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Posts de abril 2010

Acionistas da Celesc aprovam novos conselheiros

30 de abril de 2010 0

Uma das decisões da assembleia dos acionistas da Celesc, na manhã de hoje, foi a aprovação de quatro novos membros do conselho de administração, e três do conselho fiscal. Segundo a Celesc Holding, os novos integrantes do Conselho de Administração da Celesc são Andriei José Beber, Antônio Fernando do Amaral e Silva, Edimar Rodrigues de Abreu e Lírio Albino Parisotto, que substituem, a partir da próxima reunião do órgão, os conselheiros Glauco José Côrte, Alexandre Fernandes e Içuriti Pereira da Silva, representantes do acionista majoritário, e Lauro Sander, representante dos minoritários ordinaristas, indicado pela Previ.

Para o Conselho Fiscal, foram eleitos: Telma Suzana Mezia (Titular), João Moraes Azzi (Suplente) e Julio César de Souza Cardoso (Titular), para mandato de um ano, que assumem a vaga deixada pelos conselheiros Hayton Jurema da Rocha, Helvécio Floriani e Marcelo Ferrari Wolowski, representantes dos acionistas preferencialistas e minoritários ordinaristas.

Brasil Foods e Coopercampos assinam parceria

30 de abril de 2010 1

A gigante BRF Brasil Foods e a cooperativa catarinense Coopercampos firmaram ontem um acordo de prestação de serviços que prevê a contratação da futura capacidade industrial da planta frigorífica de suínos, que está em construção no município de Campos Novos. A unidade terá capacidade de abate de sete mil cabeças/dia e o investimento soma R$ 145 milhões. O objetivo da Brasil Foods é otimizar seus processos industriais de produção de suínos, visando ganhos de eficiência e vantagens competitivas. Segundo o presidente da Coopercampos, Luiz Carlos Chiocca, o frigorífico trará desenvolvimento à região.

Hotés de luxo exigem 100% mais das governantas

30 de abril de 2010 0

Um dos eventos dentro do Encontro Catarinense dos Hoteleiros, que se encerra hoje, no CentroSul, em Florianópolis, foi o Simpósio de Governança Hoteleira, que contou com 300 participantes para discutir luxo, formação de pessoas e hospitalidade.

_ Trabalhar num hotel de luxo é igual, como se fosse em qualquer outro, só que com 100% a mais de cobrança _ disse Ana Gonçalves, a governanta executiva do luxuoso Hotel Fasano, do Rio de Janeiro, onde a diária pode chegar a R$ 5 mil.

Segundo ela, é bem difícil superar as expectativas de clientes que têm muito dinheiro, que têm mais luxo em casa do que no hotel, mas não é impossível.

_ Se soubermos procurar as informações sobre o cliente e agradá-lo, superar as expectativas, estaremos realizando um serviço de luxo.

A Celesc para os catarinenses

30 de abril de 2010 0

 A novela sobre a Celesc ganha novos capítulos esta semana. Uma das surpresas foi a decisão da Assembleia Legislativa, quarta-feira. Pressionados pelos empregados da companhia, 37 deputados aprovaram uma emenda constitucional para que as mudanças nos estatutos das estatais do Estado sejam feitas somente com a aprovação do Legislativo. Hoje, os empregados da Celesc prometem mobilização contra a assembleia dos acionistas da companhia.

O argumento dos trabalhadores é o mesmo: a defesa dos interesses dos catarinenses, porque os acionistas visam ao lucro e querem privatizar a empresa. Mas para a população catarinense, interessa bons serviços com custos menores, o que garante redução da tarifa de energia. É um interesse conflitante com o dos empregados, que querem altos salários. Os acionistas investem para ter lucro e sabem que a Celesc é uma estatal. O que parece, até o momento, é que os empregados estão liderando as decisões na empresa porque tudo é alterado em função dos pleitos e pressões deles.

Pode cair

A emenda constitucional aprovada pela Assembleia sobre o estatuto das estatais pegou o governo de Leonel Pavan de surpresa. Segundo uma fonte ligada ao gabinete do governador, a avaliação é de que a decisão da Assembleia é inconstitucional porque o dever de administrar a empresa é do governo eleito. Se ele aceitar a decisão, estará delegando para o Legislativo o poder de participar da gestão da empresa.

Falta de transparência

Enquanto a Assembleia Legislativa toma decisões rápidas sobre as estatais, pensando só na próxima eleição, os conselheiros da Celesc, especialmente os que representam os acionistas minoritários, reclamam da falta de transparência. Eles contam que não têm acesso nem ao cronograma de investimentos dos cerca de R$ 200 milhões que a Celesc faz anualmente, nem ao nome das empresas que fazem as obras. Lirio Parisotto, o maior acionista individual da empresa, disse, ano passado, que esperou seis meses pela lista de devedores da companhia.

PDVP

O principal motivo que levou cinco conselheiros da Celesc a votar pela suspensão do Programa de Desligamento Voluntário Programado (PDVP) na reunião do dia 19 último foi a falta de aprovação do gasto do programa pela diretoria colegiada da empresa. Se a diretoria não aprova, a responsabilidade fica toda para o conselho. Outro ponto foi a falta de informação de que o programa estaria dentro dos custos recomendados pela Aneel.

600 auxiliares

administrativos. Este é um dos excessos no quadro de pessoal da Celesc hoje. Foram contratados em 2006, ano de eleição.

Eike fala sobre o estaleiro em Santa Catarina

29 de abril de 2010 0

O interesse dos catarinenses no bilionário Eike Batista vai além da curiosidade óbvia despertada pelo oitavo homem mais rico do mundo. Aqui no Estado, em Biguaçu, a OSX Brasil, braço naval do grupo EBX, construirá um estaleiro que focará na alta tecnologia para a exploração de petróleo. O projeto é um dos que mais empolgam Eike (pronuncia-se Áique), como ele demonstrou em entrevista exclusiva ao DC, em clima de conversa, no dia 22 de março, logo após da estreia da OSX na Bovespa. A publicação só ocorre hoje porque o empresário cumpriu a quarentena de silêncio exigida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que terminou anteontem.

Diário Catarinense – O que o senhor pode contar de novidade para Santa Catarina?
Eike Batista
– Vamos fundar, em Santa Catarina, o Instituto Tecnológico Naval, o ITN. Como o Brasil não tem tecnologia para fazer navios-sonda e plataformas, a gente fez parceria com os coreanos, que têm 38 anos de experiência. Pelo acordo, durante cinco anos, mais de 50 engenheiros coreanos vão operar posições-chave do estaleiro. Neste prazo, a gente vai absorvendo a tecnologia. Para isso, precisamos de pessoas do instituto lá. A partir de um certo tempo, precisaremos tocar a produção usando a tecnologia mais avançada.

DC – Quais os diferenciais de tecnologia?
Eike
– Por que não estamos fazendo o casco? O casco, que é baixa tecnologia, não vai ser feito no estaleiro. Vamos fazer só o high-tech das operações offshore (exploração de petróleo em mar aberto), a parte de alta tecnologia. Dentro dos 30% que são possíveis de comprar no exterior, vamos adquirir o casco fora porque há milhares de cascos. Podemos comprar e fazer a conversão, deixar a zero. O complexo são os módulos de refino, de geração de energia e mesmo a construção das plataformas. Há peças gigantes, há toda uma engenharia para soldar isso. Este estaleiro será mais moderno do que os da Coreia. Para o Brasil, é um negócio inacreditável. O país tem o maior mercado do mundo em offshore. Conforme eu já disse, a OSX será a “Embraer dos mares”. É um avanço espetacular para o Brasil. O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi criado, tornou-se um centro de conhecimento e aí surgiu a Embraer. Nós estamos pegando a tecnologia, vamos criar, paralelamente, o ITN e absorver tudo. A partir de um determinado momento, vamos ter a nossa tecnologia.

DC – Vocês já têm ideia do perfil de profissional que o instituto vai formar?
Eike
– Como a tecnologia é embarcada e a parte eletrônica é gigantesca, Santa Catarina é o paraíso. O Estado tem polo metalmecânico, de software e de componentes sofisticados. O BNDES está com uma política de industrialização do Brasil, especialmente de tecnologia. Está fomentando para que a GE (General Electric) venha produzir turbinas aqui. O financiamento do BNDES é único no mundo. Nós consumimos 3 milhões de automóveis e não temos montadoras nacionais. Os chineses já têm 12 empresas de automóveis. Por que não temos um automóvel nacional? Os coreanos não tinham nada, hoje têm o carro Hyundai e outros. Se você cita Coreia, tem qualidade. A coreana Samsung passou a Sony. Se você falasse em Coreia 10 anos atrás todo mundo ria, hoje é referência. Se a Samsung passou a Sony, por que a gente não pode passar a Hyundai na indústria naval? O Brasil é maior que a Coreia e tem matérias-primas.

DC – O estaleiro precisa de 5 mil empregados?
Eike
– Claro, é um negócio muito grande. Você tem que ver. Na Coreia, são 45 mil funcionários dentro de uma única área. Para se ter ideia, eles têm 18 restaurante lá dentro. Não fazemos puxadinho. Essa palavra é proibida no Grupo EBX (risos). Se a Marinha quiser, podemos fazer um porta-aviões lá dentro do estaleiro, que terá um dique de 450 metros de comprimento por 130 metros de largura. O mais incrível é que quando você vai ver a história da Coreia, os estaleiros nasceram simplesmente com a política do governo de criar empregos. Não sei se vocês viram o programa de TV sobre a internet na Coreia. Hoje, 95% dos usuários ali têm 30 mega de banda larga. A garotada tem grande estrutura para fazer o dever de casa. Se Deus quiser, o governo fará leilão de banda larga no Brasil. Se abrirem o setor, eu estou interessado porque é uma vergonha o que se tem aqui. Você está satisfeita com o seu telefone? É caro. Mas com eficiência no conceito, nunca vi um muro ficar em pé na nossa frente. Por isso geramos tanta riqueza.

DC – Como está a OGX, a companhia petrolífera do grupo?
Eike
– Estamos descobrindo petróleo em quantidade maior do que a gente imaginava em águas rasas, com custo baixo. Cada nova descoberta são mais unidades que vamos fabricar no estaleiro. No nosso plano inicial nasce com 52% da eficiência dos coreanos. O que eles fazem lá em 18 meses, a gente planejou fazer em 30 meses. Dizemos que o projeto vai funcionar porque a metade de Santa Catarina é de origem alemã. Eles acham graça, mas o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado é alto. Absorver a tecnologia é viável. Com o tempo, nós, brasileiros, somos capazes de atingir isso. A planta do desenho inicial é o segredo da operação, uma linha de montagem de coisas gigantes. Aí está o know-how. Depois, para operar, é só treinar pessoas. Um ano depois, o estaleiro estará rodando.

DC – E as licenças ambientais?
Eike
– A responsabilidade é da Fatma. E o Ministério Público tem que questionar mesmo. Estamos fazendo o estaleiro em uma área já degradada. Se não fosse, provavelmente seria impossível. No fundo há uma coisa curiosa. Você quer fazer o melhor estaleiro do mundo, e se fosse numa área não-desmatada, não poderia. É aquela brincadeira que eu fiz para uma jornalista: “Você usa secador de cabelo, telefone? Anda de carro ou anda de bicicleta?” Estamos fazendo o estaleiro mais sofisticado do mundo. O banco só dá o dinheiro se você usar tecnologia. Na Alemanha pode, aqui no Brasil não pode. O que não pode é trazer uma termelétrica velha da República Tcheca ou da Rússia e montar aqui. A mesma coisa é você querer vender um carro sem catalisador. Mas o mundo vai continuar usando combustível fóssil.

DC – Como serão os cuidados do estaleiro da OSX com o meio ambiente?
Eike
– O que a empresa sempre tem feito é buscar tudo o que existe de mais moderno no mundo. Muitas empresas optam por uma gambiarra. Mas estamos investindo US$ 1,7 bilhão. Já imaginou que estaleiro vai ser feito aí? Vai ser o melhor estaleiro do mundo. O único lugar do mundo em que pode ser instalado, porque o Brasil é o maior mercado de offshore do mundo. Vai ser tudo zero, um negócio bonito, vamos integrar aquilo ambientalmente.

DC – Por que a EBX escolheu SC?
Eike
– Por causa da baía protegida. Os coreanos fizeram uma avaliação e, para eles, também pesou o IDH do Estado. Sabem que ali é possível educar o pessoal para fazer coisa de alta tecnologia. Pergunta se isso seria possível fazer em Angola? Você está a 20 minutos de Florianópolis, tem faculdade. Você não deve colocar um negócio desses na Amazônia.

DC – O dinheiro captado na oferta inicial de ações (IPO) é suficiente?
Eike
– Nós precisávamos fazer o IPO da OSX agora porque teríamos que trazer equipamentos. No fundo, o modelo da companhia é tentar levantar todo o dinheiro necessário sem se endividar.

DC – Será preciso pegar dinheiro em banco ou em outra fonte?
Eike
– Tem o meu banco, a EBX. Tem ações e tem cash também, tudo criado com projetos que nasceram do zero, de uma maneira única, planejada, com demanda. Muitos investidores, especialmente do exterior, estão vendo que o mercado está crescendo.

DC – Alguns investidores dizem que um dos problemas do negócio é que a OSX vai fornecer para uma empresa do mesmo grupo, a OGX.
Eike
– Eles não fizeram o dever de casa para entender o nível de transparência que todas as empresas X têm no mercado. Está estipulado que o contrato dá 15% de margem (lucro da OSX). O estaleiro vai ser o mais eficiente do Brasil. Não há área para produzir equipamentos, todas as empresas vão bater na porta dele. É um negócio nacional, de altíssima qualidade e mais barato.

DC – A sua ascensão na lista da revista Forbes como o oitavo mais rico do mundo (agora quarto em função dos últimos negócios) está gerando muitos pedidos de entrevistas?
Eike
– Há mais pedidos de entrevistas, mas eu não atendo. Quanto à formação da riqueza do nosso grupo, a gente faz pesquisas e monta projetos. No caso da OSX é isso. Fizemos pesquisa em toda a costa brasileira para encontrar uma área adequada. Eu estava morrendo de medo porque podia ser que aquele terreno não tivesse sustentação, mas tem. O legal é que é o melhor terreno para instalar um estaleiro do porte do nosso. E quem é o melhor do mundo para ser parceiro nisso? Há dois estaleiros em Cingapura e três na Coreia. O melhor é o da Hyundai, por isso fizemos uma associação com ele. Se não desse certo, não daria para colocar o estaleiro em pé. Se o solo não pudesse suportar guindastes de 2 mil toneladas, não daria para fazer, aí, tchau. Ali é o melhor lugar do Brasil. A gente está num lugar que tem infraestrutura. Tem Florianópolis, a universidade... Além disso, ainda tem encomenda de uma empresa irmã de US$ 30 bilhões (a OGX, com demanda de 48 plataformas).

DC – Onde está aplicada a sua fortuna?
Eike
– O dinheiro está no mercado, gerando empregos. Se fosse aplicar esse dinheiro num banco, como você desenvolveria o Brasil? Esse dinheiro vai gerar centenas de milhares de empregos. Exemplo: a OGX vai produzir petróleo no ano que vem. Gera caixa. Na área de geração de energia, estamos construindo 1,4 mil MW (megawatts) em várias usinas termelétricas, que começarão a gerar caixa em meados do ano que vem. O investimento é de R$ 4 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão vai para filtros e sistemas particulados, de controle do meio ambiente. É assim que tem que fazer, é o estado-da-arte. Quanto tempo demorou a construção de Itaipu, 10 anos? E ninguém questiona a geração de caixa daquela “máquina”. E tem muita gente que acha que sem riqueza é possível preservar o meio ambiente. É um negócio que vem junto. A pobreza promove a degradação. O nosso desafio com o estaleiro é gerar mais de 5 mil empregos e, além disso, mais 5 mil nas plataformas, na parte de operação e manutenção.

Bunge deve manter fábrica em Gaspar

29 de abril de 2010 0

As fábricas da multinacional Bunge que estão baseadas em Santa Catarina, devem continuar no Estado. A companhia pode migrar do benefício Compex para o Pró-Emprego. Isto foi encaminhado em reunião do governador Leonel Pavan e do secretário da Fazenda, Clerverson Siewert, com o vice-presidente de gestão da Bunge, Martus Tavares, e o vice-presidente da área de alimentos da empresa, Gilberto Tomazoni.

– Estamos em entendimento avançado e caminhando para uma solução boa para todos – disse o governador.

O benefício do Compex para a Bunge vence em julho próximo. Equipes técnicas da Fazenda e da empresa vão se reunir na próxima semana para detalhar a migração dos benefícios fiscais.

Conforme Martus Tavares, por conta dos reflexos da crise global na companhia, a possibilidade de fechamento da fábrica de Gaspar chegou a ser estudada, mas não existe a intenção da empresa em sair do Estado, muito pelo contrário.

A fosfateira

Muitas pessoas ainda questionam a Bunge sobre a instalação de uma fosfateira em Anitápolis, na Serra catarinense. Mas, há poucos meses, a Bunge Fertilizantes vendeu os seus negócios de mineração para a Vale do Rio Doce e manteve apenas as atividades de comercialização de fertilizantes no Brasil. Por isso, agora, qualquer polêmica com a fosfateira deve ser discutida com a Vale.

Abef e UBA se unem

28 de abril de 2010 0

As duas maiores entidades brasileiras que representam o setor avícola, a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) e a União Brasileira da Avicultura (UBA), anunciaram  hoje a união das atividades, formando a União Brasileira de Avicultura (Ubabef). Para mostrar sua força, a nova entidade informa que o setor movimentou ano passado R$ 32,367 bilhões.

A diretoria tem Francisco Turra como presidente executivo e três Diretores de Núcleos: Ariel Antônio Mendes (Produção e Técnico Científico), Ricardo Santin (Mercados) e José Perboyre (Administrativo e Financeiro).

Casan negocia financiamento de R$ 240 milhões

27 de abril de 2010 0

A Casan deu mais um passo para conseguir financiamento de 100 milhões de euros (R$ 240 milhões) da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para investir em saneamento no Estado. O presidente da estatal, Walmor de Luca, recebeu ontem comitiva francesa que buscou informações sobre as características do Estado e projetos de saneamento.

O contrato prevê contrapartida da empresa de 10%, juro anual de 1,4%, cinco anos de carência e prazo de 15 a 20 anos para pagar. A expectativa é de que o contrato seja assinado até o final do ano. A comitiva francesa foi liderada pelo chefe da divisão de saneamento da agência, Maurice Bernard, o consultor Bertrand Dardenne, o coordenador de projetos Antoine Grimaud e o diretor da agência em Brasília, Gerard Larose.

Acif com a Formaplas

26 de abril de 2010 0

A Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) inaugura quarta-feira, na sua Regional Lagoa da Conceição, a Cozinha Escola Formaplas/Acif. A indústria de móveis planejados de Palhoça equipou o espaço onde serão ministrados cursos de gastronomia a trabalhadores dos associados da entidade.

O presidente da Acif, Doreni Caramori Junior, explica que inauguração marca nova estratégia mercadológica da entidade, a de projetar a marca dos seus parceiros em ambientes, a exemplo do que faz a FGV.

Fazenda quer que fila de incentivo ande mais rápido

26 de abril de 2010 0

O programa de incentivo fiscal Pró-Emprego, do governo estadual, terá uma fila de espera menor. A Secretaria da Fazenda iniciou a comunicação do indeferimento coletivo dos pedidos de enquadramento no programa das empresas que foram intimadas a apresentar documentos há mais de seis meses e não cumpriram a intimação.
Conforme o secretário da Fazenda, Cleverson Siewert, o objetivo é analisar com mais rapidez os processos válidos.
– Atualmente, mais de cem empresas estão na fila para análise, dependendo da entrega de documentos que já foram solicitados. A retirada coletiva destes processos vai acelerar a análise daqueles que estão com a documentação em dia – diz Siewert.
As empresas podem obter informações sobre seus processos com a Secretaria Executiva do Pró-Emprego. O programa, que completou dois anos este mês, já beneficiou mais de 350 processos e garantiu investimentos superiores a R$ 7,5 bilhões.