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Agricultor na bolsa de futuros

09 de janeiro de 2008 0

 Confira, abaixo, a nota de abertura da minha coluna no Diário Catarinense, o Informe Econômico desta quinta-feira:

A Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) entende que o produtor do Estado precisa enfrentar as vantagens e riscos do agronegócio, que mostra seu ritmo na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) no Brasil e na Bolsa de Chicago, quando se trata de preços globais.

Por isso, o projeto da Faesc, denominado Campo Futuro, será uma das prioridades deste ano, afirma o presidente da entidade, José Zeferino Pedrozo. O objetivo será disseminar o uso de instrumentos de gestão de risco na atividade, além de garantir níveis mínimos de rentabilidade e contribuir para o crescimento no longo prazo.

As medidas incluem treinamento de produtores para realizarem operações em mercados futuros e a criação de um sistema de informação para estabelecer referências regionais sobre custos de produção.

O Campo Futuro segue exemplo dos EUA, onde os agricultores, conectados pela internet nas suas propriedades, acompanham as tendências do mercado e até fazem operações de compra e venda na Bolsa de Chicago, aquela que dita preços no mercado mundial. Aqui, o foco será o mercado nacional. A base de dados que será coletada também auxiliará na luta por melhores preços e busca de crédito, entre outras medidas.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

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