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Construído em local errado, posto do Comando Rodoviário será fechado até domingo na RS-118

18 de novembro de 2016 0
Posto de Gravataí será fechado até domingo - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Posto de Gravataí será fechado até domingo – Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

Dez anos depois de ser inaugurado, o posto do Pelotão Rodoviário da Brigada Militar, instalado às margens da RS-118, em Gravataí, está sendo fechado. O motivo: ele foi construído no traçado da via lateral da duplicação da rodovia. O detalhe: o projeto da obra na RS-118 é da década de 90. Já o posto foi construído entre 2005 e 2006. A obra foi possível graças à comunidade. O posto custou aproximadamente R$ 250 mil (valor atualizado com base na inflação oficial do Brasil).

De acordo com o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, o mobiliário do atual posto será guardado para a nova unidade. Porém, ainda não há definição de onde ela será construída e nem a partir de quando. Segundo a Secretaria Estadual dos Transportes, a próxima localização vai depender do próprio Comando Rodoviário.

Porém, o coordenador da duplicação da RS-118 pela Secretaria Geral do governo de Tarso Genro, José Thadeu de Almeida, lembra que, na época que ele chefiava as obras na região, o novo posto seria construído próximo do atual, mas do outro lado da rodovia e com dinheiro de uma contrapartida de uma empresa de logística.

- No governo anterior já prevíamos a obra, mas o posto não seria desativado sem ter o outro pronto – lembra Thadeu.

As pessoas que moram na região reclamam da saída do posto. Sem um controle permanente do Comando Rodoviários temem mais acidentes e imprudências. Uma delas é Josiane Silva, mãe de um bebê de três meses, que precisa atravessar a pé a RS-118 todo dia.

- Todo o dia enfrento isso, já vi vários acidentes aqui já, por causa da… Ninguém respeita, né. Todos os dias a gente tem que atravessar aqui. Pegar ônibus é desse lado, creche é desse lado. Então, posto de saúde é desse lado, então a gente sempre tem que atravessar, né – desabafa Josiane.

Os policiais começaram a fazer a mudança na quarta-feira (16) e têm até domingo (20) para retirar equipamentos e mobiliário e entregarem a chave do prédio. Todas as ocorrências que são atendidas na RS-118 terão o posto de Viamão como base operacional. Os 12 policiais que atuam na rodovia serão remanejados para o pelotão localizado na RS-040.

Segundo o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, sempre haverá viaturas na RS-118, como forma de atenuar o problema de distância. Em determinadas situações há até a possibilidade dos atendimentos serem feitos pelo pelotão de Sapiranga, na RS-239, que fica mais próximo de Sapucaia do que o de Viamão.

Saiba mais:

- Pista nova da duplicação da RS-118 já tem 700 rachaduras e buracos

Daer irá retomar retirada de famílias que atrapalham duplicação da RS-118

Construtora sinaliza retomada da duplicação da RS-118 ainda em julho

Duplicação da RS-118 perde R$ 6 milhões por causa da indefinição da obra

Prefeitos sugerem pedágio de até R$ 6,80 para terminar duplicação da RS-118

RS-118: Mais uma promessa descumprida

Pavimentação em rodovia agilizada para receber seleção equatoriana está abandonada

Duplicação da RS-118, entre Gravataí e Viamão, está há um ano em avaliação

Abandono nas obras da RS-118 faz com que famílias voltem a invadir áreas desocupadas

Governo precisa desembolsar quase R$ 2 milhões para que a duplicação da RS-118 seja retomada

Pista nova da duplicação da RS-118 já tem 700 rachaduras e buracos

18 de novembro de 2016 3
Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras  - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras
– Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

A pista nova da RS-118 já contabiliza 678 rachaduras, 15 buracos, 83 remendos e outros nove remendos rachados, além de sete desníveis e desgastes no pavimento construído recentemente. O levantamento minucioso foi realizado pela Rádio Gaúcha no fim de outubro.

A duplicação é realizada há 10 anos entre a BR-116, em Sapucaia do Sul; e a Freeway, em Gravataí. Dos 22 quilômetros, 11 já têm pista nova construída. Os novos trechos estão distribuídos em 13 pontos. Todos têm rachaduras, remendos e buracos. Um deles, que sequer foi liberado para o tráfego, em Gravataí, já tem ruptura no asfalto. Um segundo ponto também não liberado, na mesma cidade, virou espaço de comércio para vendedor ambulante.

O caminhoneiro Benjamin Dias de Almeida não tem escolha. Precisa passar pela RS-118 sempre que vem ao Rio Grande do Sul, pois tem que visitar uma empresa às margens da rodovia. Ele já desenvolveu uma tática para evitar desgaste do seu veículo.

- Péssima… buraco, um dentro do outro, tem que escolher o menor pra passar por dentro. Se pudesse evitar, a gente não passava por aqui. É o que dá acesso à Gravataí, então não tem como ir por outro, por outra pista – reclama Almeida.

Da parte nova da duplicação, já finalizada, 8,3 quilômetros estão em uso pelos veículos. Foram liberados entre setembro de 2013 e outubro de 2014.

Três trechos têm até 250 metros ininterruptos de rachaduras e sem nenhum bloco de concreto intacto. Aliás, um dos problemas que agravaram o estado da pista velha da RS-118 foram exatamente as rachaduras, que permitiram infiltrações e aceleraram os defeitos no pavimento.

A precariedade da via desgasta os veículos. Quem passa pela rodovia com frequência precisa estar preparado para gastos com manutenção em suspensões, rodas e pneus do automóvel. A situação está ruim até para mecânico, como diz um deles, Marcelo Silveira.

- Tá muito ruim a coisa, tá feio. É ruim, às vezes, a gente fica com medo de estacionar carro por causa do pessoal que passa pelo acostamento aqui, que é perigoso ficar aqui, não tem condições mesmo – revela Silveira.

Se ainda falta investir muito dinheiro na duplicação da RS-118, o Governo do Estado terá que gastar onde já aplicou recursos. No trecho do lote dois, compreendido entre Gravataí e Sapucaia do Sul e de responsabilidade da Sultepa, as fissuras e defeitos que forem identificadas como defeito de fabricação serão recuperadas pela construtora.

Já o que for constatado que foi criado por causa do desgaste do pavimento, terá que ser pago pelo governo. Segundo o diretor-geral da Secretaria Estadual de Transportes, Vicente de Britto Pereira, quando a pista foi liberada, na gestão anterior, não houve cuidado para proteger o tráfego no acostamento da nova pista, que não foi projetado para receber muito peso.

No trecho do lote um, em Gravataí, a construtora Triunfo rescindiu o contrato com o Governo do Estado em outubro. Dessa forma, as fissuras e buracos na área de sua competência vão permanecer no local por mais tempo.

O governo devia R$ 88 mil à empresa, por serviços que foram feitos mas não foram pagos. Dessa forma, houve uma amortização do valor devido ao que seria investido na recuperação do pavimento.

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19 de agosto de 2016 1
No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social – Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social – Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

As famílias e comércio invasores voltarão a ser retirados das margens da RS-118, entre Sapucaia do Sul e Gravataí. As casas atrapalham a retomada das obras de duplicação da rodovia.

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) está realizando licitação para contratar uma empresa que ficará responsável pelas mudanças, demolição, remoção, transporte e descarte de entulhos. As propostas interessadas serão recebidas no próximo dia 25.

Segundo a autarquia, estão previstas 300 desocupações. O gasto máximo estimado é de R$ 1,76 milhão (R$ 1.767.215,04). O recurso virão dos cofres do Estado.

A duplicação da RS-118 está parada há um ano e nove meses. Em razão do abandono da obra, famílias ergueram casebres em áreas que já tinham sido desocupadas. A nova ocupação está localizada nas proximidades do quilômetro dois, em meio aos escombros das que foram derrubadas, em Sapucaia do Sul.

A obra começou em julho de 2006, pelo lote um, em Gravataí. Em 2011, os serviços no lote dois foram iniciados, no trecho entre Sapucaia do Sul e Gravataí. Já as obras do lote três, em Sapucaia do Sul, começaram em 2013. Já foram investidos R$ 65,9 milhões (R$ 65.907.157,40) na duplicação da rodovia, entre 2006 e 2014. Atualmente, os usuários trafegam em 11 dos 22 quilômetros duplicados. Porém, já há buracos na nova pista entregue.

Atualização da construção de uma nova pista da RS-118:

Lote 1: Do km 11 ao km 21,3. Construtora Triunfo. Percentual executado do contrato: 71%;
Lote 2: Do km 06 ao km 11. Construtora Sultepa. Percentual executado do contrato: 50%;
Lote 3: Do km 00 ao km 05 (Da BR-116 a Freeway) – Construtora Conterra. Percentual executado do contrato: 7%.

Total pronto até o momento : 10,9 quilômetros de duplicação e 8,4 quilômetros de ruas laterais.

Atualização da restauração da pista velha da RS-118:

Não há nenhum trecho da restauração (pista antiga) pronto.

Lote 1: No trecho da Triunfo ainda não foi assinado contrato de recuperação;
Lote 2: No trecho da Sultepa, único onde ocorre a restauração, assentamento das placas quebradas e drenos começaram;
Lote 3: No trecho da Conterra falta assinatura de um termo aditivo para começo da recuperação.

Há 6 obras de artes por fazer ou em andamento nestes trechos da RS-118:
a) Viaduto sobre a avenida Itacolomi;
b) Macaqueamento do viaduto da RS-020;
c) Viaduto sobre a avenida Marechal Rondon;
d) Viaduto Ritter;
e) Passagem sobre o Arroio Sapucaia;
f) Viaduto sobre a tubulação da Transpetro.

Total investido desde 2006: R$ 65.907.157,40
Construtora Triunfo: R$ 34.810.743,61
Construtora Sultepa: R$ 28.612.504,58
Construtora Conterra: R$ 2.483.909,21

Saiba mais:

- Construtora sinaliza retomada da duplicação da RS-118 ainda em julho

Duplicação da RS-118 perde R$ 6 milhões por causa da indefinição da obra

Prefeitos sugerem pedágio de até R$ 6,80 para terminar duplicação da RS-118

RS-118: Mais uma promessa descumprida

Pavimentação em rodovia agilizada para receber seleção equatoriana está abandonada

Duplicação da RS-118, entre Gravataí e Viamão, está há um ano em avaliação

Abandono nas obras da RS-118 faz com que famílias voltem a invadir áreas desocupadas

Governo precisa desembolsar quase R$ 2 milhões para que a duplicação da RS-118 seja retomada

Construtora sinaliza retomada da duplicação da RS-118 ainda em julho

04 de julho de 2016 6
Na última semana, pequena obra foi retomada na RS-118 - Foto: Divulgação / Daer

Na última semana, pequena obra foi retomada na RS-118 – Foto: Divulgação / Daer

As obras da RS-118 deverão ser retomadas no mesmo momento em que a duplicação entre Gravataí e Sapucaia do Sul completa dez anos. Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade desta segunda-feira (04), o presidente da construtora Sultepa, responsável por um dos trechos da obra, informou que o governo gaúcho chamou a empresa e apresentou uma proposta de retomada dos trabalhos. A oferta do Estado é pagar o que deve para a construtora, cerca de R$ 1 milhão, e ainda liberar recursos do Tesouro para que a duplicação prossiga entre os quilômetros seis e 11.

Ricardo Portela, que é também é presidente do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras no Rio Grande do Sul, comentou que as outras duas construtoras desistiram da obra. A Triunfo era responsável pelo maior trecho, do quilômetro 11 ao 21. Já a Conterra cuidava dos trabalhos entre os quilômetros 0 e 5. Sendo assim, o governo precisará decidir se abrirá novas licitações ou chamará as próximas colocadas das concorrências públicas.

A duplicação da RS-118 está parada há um ano e oito meses. A obra começou no dia 10 de julho de 2006, pelo lote um, em Gravataí. Em 2011, os serviços no lote dois foram iniciados, no trecho entre Sapucaia do Sul e Gravataí. Já as obras do lote três, em Sapucaia do Sul, começaram em 2013.

O governador José Ivo Sartori prometeu retomar a obra ainda em 2016. Ano passado, o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, e o diretor-geral do Daer, Ricardo Nuñez, também prometeram recomeçar a duplicação em 2015.

Em razão do abandono da obra, famílias ergueram casebres em áreas que já tinham sido desocupadas. A nova ocupação está localizada nas proximidades do quilômetro dois, em meio aos escombros das que foram derrubadas, em Sapucaia do Sul.

No começo do ano, a duplicação da RS-118 perdeu R$ 6,6 milhões por causa das indefinições. Os recursos provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) estavam liberados mas foram destinados para outras obras do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).

Já foram investidos pouco mais de R$ 65,9 milhões (R$ 65.907.157,40) na duplicação da rodovia, entre 2006 e 2014. Atualmente, os usuários trafegam em 11 dos 22 quilômetros duplicados. Porém, já há buracos na nova pista entregue.

Recentemente, o consórcio Procon Dobil executou um desvio de 700 metros próximo da avenida Marechal Rondon, em Cachoeirinha. Por ele passarão os veículos quando o Daer autorizar a construção do segundo viaduto.

A Secretaria dos Transportes e o Daer informam, por meio de nota, que a retomada da duplicação da RS-118 “segue sendo uma prioridade do Governo do Estado. No momento, não há definição quanto ao prazo para a continuidade das obras, mas os setores governamentais envolvidos estão empreendendo esforços para que os trabalhos voltem a ser viabilizados.”

Atualização da construção de uma nova pista da RS-118:

Lote 1: Do km 11 ao km 21,3. Construtora Triunfo. Percentual executado do contrato: 71%;
Lote 2: Do km 06 ao km 11. Construtora Sultepa. Percentual executado do contrato: 50%;
Lote 3: Do km 00 ao km 05 (Da BR-116 a Freeway) – Construtora Conterra. Percentual executado do contrato: 7%.

Total pronto até o momento : 10,9 quilômetros de duplicação e 8,4 quilômetros de ruas laterais.

Atualização da restauração da pista velha da RS-118:

Não há nenhum trecho da restauração (pista antiga) pronto.

Lote 1: No trecho da Triunfo ainda não foi assinado contrato de recuperação;
Lote 2: No trecho da Sultepa, único onde ocorre a restauração, assentamento das placas quebradas e drenos começaram;
Lote 3: No trecho da Conterra falta assinatura de um termo aditivo para começo da recuperação.

Há 6 obras de artes por fazer ou em andamento nestes trechos da RS-118:
a) Viaduto sobre a avenida Itacolomi;
b) Macaqueamento do viaduto da RS-020;
c) Viaduto sobre a avenida Marechal Rondon;
d) Viaduto Ritter;
e) Passagem sobre o Arroio Sapucaia;
f) Viaduto sobre a tubulação da Transpetro.

Total investido desde 2006: R$ 65.907.157,40
Construtora Triunfo: R$ 34.810.743,61
Construtora Sultepa: R$ 28.612.504,58
Construtora Conterra: R$ 2.483.909,21

Saiba mais:

- Duplicação da RS-118 perde R$ 6 milhões por causa da indefinição da obra

Prefeitos sugerem pedágio de até R$ 6,80 para terminar duplicação da RS-118

RS-118: Mais uma promessa descumprida

Pavimentação em rodovia agilizada para receber seleção equatoriana está abandonada

Duplicação da RS-118, entre Gravataí e Viamão, está há um ano em avaliação

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Governo precisa desembolsar quase R$ 2 milhões para que a duplicação da RS-118 seja retomada

 

Semáforos da RS-040 com RS-118 vão multar quem passar o sinal vermelho

03 de maio de 2016 11
Viaduto é prometido no local há mais de 5 anos - Foto: Divulgação / Prefeitura de Viamão

Viaduto é prometido no local há mais de 5 anos – Foto: Divulgação / Prefeitura de Viamão

Além de sinaleiras, o cruzamento da RS-040 com RS-118, em Viamão, está ganhando o chamado Furão. É um equipamento que flagra e multa motoristas que avançarem o sinal vermelho. Tanto o semáforo quanto o controlador já estão instalados.

A empresa responsável por eles está concluindo a sinalização vertical e horizontal e realizando testes para ajuste dos tempos. A ligação elétrica foi concluída no dia 26 de abril. A sinaleira foi implantada através de convênio com a empresa Eliseu.

De acordo com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), os semáforos estão sendo colocados porque o ponto é crítico. A ideia é minimizar o risco de acidentes no local. Segundo a prefeitura de Viamão, a implantação da sinaleira é uma demanda histórica da comunidade. A autarquia promete que a solução é provisória até o governo do Estado ter recursos necessários para iniciar as obras de construção de um viaduto na região.

Já se passaram quase cinco anos desde a assinatura do contrato com a empresa escolhida para realizar as melhorias em dez quilômetros da RS-040 e construção da elevada. A licitação foi realizada em 2010. O contrato foi assinado em 2011. Por muitos meses, a falta de engenheiros no Daer atrasou o começo do serviço. No fim de 2013, o quadro começou a ser reposto. A proximidade com a Copa do Mundo e a necessidade da seleção do Equador em passar pela RS-040 também motivou o adiamento da obra. Com a atual crise financeira do Estado, porém, não há qualquer garantia de realização das melhorias.

O valor inicial previsto para a realização dos serviços é de R$ 33 milhões e prevê 10 quilômetros de melhorias viárias, do quilômetro zero ao 10, da Lomba do Sabão até o Centro de Viamão. Haverá reforço na sinalização, melhoria nas 12 interseções e construção de terceira faixa em alguns pontos. Também está previsto a duplicação de quatro quilômetros, do quilômetro 10 ao 14, do centro de Viamão até as proximidades da Escola Técnica de Agricultura. E no quilômetro 11 será construído o viaduto com a RS-118. O prazo para execução dos trabalhos é de 18 meses.

Saiba mais:

- Sinaleira da RS-040 com RS-118 entra em funcionamento na próxima semana

Desapropriações atrasam começo da construção de viaduto na RS-040

Começo das obras do viaduto da RS-040 com RS-118 fica para depois da Copa

Prevista para janeiro, obra do viaduto da RS-118 em Viamão não sai do papel

Moradores cobram pavimentação na RS-118 e construção de viaduto com a RS-040

Sinaleira da RS-040 com RS-118 entra em funcionamento na próxima semana

15 de abril de 2016 2
Viaduto é prometido no local há mais de 5 anos - Foto: Divulgação / Prefeitura de Viamão

Viaduto é prometido no local há mais de 5 anos – Foto: Divulgação / Prefeitura de Viamão

A sinaleira que pretende organizar o trânsito no cruzamento da RS-040 com RS-118 será ligada na próxima semana. A instalação começou na terça-feira (12). De acordo com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), o semáforo está sendo colocado porque o ponto é crítico. A ideia é minimizar o risco de acidentes no local.

O equipamento será operado pela autarquia. Não há custos para o Daer, pois o seu uso está previsto dentro de um contrato com a empresa que opera os controladores de velocidade. Segundo a prefeitura de Viamão, a implantação da sinaleira é uma demanda histórica da comunidade. A autarquia promete que a solução é provisória até o governo do Estado ter recursos necessários para iniciar as obras de construção de um viaduto na região.

Já se passaram quase cinco anos desde a assinatura do contrato com a empresa escolhida para realizar as melhorias em dez quilômetros da RS-040 e construção da elevada. A licitação foi realizada em 2010. O contrato foi assinado em 2011. Por muitos meses, a falta de engenheiros no Daer atrasou o começo do serviço. No fim de 2013, o quadro começou a ser reposto. A proximidade com a Copa do Mundo e a necessidade da seleção do Equador em passar pela RS-040 também motivou o adiamento da obra. Com a atual crise financeira do Estado, porém, não há qualquer garantia de realização das melhorias.

O valor inicial previsto para a realização dos serviços é de R$ 33 milhões e prevê 10 quilômetros de melhorias viárias, do quilômetro zero ao 10, da Lomba do Sabão até o Centro de Viamão. Haverá reforço na sinalização, melhoria nas 12 interseções e construção de terceira faixa em alguns pontos. Também está previsto a duplicação de quatro quilômetros, do quilômetro 10 ao 14, do centro de Viamão até as proximidades da Escola Técnica de Agricultura. E no quilômetro 11 será construído o viaduto com a RS-118. O prazo para execução dos trabalhos é de 18 meses.

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Duplicação da RS-118 perde R$ 6 milhões por causa da indefinição da obra

03 de fevereiro de 2016 7
Obra está parada há um ano e três meses – Foto: Sandro Vinciprova / Arquivo Pessoal (Arquivo)

Obra está parada há um ano e três meses – Foto: Sandro Vinciprova / Arquivo Pessoal (Arquivo)

As indefinições sobre o futuro da duplicação da RS-118, entre Sapucaia do Sul e Gravataí fizeram com que a obra perdesse R$ 6,6 milhões. Os recursos provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) estavam liberados mas foram destinados para outras obras do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). O valor é correspondente a 10% do que já foi investido durante 10 anos.

De acordo com a autarquia, o montante foi considerado insuficiente para que a obra tivesse andamento de forma ininterrupta até a sua conclusão, sem desperdício de recursos ou material conforme exigência do Governo. Dessa forma, a Secretaria dos Transportes e o Daer estão em busca de outra fonte de recursos para a retomada da duplicação da rodovia. O governo quer usar dinheiro arrecadado em pedágio para terminar a duplicação. Os mais de R$ 6 milhões estão sendo usados, principalmente, em conservação das rodovias, entre elas, a própria RS-118.

O governador José Ivo Sartori prometeu retomar a obra ainda em 2016. Ano passado, o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, e o diretor-geral do Daer, Ricardo Nuñez, também prometeram recomeçar a duplicação ainda em 2015.

Em razão do abandono da obra, famílias ergueram casebres em áreas que já tinham sido desocupadas. A nova ocupação está localizada nas proximidades do quilômetro dois, em meio aos escombros das que foram derrubadas, em Sapucaia do Sul.

A duplicação da RS-118 está parada há um ano e três meses. A obra começou no ano de 2006, pelo lote um, em Gravataí. Em 2011, os serviços no lote dois foram iniciados, no trecho entre Sapucaia do Sul e Gravataí. Já as obras do lote três, em Sapucaia do Sul, começaram em 2013. Já foram investidos R$ 65,9 milhões (R$ 65.907.157,40) na duplicação da rodovia, entre 2006 e 2014. Atualmente, os usuários trafegam em 11 dos 22 quilômetros duplicados. Porém, já há buracos na nova pista entregue.

Saiba mais:

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- Duplicação da RS-118, entre Gravataí e Viamão, está há um ano em avaliação

- Abandono nas obras da RS-118 faz com que famílias voltem a invadir áreas desocupadas

Prefeitos sugerem pedágio de até R$ 6,80 para terminar duplicação da RS-118

15 de janeiro de 2016 9
No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social - Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social – Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

Um pedágio que varie entre R$ 5,40 e R$ 6,80. Essa é a proposta dos prefeitos da grande Porto Alegre para acabar com a duplicação da RS-118, entre Gravataí e Sapucaia do Sul.

A ideia é incluir uma série de rodovias estaduais numa futura concessão à iniciativa privada a fim de garantir, num primeiro momento, o término desta obra que vai completar, em 2016, uma década de trabalho. Além disso, a empresa vencedora ficaria responsável pela manutenção  e investimentos na RS-040; RS-020; RS-784; Rs-389, a Estrada do Mar; e parte da RS-101, entre Capivari do Sul e Osório. Também haveria pontos estratégicos instalados onde os motoristas pagariam proporcionalmente ao uso nestas rodovias.

A proposta foi apresentada pelo presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) e prefeito de Gravataí, Marco Alba. Como a RS-118 apresenta muitas rotas de fuga, o melhor local para instalar uma praça de pedágio seria entre Gravataí e Alvorada. Porém, o maior movimento seja entre Gravataí e Sapucaia do Sul.

Segundo Alba, a solução é técnica e não definitiva. Além disso, o Governo do Estado apresenta não ter condições de realizar as melhorias necessárias nestas rodovias. Mesmo não tendo sido discutido neste momento, Alba admite que os prefeitos poderão avaliar a possibilidade de abrir mão de impostos recolhidos aos municípios a fim de baratear os valores dos futuros pedágios.

A pedido do prefeito de Canoas, Jairo Jorge, o estudo irá avaliar também a construção da RS-010, a já denominada Rodovia do Progresso. Essas ideias serão repassadas ao Governo do Estado, que informa que a continuidade das obras da RS-118 segue indefinida. A duplicação está parada desde novembro de 2014.

Saiba mais:

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Por obras em rodovias do RS, novo diretor de concessões é a favor de mais pedágios em BRs

13 de novembro de 2015 1
Desapropriações precisam ser feitas em Sapucaia do Sul para que a duplicação seja concluída - Foto: Paulo Rocha / Gaúcha (Arquivo)

Desapropriações precisam ser feitas em Sapucaia do Sul para que a duplicação seja concluída – Foto: Paulo Rocha / Gaúcha (Arquivo)

Se depender do novo diretor da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), o Rio Grande do Sul poderá ter mais praças de pedágio em rodovias federais para suportar obras em estaduais. João Victor Domingues assume o cargo na diretoria de planejamento de Brasília, vinculada ao Ministério dos Transportes, na próxima segunda-feira (13).

Secretário estadual de Infraestrutura e Logística do governo Tarso Genro, Domingues defende, assim como o atual titular da pasta na gestão de José Ivo Sartori, Pedro Westphalen, que a RS-122, no contorno de Caxias do Sul; a BR-116, até Vacaria; e a BR-386, até a divisa com Santa Catarina; possam também ser repassadas ao controle da iniciativa privada.

Outra possibilidade é fazer com que a duplicação da RS-118 possa ser concluída com recursos de pedágio recolhido da Freeway e BR-290. Ao governo do estado caberia manter a sinalização e as operações tapa-buraco da rodovia, além de concluir as desapropriações entre Sapucaia e Gravataí. Se isso ocorresse, a duplicação poderia ser concluída em menos de cinco anos.

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Daer pretende começar a repor sinalização da RS-118 na próxima semana

04 de novembro de 2015 2
Criança de três anos morreu na segunda-feira em trecho sem sinalização - Foto: Paulo Rocha / Gaúcha (Arquivo)

Criança de três anos morreu na segunda-feira em trecho sem sinalização – Foto: Paulo Rocha / Gaúcha (Arquivo)

Se depender do diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), a sinalização começará a ser refeita na RS-118 a partir da semana que vem. Em entrevista da Gaúcha Atualidade desta quarta-feira (04), Ricardo Nuñez relatou a dificuldade da autarquia para contratar uma empresa interessada em realizar o serviço.

Dessa forma, o trabalho será feito com um dos apenas dois equipamentos que o Daer dispõe e que pode realizar a sinalização. Uma das máquinas está em Bento Gonçalves e a outra em Passo Fundo. Será necessário acionar um servidor de Santa Rosa, que tem capacidade de operar o equipamento. Além de retomar a sinalização no trecho entre Viamão e Gravataí, a ideia do diretor é realizar uma operação tapa-buraco entre Gravataí e Sapucaia do Sul e uma melhora da sinalização do trecho que está sendo duplicado.

Na segunda-feira, Emanuelly Behenck, de três anos, morreu no quilômetro 28, em Viamão, no trecho sem sinalização. Outras 11 pessoas ficaram feridas na batida entre uma Kombi e um caminhão. De acordo levantamento preliminar da perícia, uma das causas do acidente pode ter sido motivada pela falta de sinalização.

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