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Posts de setembro 2009

Embraco faz acordo de R$ 100 milhões com o Cade

30 de setembro de 2009 0

A Embraco, de Joinville, controlada da americana Whirlpool, firmou hoje um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, para encerrar as investigações sobre a suposta violação da lei de concorrência no mercado brasileiro de compressores herméticos para refrigeração. O acerto prevê o pagamento de R$ 100 milhões para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, cifra que será paga em parcelas semestrais, por cinco anos e meio.

Em fato relevante, a Whirlpool informou, também, que a Embraco continuará colaborando com as investigações em outras jurisdições.

A denúncia de que a Embraco e as demais fabricantes mundiais de compressores, Elgin, Tecunsh do Brasil, ACC, Danfoss e Matsushita (Panasonic) teriam formado um cartel e estariam combinando preços foi divulgada em fevereiro último, pela Polícia Federal. As irregularidades não estariam restritas ao Brasil, mas envolveriam todo o mercado mundial.

Postado por Estela Benetti

EUA melhor que o esperado

30 de setembro de 2009 0

O recuo menor que o esperado do PIB dos Estados Unidos no segundo trimestre do ano, com queda de 0,7% enquanto a estimativa era de -1,1% em taxa anualizada, é positiva. Significa que a recessão está desacelerando mais rapidamente e isso garante melhora do mercado mundial como um todo porque os EUA respondiam por cerca de 30% das compras mundiais.

Postado por Estela Benetti

Formação em debate

30 de setembro de 2009 0

O encontro nacional de secretários de educação será realizado amanhã e sexta-feira, no Hotel Majestic, em Florianópolis. A pauta, segundo o secretário de Educação de Santa Catarina, Paulo Bauer, incluirá formação continuada de professores, uso da internet e outras tecnologias na educação e o agrupamento do ensino médio em quatro grandes áreas.  

Postado por Estela Benetti

Pólo do Oeste orienta investidor

30 de setembro de 2009 0

Do Informe Econômico

Maior pólo econômico do Oeste de SC, o município de Chapecó elaborou documento que mostra onde estão sua infraestrutura e os projetos em andamento no setor para que os empresários tomem suas decisões de investimentos com base na expansão futura da cidade. A publicação Chapecó 2020 foi uma das novidades apresentadas ontem à noite, na Assembléia Legislativa, durante o lançamento da Efapi, a maior feira multissetorial e festiva do Sul do país, que será realizada a partir do dia 8 de outubro, no município.
Conforme o prefeito João Rodrigues, entre os maiores investimentos públicos previstos estão o anel viário da cidade, que custará R$ 11,7 milhões e já está em construção, um novo distrito industrial e o centro administrativo municipal junto ao estádio Índio Condá.
Durante a Efapi, a prefeitura lançará, também, o Projeto Gerar, que inclui formação profissional e financiamento de pequenos negócios.
Do setor privado, virão investimentos maiores do varejo. Estão em construção três hipermercados, o Maxxi, da Wal-Mart, uma loja da rede Brasão e outra da Cooperalfa. Juntas, vão investir mais de R$ 25 milhões e gerar 600 empregos diretos. Com base na agroindústria, Chapecó está na lista das 30 melhores cidades do país para se investir.
 

Postado por Estela Benetti

Cidade do Idoso

30 de setembro de 2009 0

Um dos programas de inclusão social de maior êxito de Chapecó é a Cidade do Idoso, criada pela atual administração e que funciona dentro do parque de exposições Efapi. Além de cursos de costura e de iniciação à informática, os cerca de 4 mil cadastrados têm atividade física, serviços de saúde, programação de lazer, almoço e transporte, tudo gratuito. O vice-prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori, diz que a prefeitura investe mais de R$ 100 mil por mês no projeto, que é único no Estado em função da gama de serviços prestados. 
 

Postado por Estela Benetti

Eike Batista compra a Marina da Glória

30 de setembro de 2009 0

O bilionário Eike Batista, que no ultimo dia 15 esteve na Fiesc para lançar estaleiro de indústria pretrolífera em Biguaçu, fechou acordo para a compra da concessão da badalada Marina da Glória, zona Sul do Rio de Janeiro, onde até janeiro último era feito o Fashion Rio.

Segundo o portal Exame, o negócio está condicionado à obtenção de autorização do poder concedente. A meta da EBX é investir R$ 150 milhões na revitalização da marina e tem como objetivo desenvolver atividades turísticas juntamente com o Hotel Glória, também adquirido pela empresa, e o barco Pink Fleet de propriedade da mesma, baseados na região.

Postado por Estela Benetti

Gestão do tempo

29 de setembro de 2009 0

Os professores Jurandir Sell Macedo, doutor em Finanças Comportamentais e professor da UFSC, e Fernando Serra, doutor em Engenharia e diretor da Unisul Business School, lançam em conjunto o livro O Tempo na Sua Vida.

Editada pela Saraiva, a obra, que chega nesta sexta às livrarias, indica caminhos para as pessoas que querem conciliar melhor trabalho, dedicação à família e lazer.

Postado por Estela Benetti

Bob`s no Shopping Ideal

29 de setembro de 2009 0

A rede de fast food Bob`s terá loja no Shopping Ideal, que abre ao público amanhã, às 10h, em São José. A unidade vai gerar 25 empregos diretos, informa o empresário Célio Salles, conselheiro do Bob`s nacional.
Conforme Salles, o Bob`s cresceu 12% no primeiro semestre, em SC, frente ao mesmo período de 2008. Até o final do ano, a rede vai abrir 140 novos empregos.

O evento de inauguração do novo shopping será hoje à noite.
 

Postado por Estela Benetti

Salada mais cara na Capital

29 de setembro de 2009 0

Do Informe Econômico

O impacto negativo do granizo do fim de semana nos preços das verduras, na Grande Florianópolis, começa a chegar hoje na Ceasa de São José e, depois, aos demais centros de vendas. O engenheiro-agrônomo Daniel Moreira, gerente comercial da Ceasa, diz que as majorações de preços devem começar hoje porque esta será a primeira entrega de colheita feita após a queda do granizo.
Segundo ele, não dá para dizer de quanto serão os aumentos agora, mas os produtos terão que ser adquiridos na região de Curitiba ou na Ceagesp, em São Paulo. E, pelo frete, chegam mais caros em São José. Moreira afirma que em novembro passado, com as chuvas, as perdas foram quase totais no município que é o maior produtor de hortaliças do Estado, Antônio Carlos, na Grande Florianópolis. Por isso, alguns itens tiveram aumento superior a 100%, como foi o caso da salsa.
O presidente executivo e diretor comercial da rede Angeloni de supermercados, José Augusto Fretta, diz que a maioria das verduras vem de Antônio Carlos e, como vários produtores perderam tudo, o abastecimento só poderá ser normalizado em dois meses.
Conforme a prefeitura de Antônio Carlos, 80% da produção foi perdida. 

 

Postado por Estela Benetti

Projeto de estaleiro na Acif

28 de setembro de 2009 0

Mudou. A palestra sobre o projeto do estaleiro da empresa OSX, do grupo EBX, amanhã à noite, na Acif, em Florianópolis, será com o diretor de novos negócios do grupo de Eike Batista, Roberto Costa. O diretor da OSX, Rodolfo Landim, que havia confirmado presença, cumpre viagem de negócios na Coréia do Sul.

O foco será oportunidades de parcerias de empresas da Grande Florianópolis com o novo estaleiro.

Postado por Estela Benetti

Contas podem ser pagas em cooperativas

28 de setembro de 2009 0

Com o fechamento de agências bancárias em função da greve, as pessoas que têm contas a pagar podem recorrer a agências de cooperativas de crédito. Há várias opções em todo o Estado. O Sistema Sicoob, por exemplo, tem 273 agências e pontos de atendimento em Santa Catarina, distribuídos em 185 municípios. Em SC, mais de 240 mil pessoas são sócias de cooperativas. Na Capital, por exemplo, o Sicoob tem agências no Centro, Trindade, Saco Grande, Itacorubi e Estreito.

Outra opção para o pagamento das contas são as lotéricas que continuam prestando todos os serviços do setor bancários que já ofereciam antes da greve.

Postado por Estela Benetti

Susto no Aeroporto Hercílio Luz

28 de setembro de 2009 0

Um equívoco de controlador de voo da Infraero, no Aeroporto Internacional Hercílio Luz, de Florianópolis, por volta das 7h da manhã de hoje, assustou os passageiros e tripulantes do voo da OceanAir 6173, que vinha de Chapecó para a Capital. Ele autorizou a decolagem de um avião da TAM e o pouso da aeronave que vinha do Oeste ao mesmo tempo. Quando o avião da OceanAir estava quase pousando, o controlador pediu para o piloto arremeter e se desculpou pela falha várias vezes.

As informações são do jornalista Marcos Bedin, que estava no voo de Chapecó para Florianópolis. Segundo ele, a aeronave, um Fokker 100, estava lotada, com cerca de 100 passageiros.  

A manobra não chegou a causar problemas aos passageiros, mas revela que falhas podem ocorrer, com consequências graves. A mais recente tragédia em função de erros de operadores de voo foi quando um Boeing da Gol foi atingido por um jato executivo da Embraer, na Amazônia, matando todos os passageiros da Gol. 

Postado por Estela Benetti

Troca-troca no Banco Central

28 de setembro de 2009 0

O presidente do Banco Central Henrique Meirelles, chegou a afirmar que se filiaria a um partido, mas ficaria no comando do BC até o final de 2010, término do governo Lula. Agora, além de divulgar que vai se filiar ao PMDB, partido da base aliada, deverá deixar o governo antes para candidatar-se, e tem três opções: o governo de Goiás, uma vaga ao Senado ou uma para a Câmara Federal. Para o seu lugar, Lula escolherá o atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho, segundo informações da Globonews.

Apesar de ser mais desenvolvimentista, Coutinho é um economista ponderado e não deverá alterar o rumo das políticas econômica, monetária e cambial do Banco Central. A propósito, o mercado está mais preocupado com o nome que será escolhido para o BC pelo sucessor de Lula.   

 

Postado por Estela Benetti

Moda italiana tenta sair da crise

28 de setembro de 2009 0

Look da grife Dolce & Gabbana, apresentado ontem/Matteo Bazzi, Efe
  

Uma modelo desfila criação primavera-verão 2010 da grife Dolce y Gabbana na Semana da Moda de Milão. Enquanto, no Brasil, o setor de moda foi um dos que menos sofreram com a crise, na Itália a recessão causa estragos e tem impacto nas coleções apresentadas. A Associação empresarial do setor no país alerta que, se nada for feito, 56 mil empregos podem ser fechados em função da queda de exportações. As maiores reduções de vendas ocorreram nos maiores mercados: o recuo aos EUA atingiu 27% e, ao Japão,18%.

A Itália é um dos países que mais sofrem com a crise global e sua economia deverá fechar o ano com recuo de 5%, estimam os economistas.

Postado por Estela Benetti

Perdas com granizo causarão aumento das hortaliças

27 de setembro de 2009 0

A queda de granizo em Antônio Carlos, ontem, provocou, em menos de um ano, a segunda grande perda econômica ao município que é o maior produtor de hotaliças do Estado. A outra foi com as chuvas em novembro do ano passado, que atingiram, também, o Vale do Itajaí. Mais uma vez, a maioria dos mercados da Capital terá que ser abastecida com produtos de outras regiões, especialmente de Curitiba, e isso significará  produtos mais caros por mais de um mês.

Antônio Carlos produz 150 mil toneladas de hortigranjeiros por ano e cerca de 80% da sua população depende da atividade direta ou indiretamente.

Postado por Estela Benetti

"Temos que fazer passeatas, dar a cara"

27 de setembro de 2009 0

Diego Redel

Do Informe Econômico:

Adotar uma postura mais proativa na defesa dos interesses da classe empresarial e elaborar uma proposta de reforma fiscal para o governo federal melhorar os gastos públicos estão entre as prioridades da nova diretoria da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, a Facisc, que tem à frente o empresário Alaor Tissot, de Florianópolis.
Eleito no último dia 18, Tissot vai suceder, a partir de 5 de novembro, o empresário Luiz Carlos Furtado Neves na presidência da federação, com o compromisso de dar continuidade ao trabalho da atual gestão e fazer mais. Acostumado a enfrentar desafios, Tissot tem ampla trajetória no setor privado, em associações empresariais e na esfera pública. Começou a trabalhar como officeboy da Cia Brahma, em Curitiba, aos 13 anos, mais tarde ingressou na Coca-Cola e tornou-se fabricante da mesma em SC, negócio que vendeu em 1986, e, hoje, atua nos ramos imobiliário e de reflorestamento. Foi presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis por quatro mandatos e, por quase dois anos, presidiu a estatal SC Parcerias, no governo de Luiz Henrique.

A aprovação das reformas sempre foi uma das lutas prioritárias da Facisc. O que a nova diretoria vai propor?
Tissot –
Temos aquele trabalho de reforma tributária feito pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) que a Facisc encampou e que queremos transformar numa PEC (proposta de emenda constitucional). O deputado Jorge Boeira (PT) prometeu apresentar a emenda. Além disso, o presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij), Carlos Rodolfo Schneider, está propondo que a gente pense em um projeto de reforma fiscal, incluindo a reforma tributária. Ele acha que vamos atingir melhor nosso objetivo se o governo federal gastar menos. Assim, sobrará mais dinheiro para infraestrutura, saúde, educação e, inclusive, para reduzir a carga tributária. A Acij vai elaborar a proposta de reforma fiscal ao país e, depois, a intenção é fazer uma grande mobilização nacional para aprová-la, envolvendo todas as federações e confederações empresariais do Brasil. O Schneider já tem contato com a Fiesp, em São Paulo. No Conselho das Federações de SC (Cofem), já vem se falando nisso. Alguém tem que dar o pontapé inicial, e Joinville é o maior polo econômico de Santa Catarina.

A Facisc pensa em ser mais atuante na mobilização empresarial?
Tissot Hoje, os empresários ficam esperando que os líderes os representem em toda a parte. Mas, muitas vezes, a gente precisa escurecer a sala, colocando cem pessoas. Com 10 não acontece nada. O empresariado tem vergonha de aparecer, mas nós temos que fazer passeatas, temos que dar a cara. Isso não pode ficar só com o líder. Temos 28 mil sócios. Será que não conseguimos trazer 2 mil para a Assembleia Legislativa e mostrar aos deputados que há um setor que está sendo prejudicado? Será que não podemos levar 6 mil a Brasília? O sujeito não participa porque acha que vai gastar R$ 1 mil numa viagem, mas esquece que, provavelmente, se for prejudicado, vai gastar mil por mês pelo resto da vida. Na mobilização contra a CPMF, eu e o Alcantaro Corrêa, presidente da Fiesc, demos a cara para bater. Eu já participei de outras passeatas, sempre fui meio rebelde.

Essa mobilização fez falta no processo do mínimo regional?
Tissot No mínimo regional faltou mobilização de toda a classe empresarial. Enquanto os empresários marcaram presença com seis ou sete presidentes de federações, o lado laboral tinha 400 pessoas. Não quero entrar no mérito, mas uma decisão que era social e de renda virou uma questão política. Daqui a pouco, por uma questão eleitoral, podem querer que o salário mínimo seja de R$ 1 mil. Precisamos estar mais preparados politicamente e tecnicamente para nos posicionar diante dessas votações.

Qual é o diferencial da Facisc às empresas associadas?
Tissot
– Temos 28 mil empresas associadas às associações empresariais filiadas à Facisc e nosso principal diferencial são os serviços. Essas entidades dão uma contribuição mensal, na maioria dos casos é um valor único, e também utilizam serviços, entre os quais cartões como o Útil Card, Útil Alimentação e Útil Refeição; Serasa, Uniodonto, certificado de origem e seguro empresarial. Cada cliente paga pelo uso que faz. Hoje, graças ao trabalho dos nossos últimos presidentes, de 70% a 77% da receita da Facisc vem dos serviços. Nosso objetivo é chegar a 90%.

A Fundação Empreender continuará forte na entidade?
Tissot A Fundação Empreender, que é o nosso braço técnico, coordena os núcleos, cursos e missões ao exterior. Os núcleos setoriais estão em ampla expansão. Temos em torno de 6 mil empresas que participam de núcleos, e isso é importante porque fortalece o associativismo. Eles podem criar uma central de compras e desenvolver programas de marketing em conjunto. O maior exemplo é o de automecânicos, que têm um núcleo com 300 empresas.