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Posts de dezembro 2008

Inflação de temporada na Ilha

30 de dezembro de 2008 0

Para quem reside nos balneários da Ilha, Florianópolis está com a mesma ocupação do ano passado para este Réveillon. Com isso, muitos preços são majorados.

O Direto do Campo de Ingleses, que vende frutas e verduras, aumentou de R$ 1,05 para R$ 1,25 o preço do quilo dos produtos, o que significa uma inflação de 19% no local.

Postado por Estela Benetti

Besc lotado na praia

30 de dezembro de 2008 0

Na virada do ano, com lotação máxima na Ilha de SC, os serviços ficam precários, especialmente nas praias. Para amenizar isso, as empresas deveriam reforçar suas equipes neste período.

Mas não foi isso que ocorreu no Besc de Canasvieiras, segundo relatou um turista catarinense ao blog. Ontem, ele disse que esperou quase duas horas para ser atendido na agência do banco naquela praia. E outras pessoas esperaram mais ainda. Havia apenas dois caixas, um dos quais para atender a terceira idade e outros clientes especiais.

A propósito, quem tem contas a pagar ainda este ano deve providenciar isto hoje porque os bancos estarão fechados amanhã.

Postado por Estela Benetti

Megaevento em Florianópolis

29 de dezembro de 2008 0

Santa Catarina está confiante de que receberá muitos turistas nesta temporada em função das suas atrações e do dólar baixo. E para receber bem os visitantes, a RBS organiza na Capital o Floripa Tem, um megaevento patrocinado pelas marcas Natura, Sollys e cerveja Sol.

O evento, que transforma a cidade na maior arena de verão do Brasil, com atrações musicais, esportivas, gastronômicas e voltadas ao bem-estar, começa na próxima sexta-feira. Esta é a terceira edição.

 

Postado por Estela Benetti

Mais medidas para reduzir impacto da crise

29 de dezembro de 2008 0

O foco do comentário do presidente Lula, hoje, no seu programa de rádio, foi a promessa de mais medidas econômicas do governo até o dia 20 de janeiro para amenizar os impactos da crise global na economia.

O presidente lembrou o bom crescimento deste ano e enfatizou que virão mais medidas porque o governo não vai ficar esperando que os efeitos perversos da crise abalem o país. Mas ele não antecipou que tipo de medida está sendo programada.

O melhor resultado do Brasil, em 2009, virá, principalmente, da força do forte mercado interno, observou o presidente.

 

Postado por Estela Benetti

Mercado prevê juro menor e PIB maior

29 de dezembro de 2008 0

Analistas e instituições financeiras que respondem à pesquisa Focus, do Banco Central, projetaram, na última semana, corte de 1,75 ponto percentual nos juros básicos no ano que vem, o que significa uma taxa de 12% ao ano.

E para o PIB de 2009, o grupo estimou crescimento de 2,44%, um pouco mais que os 2,40% da semana anterior, o que significa que o efeito da crise global pode não ser tão forte.

Postado por Estela Benetti

"Marley e Eu" tem bilheteria milionária no Natal

29 de dezembro de 2008 0

A comédia dramática Marley e Eu, filme sobre a história de um cão que tem como protagonistas a atriz Jennifer Aniston e o ator Owen Wilson, além de um labrador, garantiu bilheteria recorde no Natal, nos EUA. No dia 25, os ingressos somaram US$ 14,6 milhões e em quatro dias, totalizaram US$ 51,7 milhões.

O filme já está nos principais cinemas brasileiros e faz sucesso também por aqui.

Postado por Estela Benetti

Aeroporto para o Sul

29 de dezembro de 2008 0

Empresários do Sul do Estado seguem cobrando investimentos para tornar realidade o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, de Jaguaruna.

O deputado Edson Bez confirmou ao presidente da Associação Empresarial de Tubarão (Acit), Eduardo Silvério Nunes, a visita do governador Luiz Henrique a Tubarão até o dia 20 de janeiro para assinar ordem de serviço da segunda etapa do projeto que inclui terminal de passageiros, torre de comando e outras obras.

Postado por Estela Benetti

Propostas para o novo Código Ambiental de SC

28 de dezembro de 2008 2

Décio Sonaglio, presidente da Coperio/Divulgação

Do Informe Econômico de hoje:

Um dos debates quentes que vai envolver a área econômica do Estado no primeiro trimestre do próximo ano será a votação do novo Código Ambiental Catarinense. De um lado, está uma série de entidades da área agrícola, muito preocupada com o rigor do código atual e sugerindo uma flexibilização da lei associada a tecnologias de preservação. E, no outro lado, estão os ambientalistas, que querem manter as regras como estão, baseadas na legislação federal.

Quem lidera a defesa dos interesses do agronegócio e de várias outras categorias do setor produtivo é o presidente da Cooperativa Rio do Peixe (Coperio), de Joaçaba, Décio Sonaglio (foto), que também é conselheiro da Coopercentral Aurora e da Federação das Cooperativas de SC (Fecoagro). Ele representa, inclusive, o interesse de outras entidades, entre as quais a Faesc, Fetaesc, Ocesc, Sindileite, Sindicarnes, associações de criadores de suínos e aves e Crea/SC.

O novo projeto, que já está no legislativo de SC, contou com sugestões de todas essas entidades. Leia a entrevista de Sonaglio a seguir.

AGENDA DO PROJETO

_ O novo Código Ambiental Catarinense não foi aprovado este ano porque estava programado para ir a votação dia 18 de dezembro, e, com a enchente, as atividades foram suspensas. A votação foi transferida para o dia 31 de março, e, com isso, as emendas podem ser apresentadas até o dia 27 de fevereiro. O projeto está recebendo uma enxurrada de emendas de ambientalistas, alegando, principalmente, a inconstitucionalidade do futuro código. Achamos que ele pode sofrer ajustes, mas não devem ser mudados os fundamentos importantes. Um dos itens é que a lei é igual para todos. Se existem áreas de ocupação consolidadas nas cidades, isso deve ocorrer também no interior.

UM FATO INÉDITO

_ Ocorreu um fato inédito em SC, que foi a articulação de todas as entidades do setor produtivo para dar um posicionamento único à lei ambiental. Isto porque a aplicação do atual Código Ambiental do Estado vem provocando uma situação muito delicada, de exclusão, para os produtores, a maioria detentora de pequenas propriedades. A lei está impedindo muitos produtores de exercer as suas atividades.

PONTOS DE CONFLITO

_ Como pode uma lei federal legislar com o mesmo critério sobre a Amazônia Legal e sobre pequenas propriedades rurais de SC? Isto é um contra-senso, é impossível se fazer justiça. A questão das distâncias de rios, que é um dos grandes pontos de conflito da lei federal, vale para todo o Brasil, apesar das realidades tão diferentes. Aqui em SC, a aplicação da lei da forma como está começa a impedir o desenvolvimento de atividades tradicionais importantes na pequena propriedade.

AS DISTÂNCIAS

Um dos maiores pontos de conflitos é a distância. A lei diz que nos rios e córregos é preciso deixar 30 metros de florestas de cada lado, e, no caso das nascentes, 50 metros. Os imigrantes, quando vieram desbravar o Estado, se estabeleceram próximos dos mananciais de água e desenvolveram suas atividades nessas áreas. Hoje, com a entrada em vigor do licenciamento ambiental nas atividades poluidoras, como produção de suínos, frangos e leite, esse processo começou a impactar porque as licenças ambientais não são concedidas.

32% TÊM PROBLEMAS

_ Hoje, das cerca de 180 mil propriedades rurais de SC, 32% têm problemas ambientais porque estão em área de preservação permanente. Fizemos levantamento dentro da Coopercentral Aurora sobre o impacto da lei ambiental junto aos pequenos proprietários rurais associados e concluímos que 40% dos produtores de suínos estão, em algum ponto, fora da lei. Os grandes problemas são as distâncias de córregos de água das nascentes e estradas. Assim, eles não podem receber a licença ambiental para continuar produzindo. O mesmo ocorre com 40% dos produtores de frango e 60% dos produtores de leite. As exigências, por enquanto, são para frango e suíno. O segmento de leite ainda não é atingido.

RESERVAS ATUAIS

_ Atualmente, 40% das propriedades têm matas virgens ou sendo reflorescidas. Desse total, 40% contam, no mínimo, com 30% da área coberta de mata natural ou em fase de recomposição. Essas áreas não serão mais desatadas porque são inadequadas para plantio. Na época, 30 a 40 anos atrás, o sistema de exploração de solo era sem práticas Conservacionista, predatório, onde o cultivo degradava o solo. Hoje, os produtores usam tecnologias Conservacionista, como o plantio direto e cultivo mínimo, o que evita erosões. O que acontece é que a lei ambiental não leva em consideração essas coisas. Alerta que a distância é o fator principal.

GRANDE INJUSTIÇA

_ Com essas práticas, o produtor tem boa parte da propriedade como reserva legal e recomposição de matas, por isso sobra pouco para produzir. E ainda tem uma lei que impede que desenvolva a atividade onde vinha fazendo há décadas.

AS PROPOSTAS

_ Uma das nossas principais propostas é que se mude os conceitos de preservação ambiental, não pode ser simplesmente a distância. Que se coloque uma análise técnica das propriedades, onde exista uma interação de tecnologias disponíveis que não são poluentes. Exemplos: tratamento dos dejetos de suínos, tecnologias não degradados do solo e a preservação de 20% de reserva legal. Com tecnologias, a distância exigida pode começar a partir de três metros e não de 30 metros. Se você não trata os dejetos, vai poluir os mananciais com unidades produtoras a 30 metros ou a 100 metros. Os dejetos podem ser tratados com biodigestores ou leiras de compostagem, que produz adubo orgânico.

FALTAM RECURSOS

_ Não há política adequada para o produtor adotar nem recursos disponíveis para financiar os investimentos. O governo deveria oferecer esses recursos porque há um interesse público tanto da preservação quanto da manutenção do agricultor na propriedade com geração de renda.

IGUAL PARA TODOS

_ Por que o produtor tem que pagar sozinho, com os seus recursos, esse custo altíssimo de preservar? Há casos de produtores suspendendo as atividades por falta de licença ambiental. Aí há uma coisa injusta porque a lei é igual para todos. Então, os moradores das cidades também deveriam colaborar para a preservação ambiental, e, nas cidades, não poderia haver área consolidada com prédios e residências. Todos deveriam preservar 30 metros às margens dos rios e córregos, além de preservar 20% de área de florestas.

AOS AMBIENTALISTAS

 

_ Fechados em escritórios, os ambientalistas insistem nas normas de distância. Antes de defenderem uma ou outra posição, eles deveriam visitar todo o interior do Estado, conversar com os agricultores e considerar todos os aspectos. Iriam concluir que a lei que está aí não é a melhor para preservar o meio ambiente e gerar renda. Se a lei da araucária não fosse tão radical, teríamos muitas florestas desse pinheiro nativo no país.

EFEITO ESTUFA

_ Afirmam que a nossa cobertura vegetal atual não é suficiente e está provocando catástrofes como a enchente do Vale do Itajaí. Essa região sofre com enchentes desde que o Dr. Hermann Blumenau fundou a cidade. Em 1855 houve uma grande enchente em que o próprio Blumenau perdeu a sua casa. Acho que devemos nos preocupar mais com a devastação acelerada da Amazônia e com a geração de emissões do mundo desenvolvido. A Europa e os EUA destruíram todas as suas florestas e geram 60% das emissões do planeta.

 

Postado por Estela Benetti

Meirelles promete a Lula baixar os juros

28 de dezembro de 2008 0

Em reunião com o presidente Lula após a última reunião do Copom, o presidente do BC, Henrique Meirelles, prometeu que a instituição vai reduzir os juros na próxima reunião, dias 20 e 21 de janeiro.

Lula cobrou duramente o presidente do BC sobre as razões de não ter cortado a taxa Selic este mês, conforme era esperado pelo governo e Meirelles explicou que os técnicos do banco ainda não tinham um sinal claro de qual seria o impacto da variação cambial sobre a inflação.

As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Postado por Estela Benetti

Real é a moeda mais instável do mundo

28 de dezembro de 2008 0

Foi só a crise financeira global explodir dia 15 de setembro que o real, a moeda brasileira, voltou a apresentar volatilidade insuportável para as empresas, embalada, principalmente pelo rombo dos derivativos cambiais. Segundo pesquisa divulgada neste domingo pelo O Estado de São Paulo, desde agosto até agora, o real teve variações superiores a 40%, o que o coloca como a moeda mais instável do mundo.

O analista da B&T Correora de Câmbio, Tulio Ferreira dos Santos Júnior, responsável pelo estudo, observa que essa volatilidade atrapalha muito o dia-a-dia das empresas.

_ Se o emrpesário não tem uma noção clara sobre a evolução da taxa de câmbio, não consegue se planejar e, conseqüentemente, investir_ sintetiza o analista.

Postado por Estela Benetti

Pesquisas ampliam produção de frutas

27 de dezembro de 2008 0

As pesquisas da Embrapa, que garantiram produtividade 60% maior aos grãos no Brasil, também permitem avanço à fruticultura em várias regiões do país. As produções de uva e manga no Vale do São Francisco, no Nordeste, que hoje é o maior pólo de fruticultura do Brasil, com fortes exportações, resultaram de adaptações pesquisadas pela empresa. Hoje, a região já produz 33 mil hectares.

Este ano, a Embrapa lançou novas cultivares que devem movimentar o mercado de fruticultura. Uma delas é de abacaxi, adaptada ao clima temperado do Sul, com fruta sem espinhos e sabor mais doce. A Banana Conquista, mais resistente a doenças, e outra novidade para o Norte. Há, ainda, três novos híbridos de maracujá com maior resistência a pragas, mais ricos em vitamina C e que requerem menor uso de defensivos agrícolas.

Postado por Estela Benetti

Vem aí o Costão Gaivotas

27 de dezembro de 2008 0

A CostãoVille Empreendimentos Imobiliários, que lançou, há poucos dias, o residencial Costão Golf, lança hoje, a partir das 18h, o Costão das Gaivotas, na Praia do Santinho, em Florianópolis.

O empreendimento conta com 124 unidades construídas em cinco vilas baseadas em área de 26 mil metros quadrados, de frente para o mar.

Postado por Estela Benetti

Entidades de tecnologia se aproximam em SC

27 de dezembro de 2008 0

Com o propósito de ampliar a participação das regiões Oeste, Sul e Serra no mapa tecnológico do Estado, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) se uniu a entidades de Chapecó, Criciúma e Lages. O presidente da Acate, Rui Luiz Gonçalves, observa que essa ação conjunta vai permitir à entidade mais força na representação do setor.

Em Chapecó, a parceria é com o Pólo Tecnológico do Oeste Catarinense (Deatec), com 33 empresas; no Sul, com o Núcleo de Base Tecnológica da Associação Empresarial de Criciúma (14 empresas); e na Serra é com o Midi Lages (seis empresas).

Postado por Estela Benetti

Vendas de Natal decepcionam

26 de dezembro de 2008 1

Postado por Estela Benetti, Florianópolis

Indústria do Japão tem recuo recorde

26 de dezembro de 2008 0

Alguns países estão sofrendo quedas acima do esperado diante da crise financeira global. A produção industrial do Japão, segunda maior economia do mundo, teve recuo recorde de 8,1% frente ao mês anterior, o maior já registrado no país. O núcleo de inflação também caiu acima do esperado, o que significa que o país enfrentará recessão e deflação ao mesmo tempo, uma combinação perigosa, segundo os economistas.

A situação japonesa é reflexo do que está ocorrendo especialmente no primeiro mundo porque trata-se de um país exportador de itens de alto valor agregado. Este cenário pode melhorar, um pouco, as oportunidades para as carnes de SC naquele mercado, já que são as com preços mais acessíveis. Um dos sonhos do Estado, que é livre de aftosa sem vacinação, é exportar carne suína ao Japão.

 

Postado por Estela Benetti

"O Brasil pode crescer 2,8% em 2009"

26 de dezembro de 2008 0

DO INFORME ECONÔMICO DE NATAL

Após três meses e meio navegando na crise global e há mais de um mês enfrentando as adversidades da enchente, as empresas catarinenses já definiram estratégias e vão começar o ano de 2009 com otimismo. Afinal, o Brasil não vai registrar o crescimento dos sonhos, mas o Produto Interno Bruto (PIB) do país ficará numa boa média, considerando o mundo desenvolvido em recessão e até a pífia expansão interna de anos anteriores. Os mais otimistas, como o governo federal, projetam crescimento do PIB de até 4% no ano que vem, e os mais pessimistas, cerca de 2,5%. – O PIB do Brasil pode crescer 2,8%, de acordo com nossas projeções. Se isso ocorrer, será ótimo, vai ser um ano tranqüilo porque o mundo todo estará enfrentando dificuldades e crescerá menos – afirma o presidente do Sistema Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina), Alcantaro Corrêa. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC), Sérgio Medeiros, projeta crescimento de até 5% no faturamento do varejo, no ano que vem, e o presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais (Facisc), Luiz Carlos Furtado Neves, admite que o PIB até pode crescer mais de 3%, mas vê com preocupação a falta das reformas.

AJUDA À DEMANDA

Na avaliação do presidente da Fiesc, o Brasil tem condições de atingir o crescimento próximo de 3%, é só o governo dar uma ajuda para impulsionar a demanda, como ocorreu com a redução temporária do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis. Para mostrar a importância dessa “ajuda”, Corrêa cita o caso da montadora Fiat, de Minas Gerais. A companhia havia alugado um campo de aviação, próximo de Betim, onde está sua fábrica, para estocar os carros. E, naquele fim de semana que começou a vigorar a redução do IPI, a empresa desovou todo o estoque que tinha. Nem precisou usar o campo de aviação. – O ministro Guido Mantega está atento a este detalhe. E, nas reuniões que tive com ele, alertei que o governo não deve fazer isso somente com o setor automotivo, mas também com outros, como a agricultura, porque, se não derem financiamento, não teremos safra no ano que vem. O governo já deu uma atenção especial aos pequenos agricultores – diz Alcantaro.

INDÚSTRIA ATENTA

Como as indústrias catarinenses estão inseridas no contexto global, elas reduziram investimentos em função da crise. Conforme Alcantaro Corrêa, as empresas de alimentação, por exemplo, não vão investir em fábricas novas este ano, mas vão ampliar as existentes para atender a demanda, porque o mundo continuará consumindo alimentos. As indústrias cerâmicas tiveram grandes problemas com a falta do gás natural provocada pela enchente, mas estão animadas porque o consumo de revestimentos cerâmicos não parou, especialmente para imóveis de preços mais acessíveis. – As vendas estão difíceis para imóveis de alto padrão, mas para os outros segmentos o mercado continua crescendo, e, junto com isso, há a venda de cerâmicas, janelas, portas, metais, tintas e outros produtos. SC terá uma condição especial de demanda porque serão feitas as obras de reconstrução devido à enxurrada.

ALERTA DE MEIRELLES

Além de pressionar o ministro Guido Mantega por mais crédito, o presidente da Fiesc tem conversado, em alguns eventos, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. No último encontro, o presidente do BC disse que a economia brasileira enfrenta três problemas: o primeiro é de crédito, o segundo é a taxa cambial, que precisa se estabilizar, e o terceiro é o de expectativas. É que nos primeiros dias da crise, toda a mídia só falava sobre o assunto e isso provocou um trauma nas pessoas, que ficaram com medo de assumir compromissos. Aí, todo mundo reduz o consumo e pára tudo mesmo.

VAREJO ANIMADO

O comércio catarinense, normalmente, cresce dois pontos percentuais acima do obtido pelo PIB. Por isso, o presidente da FCDL, Sérgio Medeiros, que acredita em crescimento de até 3% da economia brasileira, projeta expansão de 4% a 5% para o setor, no ano que vem. Para este ano, 2008, a projeção do varejo catarinense é de crescimento de 7% a 8%, enquanto o PIB brasileiro ficará em torno de 5,7%. – Nossa expectativa, agora, é com o desempenho das vendas de dezembro. Elas começaram baixas, no início do mês, e tiveram várias oscilações. Estou acompanhando os números. No Estado todo, o comércio está bom, especialmente no Oeste, onde os lojistas estão contentes. A preocupação é com as cidades atingidas pela enchente – diz Medeiros.

CENÁRIO PARA 2009

Atento ao desempenho futuro, Medeiros tem avaliado os obstáculos que podem prejudicar mais o comércio. Segundo ele, a principal preocupação é a oferta de crédito e o prazo. – Mas entendo que a pessoa que ia comprar um produto com um prazo maior e não consegue as mesmas condições, vai comprar outro item mais barato. Ao invés de comprar um carro novo, compra um usado ou uma moto –diz Medeiros. Outro obstáculo, conforme o empresário, é a falta de dinheiro ao varejo para conceder o crédito. Mas ele diz que o Estado conta com empresas saudáveis, que têm crediário próprio, e isso permitirá a continuidade da oferta de crédito.

PROJEÇÃO POSITIVA

Para o presidente da Facisc, Luiz Carlos Furtado Neves, as projeções do governo para o crescimento do PIB no ano que vem, de 3% a 4%, são positivas, especialmente diante da situação de outros países, que passam por mais dificuldades. – O grande problema nosso é não termos preço para competir lá fora neste período de crise internacional, em função do alto custo Brasil. Isso ocorre, principalmente, em razão das altas cargas tributária e trabalhista. Não estamos produzindo vários itens porque não temos preço competitivo – alerta Neves.

HORA DE REFORMAS

Luiz Carlos Neves enfatiza que está mais do que na hora de o Brasil fazer as reformas necessárias, especialmente a tributária e a trabalhista, que têm mais impactos nos custos do país. Segundo ele, as empresas estão fazendo a sua parte, inovaram muito nos últimos anos para serem competitivas, mas há um limite diante da atual tributação e das altas taxas de juros.

Postado por Estela Benetti

Os bons frutos da Embrapa: produtividade 60% maior

26 de dezembro de 2008 0

O Ministério da Agricultura divulgou hoje que as pesquisas científicas desenvolvidas pela Embrapa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, nos últimos 30 anos, permitiram ao Brasil aumentar em 60% a produtividade e se tornar o líder mundial em agricultura tropical. A companhia reúne mais de 2 mil pesquisadores, 74% com doutorado e 25% com mestrado.

Segundo a Embrapa, a produção brasileira de hotaliças passou de 9 milhões de toneladas, em 700 mil hectares, em 1980, para 17,5 milhões de toneladas, em 771,4 mil hectares, em 2006.  A oferta de carnes bovina e suína foi multiplicada por quatro, e a de frango aumentou 18 vezes. A produção de leite subiu de 7,9 bilhões de litros em 1975 para 25,4 bilhões de litros em 2006.

No caso de grãos, as pesquisas permitiram que o país se tornasse o segundo maior exportador de soja, utilizando sementes adaptadas às condições brasileiras. A safra de grãos cresceu, nos últimos 17 anos, 146% com aumento de 24% da área plantada. Nos últimos 30 anos, a produção de arroz aumentou em 50%, com redução da área plantada pela metade. No Rio Grande do Sul, maior produtor do País, a área aumentou em 170% e a produtividade cresceu 230%.

           

Postado por Estela Benetti

Google ao transporte da Capital

23 de dezembro de 2008 2

A capital catarinense, que é uma cidade turística, pode tirar bom proveito do serviço de mapas do Google. O sistema especial da maior empresa de busca do mundo pode incluir roteiros completos de transporte coletivo para os usuários. O serviço, que é implantado em parceria com as empresas de transporte coletivo, já é oferecido em Belo Horizonte e São Paulo.

Para uma cidade como Florianópolis que tem uma pequena frota de táxi, este serviço é essencial e pode ser implantado em alguns meses.

Postado por Estela Benetti

Arrecadação supera R$ 1,026 trilhão

23 de dezembro de 2008 0

A arrecadação de impostos no Brasil, incluindo as três esferas de governo _ União, estados e municípios _ já alcançou mais de R$ 1,026 trilhão até hoje, segundo o painel do Impostômetro, instalado pela Associação Comercial de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Estudos Tributários.

Esta é a primeira vez que a arrecadação do país supera a casa do R$ 1 trilhão. Isto apesar de a CPMF ter sido extinta no final de 2006.

Postado por Estela Benetti

Obras garantem mais energia à Ilha e ao Litoral

22 de dezembro de 2008 0

Postado por Estela Benetti