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Greve ameaça parar parte da Embraco

29 de março de 2008 0

 Veja a nota de abertura da minha coluna no DC deste sábado, o Informe Econômico:

A primeira empresa catarinense que pode ser duramente afetada pela nova greve dos auditores fiscais da Receita Federal de Itajaí é a Embraco, de Joinville, líder mundial em compressores herméticos para refrigeração e que tem exportado mais de 70% da produção.

Se uma matéria-prima utilizada no processo produtivo da companhia não for liberada no porto até hoje, uma das principais linhas de produção da companhia, que emprega 1,5 mil pessoas, terá que parar neste domingo, alerta o presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Alcantaro Corrêa.

 _ Uma empresa que gera milhares de empregos terá que parar por uma atitude de pessoas (os auditores fiscais) que não são patriotas. Estão prejudicando trabalhadores do setor privado e empresas que contribuem com impostos para pagar os seus salários, o Estado e o país_ afirma Corrêa.

O presidente da Fiesc diz que além da Embraco, outras empresas, principalmente do setor de alimentos, estão sendo prejudicadas pela greve e defende ação da Receita Federal e Ministério da Fazenda por uma solução imediata.

Na avaliação do empresário, é inaceitável que uma área faça greve todos os anos, amparada por lei que não impõe punição nenhuma, e prejudique vários setores da economia. Segundo executivos da Embraco, dessa matéria-prima esperada só há um fabricante mundial e é no exterior. A companhia emprega, em Joinville 5,6 mil pessoas.

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

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