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Falta de dinheiro impede liberação de trecho bloqueado na BR-116 em Sapucaia do Sul

21 de abril de 2017 1
Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

O usuário da BR-116 vai precisar esperar mais tempo para poder voltar a usar a pista lateral na região do quilômetro 254, em Sapucaia do Sul. O trecho no sentido interior-capital da rodovia foi bloqueado depois que parte da pista cedeu embaixo do viaduto da RS-118.

O reparo começou a ser realizado em fevereiro, depois de dois anos e meio e custou aproximadamente R$ 500 mil. A obra, que foi realizada pela empresa Pavia, já foi concluída, mas a pista lateral segue sem data para ser liberada.

Falta dinheiro ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A estimativa é que o serviço restante necessite ainda de pelo menos R$ 2 milhões. O local terá uma faixa de transição entre a pista lateral e a pista principal, assim como já existe no trecho de Canoas. É necessário realizar o nivelamento do asfalto e a sinalização da pista.

O Dnit ainda estuda a possibilidade de manter fechada a alça de acesso da BR-116 para a RS-118 de quem vem do Vale do Sinos e pretende seguir em direção à Freeway. A definição deverá ocorrer nas próximas semanas. Se for mantida fechada, os usuários deverão seguir usando o desvio pela rua Luiz Pasteur para depois acessar a BR-448 e seguir até a RS-118 em direção a Cachoeirinha.

Já a outra alça bloqueada, de quem vem pela RS-118 e pretende ingressar na BR-116, em direção a Porto Alegre, deverá ser liberada mesmo sem a realização completa da obra. Se não for possível obter o recurso para fazer a melhoria na região, o Dnit deverá liberar o tráfego sem criar a pista de transição.

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Cinco meses após ser fechado, novo posto do Comando Rodoviário da RS-118 segue indefinido

21 de abril de 2017 0
Foto: Cid Martins / Gaúcha (Arquivo)

Foto: Cid Martins / Gaúcha (Arquivo)

Cinco meses já se passaram e a definição sobre a construção de novo posto do Comando Rodoviário da Brigada Militar na RS-118, em Gravataí, segue indefinida. Nessa semana, o prédio, localizado próximo ao quilômetro 12, começou a ser demolido. O serviço está sendo realizado pela empresa Retroplan.

Até agora não há ainda informação sobre o local e a data de construção da nova unidade. O posto foi fechado no dia 20 de novembro do ano passado. Desde então, o atendimento de ocorrências na rodovia está sendo realizado pelos policiais rodoviários da RS-040, em Viamão.

O prédio às margens da RS-118 foi inaugurado em 2006, mas precisou ser destruído pois foi construído em cima do traçado da via lateral da duplicação da rodovia. A obra foi possível graças à comunidade. O posto custou aproximadamente R$ 250 mil.

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20 de abril de 2017 0
Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

Foto: Paulo Rocha / Rádio Gaúcha

* Por Paulo Rocha

Foram pelo menos dois anos e meio de espera. Mas, finalmente, uma cratera aberta na via lateral da BR-116 em Sapucaia do Sul está fechada. O problema surgiu no final de 2014 no sentido interior-capital da rodovia, exatamente embaixo do viaduto da RS-118.

O bloqueio do trecho para as obras começou no início de fevereiro. Além de danificar o pavimento, a cratera atingiu a rede de drenagem sob a pista, o que deixou o reparo ainda mais complexo.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o custo estimado é de cerca de R$ 500 mil. A obra foi realizada pela empresa Pavia. Questionado sobre a demora, o Dnit informa que “o tempo decorrido foi motivado pela falta de recurso e necessidade de execução de projeto”.

Apesar da parte mais complexa ter sido realizada, a via segue sem previsão de liberação. Segundo o departamento, “faltam a pavimentação dos acessos e a rua lateral para liberação do tráfego”.

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Reaberta licitação para retomar duplicação da RS-118

14 de fevereiro de 2017 4
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) reabriu a concorrência para escolher a empresa que ficará responsável pela retomada da duplicação da RS-118, entre os quilômetros 11 e 22, em Gravataí. As propostas serão conhecidas no dia 17 de março.

A data foi confirmada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (14). Segundo o Daer, o edital precisou passar por “ajustes pontuais” após questionamentos feitos por empresas interessadas em participar da disputa.

O Governo do Estado estima que irá gastar R$ 48,2 milhões (R$ 48.291.584,04) para realizar essa parte da duplicação. A previsão é que as obras neste trecho ocorram num prazo de um ano.

Caberá à empresa vencedora executar a restauração da pista existente, a construção de mais ruas laterais e concluir a construção da pista nova. A construtora Triunfo era a responsável pela obra. Porém, a empresa desistiu de concluir os trabalhos e teve o contrato rescindido de forma amigável com o Daer.

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13 de fevereiro de 2017 9
Omar Freitas / Agencia RBS (Arquivo)

Omar Freitas / Agencia RBS (Arquivo)

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) suspendeu a licitação para poder concluir a duplicação de 11 dos 22 quilômetros da RS-118. As propostas para retomada das obras seriam recebidas nesta terça-feira (14).

No aviso de suspensão, publicado no mês passado, a autarquia não informou os motivos que justificaram a interrupção da concorrência. O Governo do Estado estima que irá gastar R$ 48,2 milhões (R$ 48.291.584,04) para realizar essa parte da duplicação.

A previsão é que as obras neste trecho ocorram num prazo de um ano. Caberá à empresa vencedora executar a restauração da pista existente, a construção de mais ruas laterais e concluir a construção da pista nova. A construtora Triunfo era a responsável pela obra. Porém, a empresa desistiu de concluir os trabalhos e teve o contrato rescindido de forma amigável com o Daer.

Outra parte da duplicação que terá nova licitação é a do trecho da construtora Conterra, do quilômetro 0 ao quilômetro 5, em Sapucaia do Sul. A empresa também informou que não terá condições de concluir os trabalhos.

A única das três construtoras contratada para realizar a duplicação da rodovia que permanece é a Sultepa. Ela é responsável pelos serviços executados entre os quilômetros 5 e 11.

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12 de janeiro de 2017 5
Omar Freitas / Agencia RBS (Arquivo)

Omar Freitas / Agencia RBS (Arquivo)

O Governo do Estado estima que irá gastar quase R$ 50 milhões para poder concluir a duplicação de 11 dos 22 quilômetros da RS-118. O edital de licitação foi publicado nessa quarta-feira (11).

As propostas serão conhecidas no dia 14 de fevereiro. O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) pretende investir até R$ 48,2 milhões (R$ 48.291.584,04).

As obras em Gravataí, entre os quilômetros 11 e 21, deverão ocorrer num prazo de um ano. Caberá à empresa vencedora executar a restauração da pista existente, a construção de mais ruas laterais e concluir a construção da pista nova.

A construtora Triunfo era a responsável pela obra. Porém, a empresa desistiu de concluir os trabalhos e teve o contrato rescindido de forma amigável com o Daer.

Outra parte da duplicação que terá nova licitação é a do trecho da construtora Conterra, do quilômetro 0 ao quilômetro 5, em Sapucaia do Sul. A empresa também informou que não terá condições de concluir os trabalhos.

A única das três construtoras contratada para realizar a duplicação da rodovia que permanece é a Sultepa. Ela é responsável pelos serviços executados entre os quilômetros 5 e 11.

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Governo gaúcho lança licitação para retomar duplicação da RS-118

11 de janeiro de 2017 6
Sandro Vinciprova / Arquivo Pessoal (Arquivo)

Sandro Vinciprova / Arquivo Pessoal (Arquivo)

O governo do Estado lançou licitação para retomar a duplicação da RS-118. O aviso de concorrência foi publicado nesta quarta-feira (11).

A intenção é realizar obras no trecho que era administrado pela Triunfo. A construtora desistiu de concluir os trabalhos e teve o contrato rescindido. O edital ainda não foi publicado. As propostas serão conhecidas no dia 14 de fevereiro.

Outra parte da duplicação que terá nova licitação é a do trecho da construtora Conterra, do quilômetro 0 ao quilômetro 5. A empresa também informou que não terá condições de concluir os trabalhos.

A única das três construtoras contratada para realizar a duplicação da rodovia que permanece é a Sultepa. Ela é responsável pelos serviços executados entre os quilômetros 5 e 11.

No ano passado, o diretor-geral da Secretaria Estadual de Transportes, Vicente de Britto Pereira, estimou que o ano de 2017 seria usado para lançar todas as licitações pendentes da duplicação e que as obras nos 22 quilômetros ganhariam ritmo e seriam finalizadas em 2018.

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18 de novembro de 2016 0
Posto de Gravataí será fechado até domingo - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Posto de Gravataí será fechado até domingo – Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

Dez anos depois de ser inaugurado, o posto do Pelotão Rodoviário da Brigada Militar, instalado às margens da RS-118, em Gravataí, está sendo fechado. O motivo: ele foi construído no traçado da via lateral da duplicação da rodovia. O detalhe: o projeto da obra na RS-118 é da década de 90. Já o posto foi construído entre 2005 e 2006. A obra foi possível graças à comunidade. O posto custou aproximadamente R$ 250 mil (valor atualizado com base na inflação oficial do Brasil).

De acordo com o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, o mobiliário do atual posto será guardado para a nova unidade. Porém, ainda não há definição de onde ela será construída e nem a partir de quando. Segundo a Secretaria Estadual dos Transportes, a próxima localização vai depender do próprio Comando Rodoviário.

Porém, o coordenador da duplicação da RS-118 pela Secretaria Geral do governo de Tarso Genro, José Thadeu de Almeida, lembra que, na época que ele chefiava as obras na região, o novo posto seria construído próximo do atual, mas do outro lado da rodovia e com dinheiro de uma contrapartida de uma empresa de logística.

- No governo anterior já prevíamos a obra, mas o posto não seria desativado sem ter o outro pronto – lembra Thadeu.

As pessoas que moram na região reclamam da saída do posto. Sem um controle permanente do Comando Rodoviários temem mais acidentes e imprudências. Uma delas é Josiane Silva, mãe de um bebê de três meses, que precisa atravessar a pé a RS-118 todo dia.

- Todo o dia enfrento isso, já vi vários acidentes aqui já, por causa da… Ninguém respeita, né. Todos os dias a gente tem que atravessar aqui. Pegar ônibus é desse lado, creche é desse lado. Então, posto de saúde é desse lado, então a gente sempre tem que atravessar, né – desabafa Josiane.

Os policiais começaram a fazer a mudança na quarta-feira (16) e têm até domingo (20) para retirar equipamentos e mobiliário e entregarem a chave do prédio. Todas as ocorrências que são atendidas na RS-118 terão o posto de Viamão como base operacional. Os 12 policiais que atuam na rodovia serão remanejados para o pelotão localizado na RS-040.

Segundo o comandante do 3° Batalhão Rodoviário, major Rovani da Costa Silveira, sempre haverá viaturas na RS-118, como forma de atenuar o problema de distância. Em determinadas situações há até a possibilidade dos atendimentos serem feitos pelo pelotão de Sapiranga, na RS-239, que fica mais próximo de Sapucaia do que o de Viamão.

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18 de novembro de 2016 3
Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras  - Foto: Cid Martins / Gaúcha

Pista nova da RS-118 já tem 700 buracos e rachaduras
– Foto: Cid Martins / Gaúcha

* Por Cid Martins e Jocimar Farina

A pista nova da RS-118 já contabiliza 678 rachaduras, 15 buracos, 83 remendos e outros nove remendos rachados, além de sete desníveis e desgastes no pavimento construído recentemente. O levantamento minucioso foi realizado pela Rádio Gaúcha no fim de outubro.

A duplicação é realizada há 10 anos entre a BR-116, em Sapucaia do Sul; e a Freeway, em Gravataí. Dos 22 quilômetros, 11 já têm pista nova construída. Os novos trechos estão distribuídos em 13 pontos. Todos têm rachaduras, remendos e buracos. Um deles, que sequer foi liberado para o tráfego, em Gravataí, já tem ruptura no asfalto. Um segundo ponto também não liberado, na mesma cidade, virou espaço de comércio para vendedor ambulante.

O caminhoneiro Benjamin Dias de Almeida não tem escolha. Precisa passar pela RS-118 sempre que vem ao Rio Grande do Sul, pois tem que visitar uma empresa às margens da rodovia. Ele já desenvolveu uma tática para evitar desgaste do seu veículo.

- Péssima… buraco, um dentro do outro, tem que escolher o menor pra passar por dentro. Se pudesse evitar, a gente não passava por aqui. É o que dá acesso à Gravataí, então não tem como ir por outro, por outra pista – reclama Almeida.

Da parte nova da duplicação, já finalizada, 8,3 quilômetros estão em uso pelos veículos. Foram liberados entre setembro de 2013 e outubro de 2014.

Três trechos têm até 250 metros ininterruptos de rachaduras e sem nenhum bloco de concreto intacto. Aliás, um dos problemas que agravaram o estado da pista velha da RS-118 foram exatamente as rachaduras, que permitiram infiltrações e aceleraram os defeitos no pavimento.

A precariedade da via desgasta os veículos. Quem passa pela rodovia com frequência precisa estar preparado para gastos com manutenção em suspensões, rodas e pneus do automóvel. A situação está ruim até para mecânico, como diz um deles, Marcelo Silveira.

- Tá muito ruim a coisa, tá feio. É ruim, às vezes, a gente fica com medo de estacionar carro por causa do pessoal que passa pelo acostamento aqui, que é perigoso ficar aqui, não tem condições mesmo – revela Silveira.

Se ainda falta investir muito dinheiro na duplicação da RS-118, o Governo do Estado terá que gastar onde já aplicou recursos. No trecho do lote dois, compreendido entre Gravataí e Sapucaia do Sul e de responsabilidade da Sultepa, as fissuras e defeitos que forem identificadas como defeito de fabricação serão recuperadas pela construtora.

Já o que for constatado que foi criado por causa do desgaste do pavimento, terá que ser pago pelo governo. Segundo o diretor-geral da Secretaria Estadual de Transportes, Vicente de Britto Pereira, quando a pista foi liberada, na gestão anterior, não houve cuidado para proteger o tráfego no acostamento da nova pista, que não foi projetado para receber muito peso.

No trecho do lote um, em Gravataí, a construtora Triunfo rescindiu o contrato com o Governo do Estado em outubro. Dessa forma, as fissuras e buracos na área de sua competência vão permanecer no local por mais tempo.

O governo devia R$ 88 mil à empresa, por serviços que foram feitos mas não foram pagos. Dessa forma, houve uma amortização do valor devido ao que seria investido na recuperação do pavimento.

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19 de agosto de 2016 1
No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social – Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

No ano passado, famílias reassentadas da RS-118 protestaram contra o atraso em pagamento de aluguel social – Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS (Arquivo)

As famílias e comércio invasores voltarão a ser retirados das margens da RS-118, entre Sapucaia do Sul e Gravataí. As casas atrapalham a retomada das obras de duplicação da rodovia.

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) está realizando licitação para contratar uma empresa que ficará responsável pelas mudanças, demolição, remoção, transporte e descarte de entulhos. As propostas interessadas serão recebidas no próximo dia 25.

Segundo a autarquia, estão previstas 300 desocupações. O gasto máximo estimado é de R$ 1,76 milhão (R$ 1.767.215,04). O recurso virão dos cofres do Estado.

A duplicação da RS-118 está parada há um ano e nove meses. Em razão do abandono da obra, famílias ergueram casebres em áreas que já tinham sido desocupadas. A nova ocupação está localizada nas proximidades do quilômetro dois, em meio aos escombros das que foram derrubadas, em Sapucaia do Sul.

A obra começou em julho de 2006, pelo lote um, em Gravataí. Em 2011, os serviços no lote dois foram iniciados, no trecho entre Sapucaia do Sul e Gravataí. Já as obras do lote três, em Sapucaia do Sul, começaram em 2013. Já foram investidos R$ 65,9 milhões (R$ 65.907.157,40) na duplicação da rodovia, entre 2006 e 2014. Atualmente, os usuários trafegam em 11 dos 22 quilômetros duplicados. Porém, já há buracos na nova pista entregue.

Atualização da construção de uma nova pista da RS-118:

Lote 1: Do km 11 ao km 21,3. Construtora Triunfo. Percentual executado do contrato: 71%;
Lote 2: Do km 06 ao km 11. Construtora Sultepa. Percentual executado do contrato: 50%;
Lote 3: Do km 00 ao km 05 (Da BR-116 a Freeway) – Construtora Conterra. Percentual executado do contrato: 7%.

Total pronto até o momento : 10,9 quilômetros de duplicação e 8,4 quilômetros de ruas laterais.

Atualização da restauração da pista velha da RS-118:

Não há nenhum trecho da restauração (pista antiga) pronto.

Lote 1: No trecho da Triunfo ainda não foi assinado contrato de recuperação;
Lote 2: No trecho da Sultepa, único onde ocorre a restauração, assentamento das placas quebradas e drenos começaram;
Lote 3: No trecho da Conterra falta assinatura de um termo aditivo para começo da recuperação.

Há 6 obras de artes por fazer ou em andamento nestes trechos da RS-118:
a) Viaduto sobre a avenida Itacolomi;
b) Macaqueamento do viaduto da RS-020;
c) Viaduto sobre a avenida Marechal Rondon;
d) Viaduto Ritter;
e) Passagem sobre o Arroio Sapucaia;
f) Viaduto sobre a tubulação da Transpetro.

Total investido desde 2006: R$ 65.907.157,40
Construtora Triunfo: R$ 34.810.743,61
Construtora Sultepa: R$ 28.612.504,58
Construtora Conterra: R$ 2.483.909,21

Saiba mais:

- Construtora sinaliza retomada da duplicação da RS-118 ainda em julho

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