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Posts de dezembro 2008

Inflação de temporada na Ilha

30 de dezembro de 2008 0

Para quem reside nos balneários da Ilha, Florianópolis está com a mesma ocupação do ano passado para este Réveillon. Com isso, muitos preços são majorados.

O Direto do Campo de Ingleses, que vende frutas e verduras, aumentou de R$ 1,05 para R$ 1,25 o preço do quilo dos produtos, o que significa uma inflação de 19% no local.

Postado por Estela Benetti

Besc lotado na praia

30 de dezembro de 2008 0

Na virada do ano, com lotação máxima na Ilha de SC, os serviços ficam precários, especialmente nas praias. Para amenizar isso, as empresas deveriam reforçar suas equipes neste período.

Mas não foi isso que ocorreu no Besc de Canasvieiras, segundo relatou um turista catarinense ao blog. Ontem, ele disse que esperou quase duas horas para ser atendido na agência do banco naquela praia. E outras pessoas esperaram mais ainda. Havia apenas dois caixas, um dos quais para atender a terceira idade e outros clientes especiais.

A propósito, quem tem contas a pagar ainda este ano deve providenciar isto hoje porque os bancos estarão fechados amanhã.

Postado por Estela Benetti

Megaevento em Florianópolis

29 de dezembro de 2008 0

Santa Catarina está confiante de que receberá muitos turistas nesta temporada em função das suas atrações e do dólar baixo. E para receber bem os visitantes, a RBS organiza na Capital o Floripa Tem, um megaevento patrocinado pelas marcas Natura, Sollys e cerveja Sol.

O evento, que transforma a cidade na maior arena de verão do Brasil, com atrações musicais, esportivas, gastronômicas e voltadas ao bem-estar, começa na próxima sexta-feira. Esta é a terceira edição.

 

Postado por Estela Benetti

Mais medidas para reduzir impacto da crise

29 de dezembro de 2008 0

O foco do comentário do presidente Lula, hoje, no seu programa de rádio, foi a promessa de mais medidas econômicas do governo até o dia 20 de janeiro para amenizar os impactos da crise global na economia.

O presidente lembrou o bom crescimento deste ano e enfatizou que virão mais medidas porque o governo não vai ficar esperando que os efeitos perversos da crise abalem o país. Mas ele não antecipou que tipo de medida está sendo programada.

O melhor resultado do Brasil, em 2009, virá, principalmente, da força do forte mercado interno, observou o presidente.

 

Postado por Estela Benetti

Mercado prevê juro menor e PIB maior

29 de dezembro de 2008 0

Analistas e instituições financeiras que respondem à pesquisa Focus, do Banco Central, projetaram, na última semana, corte de 1,75 ponto percentual nos juros básicos no ano que vem, o que significa uma taxa de 12% ao ano.

E para o PIB de 2009, o grupo estimou crescimento de 2,44%, um pouco mais que os 2,40% da semana anterior, o que significa que o efeito da crise global pode não ser tão forte.

Postado por Estela Benetti

"Marley e Eu" tem bilheteria milionária no Natal

29 de dezembro de 2008 0

A comédia dramática Marley e Eu, filme sobre a história de um cão que tem como protagonistas a atriz Jennifer Aniston e o ator Owen Wilson, além de um labrador, garantiu bilheteria recorde no Natal, nos EUA. No dia 25, os ingressos somaram US$ 14,6 milhões e em quatro dias, totalizaram US$ 51,7 milhões.

O filme já está nos principais cinemas brasileiros e faz sucesso também por aqui.

Postado por Estela Benetti

Aeroporto para o Sul

29 de dezembro de 2008 0

Empresários do Sul do Estado seguem cobrando investimentos para tornar realidade o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, de Jaguaruna.

O deputado Edson Bez confirmou ao presidente da Associação Empresarial de Tubarão (Acit), Eduardo Silvério Nunes, a visita do governador Luiz Henrique a Tubarão até o dia 20 de janeiro para assinar ordem de serviço da segunda etapa do projeto que inclui terminal de passageiros, torre de comando e outras obras.

Postado por Estela Benetti

Propostas para o novo Código Ambiental de SC

28 de dezembro de 2008 2

Décio Sonaglio, presidente da Coperio/Divulgação

Do Informe Econômico de hoje:

Um dos debates quentes que vai envolver a área econômica do Estado no primeiro trimestre do próximo ano será a votação do novo Código Ambiental Catarinense. De um lado, está uma série de entidades da área agrícola, muito preocupada com o rigor do código atual e sugerindo uma flexibilização da lei associada a tecnologias de preservação. E, no outro lado, estão os ambientalistas, que querem manter as regras como estão, baseadas na legislação federal.

Quem lidera a defesa dos interesses do agronegócio e de várias outras categorias do setor produtivo é o presidente da Cooperativa Rio do Peixe (Coperio), de Joaçaba, Décio Sonaglio (foto), que também é conselheiro da Coopercentral Aurora e da Federação das Cooperativas de SC (Fecoagro). Ele representa, inclusive, o interesse de outras entidades, entre as quais a Faesc, Fetaesc, Ocesc, Sindileite, Sindicarnes, associações de criadores de suínos e aves e Crea/SC.

O novo projeto, que já está no legislativo de SC, contou com sugestões de todas essas entidades. Leia a entrevista de Sonaglio a seguir.

AGENDA DO PROJETO

_ O novo Código Ambiental Catarinense não foi aprovado este ano porque estava programado para ir a votação dia 18 de dezembro, e, com a enchente, as atividades foram suspensas. A votação foi transferida para o dia 31 de março, e, com isso, as emendas podem ser apresentadas até o dia 27 de fevereiro. O projeto está recebendo uma enxurrada de emendas de ambientalistas, alegando, principalmente, a inconstitucionalidade do futuro código. Achamos que ele pode sofrer ajustes, mas não devem ser mudados os fundamentos importantes. Um dos itens é que a lei é igual para todos. Se existem áreas de ocupação consolidadas nas cidades, isso deve ocorrer também no interior.

UM FATO INÉDITO

_ Ocorreu um fato inédito em SC, que foi a articulação de todas as entidades do setor produtivo para dar um posicionamento único à lei ambiental. Isto porque a aplicação do atual Código Ambiental do Estado vem provocando uma situação muito delicada, de exclusão, para os produtores, a maioria detentora de pequenas propriedades. A lei está impedindo muitos produtores de exercer as suas atividades.

PONTOS DE CONFLITO

_ Como pode uma lei federal legislar com o mesmo critério sobre a Amazônia Legal e sobre pequenas propriedades rurais de SC? Isto é um contra-senso, é impossível se fazer justiça. A questão das distâncias de rios, que é um dos grandes pontos de conflito da lei federal, vale para todo o Brasil, apesar das realidades tão diferentes. Aqui em SC, a aplicação da lei da forma como está começa a impedir o desenvolvimento de atividades tradicionais importantes na pequena propriedade.

AS DISTÂNCIAS

Um dos maiores pontos de conflitos é a distância. A lei diz que nos rios e córregos é preciso deixar 30 metros de florestas de cada lado, e, no caso das nascentes, 50 metros. Os imigrantes, quando vieram desbravar o Estado, se estabeleceram próximos dos mananciais de água e desenvolveram suas atividades nessas áreas. Hoje, com a entrada em vigor do licenciamento ambiental nas atividades poluidoras, como produção de suínos, frangos e leite, esse processo começou a impactar porque as licenças ambientais não são concedidas.

32% TÊM PROBLEMAS

_ Hoje, das cerca de 180 mil propriedades rurais de SC, 32% têm problemas ambientais porque estão em área de preservação permanente. Fizemos levantamento dentro da Coopercentral Aurora sobre o impacto da lei ambiental junto aos pequenos proprietários rurais associados e concluímos que 40% dos produtores de suínos estão, em algum ponto, fora da lei. Os grandes problemas são as distâncias de córregos de água das nascentes e estradas. Assim, eles não podem receber a licença ambiental para continuar produzindo. O mesmo ocorre com 40% dos produtores de frango e 60% dos produtores de leite. As exigências, por enquanto, são para frango e suíno. O segmento de leite ainda não é atingido.

RESERVAS ATUAIS

_ Atualmente, 40% das propriedades têm matas virgens ou sendo reflorescidas. Desse total, 40% contam, no mínimo, com 30% da área coberta de mata natural ou em fase de recomposição. Essas áreas não serão mais desatadas porque são inadequadas para plantio. Na época, 30 a 40 anos atrás, o sistema de exploração de solo era sem práticas Conservacionista, predatório, onde o cultivo degradava o solo. Hoje, os produtores usam tecnologias Conservacionista, como o plantio direto e cultivo mínimo, o que evita erosões. O que acontece é que a lei ambiental não leva em consideração essas coisas. Alerta que a distância é o fator principal.

GRANDE INJUSTIÇA

_ Com essas práticas, o produtor tem boa parte da propriedade como reserva legal e recomposição de matas, por isso sobra pouco para produzir. E ainda tem uma lei que impede que desenvolva a atividade onde vinha fazendo há décadas.

AS PROPOSTAS

_ Uma das nossas principais propostas é que se mude os conceitos de preservação ambiental, não pode ser simplesmente a distância. Que se coloque uma análise técnica das propriedades, onde exista uma interação de tecnologias disponíveis que não são poluentes. Exemplos: tratamento dos dejetos de suínos, tecnologias não degradados do solo e a preservação de 20% de reserva legal. Com tecnologias, a distância exigida pode começar a partir de três metros e não de 30 metros. Se você não trata os dejetos, vai poluir os mananciais com unidades produtoras a 30 metros ou a 100 metros. Os dejetos podem ser tratados com biodigestores ou leiras de compostagem, que produz adubo orgânico.

FALTAM RECURSOS

_ Não há política adequada para o produtor adotar nem recursos disponíveis para financiar os investimentos. O governo deveria oferecer esses recursos porque há um interesse público tanto da preservação quanto da manutenção do agricultor na propriedade com geração de renda.

IGUAL PARA TODOS

_ Por que o produtor tem que pagar sozinho, com os seus recursos, esse custo altíssimo de preservar? Há casos de produtores suspendendo as atividades por falta de licença ambiental. Aí há uma coisa injusta porque a lei é igual para todos. Então, os moradores das cidades também deveriam colaborar para a preservação ambiental, e, nas cidades, não poderia haver área consolidada com prédios e residências. Todos deveriam preservar 30 metros às margens dos rios e córregos, além de preservar 20% de área de florestas.

AOS AMBIENTALISTAS

 

_ Fechados em escritórios, os ambientalistas insistem nas normas de distância. Antes de defenderem uma ou outra posição, eles deveriam visitar todo o interior do Estado, conversar com os agricultores e considerar todos os aspectos. Iriam concluir que a lei que está aí não é a melhor para preservar o meio ambiente e gerar renda. Se a lei da araucária não fosse tão radical, teríamos muitas florestas desse pinheiro nativo no país.

EFEITO ESTUFA

_ Afirmam que a nossa cobertura vegetal atual não é suficiente e está provocando catástrofes como a enchente do Vale do Itajaí. Essa região sofre com enchentes desde que o Dr. Hermann Blumenau fundou a cidade. Em 1855 houve uma grande enchente em que o próprio Blumenau perdeu a sua casa. Acho que devemos nos preocupar mais com a devastação acelerada da Amazônia e com a geração de emissões do mundo desenvolvido. A Europa e os EUA destruíram todas as suas florestas e geram 60% das emissões do planeta.

 

Postado por Estela Benetti

Meirelles promete a Lula baixar os juros

28 de dezembro de 2008 0

Em reunião com o presidente Lula após a última reunião do Copom, o presidente do BC, Henrique Meirelles, prometeu que a instituição vai reduzir os juros na próxima reunião, dias 20 e 21 de janeiro.

Lula cobrou duramente o presidente do BC sobre as razões de não ter cortado a taxa Selic este mês, conforme era esperado pelo governo e Meirelles explicou que os técnicos do banco ainda não tinham um sinal claro de qual seria o impacto da variação cambial sobre a inflação.

As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Postado por Estela Benetti

Real é a moeda mais instável do mundo

28 de dezembro de 2008 0

Foi só a crise financeira global explodir dia 15 de setembro que o real, a moeda brasileira, voltou a apresentar volatilidade insuportável para as empresas, embalada, principalmente pelo rombo dos derivativos cambiais. Segundo pesquisa divulgada neste domingo pelo O Estado de São Paulo, desde agosto até agora, o real teve variações superiores a 40%, o que o coloca como a moeda mais instável do mundo.

O analista da B&T Correora de Câmbio, Tulio Ferreira dos Santos Júnior, responsável pelo estudo, observa que essa volatilidade atrapalha muito o dia-a-dia das empresas.

_ Se o emrpesário não tem uma noção clara sobre a evolução da taxa de câmbio, não consegue se planejar e, conseqüentemente, investir_ sintetiza o analista.

Postado por Estela Benetti