milhões (valor da obra)
Lote 03 = Consórcio Trier – Ctesa – Prodec = R$ 130,9 milhões (valor da obra)
Lote 04 = Consórcio Equipav – CSL – Esteio = R$ 129,15 milhões (valor da obra)

A obra foi dividida em quatro lotes:
Lote 01 = Extensão de 29,70 quilômetros, entre o km 112,3 e o km 142;
Lote 02 = Extensão de 30,08 quilômetros, entre o km 142 e o km 172,08;
Lote 03 = Extensão de 27,03 quilômetros, entre o km 172 e o km 199,03;
Lote 04 = Extensão de 28,70 quilômetros, entre o km 199,3 e o km 228.

Saiba mais:

- Duplicação da BR-290 para por falta de licença ambiental

Duplicação da BR-290 começa em novembro

Concluído projeto de duplicação da BR-290 entre Eldorado do Sul e Pantano Grande

Começam os trabalhos para duplicação da BR-290

Definidos vencedores de todos os lotes da licitação da duplicação da BR-290

Duplicação da BR-290, entre Pantano Grande e Eldorado do Sul, terá licitação considerada mais ágil

Concluído estudo de impacto ambiental das obras do Pontal do Estaleiro

24 de fevereiro de 2015 3
Área segue esperando o começo das obras – Foto: Lauro Alves / Agencia RBS (Arquivo)

Área segue esperando o começo das obras – Foto: Lauro Alves / Agencia RBS (Arquivo)

Um ano e quatro meses depois, a Secretaria do Meio Ambiente de Porto Alegre (Smam) de concluiu a análise sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) das obras do Pontal do Estaleiro. O projeto será apresentado à comunidade em duas audiências públicas, que serão realizadas nos dias 08 e 09 de abril. Após as ponderações que deverão ser apresentadas, o estudo volta a ser analisado pela equipe técnica da prefeitura, que poderá, então, aprovar o EIA-RIMA.

Depois, o processo vai para a Secretaria Municipal de Urbanismo, para que seja feito o Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU). O projeto voltará para a Smam para que seja concedida a Licença Prévia e apresentação dos projetos arquitetônicos. Somente após essa etapa, começa o processo de Licença de Instalação para o começo das obras.

O empreendimento até já mudou de nome. Agora é denominado “Parque do Pontal”. Em outubro de 2013, a BM Par Empreendimentos, empresa dona do terreno, protocolou projeto na Secretaria do Meio Ambiente. Dos seis hectares da área, 64% devem ter área de espaço público. Há ainda previsão de um parque com espaços para atividades de lazer, cultura e contemplação da paisagem e empreendimento que abrange um centro comercial integrado ao parque, e uma torre comercial, com 22 andares, com altura máxima de 80 metros.

A expectativa era de que a tramitação fosse concluída em 2014. As obras deveriam começar em 2015 e a conclusão do empreendimento estava previsto para dezembro de 2017. Na ocasião, o investimento previsto era de R$ 155 milhões. Já se passaram cinco anos e meio desde a realização da consulta popular que rejeitou a construção de residências na área no Pontal do Estaleiro, na Zona Sul de Porto Alegre.

Manifestantes contrários à construção de prédios residenciais protestaram em 2009 – Foto: Elson Sempé Pedroso / Câmara Municipal de Porto Alegre (Arquivo)

Manifestantes contrários à construção de prédios residenciais protestaram em 2009 – Foto: Elson Sempé Pedroso / Câmara Municipal de Porto Alegre (Arquivo)

Algumas atrações sugeridas no projeto:

- Pier turístico com museu do estaleiro e museu das águas;
- Restaurante;
- Quiosques;
- Esplanada;
- Ciclovia;
- Escadarias contemplativas;
- Praça;
- Marina para 150 embarcações de médio porte;
- Relógio solar;
- Ponto dos cataventos;
- Praça das birutas;
- Show de águas dançantes;
- Estacionamento para 1661 vagas (61 vagas públicas);
- Rede de lojas de materiais de construção;
- Cinemas.

A história do estaleiro:

- O Estaleiro Só foi criado em 1850. Era uma das primeiras ferrarias e fundições de Porto Alegre;

- Em 1949, o Estaleiro Só se estabeleceu na Ponta do Melo, chamada de Pontal do Estaleiro;

- Na década de 70, chegou a ter 3 mil funcionários;

- Em 1995, o estaleiro não resistiu, e fechou as portas;

- A área foi arrematada em leilão, em 2005, por R$ 7,2 milhões pela SVB Participações;

- Em 2008, os vereadores aprovaram o uso do terreno para a construção de prédios residenciais e edifícios comerciais, mas o prefeito José Fogaça vetou o projeto com o pedido para que a população fosse consultada sobre a medida

- Em março de 2009, os vereadores aprovaram duas emendas: uma para a realização de uma consulta popular em 120 dias após a publicação da lei e outra de preservação de uma área mínima de 60 metros junto à orla sobre a qual nada poderá ser construído;

- Em 23 de agosto de 2009, a votação popular confirmou a rejeição à construção de residências na área. Foram 18.212 (80,7%) votos contrários e 4.362 favoráveis (19,3%);

- Em 2010, os galpões do Estaleiro foram demolidos, e o local passou a servir de canteiro para as obras do Projeto Integrado Socioambiental (Pisa), do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae);

- Em outubro de 2013, a BM Par Empreendimentos, empresa dona do terreno, protocolou projeto na Secretaria do Meio Ambiente;

- Em fevereiro de 2015, a Secretaria do Meio Ambiente concluiu o estudo de impacto ambiental.

Saiba mais:

- Obras no Pontal do Estaleiro aguardam parecer ambiental cinco anos após consulta popular

Abandono nas obras da RS-118 faz com que famílias voltem a invadir áreas desocupadas

24 de fevereiro de 2015 4
Casebre (E) foi construído em área que havia sido desocupada - Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

Casebre (E) foi construído em área que havia sido desocupada – Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

* Com colaboração de Paulo Rocha

Enquanto o governo gaúcho não consegue retomar as obras de duplicação da RS-118, paradas desde outubro do ano passado, famílias começam a erguer casebres em áreas que já tinham sido desocupadas. Pelo menos três pequenas casas de madeira já foram construídas, nas proximidades do quilômetro dois, em meio aos escombros das que foram derrubadas em Sapucaia do Sul.

Segundo João Neri, um morador do bairro Capão da Cruz, as famílias estão voltando. Há relatos de que está ocorrendo atraso no pagamento do aluguel social. Cada uma das famílias removidas recebe até R$ 500 mensais. A promessa era repassar o dinheiro até que fossem concluídas as obras dos novos conjuntos habitacionais que estão sendo construídos em Sapucaia do Sul e Gravataí.

- Já faz uns dois, três meses, que estão construindo onde tinham casas (no lugar) dos que moravam aqui – relata o morador.

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) diz ter conhecimento de que as invasões estão ocorrendo. Conforme orientação da Superintendência de Assuntos Jurídicos do Daer, foram criados boletins de ocorrência na polícia e os invasores foram notificados pela 1ª Superintendência Regional, de Esteio. Caso as áreas não sejam desocupadas em 15 dias, o Daer promete remeter o assunto para as providências judiciais cabíveis, ou seja, pedir a reintegração de posse.

Para que as obras de duplicação possam ser retomadas, o governo precisa antes garantir o pagamento de R$ 1,69 milhão às construtoras. Os valores deixaram de ser repassados a partir de novembro.

Saiba mais:

- Governo precisa desembolsar quase R$ 2 milhões para que a duplicação da RS-118 seja retomada

- Construtora reduz ritmo de trabalho em lote da duplicação da RS-118

- Mais seis quilômetros de pista nova serão liberados na RS-118 na quinta-feira

- RS-118 terá três quilômetros de pista nova liberada amanhã em Gravataí

- Começam as obras de restauração da pista velha da RS-118

- Concluído projeto de duplicação da RS-118 entre Gravataí e Viamão

- Cemitério está no caminho da duplicação da RS-118

- Primeiro trecho de pista nova da RS-118 será liberado para o tráfego nesta 

 

Governo precisa desembolsar quase R$ 2 milhões para que a duplicação da RS-118 seja retomada

23 de fevereiro de 2015 9
Operários começaram a desaparecer da obra ainda em outubro - Foto: Lauro Alves / Agencia RBS (Arquivo)

Operários começaram a desaparecer da obra ainda em outubro – Foto: Lauro Alves / Agencia RBS (Arquivo)

Há meses parada, a duplicação da RS-118 não tem data para ser retomada. O Governo do Estado precisa antes garantir o pagamento de R$ 1,69 milhão às construtoras, que não é pago desde novembro.

Ainda antes do término do governo de Tarso Genro, os trabalhos foram diminuindo ao ponto de parar depois das eleições. As empresas querem garantias de quando receberão os atrasados para poder retomar as atividades.

Enquanto a duplicação não reinicia, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) anuncia que a construtura Dobil começou a realizar reparos na pista velha da RS-118, na região do quilômetro 10, junto ao acesso à estrada do Ritter. Estão utilizando concreto mais resistente que o asfalto normal.

Faltam ainda os projetos e licitações dos viadutos do Trensurb; da avenida Theodomiro Porto da Fonseca; e passarelas em todo trecho, que terão os projetos executados pela empresa STE. Também estão pendentes os projetos de contenção do viaduto da avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira e de substituição dos solos inadequados junto ao viaduto do Itacolomi.

O Daer ainda aguarda desapropriações judiciais em áreas comerciais e residenciais junto à rodovia. Também espera que a AES Sul desloque alguns postes que prejudicam o andamento da duplicação. Precisa também realizar o pagamento de algumas desapropriações amigáveis, realizar, o recuo do cemitério de Sapucaia do Sul e o contrato para remoção das construções invasoras da faixa de domínio.

Valores devidos a cada uma das empresas contratadas:

1) Construtora Conterra: somatório de medições novembro e dezembro/2014 = R$ 141 mil;
2) Construtora Sultepa: somatório de medições outubro, novembro e dezembro/2014 = R$ 1,39 milhão;
3) Construtora Triunfo: restos a pagar de medições anteriores (2014) = R$ 88 mil.

Atualização da construção de uma nova pista da RS-118:

Lote 1: Do km 11 ao km 21,3. Construtora Triunfo. Percentual executado do contrato: 71%;
Lote 2: Do km 06 ao km 11. Construtora Sultepa. Percentual executado do contrato: 50%;
Lote 3: Do km 00 ao km 05 (Da BR-116 a Freeway) – Construtora Conterra. Percentual executado do contrato: 7%.

Total pronto até o momento : 10,9 quilômetros de duplicação e 8,4 quilômetros de ruas laterais.

Atualização da restauração da pista velha da RS-118:
Não há nenhum trecho da restauração (pista antiga) pronto.
Lote 1: No trecho da Triunfo ainda não foi assinado contrato de recuperação;
Lote 2: No trecho da Sultepa, único onde ocorre a restauração, assentamento das placas quebradas e drenos começaram;
Lote 3: No trecho da Conterra falta assinatura de um termo aditivo para começo da recuperação.

Há 6 obras de artes por fazer ou em andamento nestes trechos da RS-118:
a) Viaduto sobre a avenida Itacolomi;
b) Macaqueamento do viaduto da RS-020;
c) Viaduto sobre a avenida Marechal Rondon;
d) Viaduto Ritter;
e) Passagem sobre o Arroio Sapucaia;
f) Viaduto sobre a tubulação da Transpetro.

Total investido desde 2006: R$ 65.907.157,40
Construtora Triunfo: R$ 34.810.743,61
Construtora Sultepa: R$ 28.612.504,58
Construtora Conterra: R$ 2.483.909,21

Saiba mais:

- Construtora reduz ritmo de trabalho em lote da duplicação da RS-118

- Mais seis quilômetros de pista nova serão liberados na RS-118 na quinta-feira

- RS-118 terá três quilômetros de pista nova liberada amanhã em Gravataí

- Começam as obras de restauração da pista velha da RS-118

- Concluído projeto de duplicação da RS-118 entre Gravataí e Viamão

- Cemitério está no caminho da duplicação da RS-118

- Primeiro trecho de pista nova da RS-118 será liberado para o tráfego nesta 

Obras do entorno da Arena do Grêmio só devem ser concluídas em 2020

14 de janeiro de 2015 9
Obras do entorno da Arena estavam suspensas até definição sobre quem as realizaria – Foto: Diego Vara / Agencia RBS (Arquivo)

Obras do entorno da Arena estavam suspensas até definição sobre quem as realizaria – Foto: Diego Vara / Agencia RBS (Arquivo)

Se a data do cronograma for cumprido, o término das obras do entorno da Arena do Grêmio só irá ocorrer em 2020. Os prazos foram estabelecidos no termo de acordo que foi assinado no fim de dezembro do ano passado. A OAS se comprometeu a executar 70% das obras que foram previstas para a região. A prefeitura abriu mão dos 30% restante.

Pelo cronograma, as obras do prolongamento da Avenida A. J. Renner, da Avenida Padre Leopoldo Brentano até as proximidades da Freeway, juntamente com a instalação de rede de água, esgoto e estação de bombeamento de esgoto na via, até a avenida Farrapos, deve ser concluída em agosto de 2019.

A construção de uma rua entre a Avenida A. J. Renner e o contorno da Arena do Grêmio será a primeira a ser concluída: março de 2015. Essa rua vai auxiliar o deslocamento entre os prédios que estão sendo construídos.

A criação de quatro “laços de quadra”, ou retornos, na interseção da Avenida A. J. Renner com a Rua Dona Teodora deve ser executado entre fevereiro de 2018 e janeiro de 2019. Já a reformulação da rótula da da Avenida A. J. Renner com a Av. Padre Leopoldo Brentano deve ser feita entre junho de 2017 e junho de 2018.

A ampliação da interseção da Avenida Farrapos com a Avenida A. J. Renner está prevista para ser realizada entre fevereiro e agosto de 2019. Havia a previsão de que no local fosse construído um túnel, mas o projeto foi descartado, pois área apresenta solos moles.

A conclusão da duplicação da Avenida Padre Leopoldo Brentano desde a Avenida Voluntários da Pátria até Avenida A. J. Renner será realizada entre setembro de 2016 e fevereiro de 2017. Essa obra já executada parcialmente pela prefeitura.

O prolongamento da Avenida Voluntários da Pátria, entre a Avenida Padre Leopoldo Brentano até o futuro prolongamento da Avenida A. J. Renner será realizada entre janeiro de 2018 e fevereiro de 2019.

A implantação do terminal de ônibus na interseção da Avenida A. J. Renner com a Avenida Padre Leopoldo Brentano será a última obra a começar: janeiro de 2020. A previsão de término é agosto de 2020. O terminal terá vagas para 27 ônibus, prédio administrativo, área de manobras, parada coberta com capacidade para 3 veículos.

A não execução ou a execução parcial das obrigações estabelecidas resultará em multa diária de R$ 5 mil por dia de atraso. As obrigações assumidas permanecerão como de responsabilidade da OAS, ainda que haja a transferência, da Arena ao Grêmio. Em agosto de 2013, a prefeitura estimou que todas as obras custariam R$ 128 milhões.

Saiba mais: 

- Por acordo com OAS, Prefeitura abre mão de 30% das obras no entorno da Arena do Grêmio

- OAS se compromete com 70% das obras do entorno da Arena do Grêmio

- Prefeitura revoga termo que desobrigou OAS de realizar obras do entorno da Arena do Grêmio

- Com anúncio de venda, MP espera definição sobre responsabilidade por obras do entorno da Arena do Grêmio

- Postes que avançaram para rua só serão realocados após definição sobre entorno da Arena do Grêmio

- Prefeitura deve revogar termo que desobrigou OAS de fazer obras no entorno da Arena do Grêmio

- MP mantém exigência para que OAS faça obras no entorno da Arena do Grêmio

- Ministério Público vê indícios de fraude em termo firmado entre Prefeitura de Porto Alegre e OAS

Infraero atrasa pagamento de ampliação do Aeroporto Salgado Filho

09 de janeiro de 2015 15
Ampliação do terminal de passageiros está atrasada - Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Ampliação do terminal de passageiros está atrasada – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS (Arquivo)

Os 150 operários que trabalham na ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, não trabalharam nessa quinta-feira (08). Eles foram informados que as suas empresas não receberiam o pagamento relativo ao mês de janeiro.

A informação foi ratificada pela Infraero, que informou que não há data para que a situação seja regularizada. O problema é que o Tesouro Nacional não liberou os valores.

Entre ontem e hoje, as duas empresas que realizam as obras decidiram pagar os funcionários com recursos próprios para que os serviços não sejam ainda mais afetados. Eles voltaram a trabalhar nesta sexta-feira (09).

A empresa Espaço Aberto é a responsável pela obra, mas a Infraero autorizou que a Construtora Damiani fosse sub-contratada, já que a primeira enfrenta dificuldades para executar os serviços.

A previsão é que a obra seja concluída em fevereiro de 2017. Os trabalhos começaram em outubro de 2013. A primeira etapa da ampliação deveria ter ficado pronta em maio de 2014. A Espaço Aberto já foi multada em R$ 161 mil (R$ 161.750,24) por causa do atraso no cronograma das obras.

O mesmo problema de falta de repasse do Governo Federal tem afetado o repasse de pagamento às empresas que realizam as obras de duplicação da BR-116, entre Guaíba e Pelotas, que, desde outubro, não recebe valores do Governo Federal.

Também hoje, o ministro-Chefe da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, se reúne com o governador José Ivo Sartori, na capital gaúcha, para falar sobre o futuro do aeroporto. Serão discutidos os investimentos na ampliação da pista e da área de cargas e o projeto de construção de um novo aeroporto na Região Metropolitana.

Padilha já informou que pretende repassar à iniciativa privada a administração do Salgado Filho em um modelo no qual o vencedor do leilão também banque a construção do novo aeroporto. A concessionário controlaria os dois espaços.

Saiba mais:

- Obras de ampliação do Aeroporto Salgado Filho param pela quinta vez em um ano

- Construtora é multada em R$ 161 mil por atrasos em obra do Aeroporto Salgado Filho

- Término da ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Salgado Filho fica para 2017

- Infraero promete licitar obra de novo estacionamento do Salgado Filho em até 10 meses

- Porto Alegre teria que derrubar viaduto e mudar rota do trem para ter aeroporto 80% aberto em dia de neblina

- Empresa catarinense vence licitação para ampliação do Salgado Filho

Assinado contrato para construção de cinco passarelas na BR-392

29 de dezembro de 2014 0
Último trecho da duplicação da BR-392 foi entregue em agosto – Foto: Solano Ferreira / STE (Arquivo)

Último trecho da duplicação da BR-392 foi entregue em agosto – Foto: Solano Ferreira / STE (Arquivo)

O contrato para construção de cinco passarelas na BR-392, em Rio Grande, foi assinado na semana passada, dia 23. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial da União.

A construtora Cidade é a responsável pela obra, que custará R$ 11.7 milhões (R$ 11.790.000,00). Caberá à empresa realizar projeto das travessias e executar as obras num período de 14 meses, até fevereiro de 2016.

Prevista para ser entregue no final de 2012, a duplicação da BR-392, entre o acesso à estrada da Barra e a ponte do canal São Gonçalo, ficou em obras de novembro de 2009 até fevereiro de 2014. O investimento na duplicação dos 52 quilômetros da rodovia custou R$ 307 milhões (R$ 307.010.077,69). Já a duplicação da ponte sobre o canal São Gonçalo, obra que estava incluída no lote 2 da BR-392, será feita através de uma licitação a parte.

Passarelas que serão construídas:
- Marinha (km 18)
- Carreros (km 19,6)
- Vila da Quinta (km 26,5)
- Povo Novo (km 41,9)
- Capão Seco (km 51,8)

Saiba mais:

- Definidas empresas que irão construir cinco passarelas na BR-392

- Último trecho duplicado da BR-392 será liberado no começo de agosto

- Liberação do último trecho duplicado da BR-392 depende de construção de passarela

- Falta de segurança cancela liberação de última obra da duplicação da BR-392

- Entrega da duplicação da BR-392 fica para a metade do ano

- Obras em viadutos atrasam e conclusão da BR-392 fica para 2013

Duplicação da BR-116, entre Guaíba e Pelotas, tem recursos por pelo menos mais três meses

25 de dezembro de 2014 0
Duplicação já recebe pavimentação no quilômetro 474 - Foto: Divulgação / Dnit

Duplicação já recebe pavimentação no quilômetro 474 – Foto: Divulgação / Dnit

O fim de ano e o período de veraneio não vão atrapalhar as obras de duplicação da BR-116, entre Guaíba e Pelotas. Ainda em novembro, o Governo Federal repassou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) recursos para a continuidade dos trabalhos, pelo menos, até março de 2015.

O único impedimento nas obras de duplicação da rodovia é o trabalho de realocação das comunidades indígenas, no lote um de Guaíba. Casas estão sendo construídas. As primeiras seis estão quase concluídas.

Até outubro, a duplicação da BR-116 já estava 43,77% concluída. A previsão é que as obras sejam entregues até o final de 2015.

A obra está dividida em nove lotes. Os trabalhos iniciaram-se em datas diferentes, com sete meses de diferença entre o lote que começou primeiro – em outubro de 2012 – ao que começou por último – em maio de 2013. Os contratos com as empresas responsáveis pela duplicação estão sendo prorrogados. A previsão era de que a obra fosse concluída em dois anos.

Veja como está o andamento em cada um dos nove lotes:

LOTE 01
Em obras: 12,8 quilômetros
Percentual executado: 28,30%
R$: 44,9 milhões
Etapas: Supressão vegetal, terraplenagem, base da pavimentação e pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Passo Fundo, ponte sobre o Arroio Petim, ponte sobre o Arroio Passo Grande

LOTE 02
Em obras: 26,3 quilômetros
Percentual executado: 54,3%
R$: 65,13 milhões
Etapas: Terraplenagem e base da pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Ribeirinho, ponte sobre Várzea I do Arroio Ribeirinho, ponte sobre Várzea II do Arroio Ribeirinho, ponte sobre o Arroio Ribeiro.

LOTE 03
Em obras: 21,5 quilômetros
Percentual executado: 46,74%
R$: 83,977 milhões
Etapas: Terraplenagem, base da pavimentação, pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Teixeira e ponte sobre o Arroio Araçá.

LOTE 04
Em obras: 23,9 quilômetros
Percentual executado: 36,71%
R$: 31,86 milhões
Etapas: Terraplenagem e base da pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Velhaco

LOTE 05
Em obras: 24,1 quilômetros
Percentual executado: 43,01%
R$: 53,85 milhões
Etapas: Terraplenagem e base da pavimentação
Obras de arte especiais: nenhuma em obras

LOTE 06
Em obras: 23,4 quilômetros
Percentual executado: 29,18%
R$: 29,63 milhões
Etapas: Terraplenagem
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Evaristo e ponte do km 444

LOTE 07
Em obras: 21,6 quilômetros
Percentual executado: 41,04%
R$: 46,33 milhões
Etapas: Terraplenagem, destocamento e limpeza e base da pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Santa Isabel ponte sobre o Arroio São Lourenço.

LOTE 08
Em obras: 18,9 quilômetros
Percentual executado: 54,98%
R$: 62,77 milhões
Etapas: Terraplenagem, base da pavimentação, pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Grande, viaduto de acesso a Turuçu, ponte sobre o Arroio Passo das Pedras, ponte sobre o Arroio Viúva Tereza.

LOTE 09
Em obras: 21,5 quilômetros
Percentual executado: 57,04%
R$: 66,58 milhões
Etapas: Terraplenagem, destocamento e limpeza, base da pavimentação, pavimentação
Obras de arte especiais: ponte sobre o Arroio Corrientes, ponte sobre o Arroio Contagem, viaduto de acesso a Arroio do Padre.

A duplicação da BR-116 está dividida em nove lotes:

Lote 01 = 24,46 km – Do km 300,54 ao km 325,00 – Construtora Constran (ordem de início dada em 24/05/2013);

Lote 02 = 26,34 km – Do km 325,00 ao km 351,34 – Construtora Constran (obras começaram em 30/01/2013);

Lote 03 = 21,88 km – Do km 351,34 ao km 373,22 – Construtora Ivaí (obras começaram em 15/01/2013);

Lote 04 = 23,98 km – Do km 373,22 ao km 397,20; – Construtora Trier (obras começaram em 10/12/2012);

Lote 05 = 25,12 km – Do km 397,20 ao km 422,30 – Consórcio Brasília Guaíba – Ribas (obras começaram em 05/11/2012);

Lote 06 = 26,20 km – Do km 422,30 ao km 448,50 – Consórcio Pelotense – CC (obras começaram em 18/10/2012);

Lote 07 = 21,60 km – Do km 448,50 ao km 470,10 – Construtora Sultepa (obras começaram em 08/10/2012);

Lote 08 = 18,90 km – Do km 470,10 ao km 489,00 – Construtora SBS (obras começaram em 04/10/2012);

Lote 09 = 22,76 km – Do km 489,00 ao km 511,76 – Consórcio MAC – Tardelli (obras começaram em 08/10/2012).

Obs. = A ponte sobre o Rio Camaquã está sendo licitada à parte:

Lote 10 = 680 metros – Do Km 428,164 ao Km 428,844 (Ponte Sobre o Rio Camaquã) – Sem contrato = Licitação está sendo construída.

Saiba mais:

- Duplicação da BR-116 vai começar na semana que vem em Guaíba

- Governo Federal destina mais R$ 70 milhões para a duplicação da BR-116

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Assinado contrato para construção e reforma de 22 passarelas na BR-116

25 de dezembro de 2014 2
Trecho de Esteio ganhará novas passarelas – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS (Arquivo)

Trecho de Esteio ganhará novas passarelas – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS (Arquivo)

O contrato para construção e reforma de 22 passarelas na BR-116 foi assinado na última semana e publicado no Diário Oficial da União. Os trabalhos serão executados pelo Consórcio Cidade – Geottec.

Ela terá quatro meses para realizar os projetos. Contratualmente, o Dnit terá 60 dias para analisar o trabalho. Depois disso, as empresas terão dois anos e meio para realizar as melhorias. O investimento será de R$ 72,95 milhões (R$72.950.000,00).

O contrato do lote um ainda não foi assinado. A licitação foi vencida pelo Consórcio Brasília/Guaíba, Sultepa, BGOP e ATP Engenharia. O serviço será executado por R$ 392,2 milhões (R$392.200.000,00).

Neste lote estão previstas as maiores intervenções na rodovia: construção de ruas laterias; implantação de terceira faixa, inclusive nos viadutos; construção de novos viadutos, passagens de nível e passarelas. O trecho de Esteio deverá receber a maior quantidade de novas obras, principalmente na região do Parque de Exposições Assis Brasil. Canoas terá um cruzamento por baixo da BR-116, próximo do Conjunto Comercial. São Leopoldo ganhará a duplicação da ponte do Rio dos Sinos. Já Novo Hamburgo não foi contemplada com a construção do viaduto do Bairro Roselândia. Também não haverá, nesta licitação, a duplicação da BR-116 até Dois Irmãos.

Passarelas que serão construídas ou reformadas:

Novo Hamburgo
• Rua José Quadros – Km 233
• A 230m ao Norte do viaduto Airton Senna / Rua Porto Lucena – km 235
• A 80m ao Sul da Av. Cel. Frederico Linck – km 236,3
• Rua Guaicurus / Colégio Liberato – km 236,8
• Rua Jornal NH – km 237

São Leopoldo
• Rua Limoeiro – km 239
• Rua São Leopoldo – km 240
• Rua DNER / UL São Leopoldo / Scharlau – km 240,4
• Posto Polícia Rodoviária Federal – km 241
• Rua São Simão / Rua Maceió – km 241,9
• Rua Demétrio Ribeiro / Rua Jacob Blauth Netto – km 242
• Rua Cristo Rei / Loja Leroy Merlin – km 246
• Rua Pe. Luiz Gonzaga Jaeger – Bairro São João Batista – km 248
• Seminário Concórdia – km 248,3
• Reforma Passarela da Av. Caxias do Sul – km 242,85

Sapucaia do Sul
• Av. Industrial / Mercado Atacadão – km 249

Esteio
• Rua Cristovão Colombo / Indústria Solae – km 253
• Frente a Votoran – km 253,5
• Passarela Estação Esteio Trensurb – km 254

Canoas
• Rua Major Sezefredo / Concessionária Sbardecar – km 261,6
• Rua Regente Feijó / Mercado Bourbon – km 261,8

Porto Alegre
• Reforma Passarela Estação Aeroporto Trensurb – km 270,3

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Liberação do primeiro trecho duplicado do Contorno de Pelotas é transferida para janeiro

25 de dezembro de 2014 0
Contorno de Pelotas - Viaduto Av  25 de Julho - Foto: Solano Ferreira / STE S.A.

Contorno de Pelotas – Viaduto Av 25 de Julho – Foto: Solano Ferreira / STE S.A.

A liberação do primeiro trecho do Contorno de Pelotas foi adiada para a primeira quinzena de janeiro. A previsão anterior era novembro. O trecho que já estará pronto para uso fica na BR-116, entre o quilômetro 520,4 (próximo ao Sítio Floresta, sem incluir o viaduto) e o quilômetro 522,6 (barragem Santa Bárbara, sem incluir a ponte).

Segundo o engenheiro Vladimir Casa, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) precisou refazer o projeto de sinalização uma vez que as normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) foram alteradas. O novo projeto já está pronto e as placas estão sendo confeccionadas.

Além disso, a Polícia Rodoviária Federal e a autarquia acordaram em não fazer nenhuma mudança de tráfego na rodovia próximo ao período de fim de ano.

Até fevereiro de 2015, o novo ponto que será liberado fica entre o quilômetro 511,7 (próximo a ponte sobre Arroio Pelotas, sendo que a liberação da ponte depende das obras da duplicação do lote nove da BR-116) e o quilômetro 516,5 da BR-116 (próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal, sem incluir o posto).

O último trecho do lote 1-A será entregue em maio: do quilômetro 516,5 ao quilômetro 520,4 da BR-116. A liberação destes trechos depende da finalização das obras nos viadutos.

Já o lote 1-B deverá ficar pronto até setembro de 2015. Se isso se confirmar, a obra será entregue dentro do seu prazo contratual de três anos.

A duplicação começou em setembro de 2012 e está orçada em R$ 430,65 milhões. O mês de novembro terminou com 74,49% da obra concluída, sendo 83,46% do lote 1-A e 65,52% do lote 1-B.

O maior problema da obra é que a restauração e alargamento da ponte velha do Canal São Gonçalo ainda não começou. O edital da licitação está no Dnit, em Brasília, aguardando aprovação. Como a obra não começará logo, haverá afunilamento no local.

Contorno de Pelotas - Barragem Santa Bárbara - Foto: Foto: Solano Ferreira / STE S.A.

Contorno de Pelotas – Barragem Santa Bárbara – Foto: Foto: Solano Ferreira / STE S.A.

Obras de arte do Contorno de Pelotas:

Ponte sobre o Arroio Pelotas – km 511,890 da BR-116;
Ponte sobre a Barragem Santa Bárbara – km 522,800 da BR-116;
Ponte sobre o Canal Santa Bárbara – km 62,350 da BR-392;

Viadutos da Vila Princesa – km 514,500 da BR-116;
Viaduto da Avenida Fernando Osório – km 517,640 da BR-116;
Viaduto da Avenida Leopoldo Brod – km 519,910 da BR-116;
Viadutos da Avenida 25 de Julho – km 521,590 da BR-116;
Viaduto do Trevo da Fenadoce – km 524,200 da BR-116;
Viaduto da Avenida Herbert Hadler – km 525,520 da BR-116;
Viaduto da Avenida Cidade de Lisboa – km 526,500 da BR-116;
Viaduto do Entroncamento BR-116/BR-392 (Oderich) – km 527,300;
Viaduto da Avenida Duque da Caxias (Acesso UFPel) – km 66,800 da BR-392;
Viaduto sobre a Ferrovia – km 65,400 da BR-392;
Viaduto da Viscondessa da Graça (acesso a Pelotas) – km 61,900 da BR-392.

Obra no Contorno de Pelotas:

- Lote 1-A = Construtora HAP Engenharia Ltda. Duplicação de 11,01km = Do km 511,758 ao km 522,768 (BR-116).

- Lote 1-B = Consórcio SBS Engenharia e Construções AS., MAC Engenharia Ltda e Construtora Pelotense Ltda. Duplicação de 12,682km = Do 522,768 ao 527,680 (totalizando 4,912km) na BR-116 e do Km 60,631 ao 68,400 (totalizando 7,77km) da BR-392.

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