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Gestão privada na Celesc

06 de julho de 2009 0

O empresário Lírio Parisotto, que é um dos cotistas de fundo que tem 11% do capital da Celesc e é gerido pelo banco Geração Futuro, afirma que a migração da empresa do Nível 2 de governança corporativa para o Novo Mercado seria melhor para o governo, os empregados, os acionistas e para Santa Catarina.
Segundo ele, no Novo Mercado, a Celesc poderia ter um salto de crescimento, investindo cerca de R$ 2 bilhões em geração. O governo faria parte do bloco de controle e os empregados teriam remuneração por resultado.
Parisotto não é mais membro do conselho da Celesc, e esta mudança é defendida, também, pelos quatro conselheiros que representam a Previ.

ORIENTAÇÃO DA CVM
A decisão de solicitar a assembleia extraordinária de quinta, para aprovar a retenção dos R$ 14 milhões de dividendos da Celesc que seriam pagos ao governo de SC, foi baseada em orientação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O fundo do Geração Futuro, acionista da Celesc, solicitou a retenção com base em direito que consta na lei das SAs. A cifra é para pagar parte do saque de US$ 25 milhões que o governo fez no caixa da Celesc em 1986, explicou o empresário Lírio Parisotto.

Postado por Estela Benetti

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