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Posts de novembro 2008

Perdas tributárias serão de R$ 100 milhões/mês

30 de novembro de 2008 2

A enchente que atingiu vários municípios de SC vai causar perda tributária da ordem de R$ 100 milhões/mês até o mês de março. Os cálculos são da Secretaria de Estado da Fazenda e foram divulgados hoje pelo secretário Sérgio Alves.

Somados, os municípios do Vale do Itajaí, Joinville e Jaraguá do Sul representam cerca de 40% da arrecadação do Estado, e somam, mensalmente, R$ 280 milhões.

Postado por Estela Benetti

Consumidor terá mais direitos

30 de novembro de 2008 0

Começa a vigorar amanhã a nova lei do call center, que vai melhorar o atendimento aos consumidores por telefone. Quem não conseguir cancelar os contratos na primeira ligação, esperar mais de um minuto para ser atendido ou ainda for perturbado com mensagens publicitárias poderá recorrer aos órgãos de defesa do consumidor. As infrações renderão multa de até R$ 16.600.

A lei é para serviços de telefonia, água, esgoto, energia, telefone por assinatura, planos de saúde e transporte aéreo. A príncípio, as regras parecem rígidas e vão implicar em maiores gastos às empresas mas, do jeito que estava, ocorriam muitos abusos. Há cliente de telefonia que cancelou o contrato há mais de um ano, continua recebendo as faturas e até foi colocado no SPC porque não pagou as mesmas. Isso depois de cancelar o serviço por mais três vezes.  

 

Postado por Estela Benetti

Prefeito convoca em Itajaí

30 de novembro de 2008 0

Itajaí começa a cadastrar hoje todas as residências atingidas pela enchente. Por isso o prefeito Volnei Morastoni convoca todos os servidores municipais e toda a população que pode ajudar para que compareçam, às 8h, em um dos nove postos de distribuição de produtos no município. Devem levar papel, caneta e prancheta para fazer todas as anotações.

Depois, todas as casas serão visitadas para que seja feito um mapeamento completo das necessidades de cada família.  

Outras informações com o coordenador geral deste cadastramento, Manoel Jesus da Conceição, o Maneca, no telefone 47-9988-1213.

Postado por Estela Benetti

Como construir o futuro do Vale do Itajaí

29 de novembro de 2008 2

Alcantaro defende planejamento das cidades/Fiesc, Divulgação

Do Informe Econômico deste domingo:

Esta não foi a primeira enchente enfrentada pelo Vale do Itajaí e não deverá ser a última. Se é inevitável, então, como reconstruir o que foi perdido para que a região não perca o seu dinamismo econômico e também consiga minimizar perdas humanas e materiais no futuro?

A coluna ouviu três lideranças da região que já viveram o problema antes e dão sugestões. O presidente da Federação as Indústrias do Estado (Fiesc) e também blumenauense, Alcantaro Corrêa, sugere fundo social, plano urbano e outras medidas. O presidente do conselho de administração da Cia. Hering e ex-cônsul da Alemanha, Hans Prayon diz que a região sairá mais forte desta tragédia mas deverá evitar construções em áreas de risco. Para o presidente da Associação Empresarial de Itajaí, Marco Aurélio Seára Júnior, a retomada urgente das atividades do Porto de Itajaí é decisiva para a recuperação rápida da economia do município.

Verbas e um fundo

Para o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, a recuperação das regiões atingidas vai exigir aporte de recursos por parte do governo federal e também é necessário a criação de um fundo social específico pelo governo do Estado para o planejamento das cidades. Seria um fundo semelhante aos demais fundos do Estado, para que as empresas da região depositem 5% do ICMS que arrecadam.

_ A proposta é criar um fundo para atender o planejamento das cidades, isto é, comprar áreas de terra para que se construa bairros planejados, em locais sem riscos de desmoronamento, com visão de futuro e padrão moderno, com toda a infra-estrutura. Em Blumenau terá que ser em área alta, não atingida por enchentes. Esse fundo deve ter, também, verbas do Ministério das Cidades para infra-estrutura e a CEF deverá financiar os imóveis _ diz Corrêa.

Apoio financeiro

Além disso, para o empresário, é preciso conseguir dinheiro a fundo perdido ou com financiamentos acessíveis para ajudar as pessoas que perderam tudo.

Ele conta que passou em frente a uma pequena floricultura que foi totalmente destruída pela enchente. Acredita que a empresa não terá condições de se reerguer sem ajuda. Situação semelhante é, também, a da costureira que perdeu sua máquina.

_ Vamos comprar uma máquina de costura e dar para ela recomeçar a vida. Precisamos de uma organização que dê atenção a esses pequenos empresários que não têm condições de se restabelecer rapidamente se não tiverem equipamento e matéria-prima. Temos que montar um comitê misto que vai fazer o cadastramento, análise, julgamento, e comprar os produtos para essas pessoas porque são esses pequenos negócios que, somados, garantem o desenvolvimento da cidade _ diz.

Sem demissões

Para Corrêa, os empresários de todos os setores devem se manter unidos e não demitir. A propósito, os empresários de Blumenau decidiram não demitir nos próximos três meses. Além disso, precisam resolver o problema de cada funcionário da sua empresa de forma que ele volte a ter auto-estima e uma vida digna.

_ Tem pessoas que vêm, trabalham, fazem sua casa e depois perdem tudo de uma hora para outra. Daí, podem ir embora. Se não fizermos nada, daqui a pouco estaremos com falta de pessoal.

Na avaliação do empresário, a cidade vai precisar também de doações em dinheiro para sua reconstrução, por isso as contas bancárias abertas são importantes. A Fiesc conta com duas contas sob sua responsabilidade, uma no Bradesco e outra no Banco do Brasil, cujos recursos arrecadados pretende investir bem e fazer relatórios completos dos gastos.

“Perdi tudo”

Ao circular pelo Centro e bairros de Blumenau, quinta-feira, o presidente da Fiesc disse que viu coisas que lembraram o problema que teve em 1983 e 1984, quando também sua residência atingida e ficou desabrigado.

_ Em 1984, a água atingiu 1,80 metro dentro da minha casa, no bairro Velha e perdi simplesmente tudo. Eu havia enviado a esposa e os três filhos para a casa de um funcionário da Altona e fiquei colocando algumas coisas em casa, pensando que a água não subiria tanto. Quando percebi, estava cheia d`água e tive que passar a noite toda no telhado porque não tinha condições de sair. Fiquei abrigado com roupas e um guarda chuva da 1h da manhã até o dia clarear _ conta Corrêa.

Entendo como é triste perder tudo, por isso acho importante o envolvimento de todos para as pessoas recuperarem suas casas e sua auto-estima.

Vai ficar melhor

_O Vale do Itajaí vai se recuperar e ganhar coisas melhores para compensar essa desgraça. O Porto de Itajaí, por exemplo, vai receber obras novas que estavam previstas e ainda não foram feitas. Serão desmanchados dois armazéns, colocados guindastes novos e outros equipamentos. Em Blumenau, o prefeito vai ter que trabalhar um bom tempo, cerca de dois anos, para remover o que caiu e dar uma cara nova à cidade. Ela vai se reerguer porque existe aquela garra das pessoas. Muitas dizem: Eu perdi tudo, mas tem gente muito pior _ afirma.

Produção afetada

Não são somente as indústrias cerâmicas que estão com a produção afetada por causa da falta de gás natural e outros problemas de infra-estrutura. Várias empresas enfrentam falta de matéria-prima e poderão ter que suspender a produção por uns dias se as rodovias não voltarem a oferecer tráfego, observa o presidente da Fiesc.

“São inevitáveis”

Atento aos conselhos dos seu avô, Max Hering, que recomendou construções somente 17 metros acima do nível do mar em Blumenau, o presidente do conselho de administração da Cia Hering e ex-cônsul da Alemanha, Hans Prayon, defende edificações somente em locais mais seguros. Ele diz que as enchentes, na região, são inevitáveis.

_ Muitas cidades enfrentam enchentes. Quando eu era presidente do Comitê Bacia Hidrográfica de Itajaí, visitei várias cidades na Suíça e Alemanha, em morros, que também convivem com as enchentes. A gente precisa aprender a conviver com os problemas climáticos, assim como há países que enfrentam tempestades de neve ou tufões, e sobrevivem _ diz

Mais garra

_As pessoas que passam por uma guerra, uma enchente ou desmoronamento criam uma força interior tão forte que ficam muito mais ativas depois disso. Em Blumenau ocorre isso. Na reportagem que fez na cidade, o apresentador da Globo, William Bonner, citou o caso do homem que abriu a janela do carro e disse: vamos reerguer. Blumenau é assim, já passou por isso, diz Prayon. Essa vontade de reerguer fortalece muito as pessoas. Vamos sair dessa em poucos dias _ afirma.

Veio a Oktoberfest

Conforme Prayon, a maior enchente foi a de 1911, quando as águas subiram para 17 metros. Nas enchentes de 1983 e 1984 a cidade se reergueu de novo rapidamente. A de 1984 resultou na Oktoberfest, principal festa germânica do país e uma das maiores do mundo.

A atual foi a que atingiu mais pessoas em Blumenau e também a pior para o município de Itajaí e região, mas Prayon acredita que eles também se recuperarão rápido e sairão fortalecidos. Em Blumenau, a maioria das empresas já retomou atividade. A Hering voltou a operar terça-feira. Desta vez, as indústrias não tiveram seus parques fabris atingidos porque se preveniram após 1984. A maior dificuldade é buscar os trabalhadores.

Atenção ao porto

O presidente da Associação Empresarial de Itajaí (Acii), Marco Aurélio Seára Junior, diz que as atenções maiores, agora, além da ajuda humanitária, é para a recuperação do Porto de Itajaí, que é o grande motor da economia local.

_ Estávamos preocupados com informações de que o porto só voltaria a operar após seis meses, mas a diretoria nos esclareceu que as atividades poderão voltar em breve. Com a dragagem, o berço quatro poderá operar logo e, para o dia 15 de dezembro, está prevista a conclusão do novo berço, o zero, o que permitirá ao porto operar com dois berços _ diz.

A expectativa é que o governo federal libere, imediatamente, os R$ 350 milhões prometidos. Isto porque três berços foram danificados com a enchente e há outras obras a serem feitas.

Com Navegantes

Como o canal ficou assoreado, o Porto de Navegantes, que tem três berços, também não está podendo operar enquanto não for feita a dragagem, que garantirá, novamente, os 11 metros de profundidade.

Em função dos danos ao Porto de Itajaí, a região já começa a falar em termos do Complexo Portuário de Itajaí e foi cogitada uma parceria entre os portos de Itajaí e Navegantes para a movimentação de cargas, garantindo o atendimento dos clientes na região e a movimentação econômica também, informa Marco Aurélio Seára.

Ocupação urbana

Itajaí é um dos municípios mais dinâmicos de SC, conta com o segundo maior retorno de ICMS do Estado graças à atividade portuária. Mas para Marco Aurélio Seára, é fundamental a definição de um plano diretor que solucione o problema das ocupações das regiões mais baixas da cidade, que são mais atingidas por enchentes. A expectativa do empresário é que a Caixa libere os recursos necessários para as pessoas investirem nas suas residências e empresas.

Postado por Estela Benetti

Defesa Civil precisa de mais treinamento

29 de novembro de 2008 6

Uma constatação do presidente da Associação Empresarial de Itajaí (ACII), Marco Aurélio Seára Júnior, é que os profissionais da Defesa Civil do município deverão receber mais treinamento. Ele avalia que, se estivessem mais preparados tecnicamente, teriam condições de oferecer melhores serviços em caso de catástrofes como a atual enchente.

Seára é engenheiro e, na enchente de 1984, quando ainda trabalhava na Celesc, foi um dos que atuaram na reinstalação do sistema de distribuição de energia no Morro do Baú, em Ilhota. Segundo ele, o grupo de técnicos só conseguiu chegar ao local 15 dias depois. Aí está um desafio às autoridades: este morro não pode ser habitado.

Postado por Estela Benetti

Água ao Hospital Santa Catarina

29 de novembro de 2008 0

Uma das obras mais urgentes para Blumenau é a construção de novas caixas de água no Hospital Santa Catarina. É que as caixas anteriores, que estavam no alto do morro, foram esvaziadas sábado passado porque o morro poderia desabar e causar grandes danos ao hospital, explica o empresário Hans Prayon.

Postado por Estela Benetti

Grandes empresas fazem doações

28 de novembro de 2008 0

Grandes empresas de fora do Estado também fazem doações aos atingidos pela enchente em SC. A Nestlé enviou nesta sexta-feira 360 mil litros de água mineral e 50 mil quilos de alimentos, entre os quais leite em pó, biscoitos, massas lámen, cereais e achocolatados. As carretas da empresa chegarão em Florianópolis neste sábado.

O grupo Pão de Açúcar está enviando ao Estado 5,8 mil cestas básicas e 52 mil libros de água às famílias afetadas pelas chuvas. Sete carretas vão chegar neste sábado. Além dessas doações da empresa, a partir deste sábado, todos os clientes do grupo que tem mais de 500 lojas em 14 estados poderão fazer doações. Os funcionários do grupo também colaboram.  

Também de São Paulo, devem chegar mais 15 ou 16 carretas de doações arrecadadas pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Postado por Estela Benetti

Socorro do exterior

28 de novembro de 2008 0

A Embaixada dos EUA no Brasil, em função do tamanho dos estragos causados pelas chuvas, está liberando ajuda de US$ 50 mil (R$ 118 mil) para a aquisição de suprimentos de emergência aos atingidos.

E o governo alemão doará 200 mil euros de ajuda humanitária, recursos que serão distribuídos por ONGs ligadas ao país que atuam no Sul do Brasil em coordenação com o consulado alemão de Porto Alegre.

Postado por Estela Benetti

Indústria cerâmica usa GLP e pede crédito

28 de novembro de 2008 0

Postado por Estela Benetti, redação

Fiesc cobra agilidade na liberação de recursos

28 de novembro de 2008 0

A industria catarinense alerta as autoridades federais que os recursos para a recuperação de infra-estrutura, especialmente para portos e rodovias, devem ser liberados com rapidez porque a maior parte do setor produtivo está com dificuldades de operação pelas dificuldades de transportes. Isso foi discutido hoje em reunião do presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, com os dirigentes dos portos catarinenses e do Dnit.  

Postado por Estela Benetti

Caixa libera R$ 1,5 bi e FGTS a atingidos

28 de novembro de 2008 0

A Caixa Econômica Federal acaba de divulgar que vai disponibilizar R$ 1,5 bilhão aos atingidos pela enchente em SC. Os recursos serão, principalmente, para aquisição de materiais de construção e eletrodomésticos. Atendendo também a pleitos de SC, a CEF vai liberar saque de até R$ 2,6 mil do FGTS para as pessoas começarem a reconstruir suas casas.

A verba será liberada pelas linhas Construcard e Producard para construção, Crediário Caixa Fácil para eletrodomésticos e haverá também empréstimos a pessoas físicas e jurídicas nos segmentos habitacional e comercial.

AJUDA

A CEF também tem uma conta para doações em dinheiro às vítimas das chuvas. Os dados são: conta 80.000-8, Agência 1877, Operação 006, CNPJ 04.426.883/0001-57. 

Postado por Estela Benetti

Comércio Solidário

28 de novembro de 2008 0

Grupo de empresas comerciais que atuam em Balneário Camboriú e Camboriú decidiu oferecer condições diferenciadas de preços e pagamentos para as famílias atingidas pela enchente. A campanha Comércio Solidário, que começa segunda-feira e vai até sábado, visa atender necessidades básicas do lar como móveis, colchões, sofás, eletrodomésticos e outros itens.

Participam da campanha as empresas Colombo, Berlanda, Lojas Koerich, Havan, Magazine Luiza 1, Móveis Brasília e Móveis Rocha. A iniciativa é da Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú e da empresa Inteligência Marketing.

Postado por Estela Benetti

Solidariedade empresarial

28 de novembro de 2008 0

A Associação Empresarial de Itajaí (Acii), apesar de ter vários sócios atingidos pela enchente, desenvolve campanha de arrecadação de alimentos e roupas aos flagelados do municípo e região e também abriu conta bancária para receber doações em dinheiro. A Weg, que instalou fábrica recentemente no município, e a Petrobras, que tem escritório na cidade, estão entre as empresas que colaboram.

A conta é na cooperativa Credifoz, exclusivamente para doações. Os dados são: banco 756, agência 4438-0, conta corrente 101-5, Associação Empresarial de Itajaí, CNPJ 84301431/0001-88.

Postado por Estela Benetti

Perdigão se reestrutura

28 de novembro de 2008 0

A Perdigão informou ontem à noite que seu conselho de administração aprovou a segunda fase da reestruturação societária e de negócios envolvendo a companhia e algumas das suas subsidiárias diretas e indiretas. O objetivo é ganho de sinergias e simplificação da estrutura societária, redução de custos e despesas operacionais e racionalização de processos.

As mudanças incluirão a cisão parcial da Perdigão Agroindustrial S.A., com versão da parcela cindida, referente a seus investimentos nas subsidiárias Perdigão Agroindustrial Mato Grosso Ltda., Batávia S.A. Indústria de Alimentos e Maroca & Russo Indústria e Comércio

Ltda. e passivos compostos por dívidas, contas a pagar e mútuos para a Perdigão. Depois, essas subsidiárias serão incorporadas à Perdigão.

Postado por Estela Benetti

Há falta de voluntários para distribuir doações

27 de novembro de 2008 1

A ajuda está chegando de várias partes do Estado e do país, mas faltam voluntários para ajudar na distribuição dos produtos aos desabrigados e desalojados em Itajaí. A informação é do presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Adriano Manoel dos Santos, que fez contato com as autoridades locais e enviou doações.

A Acats está sendo procurada por empresas que estão fazendo grandes doações. A Todeschini, indústria de alimentos do Paraná, doou uma tonelada de massa, informa Adriano Santos.

Postado por Estela Benetti

Perdigão: portos e BNDES

27 de novembro de 2008 0

Com a interrupção dos serviços no complexo portuário de Itajaí, a Perdigão informa que remanejou suas operações de embarque para os portos de São Francisco do Sul, Paranaguá e Rio Grande, com os quais operava de forma complementar. Por isso, os volumes embarcados em novembro poderão ficar abaixo da previsão inicial da companhia.

A empresa informa ainda que fez grande esforço para transportar suas cargas de SC até os centros de logística do país em função das rodovias danificadas e que milhares dos seus funcionários em todo o país estão engajados em campanhas para arrecadar doações aos flagelados do Estado.

Nesta quinta-feira, a Perdigão recebeu do BNDES a cifra de R$ 283,6 milhões referentes a projetos de investimentos já realizados.

Postado por Estela Benetti

Apesar da chuva, ainda não há pressão nos preços

27 de novembro de 2008 0

Postado por Estela Benetti, redação

Instituto Guga Kuerten define plano de ajuda

27 de novembro de 2008 0

A presidente do Instituto Guga Kuerten, Alice Kuerten, informa que a instituição, dentro do seu foco de atuação, vai concentrar ajuda às famílias de pessoas registradas nas APAEs e que foram atingidas pela enchente. Para isso, terá que contar com doações em caráter extraordinário.

O Instituto abriu uma conta-corrente própria para esse fim. Basta que as doações sejam encaminhadas para o Fundo para  enchente, número 15.436-9, agência 1453-2, no Banco do Brasil. As contribuições podem ser feitas em cota única ou por meio de depósitos mensais.

Postado por Estela Benetti

Tuper, de São Bento, compra a Vanzin, de Xanxerê

27 de novembro de 2008 0

A Tuper SA, de São Bento do Sul, maior grupo empresarial do Planalto Norte de SC, anuncia a aquisção de 100% do capital da Vanzin Automotive, de Xanxerê. Fabricante de escapamentos da marca Sicap, o grupo manterá também a marca Vanzin, do mesmo produto. As empresas envolvidas não revelaram o valor do negócio. A Vanzin tem faturamento anual de R$ 72 milhões e o grupo Tuper deverá fechar 2008 com faturamento de R$ 770 milhões.  

O presidente da Tuper, Frank Bollmann, informa que as unidades da Vanzin de Xanxerê/SC, Curitiba/PR e São Roque/SP, onde trabalham 484 funcionários, serão mantidas.

Postado por Estela Benetti

Agricultura de SC já perdeu mais de R$ 410 milhões

27 de novembro de 2008 0

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc) faz levantamento preliminar para apurar os prejuízos com as chuvas e em várias culturas as perdas são assustadoras, diz a entidade. Os prejuízos dos últimos dias, somados, atingem mais de R$ 410 milhões.

No caso de hotaliças, 100% dos produtores foram afetados e as perdas chegam a 80%, com prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão.No feijão, a quebra é de 50% com perdas de R$ 124 milhões. A cultura de arroz teve perda de 15% o que soma prejuízo de R$ 96 milhões, a de trigo perdeu 20% com prejuízo de R$ 23 milhões e no caso da cebola todos os produtores tiveram quebra de safra e vão peder 400 mil toneladas, o que somará R$ 100 milhões.

A produção de fumo somará perda de R$ 48 milhões e a de mel, R$ 12,5 milhões. Os 75 mil produtores de leite estão com perdas diárias de 10%, o que corresponde a R$ 6 milhões/dia.

O vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, diz que a situação preocupante porque onde não há excesso de chuvas há falta.   

Postado por Estela Benetti